FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

7. Capítulo 6: Atitude impensada


Fic: True Tears


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________


Capítulo 6: Atitude impensada


 


Pov´s Draco:



     Eu estava deitado de bruços no meu quarto esperando dar o horário de levantar, pois a preguiça me fazia querer continuar ali. Bufei para o relógio e sentei-me na cama. Uns raios de sol se infiltraram pela cortina do quarto e pude confirmar que já dera uma hora possível de sair de lá. Encaminhei-me para o banheiro e coloquei as minhas vestes da sonserina. As aulas hoje começariam à tarde. Um sorriso de canto de boca formou-se em meus lábios. Iria aproveitar.


    Pronto sai do dormitório para o salão principal. Poucas pessoas estavam pelos corredores e eu ri um pouco diante da atitude delas. Algumas se encolhiam levemente enquanto eu passava e outros me davam um olhar de censura. Antigamente eu não permitiria um ato desses, mas eu mudei. E parece que ninguém percebe. Bom, talvez a Granger tenha notado. Granger? Onde está com a cabeça? Você apesar de tudo é um Malfoy! 


   Sim e por isso eu estava afastado de todos. O meu sangue puro que antes era motivo de se aproximarem atualmente parece ser uma doença contagiosa. Balancei a cabeça e vi que ficara parado na porta de entrada. Rumei para a mesa de minha casa, mas em momento algum abaixei minha cabeça. Meu orgulho continuava intacto e assim seria. Sentei-me no banco e logo a Pansy surgiu com um sorriso presunçoso em seus lábios.


  Eu realmente ficava com ela, porém também ficava com qualquer outra garota que me interessasse. Ela sentou ao meu lado e um tempo depois o Blásio se juntou a nós. Ele me fitava curioso e eu sabia pelo quê. Desde quando Draco Malfoy acorda cedo? Nunca. Eu olhei para ele dando de ombros respondendo sua pergunta muda. Aos poucos o salão foi enchendo e as mesas estavam quase todas lotadas.


    Passei meus olhos pelas longas mesas e a vi sentada fitando a comida como se ela tivesse lhe feita uma grande afronta. Tive de me controlar para rir baixo, mas mesmo assim uma risada saiu mais alta chamando a atenção de todos para mim. Não estavam acostumados a me ver sorrindo de verdade. Ignorei os olhares e fitei a castanha outra vez.


    A sua amiga Di-lua entrou e sentou-se ao seu lado recebendo um sorriso. A Lovegood como eu escutara a “aposta” entre o cicatriz e o cabeça de cenoura. Não reparei que permaneci olhando-a até encontrar por um segundo com seus olhos castanhos. Afastei meus olhos e concentrei-me em Pansy que estava agarrada ao meu pescoço. Esta garota definitivamente estava me irritando.


  


      -Draquinho.




      Eu não estava com vontade de responder então fiquei calado. E ela como não desisti nunca continuou tentando, ou melhor, atentando a minha paciência. Vi a Granger levantar-se e ir embora sem falar com nenhum de seus amigos. Cansado de me sentir um cabide e aturar a voz irritante de Parkinson me levantei fazendo-a cair sentada no banco. E sem conseguirem eles riram da situação da garota.


     Sem dizer nada saí de lá fui dar uma volta pelos corredores. Acabei parando na biblioteca. Sorri. É eu não estava bem. Ri sozinho e parei numa das fileiras de estantes que tinha uma janela que virava para o lago negro. Encostei-me ali passei os olhos pelo jardim. Estava quieto até vê-la. Estava com um semblante triste e preocupado e eu me vi curioso em saber o que tanto a deixava pensativa.


     Draco acorde! Para de pensar na san... na Granger repreendi-me pelo termo. Não iria chamá-la mais assim, porém o costume falava mais alto. Ela tem o dom de me irritar e isto faz com que fica mais irônico e debochado com ela. Vi-a encaminhar-se para frente do lago e sem controlar meus pés eu comecei a caminhar. Para a minha surpresa estava eu nas portas do castelo a olhando de longe.


      Permaneci parado esperando para ver o que ela faria. Sentou-se na árvore recostando-se no tronco. Refleti por um segundo e fui até lá. Granger fechou os olhos e parecia perdida em pensamentos. Sem saber como agir. Sentei-me ao seu lado tentando não fazer barulho nenhum, mas não acho que deu muito certo. Ela havia sentido que não estava mais sozinha e abriu os olhos e ficou me fitando por um tempo. Nenhum de nós falou nada. Droga o que estou fazendo aqui?


     Seus olhos focaram-se nos meus e eu tentei pensar no que falar, mas as únicas coisas que vinham em minha cabeça eram xingamentos. Ótimo Draco! Como vai explicar o que está fazendo? Mas nada me importou depois de constatar como o seu rosto havia mudado. Ela estava com uma cara de boba linda. Linda? Eu sabia que tinha algo de errado comigo. Devo estar doente. Só pode! Afastei meus pensamentos e dei-lhe um sorriso zombeteiro, mas não era igual aos outros.


     Balancei a cabeça fazendo meu cabelo cair sobre meus olhos para afastar a imagem de seus olhos cor de mel gravado em minha retina.  E ela apenas ficou olhando-me intensamente. Suas feições estavam perdidas como se travasse uma batalha interna e eu queria saber o que era. Senti-a desconfortável pela situação e sorri internamente. Eu ergui uma sobrancelha para ela com o intuito de provocá-la.


     Conhecendo a sabe tudo deve estar pensando no que se passa em minha cabeça e eu posso apostar dez galeões que ela nunca acertará. Via que estava confusa, mas eu também estava. Afinal de contas até agora não sei dizer por que eu vim parar aqui. Ela desviou seus olhos dos meus. Eu precisava falar algo então comecei calmamente, mas minha voz soou receosa e de certo estava.




      -Granger?




     -O que é Malfoy?- respondeu ríspida.


 


      Esperava uma atitude dessas então sorri debochado e comecei a me levantar mexendo negativamente a cabeça para irritá-la, mas a atitude dela seguinte foi totalmente nova para mim.




       -Espera... Er... O que queria?




      Sim, Hermione Granger estava tendo uma conversa civilizado com o Malfoy. Incrível! Pensei irônico.




       -Nada Granger. Iria apenas te dar um aviso, mas mudei de idéia.


   


        Respondi-lhe rispidamente e o mais sincero que pude. Eu havia achado a postura do cicatriz e do cenoura muito feia. Então juntei o útil ao agradável. Nada que já tivesse acontecido relacionado me preparou para o que ela fez. Ela simplesmente segurou meu braço. Por Merlin, como uma nascida trouxa poderia segurar meu braço sair imune? Eu tive que deixar essa divagação para depois, pois no instante em que tocou em mim uma onde elétrica percorreu meu corpo e eu fiquei sem saber o que fazer.


       Eu pude sentir seu olhar sobre mim, mas meus olhos estavam presos em sua mão sobre meu braço. Outra onde, mas dessa vez mais forte, passou dela para mim e ela soltou-me. Fitei-a querendo entender suas ações. Primeiro ter segurado meu braço e depois o soltado sem motivo. Será que ela também sentiu?      Acompanhei com os olhos enquanto ela se apoiava na árvore e sentia respirar fundo. Esperando pelas provocações.


    E na verdade eu não iria fazer nada. Estava confuso demais para isto. Confuso com o quê? Não tenho motivos para estar, tenho? Decidi uma vez na vida falar a verdade e sentei novamente ao seu lado. Dizer que ficou chocada foi pouco. Foi hilária a forma como ela me olhou. Desviei meus olhos para o lago e foquei-me nele. Era muito bonito o lago e no momento era o melhor lugar para me concentrar. Fiquei quieto, mas decidi que o melhor seria acabar logo com a “conversa”.




       -Bom, a Lovegood não estava estranha sem motivos.


   


         Disse despojadamente e a vi arrepiar-se. Tinha duas opções pela nossa proximidade ou pela corrente de ar que passou no momento por nós. Algo me dizia e de certa forma eu queria que fosse a primeira, porém decidi ignorar isso e esperei por uma resposta. Ela virou-se na minha direção e eu cortesmente a imitei. E fitei-a nos olhos antes de continuar. Queria pela primeira vez que ela acreditasse em mim.




         -Seus amigos fizeram algo de errado. -sorri irônico- O Santo Potter e o cabeça de cenoura fizeram algo de errado... E com você.


   


          Sua atitude foi ficar boquiaberta e levantar-se num salto. Assustei-me com seus movimentos, mas não a deixei notar. Podia ver em seus olhos como estava temendo que fosse verdade a noticia, mas ela não queria aceitar de jeito nenhum. Vendo que não estava aflita tentei sentá-la ao meu lado de novo, mas ela puxou sua mão da minha e me fitou fuzilando-me com os olhos.  


 


         -É mentira!-gritou-me- Eles nunca fariam algo de ruim comigo. -respondeu o final com a voz fraca devido algumas lágrimas que lhe escaparam.


   


          E saiu correndo de lá. No momento em que a vi chorar uma dor preencheu-me e me senti mal por tê-la contado a verdade, mas ela tinha que saber. Nunca quis demonstrar meus sentimentos, porém se ela tivesse visto este saberia que havia lhe dito a verdade. Esperei um pouco e levantei-me de lá voltei para o salão comunal da sonserina. Ao passar pela passagem secreta vi Blásio sentado no sofá e a Pansy andando de um lado para o outro.




        -Por Merlin Draquinho onde se meteu?


    


        Minha paciência que nunca fora grande com ela estava terrivelmente pequena hoje. E cortei-a antes de começar a falar com a sua voz irritante.




       -Me deixe em paz Parkinson.




       Saí de lá antes que acabasse fazendo algo como azarar-la se continuasse me irritando.



                ~~~~~~~~~~~~~~ * ~~~~~~~~~~~~


N/a: Oii, queria pedir desculpas pela demora. Semana que vem terá att dupla, ok? Não deixarei de postar de novo. Obrigada a todas vocês que comentaram. Espero que gostem deste capítulo.



 Beeeijos e até o próximo.


Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.