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5. Capítulo 05


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aquilo foi a gota d´água para Charles, que se levantou abruptamente.


- Estou indo embora, Hermione – e saiu da sala. Ela tentou o seguir, mas Draco segurou seu braço.


 


 


*************************************************************


- Fica – Hermione conhecia muito bem seu amigo. Mais do que ela imaginava possível. Os olhos cinza nos olhos castanhos.


 


- Draco! Você fez de propósito!


 


- Eu já ia dá-los há muito tempo! Fiz a encomenda há meses!


 


- Mas precisava ser na frente dele?


 


- Você sabe a minha resposta.


 


- É, eu sei – dizendo isso, foi embora. Sabia exatamente onde Charles estava e, por isso, aparatou na casa dele. Encontrou-o na varanda – Char... – uma brisa fraca e fria bagunçava os cabelos ruivos. Hermione percebeu que ele segurava um copo de uísque – Charlie, olhe para mim.


 


Ele virou-se. A morena ainda usava as joias dele. Estava linda, não podia negar.


- Não precisava ter saído daquele jeito.


 


- Não? Deveria ter ficado lá quanto tempo? Caso não tenha percebido, seu querido amiguinho fez de propósito! Ele sabe muito bem da minha condição. Da condição da minha família! – Hermione tocou os lábios dele com seus dedos.


 


- Eu sei...


 


- E você gostou... Ficou impressionada. Nunca poderia dar algo como... – e os dedos dele tocaram o elegante colar – Ainda mais agora! Todas minhas economias estão investidas aqui! Você gostou...


 


- Sim, gostei. Draco sempre teve um excelente gosto, mas – ela foi falando e com a varinha foi tirando os joias do seu corpo, que voavam até a cômoda no quarto – você deveria saber que não é isso que me atrai. Não essas joias que me conquistam. Lindas, sem dúvida, mas é essa – e ela mostrou para o ruivo o colar com o pingente de dragão – que me conquistou verdadeiramente.


 


Charles deixou o copo de lado e a puxou para si, beijando-a vagarosamente na boca. Ela gemeu o nome dele. O ruivo desceu o zíper do vestido dela. Voltavam para o quarto. Um no braço do outro. Na boca do outro. Roupas pelo chão. Ele não podia acreditar em nada daquilo. Há quanto tempo não se sentia assim? Ele estava apaixonado. Deitou Hermione em sua cama e começou distribuir beijo pelo corpo dela. Ouvia-a gemendo seu nome.


 


Sua boca beijou os seios. Mordiscando-os levemente. Hermione gemeu mais alto. Aquela sensação. Tudo em Charles parecia mais erótico. Sensual. Sentiu quando a boca desceu mais e mais. Ela apoiou-se em seus cotovelos quando entendeu a intenção dele.


- Char... não...


 


A resposta dele foi apenas um sorriso. Abriu a perna dela gentilmente e a tocou. Aproximou sua boca e fez leves movimentos com a língua. Hermione praguejou. O corpo caindo sobre a cama. A língua quente. Forte. Precisa. A língua dele sem sua intimidade. Fazendo movimentos circulares. Alcançando o clitóris. Ela sentia a barba mal feita roçar-lhe e isso dava mais tesão. Os dedos dela entrelaçaram no cabelo dele. Sua fala era tremida. Cortada. Elevou seu quadril. Gozou.


 


- Char... preciso de você dentro de mim! Agora.


Ele subiu sobre ela. Charles estremeceu.


- Você está tão molhada... Puta merda, Hermione... – ele entrou com força. Sem aviso. Os movimentos eram curtos. Bruscos. Olhavam-se. As pernas subiram até o peito dele, que se ajoelhou em frente a ela.


 


- Char...


 


Hermione olhava o corpo que estava diante de si. Era marcado por cicatrizes e queimaduras. Aquilo a excitava. Não acreditou quando sentiu seu corpo tremendo novamente sob ele. Charles percebeu e sorriu. Movimentam-se juntos. E juntos, gritaram de prazer.


 


****************************************************************


Charles acordou e encontrou Hermione escovando o cabelo.


- Adoro seu cabelo quando acorda – aproximou-se dela por trás. Ela riu achando graça no comentário – É verdade!


 


- Charlie, eu pareço um leão que teve a juba eletrocutada! – o ruivo soltou uma gargalhada e segurou a mão dela impedindo que continuasse a escovação .


 


- Você fica deliciosamente selvagem – disse sussurrando com a  voz rouca de quem acaba de acordar. Os dois refizeram o caminho até a cama.


 


****************************************************************


- Prometa que vai tomar cuidado! – Charles pediu pela milésima vez.


 


- Eu vou me cuidar – ela virou-se para entrar na lareira e ir ao Ministério.


 


- Espere! – ele apontou para o pequeno pingente – Se algo acontecer, toque-o e pense em mim. Eu vou atrás de você – ela rolou os olhos – Estou falando sério, Hermione. Prometa.


 


- Eu prometo – despediram-se com um longo beijo.


 


***************************************************************


Harry, Ron e Hermione tomaram a poção polissuco. Assumindo o corpo de trouxas, chegaram ao bar marcado em horários diferentes. Dessa vez não puderam ouvir nada da conversa, pois os homens lançaram um feitiço silenciador. Cerca de duas horas depois, despediram-se. Nott foi o primeiro a levantar e Hermione o seguiu. A auror tentava gravar em sua mente o caminho que faziam. Cada vez mais o sonserino entrava por ruas e becos que Hermione jamais se arriscaria a passar. Ela jogou sobre si um feitiço de desilução, quando percebeu que as ruas estavam mais e mais vazias. Nott virou em um beco, quando ela entrou viu que não havia saída e ele tinha desaparecido.


 


De repente, sentiu dedos em sua garganta. Frios. Fortes. Não pôde manter o feitiço.


- Quem é você? – sentiu a voz próxima de si, então o rosto de Nott se fez presente. Ele usara o mesmo feitiço.


 


- Estou perdida – seu corpo foi empurrado contra a parede. Ela tentou mentalizar um feitço, só que Nott já a desarmara.


 


- Acha que sou idiota? Percebi que está me seguindo. Será que está procurando diversão? – Hermione sentiu o quadril pressionando o seu. Viu quando a feição dele mudou para incompreensão. Ela sabia o porquê... o efeito da poção estava chegando ao fim. Os curtos cabelos louros, enrolaram-se e cresceram quase até a cintura. Os olhos claros tornaram-se castanhos. Hermione era mais baixa que mulher que assumiu a forma e seus pés perderam o contato com o chão. O que fez com que ela ficasse sem ar.


 


- Ora, ora – ele disse – Se não é magnífica auror sabe-tudo de sague-sujo – Nott prendeu as mãos dela atrás das costas e a puxou para o fim do beco, entrando em uma passagem secreta.


 


***************************************************************


Harry e Rony entreolhavam-se. Zabini estava preso, encontraram em sua posse um artefato que continha magia negra e estava sob avaliação. Já, McNair,q eu era perseguido por Harry, havia conseguido escapar. De qualquer forma eles haviam combinado de se encontrar às 16 horas, com ou sem prisioneiro. O relógio deu 18 horas e não havia notícia de Hermione.


- Vamos enviar reforços para a Travessa do Tranco – anunciou Draco.


 


- Lá é enorme e nem sabemos por onde começar!


 


- Acha que realmente me importo com isso, Potter? Weasley, interrogue seu prisioneiro. Está autorizado a usar o veritasserum.


 


- E desde quando você manda alguma coisa, Malfoy?


 


- Vá logo, Weasley! Estamos apenas perdendo tempo!


 


Luna saiu da sala depois de Rony e Harry foi chamar reforços. Draco socou a mesa.


 


****************************************************************


Charles olhava para o relógio. Algo tinha acontecido. Olhou para o mapa enfeitiçado de Londres. Não havia sinal dela. A lareira de sua casa brilhou.


 


- Charles?


 


- Luna Lovegood? – ele perguntou sem muita certeza.


 


- Isso. Você tem alguma notícia de Hermione? Ela deveria ter voltado cerca de duas horas atrás.


 


- Não, Hermione não apareceu! Estou indo até aí. – colocou os sapatos, pegou o mapa e aparatou ao lado da entrada de visitantes do Ministério.


 


Em poucos minutos, foi encaminhado para a sala dos aurores.


 


- Harry!


 


- Charlie, isso é assunto dos aurores! Luna não deveria ter te chamado.


 


- Onde está o Rony?


 


- Interrogando um suspeito. Vá para Toca.


 


- Não! Eu posso ajudá-los – e explicou sobre o pingente e o feitiço localizador.


 


Draco entrou na sala.


 


- A Travessa está cercada e as aparatações proibidas. Se ela estiver lá, acharemos. E você, babá de dragão, cai fora. Isso é assunto do Ministério.


 


Harry conteve o irmão do amigo e explicou para Malfoy que ele poderia ser útil. De repente, o pergaminho estremeceu no bolso de Charles. Ele puxou o mapa e abriu sobre a mesa. Os três homens se inclinaram e viram um pequeno X.


 


- Merlin... Isso não é bom.


 


Os antigos grifinórios olharam para Malfoy sem entender.


 


****************************************************************


Algumas horas antes....


 


- Muito bem. Por que estava me seguindo, Granger?


 


- Não é da sua conta, Nott!


 


- Crucius! – Hermione achou que nunca mais sentiria essa dor horrível percorrer seu corpo. Sentiu a varinha em sua têmpora e desmaiou.


 


- Acorde, sangue-ruim!


 


- Vocês e seus amiguinhos pegaram Zabini? McNair? Não vai responder?


 


Hermione sentiu seu rosto queimar com a dor do tapa. Tentava soltar-se desesperadamente.


 


- Eu não sei! Você é burro ou o quê? Se estou presa aqui como vou saber que porra aconteceu?


 


Sentiu novamente a maldição. A porta por onde entraram abriram e McNair entrou.


 


- Consegui escapar – então ele se deu conta de quem estava no chão – O que temos aqui?


 


- Estávamos colocando a conversa em dia. Quem te seguiu?


 


- Potter. Solte os braços dela. Vamos prendê-la à parede.


 


Hermione aproveitou o curto tempo para tocar no pingente. Sentiu seu corpo sendo preso à parede.


 


- Quero ver como andam seu jeito para tortura, Nott – Mcnair conjurouuma cadeira e sentou-se.


 


- Mais uma chance, sangue-ruim – ele estava bem próximo e ela cuspiu. O homem limpou seu rosto com raiva.


 


****************************************************************


O grupo andava rapidamente pelas ruas e vielas da Travessa do Tranco, seguindo Draco.


 


- Trata-se alguma brincadeira? Não há nada aqui! - Harry falou.


 


- É aqui que aponta...


 


- Passagem secreta – Draco apontou a varinha e, realizando um feitiço mental, fez com que a porta fosse aberta. Ele entrou seguido por Harry, Ron e Charles.


 


- Afaste-se dela, Nott.


 


- O traidor reapareceu – ele apontou a varinha para Hermione afastando-se ligeiramente dela. McNair levantou-se empunhando sua varinha.


 


- Estamos em maioria. Desistam. – Harry avisou.


 


- Não sem antes de levar alguns de vocês conosco.


 


Mais três aurores entraram . Charlie nada falava, olhava apenas para o agressor de Hermione.  Draco também o encarava.  Viram a boca dele abrir formando um Av. Sem aviso, os dois lançaram um feitiço contra Nott. Harry e Rony avançaram sobre McNair, que não teve tempo de reagir. Assim que os dois caíram desacordados, o feitiço que prendia Hermione se desfez e ela foi ao chão. Charlie percorreu o curto espaço e colocou-a delicadamente em seus braços.


 


- Hermione... – ele murmurou ao ver os ferimentos.


 


- Acompanhe-a até St. Mungus – Harry falou.


 


Draco ainda tinha sua varinha apontada para o torturador da auror. Seu braço tremia.


 


- Leve-me até Draco – ela pediu. Relutantemente, ele obedeceu – Não faça isso. Você não precisa matá-lo, não é como da outra vez, Draco – falou numa voz calma, sua mão repousando suavemente no punho dele. Aos poucos o sonserino abaixou a varinha, virou-se e saiu sem falar com ninguém.


 


****************************************************************


Os três bruxos foram presos, mas nada havia contra Zabini. Já McNair e Nott foram acusados de rapto e uso das maldições imperdoáveis. Os aurores tentaram arrancar qualquer evidência que pudessem usar contra Zabini, mas não havia nada e eles não tiveram outra alternativa a não ser libera-lo. No entanto, ele ficara sob investigação.


 


A trabalho dos aurores era descobrir o que eles estavam planejando com as criaturas mágicas, mas não havia nenhum tipo de cooperação. Eles se recusaram a aceitar qualquer tipo de acordo que resultasse em redução da pena pelo que fizeram com Hermione, especialmente Nott. O uso do veritasserum era extremamente controlado. O Ministério era contra e mesmo que preparassem e administrassem, tudo seria perdido nas acusações. Eles, então, estavam fazendo o impossível para conseguir a autorização do Ministro.


 


****************************************************************


Hermione acordou e viu um par de olhos claros a encarando. Charlie.


- Parece que você não dorme há dias – ela disse sorrindo, mas ele ainda tinha a aparência séria – Eu estou bem. Não é a primeira vez que isso acontece, sabe?


 


- Mas, será a última.


 


- Espero sinceramente que sim – ela falou levantando-se. Estava na casa dele. Espreguiçou-se – Descanse... Você não tem dormido nada esses dias.


 


- Hermione, esse trabalho como auror... É perigoso – ele falou ainda sentado.


 


- Eu sei, mas sempre vivi perto do perigo. Eu, Harry e Ron... desde o primeiro ano – ela foi para a varanda e ele a seguiu.


 


- Chega disso. Você não é mais uma adolescente.


 


- Não sei onde está querendo chegar com isso – Hermione disse. Viu que ele estava nervoso e passava a mão pelo cabelo.


 


- Mude de emprego. Você pode trabalhar em qualquer coisa!


 


- Você andou cheirando pó de flu ou bebendo chá de mandrágora?


 


- Estou falando sério!


 


- Eu também, Charles! Trocar de emprego... Quem você pensa que é para pedir algo como isso?


 


- Eu... eu... – o ruivo não sabia o que falar.


 


- Pois é... não é por que estamos ficando que você tem o direito de me pedir algo como isso! Aliás,... nem se... – ela perdeu as palavras. Virou-se para ir embora antes que falasse mais do que deveria. No entanto, ele a segurou pelo braço.


 


- Nem se...


 


- Nem se fosse meu namorado – ela falou num suspiro.


 


- Eu quero isso, Hermione. – ele disse a encarando firmemente.


 


- Que eu deixe de ser auror?


 


- Não, sim... quer dizer... merda... Quero ser seu namorado.


 


- Char...


 


- Sim ou não, Hermione? – Charles puxou-a lentamente. Seu dedo percorrendo o maxilar dela. Contornando seus lábios.


 


- Eu não vou deixar de ser auror – ela falou sabendo que essa não era a melhor resposta. Ficou em dúvida. Claro que queria Charles, mas sentia algo que estava fora de proporção. Algo que nunca tinha sentido. E Hermione sentiu medo.


 


- Quer saber? Faça o que bem entender. Volte para Draco. Ele é seu porto seguro, certo? – afastou-se com raiva. Hermione tentou se aproximar, mas Charles já havia aparatado.


 


 * * *


Que bom que estão gostando! Poucos comentarios, mas td bem! Estou adorando escrever e a fic ja estpa chegando ao fim


 


 


 


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