FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

6. CAPITULO VI


Fic: Por Conveniência


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

CAPITULO VI
Draco respondeu muito calmamente:
- Ele soube porque eu lhe contei.
- E decidiu, por sua conta, convidá-lo sem me perguntar se eu queria?
Arnold Granger deu dois passos à frente.
- Hermione, não há necessidade...
Sem nem mesmo olhar para o pai, Hermione cortou-lhe a palavra:
- Fique fora disso, pai.
- Achei que ele tinha o direito de saber sobre o casamento da própria filha – Draco veio ao socorro do futuro sogro.
- E o que sabe você dos direitos dele? – Hermione protestou – Pensou por acaso em como minha mãe iria se sentir? Tendo acabado de passar por uma experiência difícil, o momento não era adequado para tão desagradável surpresa.
Minutos após essa troca de palavras, a porta se abriu e Jane entrou no solário em cadeira de rodas, empurrada pela enfermeira.
Os três, Draco, Hermione e Arnold, estavam perto da porta por isso não houve tempo de Hermione prevenir a mãe.
Ela teve vontade de cobrir os olhos, mas estava como que hipnotizada para se mover. Enxergou o choque no rosto do pai e encarou a mãe.
Hermione achou que Jane iria ter a impressão de que via um fantasma. Mas não foi isso que pareceu.
Gentilmente, Arnold colocou a mão no ombro da ex-esposa e esta ergueu o braço para tocar-lhe os dedos.
Hermione viu logo uma aliança no dedo do pai. Não sabia que ele se casara de novo. Iria sua mãe chocar-se com o fato. Porém Jane disse com muita calma:
- Arnold, obrigada por ter vindo.
A calma de Jane intrigou Hermione. Ela não poderia ter escondido tão bem sua surpresa, sem a menor sombra de agitação.
A acusação que Hermione fizera a Draco, de que agira sem consideração aos sentimentos de Jane, havia sido precipitada e insolente, e errada.
Mais tarde, Hermione desculpou-se com Draco.
- Fiquei tão surpreendida ao ver meu pai aqui, Draco, que tirei conclusões apressadas. Eu devia ter sabido que você não faria tal coisa sem pedir permissão a minha mãe. Mas, por que não me preveniu?
- Sua mãe não quis que você tivesse muitas esperanças, receando que ele não viesse.
- Já sei...Entendi tudo...Minha mãe pediu-lhe para entrar em contato com meu pai – comentou Hermione – Para que, caso eu não gostasse da idéia, você assumiria a culpa. E assim eu não ficaria furiosa com ela.
Draco não respondeu com palavras, mas Hermione viu a resposta na expressão dos olhos dele.
Assim que teve chance, Arnold Granger falou, com muita calma.
- Hermione, este é um dia muito especial para você, e sei que não me quer aqui, do contrário teria me convida pessoalmente. Sua mãe achou que você um dia poderia lamentar o fato de eu não ter comparecido. Mas decida: irei embora imediatamente se não quiser me ver, mas de minha parte eu gostaria muito de ter o prazer de assistir ao casamento de minha única filha.
Hermione colocou a mãe no braço do pai, e disse:
- Se puder abrir passagem por aqui, em qualquer lugar, papai, talvez possa me conduzir ao que seria considerado um altar na igreja.
As pessoas presentes abriram espaço e assim se pôde ver o juiz esperando por eles, silhuetado contra os vitrais da extremidade da sala.
A cerimônia foi rápida. Draco tomou a mão de sua noiva; os dedos dele estavam quentes e firmes quando puseram a aliança no dedo de Hermione. Só então ela relaxou um pouco.
- Pode beijar sua noiva agora – disse o juiz, e Hermione, tremendo por dentro, ergueu o rosto obedientemente para que Draco a beijasse.
Ela não esperava que o beijo fosse como o primeiro, uma caricia violenta. De qualquer forma, como poderia ser, com toda aquela audiência de olho neles? Ela estava certa. Sim, houve muitas diferenças no beijo. Foi vagaroso, deliberado, experiente, não focalizado apenas na boca, mas se espalhou por todo o corpo dela, uma caricia, pois Draco a trouxera para bem junto a si. E, em vez da chama repentina queimando-lhe a pele como o sol de verão, aquele beijo criou um calor que lhe percorreu os ossos tal qual um vulcão. A única coisa que não mudou no beijo foi o modo como a deixou, aérea, completamente sem equilíbrio, sem que lhe restasse força alguma. O homem não era apenas eficiente e super competente, Hermione disse a si mesma, ele era também versátil.
Perguntava-se onde Draco aprendera tudo aquilo. Ele continuou envolvendo-lhe a cintura com o braço e a fez olhar para os assistentes. Por um longo momento tudo pareceu imóvel para Hermione, colo numa fotografia. Depois, as pessoas começaram a se mover, como num filme.
A enfermeira tocou no ombro dela.
- Passou da hora de sua mãe ir para a cama – disse – Porém ela recusa-se a se retirar da festa.
Hermione correu para o lado da mãe. Podia ver traços de fadiga no rosto dela.
- Está na hora de você se deitar, mamãe – ela declarou – Vá descansar sim?
- Estou cansada, mas valeu casa minuto, mesmo que eu sinta dor durante uma semana. Você vai passar por meu quarto antes de sair?
Foi Draco quem respondeu:
- Naturalmente.
- Gostei muito de você ter vindo Arnold. – disse Jane, estendendo a mão ao ex-marido. Sei como deve estar ocupado. Tenha uma boa viagem de retorno.
Arnold Granger segurou-lhe a mãe por alguns segundos e afastou-se para deixar o carrinho passar. Logo depois disse a Hermione:
- Eu também vou embora. Estou com o tempo exato de chegar ao aeroporto para o meu vôo de volta.
- Vai embora assim tão depressa? – perguntou Hermione.
- Foi uma viagem resolvida repentinamente.
- Entendo. Sei que você deve ter outras obrigações. Mas tive muito prazer por ter vindo, papai. Realmente.
- E eu fiquei contente de vir, meu “trevo”. Se...Bem, Draco tem o meu endereço.
Antes que Hermione pudesse dizer qualquer coisa, ele se foi.
- Trevo? – Draco sussurrou.
- Meu pai costumava dizer que eu era o seu amuleto de sorte. E trevo dá sorte. Portanto...
Ela parou de falar, limpou a garganta e, com determinação dirigiu-se aos convidados, recepcionando-os.
A festa durou mais uma hora e terminou porque o hospital ia fechar para a noite. Draco perguntou-lhe se ela estava decidida a sair.
O pânico tomou conta de Hermione. Estaria ela pronta para ir com o marido? Pronta para fazer da casa dele a sua? Pronta para ser realmente a esposa de Draco Malfoy?
- E o que vamos fazer com as sobras? – ela perguntou olhando ao redor – Não podemos deixar tudo assim.
- Já foi providenciado. As bolas de gás vão para a ala da pediatria. As flores para a maternidade.
- Legal! – Hermione arrumou a fita do buquê – Você prometeu que iríamos ver minha mãe antes de sair.
- Ela deve estar dormindo agora. Se estiver, deixaremos um recado para não acordá-la.
Jane não estava dormindo. Pelo fato de a porta estar ligeiramente aberta, Hermione pode ouvir vozes no quarto.
- Meu pai está lá dentro! – disse ela, de olhos arregalados, pois reconhecera a voz.
- Não me parece preocupado em perder o avião não acha? Parecia tão angustiado. – comentou Draco.
- Você não se surpreende?
- Pelo visto ambos têm muito o que conversar. Acho melhor não interrompê-los.
- Também acho – Hermione escreveu então um bilhete e deixou-o no departamento das enfermeiras para ser entregue a mãe.
A porta do hospital, ela hesitou, começando a tremer. A chuva parara, mas o céu ainda estava encoberto, cheio de nuvens escuras.
- Minha capa ficou no quarto de mamãe – Hermione disse de repente.
- Mas é melhor você não voltar lá – Draco despiu o próprio, sobretudo e colocou-o nos ombros de Hermione. A lã suave conserva o calor do corpo dele e o aroma da loção pó-barba.
O apartamento de Draco estava na semi-obscuridade e silencioso. Tão logo entrou, Hermione tirou o sobretudo.
- Gosto do seu vestido – Draco comentou – Já a vi com ele antes? Ou é essa uma das perguntar que os maridos não devem fazer?
Marido, ela pensou. Hermione esboçou um sorriso forçado. Marido!
- Não, nunca viu este vestido antes. Eu compre para um encontro em Hogwarts, de 10 anos lembra?
- Ahh lembro sim, foi ótima a festa não?
- Foi sim – ela olhou à volta e constatou que nunca vira o hall tão escuro – Pensei que Beaves fosse deixar o apartamento iluminado. Ele saiu da festa umas duas horas antes de nós.
- Beaves está tirando uns dias de folga. Disse que deixara uma ceia simples para nós.
Em frente a lareira havia uma mesa posta para duas pessoas, com cristais, pratas, e pratos de aperitivos. Perto, num carrinho de chá, fora colocada uma bandeja que emitia um aroma delicioso.
- Uma refeição composta de dois pratos ele chama de ceia simples? – comentou Hermione, após espiar o que havia na bandeja.
- E deve haver uma sobremesa em algum lugar por ai.
- O que faz três pratos.
- A menos que ele assumisse que iríamos trazer o resto do bolo em vez de deixá-lo lá para as enfermeiras do hospital, conforme fizemos.
- não posso acreditar que meu pai, no quarto com ela no hospital estivesse apenas tomar ar. Eu me pergunto...- ela mudou de assunto.
- O que?
- Se estava lhe contanto sobre sua vida nova com a esposa.
- Notei que ele usava aliança. Você não sabia que seu pai havia se casado pela segunda vez?
- Não. Embora, pensando bem, por que não se casar? Minha mãe teve seus casos amorosos. Mas eu preferiria que meu pai tivesse me contando.
- Seu pai disse do endereço dele, por que não escreve?
- Talvez...Não sei...Será que ele tem filhos?
- Pode ser, que sabe. Poderão até brincar com os netos de nossos pais.
Hermione entrou em pânico. Pusera a mão no pescoço e não sentira a corrente.
- O que houve Hermione?
- Minha corrente...- ela passava a mão pelo pescoço – Devo ter quebrado o fecho...Oh, não, ficou presa em uma lantejoula. Incrível não ter quebrado. Seria irônico perder o presente de casamento de meu pai para minha mãe justamente hoje.
- Por isso ama tanta a corrente?
- Claro. Minha mãe deu-a pra mim quando se separou, e eu nunca a tirei do pescoço desde então.
- Pensei que tivesse algo a ver com o homem que você ama – disse Draco.
- Que homem? – Hermione ficou intrigada – Não há ninguém. Se houvesse alguém especial em minha vida, eu nunca teria...
O resto da sentença soou nos ouvidos dela: Eu nunca teria me casado com você, Draco...Porque você não é especial.
- Eu quis dizer...- ela emendou depressa – Não quis dizer no modo como soou.
- Claro que não quis. Estava apenas fazendo com que eu me lembrasse de nossa sociedade apenas de negócios.
Hermione olhava para a corrente, ainda em suas mãos. Havia algo estranho naquilo, ela pensou. Mas afastou a idéia. De qualquer maneira, tinha coisas mais importantes em que se ocupar. Mas, de qualquer maneira, não poderia permitir que aquele incidente criasse raízes.
- Desculpa, Draco.
- Desculpar pelo que? Por me fazer lembrar das regras estabelecidas – a voz dele estava perfeitamente calma.
Oh, então ela precisava ser lembrada? Tudo bem, ela disse a si mesma. Draco se casara com ela achando que havia outro homem em sua vida, um homem que ela amava. Portanto, daí se deduzia que não importava a ele se havia ou não havia esse homem. Contanto que eles vivessem dentro das regras estabelecidas.
- Você parece cansada, Hermione.
- Não tão cansada a ponto de não poder ajudar você a arrumar tudo aqui. Presumo que Beaves não volte tão cedo.
- Não, dei-lhe alguns dias de folga. Agora preciso terminar de trabalhar na poção de Bob Stewart. Por que você não vai dormir? Beaves colocou suas coisas no quarto de hospedes ao lado da biblioteca.
Hermione ficou gelada. Mas era absurdo se surpreender com os arranjos que ele fizera, disse a si mesma. A primeira vez que discutiram a possibilidade de fazer do casamento deles mais que negócio, o assunto resultara em nada porque ela o rejeitara. Fora naquela noite louca em que Draco apresentara a idéia em primeiro lugar, quando dissera decisão final seria dela.
Desde então, sim, brincavam apenas sobre os netos dos pais. Nunca mais encararam o assunto seriamente. Hermione devia sentir grata por Draco ter cumprido sua promessa de não insistir. Ele dissera que esperaria até ela aceitar a idéia, e...
E, precisamente, quando foi que aquilo acontecera? Hermione se perguntava. Decidira casar-se com Draco sem amor. Mesmo sem grande paixão, poderiam ter o conforto de uma família. Criar filhos seria outra faceta do negócio.
Mas como fazer saber que Hermione mudara de idéia? Jogar indiretas? Esperava que ele lesse sua mente?
Imaginou que a maneira mais direta seria atirar-se nos braços dele e dizer: Sabe, por falar em relacionamento, de negócios ou não, estou ansiosa para ir à cama com você. Hermione sentiu-se corar só em pensar.
Draco afagou-lhe o rosto.
- Tudo bem Hermione. Não se atormente – ele beijou-a na testa e disse: Boa noite, querida.
O que mais ela poderia fazer, além de ir embora?
O quarto que lhe fora reservado fora o mesmo da outra vez. Sua escova de cabelos estava na penteadeira, as malas perto dos armários, os agasalhos dobrados na gaveta. Mas não se sentia em casa. Os lençóis de cetim, lindos. Mas não confortáveis. Com sua camisola de seda, escorregava o tempo todo na cama.
Isso é ridículo, a voz da consciência sussurrava. Não há razão para você estar ai. O que tem de fazer é atravessar aquele hall, entrar na biblioteca e interromper o trabalho de Draco dizendo-lhe que decidiu não querer dormir em quartos separados, afinal...
Ela fraquejou ante a idéia. Mas antes que pudesse decidir se viu em frente à biblioteca abrindo a porta.
A sala estava completamente às escuras. Ou Draco mudara de idéia, ou levara seu trabalho para fazer na cama.
Hermione jamais se sentira tão só em toda sua vida. Lágrimas corriam-lhe pelas faces e ela começou a soluçar.
Uma porta se abriu no balcão, quase acima da cabeça dela. Uma porta que não notara antes porque parecia ser parte das prateleiras. Um raio de luz entrou.
- Hermione? – Draco apareceu. Sua camisa estava desabotoada, a gravata solta.
Ele desceu as escadas do balcão, com passos leves, e debruçou-se no braço da poltrona.
- Querida – disse ele – Tudo isso foi demais para você.
O toque gentil da ponta dos dedos contra seus cabelos, confortando-a como se confortava uma criança, acalmou-a e foi a gota d’água. Ela suspirou e queixou-se ilogicamente:
- Você nem ao menos me deu um beijo de boa noite – Hermione lembrou-se do roçar dos lábios em sua testa, quando a mandou dormir: - Não um beijo de verdade!
Em choque, as mãos de Draco pararam de se mover aos cabelos dela. Mas, embora não lhe visse o rosto, Hermione percebeu que ele sorria.
- E você me queria?
- Naturalmente que não! Somente...O caso de você me querer.
- Oh, eu queria. Posso lhe mostrar o quanto? – seu sorriso desapareceu de súbito.
Sem esperar pela resposta, e bem devagar, ele segurou-lhe a nuca e inclinou a cabeça para ficar mais perto.
A lua despontou mais uma vez no céu, iluminando o rosto de Hermione um segundo antes de ela fechar os olhos oferecendo-se para o beijo que de inicio foi como uma caricia. Começou pelos lábios, passou para a testa, as faces, a orelha, e ia ficando cada vez mais urgente quando voltou à boca. A intensidade com que Hermione retribuía cada beijo aumentava a urgência de Draco.
Enfim, ele levantou a cabeça com a respiração tão ofegante quanto à de Hermione. Com os braços ainda em volta dela, foi soltando-a devagar.
- Não quero parar – disse com sofreguidão.
Com voz tremula e rouca, o rosto pressionado contra o peito dele, Hermione disse:
- Mas não precisava parar – ela acrescentou.
Draco estava agora imóvel, e Hermione poda sentir as batidas do coração no tórax rijo, contra seu rosto.
- Quero que você sinta que está fazendo a coisa certa, Mione.
- Sim, eu sinto.
O “sim” soou tal qual o “sim” que ela pronunciara naquele mesmo dia, diante do juiz que os casou.
Draco sussurrou qualquer coisa e a beijou de novo. Só naquele instante Hermione se deu conta de como ele se contivera antes, pois esse beijo a deixou arfante, com necessidade de oxigênio. E ele também ofegava.
Draco conduziu-a pela escada em espiral, beijando-a em casa degrau, e, através do estreito balcão, até a porta que deixara aberta. Além da porta estava o quarto, tão grande que os cantos ficavam na sombra, apesar da luminosidade dourada fornecida pelas luzes de cabeceira. Mas Hermione não tinha tempo nem energia para observar isso tudo, pois se encontrava nos braços dele de novo, num mundo onde nada existia além dos dois e da imensa necessidade que pairava no ar, de satisfazer o desejo de ambos.

N/A: Opaaa primeira N/A que eu coloco, eu quero agradecer pelas visitas de vocês, espero que estejam gostando da fic! Por favor, deixem seus comentários para sugestão, critica, elogios ou qualquer coisa!! hahaha
*** Sara ***, Mione & Draco forever, NaH Potter Malfoy, Aluadas - muitoooo obrigada pelos comentário, que bom que estão gostando da fic!
Desculpem a demora pra postar o sexto cápitulo, mas esta ai!!
Bjusss!!!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.