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3. Um pouco de presença


Fic: Intenção Cruel - Scorpius e Rose - COMPLETA


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Capítulo dois


 


Prometi a mim mesmo que começaria o mais cedo possível, para acabar logo. Felizmente, Clair não ficava me atazanando todo o dia ou lembrando-me do que eu deveria fazer e do que aconteceria se eu não o fizesse. Nós dois sabíamos. Uma hora e outra, ela chegava perto de mim e apontava com os olhos para a Weasley, para nunca me fazer esquecer.


O engraçado era que eu ainda não consegui me aproximar da Weasley.


Estava sempre acompanhada com as amigas, principalmente com seu primo. Eu só fui atrás para descobrir se os dois ficavam se pegando às escondidas – não que isso fosse me impedir de “conquistá-la” – mas tudo o que pude perceber era que não havia mais do que uma grande amizade familiar entre eles.


Vendo que eu estava enrolando, Clair disse:


– É bom se apressar, minha boca não é um túmulo para sempre.


E eu continuei sem entender porque ela queria tanto ver a Weasley ferrada.


Mas quando acabou a aula de Transfiguração, e todos saíram para o almoço, eu propositalmente não guardei o material na minha bolsa porque Weasley ficou por último. Eram tantos livros que três não couberam na sua mochila. Ela estava tão enrolada que pediu para que as amigas a esperassem na sala comunal, o que significava que ela ia demorar a sair.


Eu esperei até que ela se aproximasse de mim no corredor e eu pudesse trombar “sem querer” nela.


Ou seja, eu estava jogando no campo de Clair.


Não me senti satisfeito com isso, mas eu não podia ser expulso de Hogwarts. E eu não achava péssima a idéia de dormir com a Weasley.


De modo que me esbarrei nela, derrubando seus livros.


– Eu pego – ofereci.


– Não precisa – apressou-se a dizer, agachando primeiro que eu para recolhê-los do chão.


– Recusando cavalheirismo? Impressionante.


– Olhe para o século em que estamos – ela respondeu, guardando os livros na mochila muito pesada como se assim ficassem mais seguros. – Mas obrigada.


Ela só disse isso porque era educada. No fundo, eu sabia que ela não gostaria de me agradecer por nada. Eu sorri e assenti. Sem dizer outra coisa, ela me ultrapassou e acompanhei seu corpo com o olhar.


Quando vi que ela estava desaparecendo pelo corredor eu achei que não teria outra chance no dia de modo que eu precisava aproveitar aquela.


– Weasley! – chamei.


Não imaginei que ela ia parar e me atender, então eu tive que pensar rápido para poder dizer alguma coisa e não ficar só parado.


– Tem algum horário na sua agenda que não seja estudar? – perguntei num tom de conversa.


– Por que você quer saber?


A pergunta soava mais para “Por que você está falando comigo?”.


– Ora, eu vejo como você sabe bastante das coisas, você deve estudar toda hora para conseguir responder tão bem os professores.


Garotas adoram elogios. Sempre ficam ruborizadas e sem-graça, sem saber o que responder.


Esperei ansiosamente pela a resposta dela, que foi muito rápida e displicente.


– Eu só estudo duas horas por dia.


E voltou a andar sem olhar para mim, abanando a cabeça como se aquele momento fosse muito estranho.


Eu entendo. Um cara que nunca falava com ela agora está puxando assunto numa quarta-feira à tarde. É motivo de desconfiança.


Eu disse que Weasley não era boba.


Pensei que eu deveria ir com calma, então não insisti. Fui embora, bolando outra maneira de chamar sua atenção na próxima vez que a visse.


Voltei para a Sala Comunal, evitando encontrar Clair. Fiquei satisfeito quando Brian Jenssen disse que ia ter uma festa “particular” sexta-feira à noite na Sala Precisa, e que não fomos convidados. Sorri. Eu já tinha diversão garantida naquela noite.


– Quem tanto vai estar por lá? – perguntei a ele, sentando na poltrona e esticando minhas pernas.


– Oh, muitas garotas, acredite – respondeu Brian. Ele acendeu um cigarro e me entregou outro. – Pena que não nos convidaram.


– A Weasley vai estar?


– A comemoração é do aniversário do primo dela. Então sim.


– Nós vamos penetrar a festa – eu decidi. – Odeio não ser convidado.


– Você não está pensando em... pegar a Weasley, está?


Eu sorri, formando um anel de fumaça no ar. Alguém reclamou do cheiro. Não dei atenção.


– O verão fez um ótimo trabalho nela – comentei. – Você não acha?


Brian me encarou como se eu estivesse maluco.


– Ela é sobrinha de Harry Potter, cara, nem tente. A sua família odeia a família dela.


– Não vamos nos casar, Brian – dei risada da tamanha tolice do meu amigo. – É só coisa de uma noite. Meu pai não sabe disso.


– Bem, se é o que você quer, te dou o maior apoio. Até eu gostaria de ter uma chance, ela realmente está gostosa e...


Eu apontei o cigarro para ele.


– Não se atreva a entrar no meu caminho. Não quero ninguém me atrapalhando.


Já parece ser difícil naturalmente, não quero que as coisas fiquem complicadas quando podem ser bem simples.


– Tudo bem, tudo bem. Eu vou tentar com a Lily.


– Ela vai ter que estar bem bêbada.


– Como se a Weasley fosse ficar sóbria para pegar você.


Não, não. Eu nunca embebedava as garotas de propósito. Geralmente eu gostava que elas se lembrassem de cada detalhe.


E eu descobri que, mesmo se quisesse, nunca iria ver Weasley bêbada. Ela não bebia.


Ah, meu Merlin. Às vezes eu tinha aflição de gente tão certinha.


Esqueça os defeitos, Scorpius.


Sexta-feira chegou rapidamente. Antes eu tentei fazer com que Weasley me convidasse – até a chamei de “Rose” quando perguntei que dia Albus fazia aniversário. Ela respondia rapidamente, sem pensar ou ao menos prestar atenção no meu interesse. E continuou sem me convidar, deixando-me irritado.


Devo dizer que ficou bem surpresa quando me viu na festa então. Eu entrei com Brian pela porta da Sala Precisa, ninguém nos esbarrou. O lugar estava enfeitado e cheio de alunos dançando ao som de uma música agitada. Eu coloquei as mãos no bolso e caminhei a procura de alguma bebida interessante nas mesas.


– Malfoy?


A voz soava alta e confusa atrás de mim. Sorri antes de me virar, satisfeito, vendo que ela usava uma calça jeans apertada e o cabelo solto.


– Ei! – cumprimentei.


Rose estava segurando um copo, o que achei estranho, mas impressionante. Mesmo assim aparentava estar sóbria demais a ponto de me dizer:


– Não me lembro de ter convidado você.


Eu ri, achando-a muito engraçada. Tirei o copo de suas mãos, suavemente.


– Já está fazendo efeito! – eu disse. – Está se esquecendo das coisas e...


– É soda – ela falou, franzindo a testa. – Só me deixa feliz, e não burra.


– Onde está seu primo?


Ela pegou o copo de volta e respondeu, toda desconfiada:


– Não acredito que veio aqui para desejar feliz aniversário a ele.


– Você está certa. Eu vim para experimentar a bebida.


E você.


– Vai se decepcionar, porque não estamos distribuindo firewhisky.


– Que pena – murmurei. – Mas ficarei aqui de qualquer maneira. Quem mandou não me convidar, não é mesmo?


Estava me preparando para ela objetar ou gritar “Intruso!” e me azarar até que eu fosse embora, mas ela apenas deu de ombro e bebeu um pouco da soda.


– Só não arrume briga – falou, dando as costas e indo em direção a pista de dança com as amigas.


Quanta gentileza, pensei. Mas um erro muito grave. Assim, eu a faria minha mais rápido. E ela se magoaria, espero.


Brian encontrou uma garota para se ocupar e eu fiquei observando Weasley de longe, enquanto tomava cerveja amanteigada. Ela estava dançando animada, rindo com as amigas. Eu reparei que o movimento de seu corpo era suave e tranqüilo, mas ao mesmo tempo desajeitado. Potter se aproximou dela, abraçando-a e beijando-a no rosto. Ainda assim, não me convenci de que eles eram um casal. Só que isso não me deixou muito satisfeito.


Ficar ali parado olhando para ela só me fez perceber que eu estava perdendo muito tempo. E não podia perder.


Atravessei o pessoal que dançava e me aproximei dela.


– Dance comigo – eu pedi, quando ela me encarou.


Parecia que eu tinha pedido o contrário, porque ela parou de dançar. As amigas também, como se estivessem vendo um louco ali na frente delas. Dei um sorriso confiante. Rose colocou o cabelo atrás da orelha, e, para o meu alívio, voltou a dançar, só que não tão animada quanto antes.


Às vezes eu conseguia beijar uma garota sem dizer nada, só bastava uma dança e ela correspondia meu beijo.


À medida que dançava eu me aproximava discretamente dela. Só que Rose se afastava, mesmo que ainda continuasse virada para mim, movendo seu corpo sem muita animação.


– Vocês sempre fazem festas aqui e não me convidam? – quis puxar assunto, percebendo que nada aconteceria cedo se eu continuasse naquela perseguição indireta de encostar meu corpo ao dela, e ela se afastar.


– Aham – ela respondeu, sem deixar de abrir um sorriso inédito para mim.


– Isso magoa meus sentimentos – eu disse, embora não estivesse nada magoado.


Senti alguém me cutucando suavemente nas costas. Quando me virei, era uma garota loira, bonita e típica, me encarando com um olhar interesseiro.


– Oi – ela disse, sem tirar os dedos de mim. – Dance comigo também.


Ela era muito bonita. Se eu não tivesse que pagar de bonzinho pra cima da Weasley, eu nem teria pensado duas vezes antes de aceitar.


O que eu fiz foi olhar para Rose, para ver se ela não estaria decepcionada com a interrupção. No entanto, ela jogou as mãos para o ar, rindo, e se afastou para dançar com outra pessoa, como se realmente não desse a mínima para isso.


Já estava percebendo que eu não ia beijar ninguém se só estivesse atrás da Weasley, de modo que me virei para a garota loira e começamos a dançar. Ela se esfregava em mim, mas beber cerveja amanteigada não faz a coisa toda ter alguma graça. Enquanto a garota loira beijava meu pescoço eu dava uma olhada ao redor da sala. Weasley estava abraçada a um rapaz, rindo naturalmente, enquanto dançavam.


– Lindo – sussurrou a garota loira no meu ouvido. – Quer ir para o meu dormitório? Eu te levo. Deixo você entrar.


Encarei ela para certificar-me se estava falando sério.


Quando vi que agora a Weasley estava beijando outro cara, eu respondi para a garota loira cujo nome não me importava:


– Claro.


E saí da festa antes que eu formasse uma briga ali. Vamos esperar atrocidades para quando eu estiver “apaixonado.”







n/a: Escrevi até o capítulo quatro, mas a postagem vai correr de acordo com seus comentários!


Obrigada a Thai Evans Potter pelo primeiro comentário :D





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