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16. ARROMBANDO UM COFRE


Fic: Harry Potter e a magia dos Spoot


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A semana passou rápido para alívio de todos que ansiavam por notícias. Afinal um grande sequestro foi planejado pelos Comensais da Morte, para pegarem Harry Potter se esse estivesse escondido por aí, porém a ação dos capangas de Voldemort não deu certo. Primeiro que todas as ações de Voldemort estavam sendo investigadas e rastreadas, e segundo que o próprio Harry Potter não poderia estar mais seguro do que dentro de Hogwarts camuflado que Henry Terdison. E agora Harry entendia que era mais seguro para ele andar por aí com esse disfarce do que com sua aparência normal. Todos o deixavam passar pelos corredores, não olhavam para sua testa como se ela fosse explodir a qualquer momento, não ligavam se ele chegava atrasado nas aulas, nem se perambulava, pelos corredores sozinhos. Entretanto, havia um defeito nesse grande disfarce. Harry não podia falar mais com Rony e Hermione que não eram amigos íntimos de Henry Terdison, nem tampouco esse podia andar pelos jardins da escola de mãos dadas com Gina Weasley que era namorada de Harry Potter. Portanto esse afastamento do seus amigos e sua namorada, fazia o nosso herói se sentir sozinho e solitário. E foi com alegria que ele percebeu que era sábado. Era esse o dia. Dia de pegar uma horcruxe, e se tudo desse certo, destruir uma horcruxe. Como não aguentava mais de ansiedade, e seus movimentos foram percebidos por Hermione, eles se encontraram no banheiro feminino do segundo andar, da Murta que geme. Com a capa da invisibilidade, ele apareceu e disse:


_ O que foi? Aconteceu alguma coisa?


_ Harry eu estava preocupada com você.


_ Comigo? Mas porque?


_ Eu disse para ela Harry, que a gente não deve se encontrar, mas ela não me escutou.


_ Eu sei que não devemos. Mas alguma coisa tá acontecendo, você tá inquieto Harry. O que foi?


_ Ora Hermione não é nada.
 


_ Tem certeza?


_ Anh, tá bem. A Stephanny pediu para eu fazer uma coisa para ela, só isso.


_ E o que é?


_ Isso eu não vou dizer. É muito arriscado para vocês. Se tem uma coisa que eu poso fazer por aí a vontade, é perambular pela escola sem que ninguém me note, enquanto que vocês estão sendo vigiados por todos.


_ Mas Harry...


_ Nada de mas, Hermione. Eu vou fazer isso sozinho. E quanto a vocês fiquem longe. Ninguém pode saber que a gente conversa. Afinal o Malfoy está aqui só para nos vigiar.


_ Tá bem.


E assim os dois saíram. Era triste para o Harry fazer algo sem a companhia de Rony e Hermione, mas amava demais os amigos para querer perdê-los, portanto queria-os em segurança.
 


Quando saiu do banheiro feminino, Harry percebeu que precisava se acalmar, afinal se Hermione havia percebido que ele estava inquieto, outros poderiam notar também e evitando que isso acontecesse, ele resolveu ficar o dia inteiro na biblioteca, em um canto escondido, lendo vários livros de história da magia, apenas para passar tempo. Precisava continuar firme em seu disfarce, afinal era ele que mantinha Voldemort fora de Hogwarts.


Porém no restante do país, as aparições de Voldemort e seus comensais, ficavam cada vez mais frequentes, as batidas em lares bruxos e até mesmo em casas trouxas eram cada vez mais constantes. O Lord queria encontrar o quanto antes Harry Potter, para assim usá-lo a obter o sangue mais puro que a Inglaterra já vira, a própria Stephanny Spoot. Ele sabia que somente sequestrando o Potter poderia ter a Spoot somente para ele. E isso seria o melhor prêmio para ele até agora. Entretanto, Voldemort não poderia estar em todos os lugares, vigiando tudo ao mesmo tempo, e foi com muita facilidade que três mais recentes comensais haviam entrado naquele manhã de sábado no banco Gringotes a procura dos cofres mais bem protegidos, utilizando a maldição imperius, os três bruxos, que na verdade eram Sirius Black, Remo Lupin e Tonks, conseguiram a informação de que o cofre mais bem protegido era de longe o de Belatriz Lestrange e com a ajuda de um pequeno duende, eles passaram pelas barreiras impostas, os feitiços usados contra invasores e quando finalmente chegaram no cofre e o abriram viram quantas relíquias existiam ali.
 


Peças preciosas de família, ouro, prata e inclusive uma taça de ouro, ornada com pedras preciosas, que podia ser sim aquilo que estavam procurando. Sem pensar nem duas vezes, Sirius ordenou que o duende pegasse a taça e entregasse a ele. Quando o fez, as mãos do duende começaram a se queimar e se não fosse a destreza de Tonks ao identificar o feitiço revelador, todos estariam carbonizados. Assim, Tonks assumindo a forma de Belatriz Lestrange, deu a Sirius a taça e eles saíram calmamente do banco e um pouco distante os três se separaram e foram aparatar calmamente no jardim de alguns trouxas e dali foram para casa.


A emoção de pegar mais uma horcruxe estava estampada no rosto de cada deles. Tudo saiu como planejado e agora tinha chegado a vez de Sirius destruir a horcruxe. O objeto parecia vivo quando Sirius ergueu a espada, a taça começou a guinchar e quando Sirius cravou a espada bem no meio da taça, essa ficou mole e se tornou um líquido preto e nojento.


Enquanto isso em Hogwarts a espera pela chegada da noite nunca foi tão longa para Harry e Draco. Mas quando o sol saiu dando lugar a lua, os dois começaram a se preparar, tinham que mostrar resultados, os dois queriam participar da guerra e agora era o momento. Às 21 horas, Draco estava batendo a porta da sala de Defesa contra as Artes das Trevas, e Harry estava com a capa da invisibilidade e o mapa do maroto indo em direção ao sétimo andar.


Quando abriu a porta e o mandou entrar, Stephanny sabia muito bem como tornar aquela noite inesquecível para o garoto que a cobiçava pelo olhar.


_ Entre Draco.


Ao mesmo tempo, em uma parede sólida do corredor do sétimo andar acabara de surgir uma porta, que Harry sabia muito bem aonde ia dar.


_ Aceita uma bebida, Draco?


_ Sim.


A nave estava como sempre lotada de objetos até o teto, como Harry já sabia, mas ali dentro era totalmente diferente a noite e isso começava a preocupá-lo.


_ Hoje vamos começar a nossa aula, sabendo o que você sabe.


_ Como assim?


_ Ora, Draco, sabendo o que você sabe sobre Oclumência.


Harry não queria usar a varinha e iluminar tudo porque isso poderia chamara a atenção de comensais que mesmo a distância vigiavam o castelo, ele tinha que procurar no escuro e isso estava ficando cada vez mais difícil.


_ Entendi. O professor Snape me ensinou um pouco ano passado e acho que posso mostrar a senhora se quiser.


_ Antes, esqueça o senhora, me chame de você.


_ Como quiser.
 


Suas mãos já estavam suando, a sala estava enorme e agora não reconhecia as trilhas entre os objetos, e precisava ser rápido senão tudo sairia errado.


_ Olhe para mim, dentro dos meus olhos, e me diga tudo o que quero saber.


Os olhos dela eram de um azul penetrante, chamavam ele, o faziam querer ir com ela, para onde ela fosse.


Passando por uma trilha, ele pensou ter visto o armário e com cuidado começou a contornar a trilha até chegar do outro lado.


_ Não resista, diga-me. Diga-me o que eu quero saber.


_ Eu digo, eu digo o que você quiser.


Ele acertou! Era aquele corredor mesmo, agora tinha de ser rápido e encontrar o armário.


Os olhos dela então começaram a entrar em sua cabeça, forçando a revelar-se, a dizer e mostrar coisas que não devia, mas seus olhos eram tão irresistíveis, não tinha como impedir.


O armário, ali estava ele. E bem do seu lado a estátua de um bruxo muito feio.


As suas lembranças, lembranças de infância, lembranças íntimas que nunca contara a ninguém de repente ali, a céu aberto, para ela e somente ela ver.


A diadema estava lá, na cabeça do bruxo, parecia gasta com o tempo, mas só podia ser ela.


De repente ele se deu conta, que não era para ela ver aquilo, aquilo, aquilo tudo era dele, e apenas dele. Tinha que pará-la, tinha que detê-la.


Havia conseguido, finalmente, tinha pego uma horcruxe, entretanto não queria deixá-la ali, nem tampouco escondê-la, pois do mesmo modo que ele pegou tão facilmente outro poderia pegar e até escondê-la para sempre.


Não posso. Pare. Saia da minha cabeça. Já chega. Não!


Resolveu levar a diadema, a colocou dentro do bolso e já estava de saída da câmara.


Pare! Saia! Já chega!


Saiu da câmara e já descia as escadas, iria entregar isso a Stephanny e ela acabaria de uma vez por todas com elas.
 


A conexão acabou, ele abriu os olhos e pensou que talvez ela tivesse caída no chão, mas quando olhou de novo com mais atenção, ela estava na mesma cadeira onde havia sentado para beber com ele.


Ele descia as escadas correndo, queria chegar e mostrar que era mesmo a diadema e que precisava destruí-la.


_ Está tudo bem Draco?


_ O que foi que você fez? O que fez comigo?


_ Ora, ora você não sabe? Eu usei oclumência.


Ele estava perto, até que o que lembrou fez seu corpo estancar bem no meio do corredor. Draco estava na sala dela, não podia entrar lá agora.


_ Isso não foi oclumência, foi outra coisa. O que é isso na bebida?


_ Ora, uísque de fogo, afinal pensei que você tomasse.


Por pouco estragara todo o plano, Draco estava lá para que Harry, pudesse fazer tudo o que tinha de fazer sem que ninguém o vigiasse.


_ Tem alguma coisa aqui, isso que você fez não foi oclumência, não mesmo.


_ Não do tipo que você está acostumado Draco. Hoje você teve uma pequena amostra do que o seu mestre, o bruxo que você diz seguir faz com aqueles que ele suspeita que o traíam. Porém eu apenas parei para que você não sofresse danos irreparáveis, como falta de memória e entre outros.


_ Não acredito em você. Seja lá o que fez comigo, não foi oclumência.
 


_ Draco, Draco, Draco. Você tem razão. Eu não usei oclumência em você, eu apenas fiz o inverso. Eu fiz legilimência. Entrei na sua mente e capturei imagens, lembranças da sua infância e agora da sua adolescência, eu podia é claro, destorcê-las, modificá-las, mas não quis porque hoje é a nossa primeira aula. Agora preste bastante atenção. Voldemort teria feito o seu cérebro pifar com um estalar de dedos se fosse ele ao usar legilimência em você. Por isso é importante esconder dos outros os nossos pensamentos, os nossos desejos, porque eles podem nos trair muito facilmente. E isso acontecer provavelmente é sem volta. O Snape sabia mesmo que tinha de ensinar a você oclumência, afinal muitas lembranças interessantes assombram a sua cabeça, mas não vamos falar disso. Agora é hora de ir para cama, e do contrário do que você deseja, sozinho. Boa noite.


A mescla de raiva e assombro no rosto de Draco, fez Stephanny lembrar de algo, mas foi passageiro, pois o garoto se levantou, foi até a porta e antes de abrir disse:


_ Um dia quem vai vistoriar sua mente serei eu, e talvez eu não tenha tanta compaixão.


E saiu. Finalmente pensara Harry, que já não aguentava mais segurar aquela horcruxe, queria dizer a alguém, e esse alguém com certeza era a Stephanny. Passou pela porta aberta, que o outro deixou e entrou na sala.


_ Esqueceu algo... Quem está aí?


E retirando a capa da invisibilidade, Harry apareceu:


_ Sou eu.


_ Ora, …


E fazendo todos os feitiços contra ouvidos curiosos, ela finalmente disse:


_ O que está fazendo aqui Harry, o Draco acabou de sair..


_ Eu sei eu vi ele passar. Eu vim porque precisava falar com você.


_ Agora? Não tínhamos combinado de conversar amanhã?


_ Eu sei. Mas eu peguei a horcruxe, não aguentei ter de escondê-la, achei que qualquer um podia pegá-la também, afinal foi tão fácil, eu não queria arriscar de perder essa daqui, talvez para sempre.
 


_ Fez mal Harry, muito mal. Agora me diga o que eu faço com essa horcruxe? Mandei os três procurarem algum cofre superprotegido no Gringotes e ainda não sei se a missão deles foi um sucesso ou não. E agora você me traz essa horcruxe, para que eu...


_ Eu posso ficar com ela se quiser.


_ De jeito nenhum. Ela vai ficar aqui comigo e quando eu tiver chance passarei ela para os outros.


_ Tá bem. Mas só uma coisa.


_ O que foi agora?


_ Aconteceu alguma coisa entre você e o Draco aqui dentro?


_ Como é que é?


_ É porque ele saiu com uma cara daqui, e para quem gosta tanto de ficar perto de você, eu sei lá.


_ Escute Harry. Eu não tenho vocação de levar qualquer desaforo para casa, mas enquanto todas essas horcruxes não forem destruídas e logo, nós não podemos lutar contra eles. Afinal Voldemort ainda é um bruxo muito poderoso, e somente destruindo as parcelas de vida que ele tem espalhado por aí, nós teremos chance, entendeu? Por isso e somente por isso eu ainda estou aturando o Malfoy e toda a sua corja que diz ser uma família.


_ Me desculpe.
 


_ Não precisa se desculpar Harry. Eu que não estou sendo a melhor das companhias hoje. Bem me dê a horcruxe, eu vou chamar o monstro e quem sabe ela não é destruída ainda hoje?


Stephanny chamou o Monstro, elfo doméstico de Sirius Black por meio do pó de flu, e quase instantaneamente esse apareceu.


_ Sim, minha senhora?


_ Diga-me Monstro, os meus hóspedes já chegaram da caçada?


_ Sim, minha senhora.


_ Ótimo, chame-os.


Depois de alguns minutos, Sirius apareceu na lareira, onde o fogo deveria crepitar.


_ Oi, pensei que tinha se esquecido a nós.


_ Jamais. Mas falando de negócios, conseguiram encontrar?


_ Encontrar, capturar e destruir. Agora é uma a menos.


_ Está falando sério?


_ Como nunca.


_ Isso é ótimo, porque também encontramos uma, me dê Terdison.


Harry passou a horcruxe, para Stephanny, era um alívio para ele saber que logo destruiriam mais uma, enquanto Voldemort nada desconfiava.
 


_ Preciso que vocês destruam essa o quanto antes, e quando estiver feito me avisem.


E assim ela acabou com as chamas. Olhou para Henry Terdison e o abraçou. Em seu ouvido disse:


_ Está acabando, logo logo, será apenas você e ele.


_ Eu sei e tenho que agradecer a você e Sirius, não sei o que faria se não fosse vocês.


_ Harry, como eu adoraria estar no seu lugar, fazer isso por você. Para mim ter de deixar você fazer isso, é como uma traição a Thiago e Lílian. Eles queriam que nós protegêssemos você. E veja o que eu e Sirius estamos fazendo.


_ Estão me ajudando. Olha eu passei a vida inteira esperando ter uma família, alguém que estivesse perto em quem pudesse contar e agora eu tenho. É isso que me difere de Voldemort, ele tinha amigos, família, o pai dele e o que ele fez com tudo isso? Matou, destruiu. Enquanto o que eu mais quero é ficar perto de vocês.


Essa palavras sinceras, saídas da boca do menino-que-sobreviveu, era para Stephanny a maior das alegrias, e aquele desapontamento logo desapareceu dando lugar para a alegria de poder vê-lo.


_ Bom, então agora é esperar. Você volta para a sua cama e amanhã de manhã já teremos uma horcruxe a menos.

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