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5. Capítulo 4


Fic: Paixão Selvagem - FemmeSlash - Att Cap 6 and 7


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4


 


A vampira se deteve balançando-se na grade da varanda, seu cabelo e vestimenta açoitados pelo vento. Tragou com força.


 


- Desce daí. – por que suas mãos e peito contraiam-se com alarme?


 


Hermione virou-se para enfrentá-la, de algum modo mantendo o equilíbrio. Deteve nela seus luminosos olhos cheios de dor. Sussurrou:


 


- Por que me faz isto?


 


Porque quero o que é meu, porque te necessito e te odeio.


 


- Desce agora – lhe ordenou.


 


Ela sacudiu a cabeça suavemente.


 


- Não pode morrer daí. Somente pelo sol ou perdendo a cabeça, não por uma queda. – Fez que seu tom soasse casual, como se pensasse que estava certa. A quantos andares de altura estavam? Se ela se machucasse... -E  poderia facilmente te seguir até em baixo e te trazer de volta.


 


Hermione jogou uma olhada sobre seu ombro para baixo, à rua.


 


- Não, poderia morrer em minha condição.


 


Por alguma razão acreditou, e o alarme soou.


 


- Sua condição? Pelo sol? Maldição me responda!


 


Ela se girou para frente, à rua e pôs um pé para fora da grade.


 


- Espera! – preparou-se para saltar sobre ela, sem entender como era possível que se mantivera em equilíbrio. Não a force, está confusa - Não o farei de novo, não até que me deseje.  – O vento se elevava movendo a seda de seu corpo - Quando despertou... Aquilo era para dar prazer, não para tomar.


 


Ela pôs o pé atrás e a encarou.


 


Se morresse... O medo por ela chegou. A primeira verdadeira claridade desde antes do fogo. Mil e duzentos anos tinha esperando por... Ela.


Pela razão que fora, o mundo lhe tinha dado um vampiro, e a tinha empurrado a isto? Destruir o que lhe tinha dado? Estava devastada pelo que ela era, mas não desejava que morresse. Ou se arruinasse.


 


- Entenda que estive... Encerrada por cento e cinqüenta anos, sem comodidades, sem ver outras pessoas, escapei faz uma semana, antes de te encontrar e não me... Adaptei bem.


 


- Por que age como se me conhecesse?


 


- Estive desorientada, confusa, sei que nunca nos tínhamos conhecido.


 


- Quem é?


 


Só minutos antes, tinha estado aponto de reclamá-la sem sequer ter lhe dito seu nome.


 


- Sou Viktoria, princesa do clã Lycan.


 


Ela podia escutar o coração da vampira acelerar-se com medo.


 


- E... é uma mulher lobo? Deve deixar-me ir embora.


 


Ela parecia de outro mundo, com seu cabelo fluindo sobre sua pele branca. Não era de sua raça, e não tinha idéia de como seria estar com ela.


 


- Farei... Depois da próxima lua cheia. Juro.


 


- Quero ir agora.


 


- Preciso de você... Para chegar ao meu lar — disse à ela. Acrescentando uma mentira à verdade – Não lhe farei mal de novo. – Possivelmente outra mentira.


 


Ela riu com amargura.


 


- Forçou-me agora a pouco e quase morro esta manhã. Pelo sol — sussurrou a palavra — Sabe como é? A dor?


 


Tinha alguma maldita boa idéia.


 


A expressão dela repentinamente se encheu de horror. Estava recordando um pesadelo.


 


- Não havia sentido o sol em minha pele — se balançou na grade — desde que tinha três anos.


 


Aproximando-se um pouco, com a boca seca, disse à ela:


 


- Não tinha conhecimento de como cuidar de você, mas pode ter certeza que isto não ocorrerá novamente.


 


- Não quero seus cuidados. Você... você me assusta.


 


É obvio que a assustava, seus rugidos a sacudiam inclusive a ela mesma.


 


- Entendo. Agora, desça. Sei que não te quero morta.


 


Ela olhou sobre seu ombro para a lua crescente. Deixando-lhe ver seu perfeito perfil. Uma rajada empurrou seus cabelos sobre seu pescoço. Em todos estes anos, nunca tinha visto uma cena tão sobrenatural, como a de sua pálida pele contra seu traje vermelho sangue, com a lua brilhando atrás dela.


 


Não respondeu. Só exalou cansadamente balançando-se.


 


- Olhe pra mim — Não o fez, olhou para baixo — Olhe pra mim!


 


Hermione pareceu despertar, suas sobrancelhas se elevaram juntas, seus olhos brilharam.


 


- Só quero ir pra casa — disse com um fio de voz.


 


- Irá, te juro que te levarei para seu lar. – Ao seu novo lar – Só me ajude a encontrar o meu.


 


- Se te ajudar jura que me liberará?


 


Nunca.


 


- Sim.


 


- Não me machucará?


 


- Não, não te machucarei.


 


- Pode me fazer essa promessa? Não parece como se pudesse... se controlar.


 


- Cada hora tenho que me controlar. — Por ela? — E sei que não desejo te machucar — Isso ao menos era verdade, pensou.


 


- Não me fará essas... Co... Coisas de novo?


 


- Não farei, a menos que me peça isso — Estendeu a mão novamente para ela — Temos um acordo?


 


Ela não tomou, mas depois de alguns agonizantes momentos, baixou-se com um valente movimento. Desprendeu-se como se fosse passear e se afastou da borda sem romper o passo.


 


Viktoria abraçou-a com urgência.


 


- Nunca mais volte a fazer isso. – Um alivio profundo invadindo seu ser.


 


Parecia derrotada.


 


- Não farei, a menos que seja a melhor alternativa.


 


Olhou-a com ira.


 


- Não tínhamos um acordo?


 


Quando ela concordou, perguntou-se se era só pela posição a que foi forçada o que fez que tivessem um acordo ou era algo mais? Pareceu-lhe que ela tinha mostrado compaixão em seus olhos, por um breve momento, quando tinha admitido suas condenações.


 


- Então iremos esta noite para Escócia.


 


Os lábios dela se abriram.


 


- Não posso ir à Escócia.  Como planeja fazê-lo sem me queimar viva? -  Ela  estava claramente aterrorizada — N... Não posso viajar com facilidade, nem em aviões comerciais, nem em trens. O sol...


 


- Aluguei um carro. Conduziremos até lá. — Estava contente por quão casual soou, já que por volta de uma semana não sabia que demônios fazer. – E pararemos muito antes da saída do sol. Um homem lá embaixo me fez um mapa.


 


- Sabe dirigir? Pareceu que jamais tivesse visto um carro...


 


- Não, não sei dirigir, mas aposto que você saiba.


 


- Só dirigi passeios curtos.


 


- Alguma vez foi à Highlands?


 


- Uh, não...


 


- Você gostaria?


 


- Quem não... ?


 


- Então vampira, irá comigo.


 


 


 


 


Hermione levou uma mão vacilante até sua juba e arrancou um fio que estava diante de seu rosto. Olhou-o fixamente com horror. Rajado. Pelo sol.


 


Viktoria a tinha deixado para tomar banho e vestir-se. Diante do fio, ficou boquiaberta com a vívida evidência de quão perto tinha estado de morrer.


 


Deixando cair seu cabelo, retirou sua camisola e se olhou no espelho para avaliar sua pele.


 


Estava sem danos agora, pálida e saudável, não como a última vez. Observou fixamente o dorso da mão, com crescentes nauseia. Graças a Freya a lembrança de sua queimadura era piedosamente difusa, como sempre.


 


Embora não pudesse recordar os fatos concretos, tinha aprendido bem a lição, evitando o sol durante quase sessenta e sete anos. A alvorada tinha chegado antes que ela pudesse escapar de Viktoria ou pedir que fechasse as cortinas.


 


Tremendo, Ligou a ducha e entrou nela, evitando o mármore quebrado. Ainda sentia sua presença da noite anterior. Quase podia sentir suas mãos roçando sua pele molhada, seu dedo pressionando completamente dentro dela.


 


Virou-se de frente, a água orvalhou seus sensíveis seios, fazendo que seus mamilos se endurecessem. A lembrança de despertar sob sua boca a golpeou. Ela tinha a chutado com tal violência porque estava confusa e assustada. Também tinha estado mais perto do orgasmo que em toda sua vida. Era uma mulher débil, porque por um breve segundo estava ali docilmente, lutando com a tentação de abrir os joelhos e aceitar seu feroz beijo. Inclusive agora se encontrava molhada... Por ela. Estava desconcertada por sua resposta. Perguntou-se como teria reagido se ela não pretendesse matá-la.


 


Ao menos agora sabia porque ela era tão selvagem. Era uma Lycan, considerada uma ameaça desumana, pelo Ministério. Lembrou-se o que suas tias tinham ensinado sobre eles.


 


Cada Lycan guardava uma “besta” dentro de si. Parecida com um lobo. Isto os fazia imortais, e ansiar e apreciar o elementar: comida, tato e sexo. Mas como tinha visto esta noite e a noite passada, também fazia o Lycan incapaz de controlar sua ferocidade, a ferocidade de sua raça, que de bom grau desatava durante o sexo, deleitando-se em arranhar, morder, marcar a carne em um frenesi que sempre lhe tinha parecido horroroso.


 


Como, uma formosa fachada, podia mascarar a tão incontrolável animal estava além de seu entendimento. Ela era uma besta em forma de fantasia. Seu corpo, exceto pela incongruente perna ferida, era nada menos que... divino.  Como podia estar encantada por um ser de que precisava escapar?


 


Sua excitação era involuntária, vergonhosa. E estava contente de que o peso de sua extenuação a esmagasse. Estava ficando mais fraca gradativamente e a idéia de dirigir até a Escócia a enervava mais a cada minuto.


 


Enquanto desabava contra a parede, perguntava-se como Minerva estava lidando com seu sumiço. Provavelmente cheia de preocupação e fúria, assegurando-se que sua cidade natal Nova Orléans se sacudisse com relâmpagos e que cada alarme de carro em três quarteirões se disparasse.


 


Ficou imaginando se realmente teria saltado. Sim, pensou a princípio... sabia, que apesar das promessas, Viktoria continuava sendo a mesma louca de antes. No entanto tinha horas que seus olhos brilhavam diferente, calorosos...


 


Perguntas surgiram em sua cabeça, como teria machucado perna? onde tinha estado “encerrada”, por tanto tempo e por quem?.


 


Imediatamente sacudiu a cabeça como se pudesse afasta-las.


 


Não queria nem precisava saber.


 


Minerva havia lhe dito uma vez que os vampiros eram frios e desapaixonados, capazes de usar o poder da lógica como nenhum outro no Ministério, porque podiam despreocupar-se de cada detalhe fora de sua meta como incidental.


 


A Hermione dava trabalho, mas faria exatamente isso. Pronto. E quando terminasse, seria recompensada com sua liberdade. Só teria que ficar alerta.


 


Não importa, termine o trabalho... Faço-o como sempre.


 


Enquanto se ensaboava e lavava o cabelo, refletiu sobre sua típica semana antes de sua infeliz viagem.  De segunda-feira à sexta-feira, investigava para o aquelarre* e treinava antes de ver o último filme com suas extremamente informais tias. Sexta-feira e sábado as bruxas vinham com seus Xboxes, bebidas e bolo de cores. A noite do domingo montava a cavalo com os demônios bons que frequentemente vadiavam pela terra.


 


Se pudesse tirar algumas chatices de sua vida, estaria infelizmente perto da perfeição.


 


Franziu o cenho ante seus pensamentos. Como um vampiro puro, não podia mentir para os outros. Se uma falsidade surgisse em seus pensamentos e o impulso de mentir se acendia. Ficaria gravemente doente. Não, Hermione não podia mentir aos outros mas tinha talento para mentir para si mesma. Perto da perfeição?  Na verdade havia uma profunda solidão em sua vida e um medo por sua natureza, que a rondava constantemente...


 


Sabia que não se parecia com ninguém mais que existisse, que não pertencia a nenhuma parte, e embora suas tias Valquírias a amassem, sentia a solidão tão rudemente como uma ferida em seu coração.


 


Imaginava que se pudesse descobrir como seus pais tinham vivido juntos e tinham sido capazes de tê-la, então possivelmente pudesse encontrar outros como ela mesma. Talvez então pudesse sentir uma conexão com alguém mais. E se pudesse descobrir mais sobre sua metade vampiro, poderia limpar o medo de um dia se converter em algo assim.


 


Ninguém deveria ter que se preocupar a cada dia de converter-se em uma assassina...


 


Se tivesse acreditado que Viktoria lhe daria intimidade, porque tinha aprendido a lição, teria se equivocado. Ela entrou diretamente e abriu a porta do box. Hermione saltou assustada, gesticulando para não deixar cair o sabonete que com o susto saltou de sua mão.


 


Viu os punhos da Lycan fechar-se e abrir-se. O sabonete quicou no chão.


 


A imagem da mesinha destroçada cintilou em sua mente e depois a lembrança do carro que ela havia batido como um pedaço enrugado de papel. Os pedaços de mármore que não tinha sido pulverizado jaziam no piso da ducha.  Idiota.  Ela tinha sido uma idiota para pensar que não a faria mal. De todas as coisas às que temia, a dor era o maior medo que lhe dava.


 


E agora um Lycan apertava seus punhos com cólera. Por ela.


 


Refugiou-se no canto, tentando proteger sua nudez. Aguardou pela ação da outra. Mas por alguma estranha razão, ela a espreitava. Tão repentinamente como chegou, ela virou as costas e saiu. Respirei aliviada. Que mulher louca...


 


Depois de terminar o banho, Hermione retornou ao quarto e percebeu que quase todos seus pertences tinham desaparecido. Teria levado para o carro?


 


 


Exalou ofegante e caminhou penosamente aos artigos que lhe tinha deixado, uma roupa estendida sobre a cama. Certamente ela tinha escolhido a roupa intima mais diminuta e mais transparente que havia trazido. O pensamento dela tocando sua roupa intima, escolhendo-a deliberadamente, a fez ruborizar-se, pela milésima vez desde que tinham se encontrado.


 


Devia ter gasto um bocado de sangue ruborizando-se devido a ela.


 


Tinha escolhido também calças largas, assim como um suéter e jaqueta.


Acaso queria que se enterrasse em roupas?


 


No momento em que a Lycan apareceu de novo, Hermione saltou para trás, esgueirando-se para cabeceira da cama. Mesmo com seus penetrantes ouvidos não a tinha escutado aproximar-se.


 


Viktoria levantou as sobrancelhas ante o repentino movimento.


 


- Assustei-te?


 


Apertou a toalha mais firmemente. Estava assustada. Mas sua voz não tinha sido cruel então reuniu coragem para estudá-la por detrás de suas pestanas. Seus olhos eram de uma cor dourada mais quente e usava roupas novas. Via-se como uma mulher descolada na faixa dos trinta.


 


Era realmente linda e obviamente sabia. Que chateação.


 


 - Atacou-me duas vezes. Não tenho nenhuma razão para não estar assustada. 


 


- Isso foi antes de dar minha palavra de que não te machucaria. — Respondeu calmamente — Tudo está preparado, tenho o carro esperando e paguei a conta.


 


Pôde imaginar essa conta, embora tivesse sido ela que aniquilou a antiga mesinha deste quarto, não podia deixá-la pagar por sua estadia.


 


- Mas estive por semanas, posso pagar minha própria...


 


- Pagou, agora desça da cama.


 


Sé então, com uma careta, temeu pelo completo abuso do seu cartão de crédito.


 


- E suponho que paguei por sua roupa nova? — atreveu-se a perguntar com a cama entre elas. Hermione conhecia as coisas boas, todas as Valquírias faziam, já que tinham herdado a cobiça da Freya, e o corte de sua roupa exalava dinheiro.


 


Ela usava uma jaqueta de couro preta e calças jeans bem justa. Sob a jaqueta aberta, uma camisa vermelha colada e nos pés levava uma bota de salto até os joelhos. Sua roupa expressava, sou sexy mas posso ser perigosa.


 


Os homens a adorariam.


 


- Sim, o homem abaixo tinha muitos recursos e nosso cartão não tinha limite. Seu tom desafiava a que dissesse algo.


 


Nosso cartão? Meu Centurião AMEX deu instruções de que algumas compras podiam aparecer se por acaso o dono viajasse, com o fim de não ter nenhuma dificuldade. Uma salva-guarda que se converteu em uma arma financeira nas mãos da outra.


 


Como todas em sua casa, ela tinha uma participação anual para roupa e diversão. Que era muito generosa, mas estava economizando, pensando em comprar algo melhor que seria todo dela, uma antigüidade, ou seu próprio cavalo ou o que fosse que não teria que compartilhar com suas tias nunca mais.


 


Entre seus outros problemas com ela, a Lycan parecia decidida a quebrar sua conta.


 


- Não me deixou nenhuma forma de cobrir minhas orelhas - disse ela.


 


Seu comentário fez Viktoria franzir o cenho. Desejava ocultar algo que achava atraente ainda quando suas roupas eram tão reveladores para outros? Suas calcinhas negras logo que passavam sobre seus quadris e abraçavam as curvas de seu traseiro. Sua camisa preta, embora de pescoço alto, tinha as costuras estranhas, assimétricas que pareciam dirigir todo os olhos à elevação de seus seios. Quando se moveu, os brilhos de seu diafragma entraram em sua linha de visão. Tinha escolhido aquela roupa para cobri-la, não para anunciá-la. Comprar-lhe-ia novas roupas quanto antes, gastando com generosidade o dinheiro da vampira. Tinha a intenção de averiguar quanto potencialmente poderia gastar.


 


- Só necessito de um cachecol ou alguma maneira de prender minhas tranças. Ou a gente poderia...


 


- Deixe o cabelo solto.


 


- M... Mas os humanos.


 


- Não temerá a nada enquanto eu estiver aqui.


 


- Então posso ao menos ligar para minha família? — Perguntou ela — Como prometeu?


 


Franziu o cenho. Tinha pensado que contataria sua família através de uma carta, tinha visto o homem embaixo usar o telefone. Na televisão o tinha visto também. Nunca tinha pensado que ela pudesse ligar de outro país.


 


- Seja rápida, aproveitemos que faz bom tempo esta noite.


 


- Por quê? Vamos muito longe? — Sua voz se aproximava do pânico — Porque disse uma hora antes do amanhecer...


 


- Esta nervosa por isso?


 


- É obvio que estou!


 


- Não esteja, te protegerei — disse ela, simplesmente chateada porque a vampira não se relaxou nem um pouco — Faz sua chamada — Retornou à esquina do vestíbulo do quarto, desceu para o corredor abrindo a porta e fechando-a.


 


Mas nunca partiu.


 


 


* Coven, grupo de bruxos(as), que se unem num laço mágico, físico e emocional, sob o objetivo de louvar a Deusa e o Deus.


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Olá pessoas... peço muitas e muitas desculpas(manjado ja neh ù.ú) ... A verdade é que eu sou uma pessoa muito muito enrrolada >.< (alguem quer me desenrrolar?  aushauhs ;D ) err... ah sim, intão para compensá-las, aí vai 2 cap. :D


Espero que curtam...


Bjundas e até a proxima  =)



 FELIZ NATAL ^.^


 


 

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