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4. Capítulo 04


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Eu preciso ir!


- Eu vou com você!


- Não, você não pode! É meu trabalho – ela puxou a mão da dele – Não posso arriscar que algo aconteça a você!


- Nem eu a você!


- Desculpe... – o objeto vibrou e o ruivo a viu sumir diante de si.


 


****************************************************************


Hermione chegou ao local que estava totalmente devastado. Corpos espalhados e pânico nas pessoas. Ela viu Luna ajudando os medibruxos e foi até lá.


- Luna!


 


- Eu cuido deles! Vá! Draco e Rony estão sozinhos enquanto os esforços não chegam!


 


Hermione viu o feitiço de ajuda sendo lançado e correu até lá. Encontrou Draco enfeitiçando tijolos e restos de parede parar servir de escudo. Rony estava caído, o braço sangrando.


 


- Rony! – disse ajoelhando-se.


 


- Ajude-o! Preciso construir essa proteção! – Hermione olhou para o amigo que estava vermelho de dor. Ele mal tinha forças para segurar sua varinha. Com um feitiço, ela estancou o sangue e fechou o ferimento.


 


- Não podemos ficar aqui! Precisamos ajudar os trouxas!


 


- Hermione, precisamos de um plano. Há uma manada de pelo menos 15 erumpentes. Todos feitiços são ricocheteados e os deixa mais enfurecidos.


 


- Eles estão espalhados?


 


Nesse instante, Harry chegou na companhia de mais 10 aurores. Ele abriu o mapa.


- Precisamos marcar aqui onde eles estão. Vamos sobrevoar a cidade com vassouras. Ron, você não está em condições. Fique aqui com Hermione – Harry fez cópias do mapa. Ele e os outros partiram em suas vassouras. Aos poucos, o ruivo ia melhorando.


 


- Fique aqui! Vou ver se encontro feridos. – ele tentou impedir, mas não conseguiu.


 


Ela saiu olhando atentamente para os lados. Achou algumas pessoas inconscientes e com um feitiço de levitação os enviou para Luna. Então, ela ouviu um som alto e olhou ao redor. Ela o viu. Ficou parada sem saber o que fazer. O erumpente começou a andar na direção dela. Hermione recuou vagarosamente, sem querer chamar mais atenção. Sem querer, pisou em um galho que se quebrou ecoando um estalido. O enorme animal começou a correr velozmente, ela virou para a direção contrária e fez o mesmo. Não ousou olhar para trás, apenas corria desesperadamente.


- Hermione!


 


O corpo da auror foi suspenso. Draco passou voando e a resgatou.


- O que está fazendo aqui?


 


- Só quis ajudar...


 


- Sua louca! Eu e Potter temos um plano.


 


Sentados em roda, Harry explicou que eles deveriam atrair os erumpentes para a praça central. Eles prepariam uma forte poção do sono, que seria lançada na grande fonte, e depois que todos adormecessem, uma enorme jaula mágica seria lançada para que fossem aprisionados.


 


- Vocês precisarão de mim – Rony falou levantando-se.


 


- Hermione, você fica responsável pela poção. Quando vir os fogos silenciosos, saia imediatamente da praça e venha para cá.


 


Os aurores montaram em suas vassouras e Hermione saiu correndo. Draco a observou alguns instantes antes de seguir os outros. Apesar de não ser auror, ele estava envolvido na investigação.


 


Hermione correu até onde Luna estava e pegou todos os ingredientes para uma potente poção do sono. Depois foi até a praça seguindo as indicações do mapa. Ela jogou os ingredientes e fez os encantos necessários. Antes mesmo que visse os fogos, sentiu o chão tremendo e saiu correndo para o local marcado.


 


Então, a auror ouviu um choro e entrou em uma rua próxima. Havia uma criança com cerca de sete anos, sozinha. Ela estava bem assustada e a aproximação de Hermione não a tranquilizou.


- Calma, criança, estou aqui para ajudar. Aqueles bichos são realmente assustadores, não? Eu vou me aproximar de você, não se afaste.


 


Hermione chegou perto com calma. Tudo aconteceu muito rápido. Um erumpente apareceu correndo na direção delas. Com um feitiço de levitação, ela colocou a criança no alto de um muro. Ela foi atingida por um impacto e foi jogada para o lado.


 


Charlie estava lá e a tirou do caminho, para defender-se do erumpente ele lançou um feitiço escudo, que não foi suficiente. Ele foi lançado de encontro a uma parede. Tudo escureceu.


****************************************************************


 


Charlie não precisava abrir os olhos para saber que era Hermione que segurava sua mão.


- Eu já sofri acidentes piores na Romênia, sabia?


 


- Charlie! Não deveria ter entrado na minha frente daquele jeito.


 


- Se ele tivesse te acertado seria pior – o ruivo limpou delicadamente uma lágrima do rosto dela.


 


- Por que foi até lá?


 


- Era uma manada de erumpentes, Hermione.


 


- Isso não responde minha pergunta.


 


O tratador de dragões encarou os olhos castanhos que estavam levemente avermelhados por causa do choro Por que fui até lá? Tão simples... Nesse momento a porta foi aberta e Molly e Artur entraram.


- Depois conversamos, Char – ela afastou-se.


 


- Hermione?


 


- Sim, Charles?


 


- Sei que vou parecer um adolescente, mas... – ele ficou vermelho antes mesmo de terminar a frase – Você vai ao meu aniversário?


 


- É claro.


 


Depois que ela saiu, Molly disse:


- Você está bem, querido?


 


- Sim, mãe. Só um pouco dolorido. Não foi meu pior acidente.


 


- Harry, Ron e os outros aurores conseguiram aprisionar os erumpentes. Draco cuidou do feitiço de esquecimento. Ele criou uma nova memória, de que houve um terremoto.


 


- Muitos mortos?


 


- Vinte e três mortos e 47 feridos – Artur respondeu.


 


- Todos trouxas?


 


- Sim, meu filho. Os aurores já tinham uma investigação a respeito.


 


- Charles, sabe que Hermione ficou o tempo todo com você?


 


- Que tempo? Há quanto tempo eu estou aqui?


 


- Dois dias.


 


- Tudo isso? – ele tentou levantar-se, mas seu corpo não estava preparado para tal movimento brusco e ele deitou novamente – Merda!


 


- Charles!


 


- Ah mãe! Por favor!!!


****************************************************************


 


Uma tenda similar a usada no casamento de Bill e Fleur foi montada no lado externo da Toca. Os colegas de trabalho de Charlie foram convidados e todos compareceram. Alguns de seus antigos amigos de Hogwarts também estavam presentes. O aniversariante olhava a todo instante para a porta. Ele conversava com Philip, com quem dividira uma tenda na reserva de dragões. Charles virou-se para responder a alguma brincadeira feita pelos gêmeos quando foi cutucado por Philip.


- Charlie, meu caro, quem é ela?


 


Ele virou-se e observou Hermione se aproximando e cumprimentando alguns conhecidos. Ela usava um vestido vinho que descia justo até a cintura. Botas de cano longo pretas. A morena aproximou-se com um sorriso no rosto.


- Feliz aniversário, Char.


 


Ele pigarreou antes de responder:


- Philip. Hermione. Hermione. Philip.


 


- Ahhhh essa é a Hermione? – o ruivo ficou extremamente vermelho e nada respondeu – Eu vou pegar algo para beber. Prazer, Hermione.


 


- Eu trouxe um presente para você.


 


- Antes... espere – ele tirou do bolso uma delicada caixa preta.


 


- O aniversário é seu, Charles!


 


- É que eu não dei nada para você... – ele esticou a mão. Ela entregou o embrulho retangular que entregava e pegou a caixinha.


 


- Obrigada! Não abra o seu ainda. Eu preciso explicar – ele a olhou curioso – Hermione abriu a caixa e sorriu. Um delicado colar de prata trazia um pequeno pingente em forma de...- um dragão!


 


- Para você sempre se lembrar de mim.


 


- Adorei, Char. Mas não preciso de um colar para lembrar-me de você – ela virou-se fazendo um gesto para que ele colocasse o colar nela – Abra o seu – disse voltando-se para ele. Charlie tirou o papel que embrulhava o presente e encontrou um pergaminho com cerca de 25 centímetros de comprimento. Parecia uma página livro.


 


- O que é isso?


 


- É um catálogo de dragões – ela tirou a varinha da bolsa – você só precisa dizer o nome do animal, por exemplo... Rabo Córneo Húngaro – ele olhou admirado quando uma fotografia colorida do dragão surgiu. Embaixo dados como peso, altura, país de origem,...


 


- Onde achou isso? – ele perguntou sorrindo e a encarando.


 


- Eu que fiz...


 


- Sério? – ela corou – Eu... Mione... Esse é o melhor presente da minha vida!


 


- Pensei que seria útil para sua reserva e seus novos treinadores. Você pode fazer uma cópia usando um simples feitiço multiplicador. E também procurar por cor, país de origem,... É só tocar com a varinha e dizer o que procura. Se precisar adicionar ou mudar dados é só fazer esse floreio e dizer: “modificate” com a palavra que deseja apagar ou colocar.


 


Ele a abraçou com força e continuou agradecendo. Outros convidados chegaram e, contrariado, afastou-se dela.


 


Hermione estava em uma roda com os amigos bebendo e conversando quando alguém a tocou no ombro.


- Podemos dançar?


 


- Claro, Lino – eles foram a para a pista.


 


- Desculpe ter agido como um idiota e terminado sem ao menos ouvir sua explicação, só que...


 


- Tudo bem, Lino, eu entendo.


 


Charles sentiu raiva ao ver que Lino a tirou para dançar e ela aceitou.


- Sabe – Molly aproximou-se do filho – Não adianta ficar aí, todo emburrado. Vá até lá.


 


Ele colocou o copo sobre a mesa e aproximou-se do casal.


- Lino, é hora dela dançar com  o aniversariante – um tanto contrariado ele afastou-se.


 


- Ainda estou surpreso com seu presente – Molly trocou para uma música lenta. Charlie puxou-a pela cintura. Ela ficou inebriada pelo perfume que ele exalava. Sentiu os músculos bem trabalhados ao deslizar as mãos pelos braços dele. Enquanto dançavam, ele a levava para um ponto mais afastado. Até parar. Pegou sua varinha, envolveu-a ainda mais nos seus braços, inclinou e sussurrou - Espero que me perdoe por isso.


 


Hermione não teve tempo de entender. Quando percebeu ainda estava nos braços dele, mas em outro lugar.


- Onde estamos?


 


- No meu quarto. Na minha casa. Não quero interrupções.


 


Ela encarou os olhos azuis, ele abaixou-se e começou a beijar o queixo, o maxilar, o pescoço de Hermione. Ele alternava lábios, língua, dentes, prensando-a contra a porta. Sussurrou de forma sensual no ouvido de Hermione:


- Diga que sim, Hermione.


 


- Sim...


 


- Diga que me quer, Hermione.


 


- Eu te quero, Charles... Agora.


 


Ele então alcançou os lábios dela e a beijou. Achou que seu coração fosse sair de seu peito. Beijou-a como nunca havia beijado antes. Sentiu-se como nunca se sentiu antes. Quantas mulheres já teve? Incontáveis. E logo com amiga dos seus irmãos caçula, foi sentir-se assim... tão seduzido.


 


Andou com ela até a cama. A luz de fora caindo sobre o corpo feminino. Não havia palavras. Apenas sensações. Sorriu de lado. Hermione tateou o corpo dele sob a camisa e o puxou pelos cabelos. Os dedos trêmulos percorreram as cicatrizes em seu peito. Depois o tocou com a boca. Os braços dele, que o sustentavam, vacilaram. Ela era quente.


 


As roupas no chão. Corpo dentro de corpo. Ansiavam aquilo há muito tempo. E na mente de Charles nada os faria parar. Nem que Lorde Voldemort ressurgisse. Nada os separaria naquele momento. Sorriu quando a viu subir em cima de si. As mãos ásperas na pele delicada. Tocando os seios intumescidos. Uma mão a tocava avidamente, enquanto a outra percorria a barriga lisa, ia até as nádegas. Apertava com força. Tinha vontade de dar um tapa, mas não teve coragem. Não eram tão íntimos assim.


 


Hermione sentia a mão dele em seu corpo. Não conseguia articular as palavras. Claro que já teve outros relacionamentos. Sexo com Draco sempre foi incomparável. Até aquele momento. Charles era mais velho. Parecia estar sobre o domínio sempre e ela gostava daquilo. De sentir-se dominada. Gostava do toque áspero. Duro. Enquanto cavalgava sobre ele, sentia-se extasiada.


 


Gritando o nome dele, gozou. Pouco depois foi seguida por ele. Que soltou um gemido rouco.


****************************************************************


 


Hermione acordou sentindo um braço sobre sua cintura. Ao seu lado observou Charles. A boca entreaberta e o cabelo espalhado pelo rosto. O lençol cobrindo parte das pernas. Nas costas a tatuagem de um dragão. A bunda redonda completava o visual. Lindo. Sexy.


- Se continuar me olhando assim, serei obrigado a te atacar novamente.


 


- Como saber que estou te olhando? – ele riu contra o travesseiro.


 


- Sua respiração – ele abriu os olhos e deitou-se de barriga para cima. Hermione deitou sua cabeça no peito dele, que começou a acariciar os longos cachos.


 


- Espere aqui. Vou ao banheiro – assim que ele levantou-se, Hermione abraçou o travesseiro dele. Charles entrou no banheiro e observou seu reflexo no espelho. Sorriu. Ainda sentia o cheiro dela em seu corpo. Queria adiar o máximo que pudesse o banho que estava prestes a tomar. Quando finalmente saiu viu que a cama já estava arrumada e encontrou Hermione na varanda. Ela usava uma camiseta dele de jogar quadribol. Ele a abraçou por trás.


 


- É uma vista maravilhosa – ela sussurrou.


 


- Daquele lado – ele disse apontando para esquerda – ficará o acampamento dos tratadores e do outro lado, os dragões.


 


- Desde quando quer trabalhar com dragões?


 


- Sempre os achei fascinantes. Quase virei jogador de quadribol. Como apanhador, mas vida de jogador não é meu estilo.


 


- Entendo.


 


- Entende?


 


- Jornalistas e fotógrafos não os deixam em paz. E as fofocas? Uma pior que a outra.


 


Charlie a virou de frente para ele.


- Já passou por isso?


 


- Além de ser amiga de Harry Potter, teve a época que eu saía com Vitor – o ruivo então lembrou-se de uma antiga história sobre...


 


- Vitor Krum?


 


- É... nós tivemos um envolvimento na época do Torneio Tribuxo. Rita Skeeter espalhou vários boatos, inclusive envolvendo o Harry. Todos maldosos e mentirosos.


 


- Mas você realmente ficou com ele?


 


- Char... eu tinha 14 anos.


 


- Desculpe... eu... – ela o beijou – Você fica muito sexy com essa camisa.


 


****************************************************************


- Eles marcaram um encontro na Travessa do Tranco, em um bar chamado Elite Puro Sangue.


 


- Harry, precisaremos de poção polissuco. Quando será esse encontro? – Hermione perguntou.


 


- Não sei por que não os prendemos de uma vez – Draco rolou os olhos. Já haviam discutido que não havia provas que ligasse McNair, Nott e Zabini ao ataque dos erumpentes.


 


- E quando será o encontro? – Luna perguntou.


 


- Só no próximo ano. Dia 04 – Harry respondeu – também colocamos alguns aurores novatos para vigiar qualquer movimento suspeito.


 


O grupo fez alguns últimos combinados antes de voltar para suas salas.


- Draco, podemos conversar?


 


- Claro – quando ficaram sozinhos ela o olhou. Havia algo diferente nele, algo que ela não sabia identificar.


 


- Sexta foi aniversário do Charlie e eu... e nós...


 


- Entendo, Hermione. Não precisa terminar. Ficarei aqui finalizando alguns relatórios. Será que posso ficar sozinho?


 


Sem saber o que dizer, ela levantou e dirigiu-se para porta.


- Você vai à minha festa de Natal?


 


- Sabe que passo na Toca, Draco.


 


- Eu sei, mas não poderia ir mais tarde?


 


- Claro. Eu vou – ele sorriu de forma triste. Draco deixou a cabeça pender entre as mãos. Ele iria conquistá-la.


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Hermione estava quase pronta quando ouviu a campainha tocar. Encontrou Charles trazendo um grande pacote. Os olhos dela arregalaram-se.


- Um beijo antes – ele exigiu.


 


Eles entraram.


- Você sabe que não precisava, não é? – ele deu de ombros.


 


- Abra. Você está linda... – Hermione abriu o pacote ficando admirada.


 


- Não acredito que você... é...


 


- Isso mesmo! História da Magia revista e revistada. Volume 1 E 2.


 


- Eu... amei – ela beijou-o, sentando em seu colo.


 


- Mione, se você não levantar agora mesmo juro que passaremos a noite toda aqui.


 


- Safado! Espera que vou pegar seu presente – a morena chegou trazendo um embrulho que ele logo reconheceu sem nem mesmo abrir.


 


- Não acredito que você me comprou uma vassoura!


 


- Da última vez que estivemos na Toca, ouvi você reclamando da sua. E também li a respeito de uma boa vassoura ao lidar com dragões.


 


- Você é fantástica... Nunca estive com alguém como você – ele puxou o papel, rasgando-o. Então, ele parou – Hermione! Não posso aceitar!


 


- Por que não? Você não gosta desse modelo? Eu li sobre ele e até Harry e Rony falaram que era o melhor.


 


- Sim, é. Só que custa muito caro, Hermione.


 


- Ah, por favor! Eu sei quanto eu posso ou não gastar.


 


- Mas é uma Firebolt 3000! Vamos logo para Toca!


 


Eles aparataram e chegaram a um ponto bem afastado. O sol estava quase se pondo.


- Charlie! Estamos muito longe! – ela viu o sorriso dele.


 


- Oh não! De jeito nenhum que eu subo nessa vassoura!


 


- Voe comigo!


 


- De jeito nenhum! Detesto voar.


 


- Comigo você vai gostar – ela ainda recusava – Por favor... – a feição séria vacilou. Ele se aproximou e começou a distribuir beijos pela bochecha, rosto,... beijos que eram alternados por pedidos.


 


- Ok! Eu vou! Mas, não pense que sempre vai me convencer com essa estratégia.


 


Charles montou na vassoura e estendeu uma mão para ela, que subiu. Hermione sentiu a mão dele segurando-a pela cintura. A outra na vassoura.


- Vou me arrepender disso.


 


- Garanto que não – a voz dele adquiriu um tom sério – Você sempre estará segura comigo – Com um impulso atingiram o céu – Eu não vou rápido. Abra os olhos e admire a vista ao seu redor.


 


Hermione era teimosa e orgulhosa. Não gostava de estar errada e nem de abrir mão de suas ideias, mas diante da beleza que se estendia sob ela... sorriu.


 


Chegaram à Toca e todos estavam do lado de fora.


- Não acredito que você convenceu Hermione a ... – Rony começou a falar, mas parou – Não acredito que você realmente comprou! – agora sua exclamação dirigiu-se para Hermione.


 


- Sim...


 


- Deixa eu dar uma volta!


 


- Não, Roniquinho! Ele vai emprestar para mim, seu irmão preferido! – disse Bill cutucando seu Ron.


 


- Não mesmo! Agora que Hermione está segura e entregue, eu vou realizar um verdadeiro voo.


 


****************************************************************


Depois da ceia e da troca de presentes, Hermione e Charlie partiram. Dessa vez, ela que conduziu a aparatação. Charlie olhou para o enorme portão negro que havia à sua frente.


- A partir daqui não podemos aparatar. Venha – Hermione tocou com sua varinha no portão e sussurrou algo incompreensível. Eles entraram assim que o portão se abriu. Para o ruivo aquilo era mais do que uma mansão. Era enorme.


 


O gramado era enfeitado por esculturas e fontes.


- Ele mora aqui? Sozinho?


 


- Draco reformou boa parte da construção depois que Lucio foi preso. A mãe dele mora aqui também, mas ela viaja bastante. Ele não tem muitos amigos da época de Hogwarts, apenas alguns corvinais. Mas Draco conheceu muita gente fora de Londres, que costumam se hospedar aqui.


 


- Você veio muito aqui?


 


- Nos primeiros meses de amizade, não. Não aguentava ficar... tudo me lembrava Belatriz e... Bom... Então, ele reformou.


 


- Espera! Ele reformou por sua causa?


 


- Não foi só por mim, Char! Draco fez isso por ele – o ruivo calou-se duvidando.


 


Hermione bateu na porta, querendo interromper o rumo da conversa.


- Monstro, boa noite.


 


- O senhor Draco Malfoy espera a senhorita no salão – o elfo olhou para Charlie como se fosse impedi-lo de entrar.


 


- Ele está comigo, Monstro.


 


Contrariado, o velho elfo deu passagem para os dois.


 


O interior da mansão era ainda mais impressionante. Quadros enfeitavam as paredes, objetos do mais puro ouro decoravam cada canto da ampla sala. Chegaram ao salão de festas, onde vários bruxos dançavam e se serviam de bebidas que passavam flutuando. Logo, Draco percebeu que Hermione chegara, mas suas feições mudaram quando viu que ela estava acompanhada de Charles. Isso fez com que o ruivo sorrisse ao passar a mão pela cintura dela.


- Hermione, seja bem vida – o loiro falou abraçando-a – Weasley.


 


- Malfoy.


 


- Seu presente – ela disse conjurando um embrulho.


 


- Como achou esse livro!?


 


- Em Hogwarts – Hermione piscou para ele – Fiz uma cópia... proibida – ela completou e apontou para o novo do livro. Era uma versão proibida de poções potentes e avançadas.


 


- Adoro quando você tem atitudes sonserinas – e lançou um sorriso que Charles sabia ser galanteador. Querem comer alguma coisa?


 


- Não, Draco. Obrigada. Festa na Toca é sinônimo de barriga cheia por horas. Como você está?


 


- Bem. Correndo com o planejamento da minha viagem. A tão esperada viagem.


 


O trio estava sentado e Charles observava a conversa. Viu que ela sorriu animada.


 


- Você vai mesmo fazer aquele cruzeiro? Quando parte?


 


- Assim que finalizarmos o caso. E faz tempo que não tiro férias.


 


- Isso é fantástico! Sem dúvida você merece.


 


Ele sorriu.


 


- Será que poderia me acompanhar? Que quero dar seu presente mas aqui tem muita gente.


 


Hermione olhou sem jeito de um para o outro.


- Ele pode vir também – Draco disse como se Charles não estivesse lá.


 


O ruivo não estava gostando daquilo. Sabia que havia um motivo para ser convidado para a entrega do presente. Foram até outra sala, que era claramente, o escritório de Draco. Eles sentaram-se ao redor de uma mesa de centro onde havia um grande pacote. Charles estava ao lado de Hermione e Draco na frente de ambos.


- Abra.


 


Não havia papel de embrulho. A caixa era verde com linhas prateadas. Hermione pareceu não se preocupar com a pequena provocação. Ela levantou o delicado fecho e abriu a tampa.


 


Charles olhou para dentro da caixa, para expressão de Malfoy e depois para Hermione. Entendeu por que foi chamado até. Hermione ainda tinha os olhos fixos e não falava.


- Devo presumir que a ausência de palavras é porque você gostou – demorou mais uns instantes para ela recuperar a voz.


 


- Draco.. eu... isso... Draco!


 


- Experimente – os dedos dela pareciam exitar quanto a tocar naquelas joias.


 


Havia um conjunto completo de colar, pulseira, brincos e tiara. Todos ornados com pedras preciosas. Perto daquilo, o pequeno colar no peito dela, presente de Charlie, era igual a nada. Não passava de um pingente de prata.


 


Draco foi até ela, que ainda parecia abobada. Charles sentiu a raiva dominando seu corpo. O loiro pegou a pulseira e a colocou no punho de Hermione, ajeitou a tiara nos cachos.


- Com licença – ele disse e retirou o colar que Charles havia dado, deixando-o sobre a mesa. Esquecido e apagado. No lugar, colocou em Hermione o outro colar de pedras brilhantes. Por último, ajoelhou-se, pegou na mão da morena e colocou um anel de diamantes (N.A.: rsrs para Josy!!!!).


 


Aquilo foi a gota d´água para Charles, que se levantou abruptamente.


- Estou indo embora, Hermione – e saiu da sala. Ela tentou o seguir, mas Draco segurou seu braço.


 

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