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4. apostando conquista


Fic: Intenção Cruel - Scorpius e Rose - COMPLETA


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Capítulo três


– Já a convidou para sair?


Abaixei o livro que eu estava lendo e encarei ninguém menos que Clair sentada a minha frente na mesa da biblioteca.


– Não.


– Está enrolando demais, sabia? Qual a dificuldade?


– Ela não quer saber.


– Achei que você faria ela querer saber de você ou você só consegue pegar a que estão alcançáveis? Pensei que gostasse de desafios. Mas quero dizer, você é Scorpius Malfoy! Só de ouvir esse nome eu praticamente tenho um orgasmo – e sorriu docemente.- Por que ela também não teria?


– Porque ela não é uma vaca. Qual é o seu problema com a Weasley, afinal de contas?


Ela afastou o sorriso da cara.


– Eu a odeio, oras – como se fosse muito simples.


– O que ela fez pra você?


– Tudo – respondeu.


– Deixe-me adivinhar. Ela é inteligente, engraçada, esperta e, hum, popular. Coisas que você não é. Por isso você a odeia e quer vê-la sofrer.


– Mais ou menos. Tem algo a ver com Albus – sua voz ficou parada um segundo. – Tenho certeza de que só terminamos por causa dela.


Girei os olhos. Não era motivo.


– Eu amava ele, está bem? – ela parecia prestes a chorar. – Então a Weasley o fez... terminar tudo. Eu quero me vingar, eu quero que ela sofra o que eu sofri.


– Você sofreu, claro – eu disse relembrando daquela época com veemência. – Sofreu tanto que tentava tirar a roupa toda vez que me via.


– Bem, não importa agora. O importante é que você vai se vingar por mim. – E antes que eu fizesse cara de quem não estava satisfeito com isso, ela sorriu de novo e perguntou: – Viu o que saiu no Profeta Diário hoje? Ah, se souberem que foi você...


– Eu vou pegar a Weasley antes do Natal. Se eu tiver sorte, vou dormir com ela até lá. Fique vendo, você não vai abrir a sua boca de vadia. E eu vou colocar uma marca tão profunda no coração dela que só mesmo morrendo ela vai se livrar da dor que eu vou causar.


Era esse o plano. Parecia cruel, mas não me importei. A nota do Profeta Diário daquela manhã me deixou abalado.


– Eu adoro quando você fica assim, todo desesperado – comentou Clair. – E eu adoro mais ainda porque eu te deixo assim. Mas, sabe, você não vai conseguir nada do que está falando se continuar sentado aqui e não agir.


Ela apontou para Rose sentada com duas amigas na outra mesa. Estavam concentradas nos estudos e não olhavam para os lados.


– Ela não é desprezível? – indagou Clair. – Ainda anda com a gorda da Podolsky só porque tem pena dela. Será que a Podolsky não consegue ficar um minuto sem comer chocolate?


Eu já tinha conhecido várias garotas más. Só que o caso de Clair seria preocupante se eu me preocupasse.


Dei um suspiro e me levantei da mesa. Peguei um livro da prateleira antes de me sentar ao lado de Rose.


– Oh, alguma de vocês sabe abrir isso daqui? – perguntei, tentando abrir um livro de Trato de Criaturas Mágicas.


Podolsky e Sarah Main me encararam. Rose continuou lendo o livro como se não percebesse minha presença. Sarah deu um cutucão no braço dela, fazendo-a finalmente olhar.


– Malfoy está perguntando se você sabe abrir o livro! – de algum modo, Sarah parecia empolgada.


– Claro que sei.


Mas Rose voltou a fazer as anotações em seu caderno e não disse mais nada.


– Então me ensine – pedi.


– Você só precisa roçar os dedos com carinho. Hagrid fala isso todas as aulas desde o terceiro ano.


Não estava afim de acariciar um livro, de modo que o deixei de lado.


– Eu não presto atenção na aula. É uma chatice, não acha? Deviam tirar essa matéria escolar, totalmente desnecessária.


– Não é desnecessária – Rose retrucou.


– Então encontrassem um professor que soubesse dar aula, não acha?


– Hagrid é um ótimo professor – falou severamente. – Você que é um péssimo aluno. Nos dê licença, estamos querendo estudar!


– Não precisa sair tão cedo – Sarah acrescentou a mim. – Rose realmente não quis dizer isso, não é, Rose? Você pode ficar o quanto quiser.


Eu não queria deixar Rose muito estressada.


– Não, relaxem. Eu já me acostumei com essa rejeição – sorri. – Vou estudar em outro canto. Um que eu ainda consiga vê-la.


Rose fingiu que eu não estava me referindo a ela, de modo que ficou impassível. Sarah, por outro lado, parecia animada. Levantei-me da mesa e me refugiei atrás de uma prateleira, para ouvir a conversa que se estabeleceu entre elas.


– Ficou maluca, não ficou, Rosie? Scorpius Malfoy estava sentado na nossa mesa,perto de você, como consegue agir tão indiferente?


– Ele disse que Hagrid não sabe dar aula.


– Bom, ele não disse nenhuma mentira.


Não ouvi mais nada depois disso, porque ela ficou indiferente para as amiga também.


– Ei, Rose – a chamei quando a vi perto do jardim. Ela estava desacompanhada, ainda bem, e caminhava tranqüila até o castelo segurando sua bolsa.


– Oi, Malfoy – respondeu.


– Me desculpe por ter falado que Hagrid não sabia dar aula. Eu não imaginava que ficaria tão chateada.


– Você foi injusto.


– Sei que fui. Me desculpe.


Eu não queria ficar pedindo mais do que uma desculpa, então me esforcei para parecer mesmo muito sentido.


Ela olhou para mim. Não sei se acreditou, mas o importante é que ela abria um sorrisinho leve.


– É apenas a sua opinião. Não tenho motivos para ficar zangada com isso. Além do mais, sou suspeita para defendê-lo. Hagrid é meu amigo.


Isso explicava por que Rose era uma de suas alunas preferidas.


Formou-se um silêncio entre nós. Por que eu estava enrolando tanto para chamá-la para sair?


– Escute... Rose – acrescentei. – Você vai fazer alguma coisa hoje à tarde.


– Ah, isso foi uma pergunta ou...


– Uma afirmação.


– Hum – ela riu confusa. – O que eu vou fazer hoje à tarde, que ainda não estou sabendo?


– Sair comigo.


Ela riu mais um pouco, e não gostei do seu tom descrente.


– Você não quer sair comigo – ela disse. – A única coisa que tínhamos em comum, por que está estragando?


– Eu quero sair com você. Não sei como... é inédito para mim também.


Rose parou de andar, tirou a franja dos olhos e cutucou a alça da mochila:


– O que você vai ganhar se vencer a aposta?


– Aposta? Não estou apostando nada. Eu realmente quero...


– Ah, fala sério. – Agora ela parecia seriamente descrente e voltou a andar.


Eu precisei me apressar para ficar ao seu lado.


– Você vai perder uma tarde muito gostosa, pense nisso. Antes que diga "não" de cara, saiba que quando eu realmente quero uma coisa, eu insisto em conseguir e...


– Eu vou estar ocupada.


– Ocupada? – Nem pude acreditar. Tinha coisa mais interessante do que sair comigo, pelo visto.


Eu fiquei curioso para saber o que era, então Rose disse:


– Prometi a Hugo que jogaria xadrez com ele, tchau.


– Quem é Hugo?


– Viu? – ela girou os olhos, suspirando. – Não sabe nem quem é o meu irmão. Como eu ia querer aceitar sair com você?


– Espere, espere... seu irmão chama Hugo? – Eu realmente não sabia disso. – Eu sabia que você tinha irmão, mas não sabia o nome. Qual a diferença?


– Sinto muito, mas não vou sair com você, Malfoy – ela falou, embora não parecesse tão sentida assim com isso. – Encontre outra garota, tenho certeza de que ela sim não pensaria duas vezes.


Por que a única garota que eu queria tinha que ficar pensando duas vezes?


– Tudo bem – eu disse, não querendo insistir. – Você quer que eu prove que realmente quero sair com você? Então eu provarei.


Ela abanou a cabeça, como se eu não fosse conseguir e deu as costas para mim. Nenhuma garota dava as costas para mim! Qual era o problema dela?


Fui embora, estressado. Odeio quando não consigo o que quero.


Mas você não quer sair com ela, eu me lembrava.


Mas para conseguir o que eu queria – ou melhor, o que Clair queria –, eu tinha que querê-la.


E acho que isso começou a me fazer reparar mais em Rose, da maneira que nunca reparei antes. Eu não sabia o nome de suas outras amigas, nem sabia que ela tinha amizade com a turma do sexto ano. E que às vezes, durante a tarde, ela saía com o primo para visitar o professor Hagrid na sua casa perto da Floresta Proibida.


Rose deve ter mencionado algo sobre nossa última conversa com Albus Potter, por que ele chegou para mim no fim da aula de Poções e perguntou:


– O que você quer com ela?


– Do que está falando?


– Rose.


– Ah, claro. – Sorri. – Rose.


– É bom que você fique longe.


– Opa. Ou o quê?


– Ou vai se dar muito mal.


Na realidade, eu ia me dar muito mal se eu não ficasse por perto.


– Está me ameaçando, Potter?


– Não, só estou avisando. Deixe-a em paz.


– Se ela quiser que eu a deixe em paz, eu quero ouvir isso da voz dela. E não da sua. Com licença.


Potter segurou meu braço com força para mostrar que a conversa ainda não tinha acabado.


– Eu conheço o seu estilo de garotas, Malfoy. E Rose não é alguém que você pode brincar.


Eu tirei seus dedos do meu braço, encarando-o nada amigavelmente.


– Ela pode vir a ser – falei, provocando-o.


Potter ia avançar, ele estava bravo, mas o professor Thomson apareceu, interrompendo a discussão.


– Algum problema, rapazes?


– Não – dissemos em uníssono. Podíamos evitar brigas. A final de Quadribol era no próximo sábado. E éramos os melhores dos nossos respectivos times.


Thomson pareceu descrente, mas não deu mais atenção a nós.


Acompanhei meus amigos da Sonserina para a janta, e quando me sentei à mesa, uma garota sentou folgadamente no meu colo, cruzando as pernas de lado e segurando ao redor do meu pescoço. Era Clair.


– Oi, garanhão – ela cochichou no meu ouvido. – Por que não combinamos de colocar ciúmes na Weasley?


Vi que, por alguma razão, Rose estava olhando para nós lá da mesa da Grifinória. Ela não estaria olhando se eu não tivesse demonstrado interesse por ela durante aqueles dias. Ela queria saber se era verdade, por isso às vezes a pegava olhando para mim. Era como se ela tentasse encontrar alguma coisa que não existia, portanto não tinha nada a ver com a minha beleza irresistível. Quando nossos olhos se encontraram, Rose voltou a conversar com suas amigas, parecendo nada arrependida por ter se recusado a sair comigo.


– Estou usando uma faca para cortar essa coxa de galinha – eu disse a Clair, entre os dentes. – Ela é muito afiada. Por que não usar para cortar a sua também? Saia.


– Caramba, Scorpius, quanta agressividade – ela disse com a voz alta, mas estava sorrindo, e se apertou mais contra mim. – A última vez que você teve intenções tão mortais foi ano passando quando...


Eu a empurrei, sem cerimônia. Eu não maltratava garotas quando sentavam no meu colo. Mas Clair pedia muito por isso. Eu a odiava. Estava sempre ameaçando contar aos ventos o que eu tinha feito – mas nunca realmente conta, o que me faz pensar que ela estava cumprindo o trato de não dizer nada até que eu faça a Weasley sofrer uma desilusão amorosa comigo.


Brian e Kenny me encararam, surpresos, quando eu me levantei da mesa. Se Clair tivesse sentado no colo deles, com certeza não teriam empurrado ela como eu fiz.


– Não estou mais com fome – eu disse, saindo da mesa, sentindo os olhares sobre mim enquanto eu atravessava o corredor do salão principal.


– Seu segredo ainda está a salvo comigo. – Clair disse quando me encontrou sozinho na sala comunal. – Apesar de eu não ter gostado nada nada do que você fez, querido. Ou você não viu que a Weasley estava mortinha de ciúmes?


– Não era ciúmes. Se você quer que ela fique comigo, é bom que não apareça perto de mim.


– Você quer provar a ela que você não pega mais garotas à toa? Isso é tão bonitinho. Espero que consiga.


– Eu vou conseguir – eu disse com uma veemência que nem eu achava que eu tinha. – Agora saia da minha visão ou terei que empurrá-la de novo.


– Sobre isso, é bom que não se repita. Você sabe que não consigo guardar segredos, não por muito tempo, principalmente quando me empurram na frente da escola toda!


Eu a mandei ir ao inferno e ela retrucou: "Você acha mesmo que eu iria te deixar sozinho por lá?" E eu não duvidava nada disso. Estremeci, pensando ironicamente, que nem se eu morresse eu iria me livrar daquela vaca. Porque, do jeito que eu era e do jeito que eu pensava, com certeza eu iria parar no inferno também. E não me senti confortável com isso.




– Boa sorte, Al. – Encostado num pilar, observei Rose beijar delicadamente o rosto de Potter. Ele sorriu, feliz e mais tranqüilo, antes de se afastar com o time da Grifinória para o campo.


Era sábado e o dia estava nublado, assim como os meus pensamentos naquele momento.


– Malfoy – o capitão do time, William House, me chamou. – É bom se apressar. Precisamos de você para ganhar esse jogo!


Era sempre assim. Pressão e pressão. Mas nunca "boa sorte" ou "espero que se saia bem."


Eu o ignorei e coloquei minhas luvas, sem tirar os olhos de Rose. Ao em vez de me dirigir ao campo com a Sonserina, eu me aproximei dela, que estava indo em direção às arquibancadas com as amigas.


– Oi, Rose – eu disse. – Posso falar um instante com você, a sós?


As amigas continuaram andando e ela ficou.


– Você pode me chamar de Weasley.


Não, obrigado, pensei. Weasley me lembrava do meu pai que não suportava o sobrenome, e conseqüentemente, eu me lembrava que ele poderia acabar comigo se soubesse que eu tinha muitas chances de ser expulso de Hogwarts, se descobrirem que fiz uma cagada muito grande.


– Não sei se você ainda lembra, mas eu disse que ia provar que estou mesmo afim de sair com você.


– Não tenho tempo pra isso agora. Aliás, você também não. O jogo vai começar em dois minutos...


– É urgente. Só pode ser agora – eu falei.


– Não vou sair com você agora, Malfoy!


– Calma, espere – eu segurei seu braço quando fez menção de se afastar. – Vamos fazer uma aposta.


Ela ergueu as sobrancelhas.


– Sei o quanto a Grifinória quer ganhar a taça – continuei.


– Sim, nós queremos.


– Então... Se a Grifinória perder esse jogo, você sai comigo.


Rose olhou para o céu, cruzando os braços. Riu e voltou a olhar para mim:


– Vocês vão perder tão feio – provocou.


– Se tem tanta convicção disso, que perigo tem aceitar minha aposta, hein?


– Ok então – ela respondeu toda tranqüila. – Eu saio com você se a Sonserina ganhar. Mas se a Grifinória vencer, me esqueça.


Prometi que assim o faria. E ela também.


Ela parecia tão certa de que não ia sair comigo. Será que Weasley já me viu em campo? Sorri satisfeito, pensando que não.


Naquela manhã eu tinha acordado sem vontade alguma de jogar aquele jogo. Agora vencê-lo me pareceu uma prioridade, só para sair com ela.


Então falei:


– Sobre o que você vai usar para o nosso encontro... eu sugeriria uma mini-saia, mas em você qualquer coisa vai ficar bem, então não se preocupe.


E isso não era nenhuma mentira, se for pensar bem. Durante aquele tempo que comecei a observá-la, reparei que ela não se incomodava em deixar os cabelos um tanto despenteados. Diferente de muitas garotas que eu conhecia – e que já transei –, ela não tinha medo de ter algum defeito na pele ou no corpo. E o que me deixava impressionado era que eu realmente não conseguia achá-la feia, muito pelo contrário.


Bem, quando nós éramos crianças eu a achava. Mas não éramos mais crianças. Bastava apenas olhar para as curvas que ela havia adquirido.


Em todos os propósitos, Weasley era fácil de se contemplar. Então, conseqüentemente, era fácil de se desejar.


Mas, pelo visto, não de se conseguir.


Se eu ganhasse aquele jogo, no entanto, ela não teria outra maneira de escapar.


Rose e eu fomos para caminhos opostos. Montei em minha vassoura e acompanhei meu time até o campo. Ainda mantinha meu sorriso confiante enquanto sobrevoava as arquibancadas até estacionar e encarar o time adversário no meio do campo.


William estava sobrevoando ao meu lado e perguntou, com determinação:


– Preparado para ganhar a taça, Malfoy?


– Para ganhar, claro – Eu estava sorrindo, de olho no Potter, que era um apanhador idolatrado. A multidão gritava seu nome. Inclusive Rose. – Mas não só a taça.


O apito soou, anunciando o começo do jogo. Finalmente aqueles últimos meses treinando poderiam valer à pena, pelo menos por hora, até eu conseguir o que planejava.




n/a: toda vez que pego pra escrever um cap dessa fanfic eu fico me perguntando: "será que alguém não vai odiar a Clair?"
 

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