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50. Capitulo 50


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eu não tenho mais recebido reviews, mas tudo bem... a esperança é a ultima que morre! =) Continuarei postando... A fic ja passou da metade, mas ainda tem muita coisa para acontecer. ^^
Espero que estejam gostando e quando possivel, deixem reviews.


Beijos
Angel_S


--


Depois da noite anterior, Hermione esperava que Malfoy fosse suspender a permissão para os seus passeios vespertinos com Potter, não mais confiando nos dois juntos. Mas, para surpresa sua, ele sugeriu que os continuassem.


 


Agora, caminhando pelo prado verde onde os cavalos pastavam, Hermione desejou ter recusado. O silêncio entre eles pesava, ela estava constrangida e nervosa, vergonhosamente consciente da alteração de sua posição dentro da casa.


 


- Pelo amor de Deus, diga alguma coisa - falou tensamente. - Diga que lamenta, ou que mereci... diga qualquer coisa.


- Não é o fim do mundo, Hermione - disse Potter, apaziguadoramente. Ela parou de chofre.


- Quer dizer que devo estar radiante porque ele me quis como amante!


- Hermione - suspirou Potter, com um toque de exasperação.


 


Ela começou a andar rigidamente.


 


- Por que não vão roubar um outro motorista inocente e raptam a sua mulher para que ele se esqueça de mim?


- Não roubamos e raptamos motoristas.


- Ah, não diga! - ironizou Hermione. - Desculpe se o chamo de mentiroso.


- Aquilo não passou de um acidente. - Embaraçado, Potter olhava firme para a frente. - As coisas fugiram ao controle. Motoristas sendo assaltados e mortos nas estradas é tão comum nos Estados Unidos quanto no México. Acontece, mas raramente.


- Verdade? - O tom de voz dela era deliberadamente cético. - Se não obtêm dinheiro roubando, então como compram comida, roupas, munição, e todo o resto?


- Não estamos propriamente vivendo em esplendor - ressaltou ele, secamente. - E é preciso lembrar que o custo de vida aqui no México é consideravelmente mais baixo do que nos Estados Unidos, especialmente para o essencial, que é só o que temos aqui. Grande parte do que comemos é plantada ou criada aqui mesmo.


- Então, o que fazem com todo o dinheiro que roubam? - indagou Hermione - Malfoy se considera um Robin Hood, e dá tudo para os pobres! Ou é como Pancho Villa, com as suas numerosas mulheres e bando de saqueadores, disfarçando as suas safadezas sob a capa de "la reuvolución"?


- Já lhe disse que não roubamos. - Os olhos dele estreitaram-se, formando fendas verdes e gélidas. - Umas duas vezes por ano, Malfoy invade uma prisão, ou uma cadeia. Digamos que seja contratado para isso.


- Entendo. - Hermione meneou a cabeça friamente, lembrando-se da história de Potter de como entrara para o grupo. - Então este é um grupo de assalto mercenário. Não roubam nem furtam. Só invadem algumas cadeias, matam alguns guardas e recebem os seus honorários. Não fazem nada feio como roubar.


- Que merda! O que espera que a gente faça! - explodiu Potter, furioso. - Que vá procurar emprego? Trabalhar na lavoura? Que diabo, todos aqui já éramos procurados pela polícia antes de nos juntarmos. Não vou fingir que o que fazemos seja direito, ou legal. Sei que estou no meu inferno, ou a caminho dele. Mas quem sabe alguns desses garotos que soltamos não terão uma segunda chance antes de acabarem como eu.


- Tenho certeza de que os seus motivos são muito nobres - murmurou ela, sardonicamente.


- Estou pouco ligando para o que você pensa dos meus motivos. - As feições dele endureceram de raiva. - Mas não acho que tenha o direito de me julgar, ou a Malfoy, ou a qualquer um aqui. Estamos apenas tentando continuar livres e nos virar da melhor maneira possível.


 


Hermione percebeu que estava pisando em terreno perigoso. Se continuasse a ridicularizar a maneira pela qual Potter racionalizava os seus complexos de culpa, poderia perdê-lo completamente. Ainda havia uma chance de que pudesse persuadi-lo a ajudá-la a fugir, independentemente do que Malfoy dissera.


 


- Como foi que Malfoy se meteu nisso? - Alterou sutilmente a conversa para uma direção menos pessoal. - O que foi que ele fez?


- Não sei - foi a resposta seca.


- Mas é claro que você tem que saber alguma coisa a respeito dele - insistiu Hermione. - Ele tem família? Era órfão? Onde aprendeu a falar inglês tão bem? Disse que está com ele há três anos. Em todo esse tempo, não pode ter deixado de saber alguma coisa a respeito dele.


 


Potter inclinou a cabeça para o lado, discordando.


 


- Malfoy não responde a muitas perguntas, especialmente sobre o passado. Perguntei-lhe, uma vez, e ele me disse que não vive nos dias de ontem.


 


Hermione hesitou, a curiosidade aumentada ainda mais pela aparente falta de informação. Tudo bem que Malfoy fosse enigmático, era seu jeito, mas Potter tinha que saber alguma coisa. Parecia impossível que não soubesse.


 


- Deve ter ouvido histórias a respeito dele... quem sabe pela boca dos outros.


 


Olhou de esguelha para a fisionomia fechada de Potter.


 


- Ouvi histórias - concordou ele, secamente. - Não sei o que há de verdade nelas.


- Tais como? - indagou Hermione.


 


Foi a vez de Potter hesitar.


- Umas contam que a mãe dele era amante de um americano muito rico. Outras histórias dizem que é o filho mais moço de uma destacada família mexicana. Outra história alega que ele cruzou a fronteira em criança para ir viver com um tio nos Estados Unidos, fazendo-se passar por filho desse tio, durante vários anos. - Fez uma pausa de alguns minutos, caminhando em silêncio. - E também há histórias que contam que esteve na cadeia por ter tomado parte em escaramuças anti-governamentais, ou por ter contrabandeado armas para revolucionários. Sem dúvida alguma, cometeu algum crime. Todas as histórias exprimem o fato de que ele é instruído, explicam a sua fluência em inglês e o seu conhecimento das prisões e do que podem fazer a um homem, se permanecer ali por muito tempo.


- Qual delas acha que é a verdadeira?


- Nenhuma delas. - Potter complementou a sua resposta. - Imagino que uma delas esteja provavelmente mais perto da verdade, mas somente Malfoy poderia lhe dizer qual.


- Quando? - perguntou ela, a voz cheia de amargura. - Quando estivermos sozinhos na cama de noite?


- Escute. - Potter parou, segurou Hermione pelos ombros e virou-a, obrigando-a a olhá-lo. - Basicamente, não foi tratada tão mal assim. Podia ter sido estuprada e morta, e seu corpo deixado ao lado do de seu marido. Conseguiu evitar esse destino, no papo, e foi Malfoy que interveio para não deixar que fosse violentada por alguns dos outros.


- Não fez isso para me proteger - retrucou ela. - Foi apenas porque teve medo que meu pai não pagasse nada, se me fizessem mal.


- Seja realista, Hermione - disse Potter, sombriamente. - Os seus pais pagariam, não importando o estado em que você estivesse. Sei disso, e Malfoy também. Por falar nisso, você podia ser violentada e morta agora, e provavelmente ainda receberíamos o dinheiro.


 


Empalidecendo, Hermione se deu conta de que ele provavelmente estava falando a verdade. Aquilo ainda podia acontecer. Era um choque descobrir que a única pessoa que se interpunha entre ela e esse destino era Malfoy. Mas Potter ainda não acabara.


 


- Tem sorte de que lhe permitam ter tanta liberdade. Claro, há sempre alguém de vigia. Mas, como Malfoy ressaltou, você podia ser confinada ao seu quarto. - Ou - Potter fez uma pausa enfática - podia ficar amarrada o tempo todo. E agora Malfoy resolveu que, de hoje em diante, você vai partilhar da cama dele. Tem uma tremenda sorte de que ele não seja um filho da mãe gordo e babão como Neville. Você não foi espancada, não passou fome. Na verdade, quase foi tratada como gente da realeza. As coisas podiam ser bem, mas bem piores mesmo. E está na hora de você se dar conta disso e parar de sentir pena de si mesma.


 


Largou os ombros dela. Potter recomeçou a andar, olhando sempre para a frente. Abalada pelo sermão, Hermione acompanhou-lhe os passos, a cabeça ligeiramente baixa.


 


- Você é uma sobrevivente, Hermione. - Potter falava mais serenamente, o tom de voz firmemente meigo. - A gente vira sobrevivente aprendendo a tirar o máximo de uma situação ruim. Não estou sugerindo que goste dela, apenas que tire o máximo proveito.


 


Dito daquela maneira, dava impressão de rendição, e Hermione não tinha certeza de estar pronta a admitir uma rendição. Mas não podia negar que havia alguma sabedoria nas palavras de Potter.


 


- Vou pensar no assunto - falou.


 


O barulho de cascos que vinham a meio galope fez Hermione virar a cabeça. A postura ereta e natural do cavaleiro e a sua graça discreta na sela denunciaram-no instantaneamente como Malfoy. O baio dele vinha direto para onde eles estavam.


 


Um puxão nos freios fez o cavalo passar a trotar, depois fê-lo parar bruscamente em frente de Hermione.


 


Com as mãos cruzadas sobre o arção dianteiro da sela, Malfoy fez um breve cumprimento de cabeça para Potter, depois virou o seu olhar grize integralmente para o rosto da moça, que se erguia para ele.


 


- Gostaria de dar um passeio a cavalo, señora?


 


O cavalo se movia, inquieto, sob o peso dele.


 


- Gostaria, num cavalo só meu - replicou Hermione.


- Venha. - Tirou o pé esquerdo do estribo e ofereceu-lhe o braço para ajudá-la a subir. - Vamos arranjar-lhe uma montaria.


 


Hesitante, Hermione lançou um olhar a Potter. Sua expressão parecia dizer-lhe: "Lembre-se do que lhe falei". Usando o estribo como degrau, cobriu a mão estendida de Malfoy com a sua. A mão palida dele rodeou firmemente o antebraço dela. Hermione sentiu os músculos de aço do seu braço se flexionarem quando a puxou para a sela.


 


Transferindo as rédeas para a mão esquerda, fez o cavalo girar num semicírculo, o braço roçando de leve o corpo dela. Os ombros da moça se esfregaram contra a parede sólida do peito dele, enquanto o cavalo se movimentava para o lado, nervosamente, ante o peso adicional; logo a seguir, saiu a meio galope na direcção do grupo de casas de adobe.


 


As coxas musculosas queimavam a parte posterior das pernas dela. O cheiro de macho despertava os sentidos de Hermione, produzindo uma reação puramente física e que ficava além do seu controle. O bafo cálido mexia com os cabelos da nuca da moça.


- Tem certeza de que quer um cavalo só seu para montar? - falou junto ao ouvido


dela.


- Certeza absoluta.


 


Mas o tremor roufenho na voz dela revelou o seu estado de perturbação, e ela sabia que Malfoy tinha notado.


 


Chegando perto do grupo de casas toscas, ele fez o cavalo passar a trotar ligeiramente. Era a primeira vez que Hermione tinha permissão de chegar perto das casas. Tentou ignorar o contacto físico com ele e Olhou ao seu redor, com interesse.


 


- O que você e Potter discutiam tão animadamente, antes da minha chegada?


- Estávamos tramando a nossa fuga - mentiu deliberadamente, para irritá-lo.


- Está pilheriando, señora.


 


Havia um riso zombeteiro no seu tom de voz, e uma sugestão de arrogância, ante a sua certeza absoluta de que controlava a situação.


 


- Señora? Não acha tal formalismo um pouco ridículo, dadas as circunstâncias.


 


Virando-se na sela para olhá-lo friamente, Hermione deparou com o seu rosto desconcertantemente junto ao dela. O seu olhar se desviou para a boca do homem, ladeada por vincos profundos de um divertimento satírico. Afastou rapidamente o olhar, enquanto seu pulso acelerava, num alarme sensual.


 


Rigidamente, voltou a olhar para a frente, lutando contra a súbita fraqueza nos seus membros.


 


- Mas é claro, tem razão. - Depois de uma ligeira pausa, acrescentou: - Hermione.


 


O modo como disse seu nome aumentou a confusão erótica dos seus sentidos. Um leve movimento da mão esquerda fez o cavalo passar a andar, enquanto se aproximava da primeira casa de adobe.


 


Desprezava Malfoy mentalmente, e, no entanto, ele tinha esse estranho domínio sobre a sua carne: bastava tocá-la para que ela o desejasse.


 


Tinha uma consciência dolorosa das cabeças que se viravam para vê-los passar, tanto de homens quanto de mulheres. Alguns meneavam a cabeça ou erguiam a mão para cumprimentar Malfoy, um sinal óbvio de respeito nas suas atitudes.


Até mesmo as poucas crianças que brincavam do lado de fora das casas paravam para olhá-los.


 


Hermione sabia que seu cabelo castanho e a pele clara eram uma visão pouco comum.


 


Um cachorro veio correndo para latir e tentar morder os calcanhares do cavalo. O andar deste não se alterou, embora repuxasse a orelha para trás, ao ruído. Numa das casas, um homem estava sentado numa cadeira, sob a proteção do telhado que se projetava amplamente para fora. Não se mexeu nem ergueu os olhos quando passaram por ele.


 


Hermione notou o cobertor de padrões vivos colocado sobre as pernas do homem, e se lembrou de que Malfoy lhe havia contado que o marido de Pansy era inválido. Desviou o olhar, curiosa, para a porta da casa e viu Pansy de pé nas sombras da entrada. Um ódio ciumento ardia nos seus olhos ao fitar Hermione.


 


Haviam passado pela casa e estavam se aproximando do pequeno curral quando Hermione percebeu o verdadeiro motivo dos ciúmes de Pansy. Não fora meramente o fato de ela estar cavalgando com Malfoy. Fora o braço colocado intimamente à volta da sua cintura.


 


A percepção desse fato deu origem a um outro. O convite de Malfoy para cavalgarem juntos não fora feito porque desejava a companhia dela, nem para distraí-la. Estava tornando realidade a sua afirmação da véspera:


 


"Amanhã", dissera, "todos saberão que é a minha mulher".

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Comentários: 1

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Enviado por LelecrisMalfoy em 11/03/2017

Nunca desista de uma fic,estou gostando muito dessa,apesar de se passar em um universo alternativo essa fic é  maravilhosa e eu como soum Dramione de Carteirinha  estou Amando,Parabéns pela fic ❤❤

Nota: 5

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