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1. Capítulo Único


Fic: Um Pouco de Sorte - Harry & Draco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Willians 89


Um Pouco de Sorte


-CAPÍTULO ÚNICO-


Um Pouco de Sorte


 


O céu estrelado cobria toda a costa do lago negro, as montanhas e o grande castelo assombroso de Hogwarts naquela noite. Havia um absoluto silêncio no dormitório masculino da grifinória, e também uma escuridão profunda, que só ficava perdida perto da cama de Harry Potter, graças à luz do luar. Todos dormiam, alguns roncavam mais ninguém estava acordado àquela hora.


De repente, Harry acordou com um grande suspiro, o obrigando a sentar na cama, deixando a posição que estava dormindo. Ele respirava ofegante, seu corpo estava suado e seu coração acelerado, e algumas partes de seu corpo estavam mais quentes que o normal. Aquilo com certeza fora um sonho fora do comum, como ele poderia ter tido uma visualização daquelas?


-“Céus” – Pensava Harry se lembrando do sonho que estava tendo – “Por que estou tendo esses sonhos? Isso é muito esquisito, eu e ele juntos? Somos inimigos eternos, eu jamais faria isso na vida real...”


Harry respirou fundo e se acalmou por um instante, mais assim que pós os olhos para baixo, viu na sua calça do pijama meio descoberta, um grande volume que o fez se assustar.


-“Estou excitado” – Pensava ele – “Não, eu não posso estar sentindo isso. Todos os meus amigos me falavam dos sonhos eróticos que tinham com várias garotas da escola e eu ficava sem graça por não ter tido nenhum na minha vida e de repente, Malfoy tem sido o protagonista dos mais pervertidos sonhos que eu tive essa semana. Por que ele?”


Potter voltou a se deitar depois de alguns minutos pensando no sonho. Assim que colocou sua cabeça sobre o travesseiro, logo adormeceu e não voltou a despertar durante a noite. Porém ele teve mais um sonho erótico com Draco, aquilo era estranho no seu ponto de vista já que ele odiava o loiro e estava desconfiado dele por causa dos estranhos acontecimentos em Hogwarts, tais como o feitiço de Cátia Bell, mais aquelas imagens o deixaram pensativo durante vários dias.


Após exatamente uma semana tendo aqueles sonhos, Harry já não achava mais aquele tipo de imagem estranha. Certo dia estava ele á caminho da aula de defesa contra as artes das trevas, quando avistou de longe o jovem Draco Malfoy sentado em um dos bancos de pedra do pátio de transfiguração, sozinho e com um olhar melancólico. Harry ficou imóvel olhando o loiro e sentiu novamente a mesma sensação que tinha quando acordava de um daqueles sonhos. Por um momento sentiu pena de Draco por estar sempre sozinho e triste, mais não ousaria ir falar com ele.


Naquela noite, Harry foi se dormir cedo depois do jantar. Assim que pegou no sono, uma imagem de Malfoy surgiu em seus sonhos, ele estava completamente nu deitado na grama de um belo campo, sorrindo maliciosamente para Harry que estava a alguns metros deles. Potter se aproximou dele e deitou ao seu lado na grama verde e fresquinha, olhou profundamente nos olhos do loiro e os dois se beijaram. Depois disso, houve caricias entre eles, Harry fazia contato direto com o membro de Draco. Enquanto tinha aquele sonho, Harry se contorcia na cama e falava baixinho o nome do loiro repentinamente. Logo amanheceu e quando Harry abriu os olhos no dia seguinte, sentiu-se extremamente decepcionado pelo fato de que tudo aquilo tinha sido apenas um sonho.


Mais tarde no grande salão no horário do almoço, Rony não pode deixar de notar que Harry estava pensativo, não falava com ninguém e nem se quer tocava na comida.


-Está com algum problema Harry? – Perguntou Rony tentando ser simpático.


-Não, estou bem não se preocupe – Respondeu Harry.


Os olhos de Harry se viraram no momento em que Draco passou diante dele rapidamente, indo em direção a mesa dos mestres. Harry ficou o observando durante minutos.


-Nós já vamos – Disse Hermione se levantando da mesa – Você vem?


-Eu já vou – Respondeu Harry – Daqui a pouco eu encontro vocês, tenho que terminar de comer.


Sozinho no grande salão, Harry voltou a relembrar os sonhos eróticos com Draco, aquilo estava se tornando um vício que fazia o moreno correr para o banheiro, entrar em um dos boxes, abaixar a calça e a cueca e começar a massagear o pênis com as cenas na mente.


-“Ah, como eu queria que fosse real. Eu faria tudo para ficar com você... Draco” – Pensava Harry encostado na parede dentro do Box – “Isso é impossível... Eu jamais conseguiria fazer isso com ele... Mais eu queria tanto! Mais é impossível... Eu teria que ter muita sorte...”


Harry parecia desanimado, tanto que até parou a masturbação por um momento. Logo seus olhos brilharam e seu coração acelerou quando ele se lembrou de algo que podia ajudar.


-Sorte! – Gritou ele do Box – É isso!


O bruxo recolheu sua cueca e calça e saiu correndo do banheiro, muito animado e confiante. Ele foi para o dormitório às pressas, entrou no quarto e pegou em suas coisas do malão de couro, um frasco de felix felicis algo que ganhara nas aulas de poção. Por um momento o entusiasmo de Harry passou, ele estava com medo de beber aquilo. Mas as palavras do professor Horácio eram claras “Um pouco disso e você terá sorte em tudo que tentar fazer”.


-“Se eu beber será que vou conseguir alguma coisa com o Draco? Acho que não. Funcionaria se fosse Miracle Felicis. Mais... Não custa nada a tentar... Como dizem os trouxas, quem não arrisca não petisca” – Pensou Harry e rapidamente tomou um gole daquele líquido suspeito.


Harry sentiu uma sensação estranha, calafrios em todo corpo e logo seu entusiasmo voltou. Por algum motivo estava com vontade de ir até a sala precisa, como se fosse uma força o comandando para lá.


-Olá! – Dizia Harry a todos que encontrava no caminho, muito animado – Olá!


Quando chegou ao sétimo andar, ele se dirigiu até uma enorme parede de pedras. Ele ficou parado naquele local, muito ansioso, até que uma grande porta da madeira surgiu sobre as rochas, sem demoras ele entrou.


Harry olhou para os dois lados naquela sala cheia de entulhos, livros, prateleiras e outros objetos deixando o lugar lotado. Ele achava que estava sozinho quando apareceu atrás dele, um garoto loiro apontando a varinha para sua cabeça.


-O que faz aqui? – Dizia Draco desconfiado – Responda Potter!


-Eu... – Dizia Harry nervoso, mais os efeitos da poção o fizeram dizer a mais pura verdade – Eu vim te ver...


Draco abaixou a varinha.


-O que? – Perguntou o loiro – Por quê?


-Me desculpe, eu sei que somos inimigos mais já faz uns dias que estou tendo sonhos um tanto picantes com a sua pessoa, e de repente meus desejos sexuais aumentaram absurdamente, eu nunca pensei que sentia atração por garotos, acabei de falar uma coisa que jamais diria para você mais é que eu estou desesperado – Falava Harry acelerado – Por favor, entenda Draco.


-Sonhos? Pi... Picantes? – Perguntou ele nervoso – Você veio aqui para... Para que?


-Por sorte, conseguir ter um momento de prazer – Disse Harry – Eu acho que não deveria ter dito isso, afinal eu sei que você me odeia.


-Que esquisito – Disse Draco meio diferente.


-O que foi Draco?


-Eu não estou com raiva de você. Por algum motivo estou lisonjeado por você estar falando isso para mim. Isso é muito estranho, estou quase aceitando seu convite de sexo!


-Se dois querem, ninguém os impede – Disse Harry com um sorriso malicioso. Aquele sorriso muitas vezes irritava o pobre Draco mais dessa vez ele não reagiu como de costume – Você topa? Diz que sim, diz que sim, diz que sim! Por favor!


-Não acredito que vou dizer isso – Disse Draco – Tá bem, eu topo mais tem que manter isso em segredo.


-ISSO! – Gritou Harry empolado – A POÇÃO DEU CERTO!


-Que poção? – Perguntou o loiro.


-Nada – Respondeu Harry respirando fundo em seguida – Então, vamos começar?


-Como quiser Potter – Disse Draco – Mais fique sabendo que isso não muda nada entre a gente entendeu? Só estou fazendo isso por que você me pediu e também por que estou com vontade. Isso é estranho.


-Amanhã voltamos a nos odiar. Por hoje vamos esquecer as nossas grandes diferenças – Disse Harry – Então... Você já fez isso antes?


-É claro – Disse Draco – Você acha que eu seria virgem nessa idade?


-Não minta – Falou Harry sério.


-Tá bom tá bom – Disse Draco confessando – Eu ainda sou virgem. Mais não conta para ninguém! Ou eu te mato entendeu.


-Tudo bem – Disse Harry – Eu pego leve com você.


-Boa piada – Disse Draco se aproximando de Harry – Mais sou EU que vou fazer o que eu quero.


-Então tá – Disse Harry – Acho melhor eu tirar a roupa...


-Espera! – Disse Draco – Calma, deixa eu me preparar... Tudo bem, pode se despir agora.


Harry sorriu, foi tirando aos poucos as peças de sua roupa até ficar somente de cueca, uma cueca branca e volumosa graças à ereção de Harry. Malfoy tremia e não sabia o que fazer diante do seu maior inimigo quase nu na sua frente.


-O que está esperando? – Perguntou Harry – Comece logo!


Malfoy foi desabotoando sua camisa social branca aos poucos, mostrando seu físico preparado com a pele pálida, deixando Harry mais excitado ainda. Depois tirou a calça e a cueca, ficando totalmente pelado, mais com o membro mole e muito envergonhado.


-Por que está tão nervoso Draco? – Disse Harry – Não tem nada demais no seu corpo.


-Tire a cueca – Falou Draco – Quero você do jeito que eu estou.


-Como quiser – Respondeu o moreno, arrancando sua cueca da cintura. O coração de Draco quase explodiu.


-Eu... Posso...


-Você pode tudo – Disse Harry – Venha comigo.


Harry agarrou a mão tremula de Draco e foi de mãos dadas com ele até uma cama de casal no fundo da sala bem escondida. Assim que chegou os pés do móvel, caiu com as costas na cama e sorriu novamente malicioso para o loiro que ainda estava nervoso. O membro de Harry já estava ereto ao máximo, possuía uma pelagem escura e lisa, com pele branca. O pênis de Malfoy foi crescendo na frente de Harry, tinha pêlos tão claros que de longe pareciam não existir.


-Vai ficar ai parado a tarde toda? – Perguntou Harry.


Malfoy se ajoelhou a beira da cama, pegou o membro de Harry com a mão direita e o colocou em sua boca. Harry tremeu no momento em que sentiu seu mastro ser tocado por uma coisa molhada e lisa, nada mais nada menos que a ponta da língua de Draco que deslizava da glande até o inicio do saco.


O grifinório gemia baixinho, contendo todo o entusiasmo que sentia ao ver que a poção dera certo.  O Sonceriano já estava mais calmo já que havia feito o primeiro contato com um órgão genital – além do seu – na vida. O loiro foi se empolgando ao longo das longas chupadas e foi acelerando o ritmo, passando seus lábios sobre a glande vermelha de Harry.


-Me dê um beijo – Disse Harry.


-Não, eu não posso fazer isso... Beijar? Nem pensar.


-Por favor?


-Não.


-Não é tão ruim.


-Já disse que não.


-Você nunca fez isso não é?


-Não interessa. Não quero que meu primeiro beijo seja com você...


-Se você não gostar pode me estuporar agora mesmo – Disse Harry.


-Gostei da idéia – Disse Draco.


Malfoy foi subindo a cama até a altura do rosto de Harry, tocando seus lábios no do moreno, realizando seu primeiro beijo.


-Então? Gostou?


Draco não respondeu, apenas beijou Harry mais uma vez, dessa vez demorado e intenso, sua língua passava sobre toda a cavidade daquela boca. Sua mão deslizou sobre o peito de Harry, massageando os mamilos e voltando ao pênis que foi suavemente masturbado. O moreno decidiu fazer o mesmo, enquanto sugava o pescoço do loiro agarrou o membro dele, fazendo Malfoy tremer.


-Alguém já tinha tocado aqui? – Perguntou Harry baixinho.


-Não... Você é o primeiro...


-Mais que sorte – Respondeu o moreno – E o que está achando?


-É muito bom – Falou Draco envergonhado – Por que está fazendo isso?


-Talvez eu te ame – Disse Harry deixando Draco surpreso – Dizem que quando se sonha com a mesma coisa várias vezes, essa coisa acaba acontecendo... Estou aqui para provar isso.


Malfoy tascou mais um beijo de Harry, deixando o moreno totalmente sem fôlego. Draco deitou sobre o corpo de Harry, fazendo o garoto afundar sobre o colchão branco. Harry sentiu todo o peso do corpo magro e alto do loiro, que insistia em mais e mais beijos.


-Vou acabar morrendo – Comentou Harry escapando de um beijo – Eu não sabia que meu beijo viciava.


-Cala a boca – Disse Draco – Não reclama entendeu?


Draco caminhou de quatro para trás ficando a beira da cama, ajoelhado. Por um momento ele ficou imóvel, pensando no que faria a seguir, com um pouco de culpa mais sua vontade com certeza era maior. O loiro ficou observando fixamente o corpo nu de Harry em sua frente, posições sexuais passavam sobre sua mente naquela hora, mas apenas uma coisa ele queria fazer de imediato. Malfoy fechou suas duas mãos nas canelas de Harry e a as afastou, uma para cada lado deixando o ânus do garoto livre para suas vontades.


-Implore por piedade Potter, agora vou pegar pesado – Falou Draco muito sério deixando Harry meio assustado, o moreno já sabia o que Malfoy pretendia.


-Seu cretino – Disse Harry – Eu agüento tudo que você quiser. Não me peça para pedir piedade por que daqui a pouco quem vai sofrer é você.


Draco sorriu. Então lentamente penetrou seu membro em Harry que gemeu fortemente à medida que o pênis branco de Malfoy ia ficando mais fundo. No final já não sentia mal estar, aos poucos aquilo tudo se tornou prazer absoluto. O loiro foi movendo os quadris, com joelhos afundados no colchão e mãos sobre as pernas Harry. Seu cabelo, que antes estava bem escovado para o lado, agora caia sobre sua testa e seu corpo esquentava, algumas partes se arrepiavam e sua excitação crescia com os gemidos de Harry.


-Draco, Draco, Draco – Dizia Harry – Por que não descansa um pouco, já está mais de meia hora penetrando e nada de orgasmo.


-Calado – Disse Draco cansado – Está muito gostoso, não posso parar.


-Me deixe fazer alguma coisa – Insistiu Harry – Eu posso te ajudar a gozar.


Malfoy parou de penetrar e caiu cansado no colchão, bem suado e com o membro agora vermelho e úmido.


-Posso? – Perguntou Harry sentando-se.


-Faz logo.


-Venha aqui.


-Por quê?


-Por que eu quero fazer uma coisa.


-Estou cansado. Venha aqui você.


-Eu juro que você vai gostar assim como gostou do beijo.


-Venha aqui você. Depois de meia hora metendo nesse seu cuzinho, eu to literalmente acabado. Não deveria ter feito isso, onde está minha dignidade? Nós Malfoys, odiamos os grifinórios!


-Se você vier, eu deixo você me beijar novamente.


-Proposta tentadora. Mais beijo? Não sei...


-Vai Draco, eu quero chegar ao orgasmo junto com você...


-Tá bem, tá bem! Mais só por causa do beijo! – Disse Draco se levantando do lugar que estava e andando lentamente até Harry. Ficou sentado na frente do moreno, evitando contato visual.


-Pode se deitar – Disse Harry – Você não vai precisar fazer nada.


Draco caiu para trás ficando deitado no meio na cama. Colocou suas mãos atrás do pescoço e esperou que Potter fizesse o que pretendia.


-O que está esperando? – Perguntou Draco – Vamos.


-Eu estava admirando seu membro – Disse Harry – Estamos conversando há alguns minutos e ele não brochou.


-Nem o seu – Disse Draco.


-Ótimo isso prova que somos bem resistentes.


Malfoy deu uma leve gargalhada, mais logo retornou seu estado sério.


-Você riu! – Disse Harry ainda sobre o efeito da poção da sorte líquida.


-Cala a boca Harry! – Berrou Draco já impaciente – Faça logo o que queria!


-Tudo bem.


Harry se arrastou até a cintura de Draco e abaixou um pouco em seguida. Sua mão se estendeu sobre debaixo do colchão fofo, tocando a coxa de Draco pela parte de baixo. O loiro tremeu. Harry fechou os lábios e os tocou na pele branca da coxa do loiro, beijando toda aquela área até a altura do joelho. Naquele momento, ele pode perceber que o corpo de Draco era viciante e que não merecia ficar tanto tempo sem ser possuído.


Draco estava de olhos fechados, totalmente relaxado sentindo as lambidas e beijos de Harry. Potter foi beijando cada vez mais para baixo, passando pelo joelho, as pernas até chegar ao pé. Depois retornou ao topo da cintura, fechou o punho da mão direta no membro ereto de Malfoy e começou a masturbá-lo lentamente. Os dedos de sua outra mão tocavam a parte debaixo do pênis do loiro, que estava delirando, se esquecera de tudo e de todos.


-Agora chupa – Disse Draco quebrando o silêncio. Seu tom de voz estava baixo e sensual, algo nunca visto antes por Harry – Por Favor, Harry, chupe.


-Claro – Disse Harry fechando os lábios na glande de Draco. Suas mãos deslizavam sobre o abdômen do loiro.


Harry permaneceu fazendo oral por pouco tempo. Logo, Malfoy ordenou outra coisa.


-Sabe o que eu realmente quero? – Perguntou Draco.


-O quê?


Draco agachou-se de quatro na cama e não disse mais nada. Harry ajoelhou-se atrás das nadegas do loiro e penetrou rapidamente, de uma vez só, extraindo um alto gemido de Draco. O gemido fora o único, após isso o loiro ficou quieto sentindo os movimentos de Harry.


-Dessa vez é para gozar? – Perguntou Harry – Olhe pela janela, já está quase anoitecendo.


-Sim – Disse Draco – Agora é para gozar.


-Mais eu disse que queria chegar ao orgasmo com você.


-Por quê?


-Por que é muito mais gostoso.


-Pensei que me odiasse.


-Não. Eu não te odeio mais.


-O que você pretende então? Como vamos gozar juntos?


-Vire-se – Disse Harry e Draco virou-se e caiu deitado mais uma vez. Harry deitou-se sobre o corpo suado de Malfoy e começou a beijá-lo intensamente. O loiro deslizava suas mãos pálidas sobre as costas largas do moreno.


Harry movia os quadris, pressionando o membro de Draco de um modo que ele sentisse prazer.


-Estou quase lá – Falou Draco com o corpo de Harry sobre o seu – Harry...


-Eu também vou!


-Isso... Está tão gostoso... Ah, Potter...


-Draco!


Os dois chegaram ao orgasmo juntos. Seus sêmens chegaram a se encontrar no colchão. Os dois ainda ficaram abraçados e se beijando por mais algum tempo. Harry colocou a cabeça no peito de Draco e dormiu. O loiro também não agüentou muito tempo, e graças ao silêncio e a situação em que estava acabando adormecendo também.


Mais tarde, Harry abriu os olhos depois de algumas horas dormindo. Após se espreguiçar, ele viu que ainda estava dentro da sala precisa. Tudo estava escuro e pela janela podia se ver que já anoitecera. Ele estava sozinho. Draco não estava mais lá.


No dia seguinte, Harry procurou Draco por toda a escola, praticamente o dia todo. Só foi o encontrar perto do anoitecer, sozinho perto das masmorras, sentado em uma escadaria de pedras.


-Olá – Disse Harry sentando-se ao lado do loiro.


-Oi.


-Por que me deixou sozinho ontem?


-Não queria te acordar. Agora vá embora, não quero ser visto com você.


-Pensei que depois daquela tarde, tudo entre nós ia mudar.


-E mudou – Disse Draco.


-Então por que está me mandando embora?


-Por que sim. Por que somos eternos rivais.


-Eu não te entendo...


-E nunca vai entender.


-Quando vamos repetir aquilo?


Draco olhou para os dois lados e viu que não havia ninguém. Então se aproximou um pouco mais de Harry e o olhou fixamente em seus olhos verdes brilhantes. Sem demoras, deu-lhe mais um beijo rápido, fazendo o moreno delirar por alguns instantes.


-Breve – Disse o loiro se levantando.


-Malfoy...  – Disse Harry, vendo o loiro ir embora – Espere!


Harry correu e alcançou Draco.


-Eu bebi um pouco da sorte líquida. Foi por isso que consegui aquela noite com você. Foi pura sorte.


O loiro sorriu e se aproximou novamente de Harry. Então disse baixinho em seu ouvido:


-Não foi sorte... Foi destino... Afinal, eu estava pensando em você no momento que você chegou à sala...


THE END

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