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3. Das memórias às cicatrizes


Fic: Quando o amor e o ódio colidem - DHr - CAPÍTULO 4 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Agradecimentos: Obrigada a todos que leram, comentaram e adicionaram aos favoritos. E a todos que somente leram. Obrigada *-* 
E obrigada a você Baby-chan por ser a melhor beta do mundo *-*




3° Capitulo – Das memórias às cicatrizes – Parte I

 


         Hermione sentiu seu estômago dar um salto. Definitivamente não devia ter jantado.


            O que ele estava tentando fazer? Pô-la doida?


            — O que você quer Malfoy?


~*~*~*~*~*~*~*~*~      


            Ela o olhou com expressão dura, mas ele notou que sua voz estava falha. A resposta que ele deu a tinha afetado. Draco deu um pequeno sorriso.


            — Meus direitos Hermione.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*


            Hermione ficou olhando-o. Como ele tinha coragem? Direitos? Ele agora quer falar de direitos?


            — Você não tem direito algum Malfoy! A não ser o direito de ficar calado e o dever de sair da minha casa.


            — Nossa casa. – ele a corrigiu.


...Ódio...


            Hermione riu irônica.


            — Não me faça gargalhar Malfoy. Agora saia! – levantou e foi para a porta abrindo-a.


            ~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


            Draco andou até ela, fechou a porta e puxou-a para si. Ela estava surpresa demais para reagir.


            —Quer mesmo que eu saia? – Draco aproximou seus lábios da boca dela.

Tinha que resistir. Devia resistir.


                — Draco... – sibilou ela fechando os olhos.


                Era a primeira vez que ela dizia seu nome desde que chegara. Gostava de como ela o pronunciava. Beijou-a.

Não conseguia resistir. Não a ela.


            ~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


            Sentiu aqueles lábios sobre os seus, e quase não podia respirar. Merlin como sobrevivera sem isso todos esses anos? Correspondeu ao beijo de um jeito insano. Sem realmente perceber o modo intuitivo que o fez. Quando notou-o afastou-se dele de forma brusca.


            — O que está fazendo? Como... Como pode me beijar assim?


            — Não gostou Hermione? Lembro-me que sussurrava o quanto era bom, o quando dependia dele, o quanto...


            — Chega Malfoy!


            — Mais se voltarmos ao presente, acabou de me beijar também...


            Sentiu seu rosto queimar. Era verdade, havia beijado-o, e não podia dizer que se arrependia. Merlin o que estava acontecendo com ela?


            — Não beijei-te Malfoy! Você só me pegou de surpresa...


            Draco sorriu vitorioso. Droga! Odiava aquele sorriso sínico. Odiava aquele Malfoy.


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


            Aproximou-se dela novamente. Ela deu um passo para trás se desequilibrando. Puxou-a pela cintura.


            — Não precisa ficar nervosa Hermione. – sussurrou quase tocando os lábios dela.


            — Não estou nervosa Malfoy! – pôs as mãos no peito dele e o empurrou. – Por favor, saia. – disse enquanto abria a porta.


            Pensou. Resolveu sair. Não valia a pena insistir. Não agora.


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


            Ela viu-o sair, fazendo o percurso até o carro. Nesse momento decidiu. Não permitiria que Draco Malfoy a aprisionasse novamente.


            Pra provar a si mesma o seu último pensamento. Pegou o telefone o discou o número de Petro.


            — Olá! Estava me perguntando quando ligaria...


Irônico. Ele lembrava alguém.


            — Não devia ter ligado...


Não queria lembrar-se desse alguém.


            — Vamos lá Hermione! Já foi mais humorada...
Talvez...


            — Ok. Olha Ber... Petro. Eu estava pensando se o seu convite ainda...


            — Claro.


            — Ótimo, então...


            — Te pego as sete?


            — Tudo bem. Até logo.


            — Até.


            *~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


            Ela continuava tão orgulhosa quanto antes. Gostava disso, porque isso a fazia continuar sendo a mesma Grenger. A sua Granger.


            Resolveu tomar um banho para relaxar. Não imaginava que aquele pequeno hotel do interior fosse confortável.


            Iria sair para jantar.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


            Hermione havia combinado um vestido florido, que valorizava seu corpo, com um sapato de salto com um desenho mais pesado. Prendeu seu cabelo em um coque solto, e fez uma maquiagem básica, mas apostou no batom vermelho.


            Ela estava ao lado da porta quando Petro tocou a campainha.  Não se arrependeu do que viu. Ele estava muito atraente com as calças jeans claras e uma camisa pólo.


            ― Boa noite senhorita Granger, devo dizer que a senhorita está encantadora. – gracejou Petro com um sorriso zombeteiro.


            ― Pare com piadas Petro!


            ― Sério Hermi, você está linda.


            Hermione sentiu o rosto queimar, havia esquecido o quanto aquele grego podia ser sexy.


             Pedro abriu a porta do carro para que ela entrasse, e se dirigiram ao restaurante no qual ele havia feito a reserva.


            O restaurante era lindo. Deveria ser exclusivo, nada surpreendente vindo de Petro. Sentaram-se em uma mesa com uma bela vista. Ele sabia escolher.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


            Ótimo! Perfeito! Como as coisas podiam piorar? Ah claro, só faltava agora não ter uma mesa no restaurante. O que claramente podia acontecer já que não havia uma única vaga disponível para o seu carro.


            Estacionou uma quadra adiante e foi caminhando até o restaurante. A única coisa boa foi não ter encontrado nenhuma pedra pelo caminho, porque se encontrasse a teria chutado, e com a sua repentina maré de sorte teria acertado em alguém. Da próxima vez pediria comida no quarto, estava decidido.


            Por algum milagre havia uma mesa a disposição. Ficava ao lado de uma enorme folhagem, ou seja lá como se chamava aquilo. Assim que fez o seu pedido e degustou o primeiro gole de vinho viu uma cabeleira castanha conhecida. Mesmo tendo o cabelo preso, ele parecia ser dela.


            Largou o vinho e abriu espaço pela folhagem com as mãos para ver melhor. Não dava para ver o rosto da mulher, mas o homem... Petro Berganza. No exato momento da sua grande descoberta, alguém pigarreou fazendo-o sobresaltar-se.


            ― Espero que esteja a seu gosto Sr. – disse o garçom olhando-o com certa disconfiança.


            ― Obrigada. Hum... Será que você pode me dizer quem é a mulher que está com o Sr. Berganza?


            ― Desculpe, não Sr.


            ― Obrigado.


            Ao ouvir isso o garçom retirou-se com desconfiança. E Draco tentou novamente conseguir uma visão da mulher.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


            ― ... E ai ele simplesmente desapareceu. – Acabou Petro com uma gargalhada.


            Hermione o acompanhou na risada. Era bom ouvir as novas aventuras do menino Potter. Aventuras nas quais ela não estava incluída.


            ― Petro, se me der licença, preciso ir ao toalete.


            ― Se prometer não correr pela porta dos fundos. – respondeu dando-lhe uma piscadela e colocando aquele sorriso sonserino no rosto.


            ― Claro. – sorriu ela.


            Quando abriu a porta de acesso ao toalete deu um suspiro de alivio, estava sozinha ali.


            Ai Merlin! O que eu estou fazendo? O que? Por que você está curdindo com a minha cara desse jeito? É falta de educação sabia? Primeiro o Malfoy, agora o Petro, eu devia estar de férias sabia? F-É-R-I-A-S!! Merlin... Meeeerlin responde! Eu to falando com você!!!


           Depois do desabafo mental, ela se recostou na pia e ficou se encarando no espelho. Um, dois, três segundos e ela saia pela porta em direção a sua mesa.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


           Draco não podia acreditar, era ela. Sua Hermione estava com Berganza. Ele torceu seu rosto em uma careta com esse pensamento.


           Que se dane a comida, Draco podia perfurar aquele ser miserável com o olhar agora mesmo. Enquanto espiava pela brecha nas folhagens, ele notou que ela parecia se divertir. Droga.


           Mas sua raiva não tinha chagado ao máximo até ver aquela mão pulguenta ir em direção a sua Hermione. No mesmo instante ele deu um salto da cadeira e se pôs a caminhar em direção a festinha.


           ― Olá! - disse Draco com um sorriso sínico no rosto.


           Hermione deu um salto na cadeira no mesmo instante. Quando virou-se para ele Draco viu como ela havia ficado pálida. Berganza limitou-se a recolher a mão.


           ― O que está fazendo aqui Malfoy? – sibilou Hermione.


           ― Devia perguntar-te o mesmo Srt. Granger. – Draco colocou um braço em torno dos ombros de Hermione possessivamente – Com a sua licença Berganza, nós já vamos.


           ― E quem você pensa que é Malfoy pra utilizar o nós? Hermione pode decidir por ela mesma. – disse Berganza se levantando e atraindo olhares para o pequeno tumulto que começava.


           ― Eu sou o marido dela.


           E com essas palavras Berganza caiu novamente na cadeira.


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N/A: Olá!! Não eu ainda não morri u.ú
Nuss... Alguém sabe quando o FeB voltou? Eu só descobri ontem :s
Bom, eu fiquei meio perdida com os recados e tudo mais, então não vou responder os do último cap, mas no próximo respondo a todos ^^

Beijos e até o próximo *-*

PS: Gostaram da capa? *-* Foi a minha 1° HuaUHAuHAuAhuAhuA

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