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3. Capítulo 03


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Você sabe que não, Draco. O que fez por mim... nunca... eu...


- E por que você não me ama?


- Claro que amo! Você é um amigo mais do que especial.


- Ama como amigo? Nada mais? – ele a abraçou mais forte. Ela afastou-se lentamente, mas sem sair inteiramente dos braços dele.


- Sim, Draco! Assim como você me ama como amiga, não ama?


- Amo – mas não como amiga.


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- Temos uma pista – falou Draco já na sala de reuniões – Lembram-se de McNair? O carrasco que meu pai chamou para matar aquela estúpida ave gigante?


- Aquela que você correu como um frouxo? – perguntou Rony. Harry riu.


- Eu realmente fiquei machucado!


Hermione abaixou a cabeça para sorrir, lembrando-se de exagero do rapaz no terceiro ano.


- Até você, Hermione? – ele bufou – Bom, algumas testemunhas o viram em um bar na Travessa do Tranco. Uma dessas testemunhas, que não quer se identificar, disse que os elfos pareciam bem assustados e apenas concordavam com a cabeça.


- E se tentarmos falar com a Winky? – Hermione indagou.


- Ia falar sobre isso. Mandei uma coruja para Minerva. Ela respondeu que faz uma semana que a Winky desapareceu.


- E ninguém fala nada? – Rony esbravejou.


- E falar o quê? Rony, nossa investigação é secreta! Acho, no entanto, que agora, Minerva deve ficar sabendo. Assim como Hagrid, ele tem muitos contatos na Floresta Proibida.


Luna ficou responsável de ir até Hogwarts, Ronald e Harry começariam a seguir McNair, Hermione cuidaria de uma estratégia para dificultar a volta da escravidão dos elfos e Malfoy faria um documento relacionando todos os fatos estranhos envolvendo as Criaturas Mágicas.


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- Hermione! Que surpresa! – Molly a abraçou efusivamente – Não pode sumir assim!


- Desculpe, Molly. Estamos envolvidos em um caso no Ministério.


- E o tempo que resta você passa com meu filho Charles? – Hermione corou e gaguejou em busca de uma resposta – Estou brincando, minha querida! Ele está no antigo quarto que dividia com Gui. Sabe onde é?


Hermione concordou com a cabeça. Molly olhou a moça subindo a escada imaginando se ela seria a responsável pelas mudanças observadas no filho.


No outro andar, a morena bateu levemente na porta.


- Não estou com fome, mãe!


- Não sou sua mãe... – ela disse entreabrindo a porta.


- Hermione! – ele falou e sentou-se na cama – Não esperava te ver aqui.


Ela sentou-se ao lado dele e pegou o livro que ele lia: “Abrindo seu próprio negócio: como não ser devorado por dragões ou concorrentes”.


Sorriu.


- Olhe, eu... Eu ia mesmo te procurar.


- Esquece, eu acho que exagerei um pouco.


- De forma alguma. Apesar de tudo ele é seu amigo.


- Quer jantar em casa na sexta?


- Claro, mas dessa vez eu preparo o jantar.


Hermione o olhou espantada.


- Você? Cozinhando?


- Eu moro sozinho desde os 18 anos, Hermione e você – ele inclinou-se sobre ela – ainda não teve o prazer de conhecer – mais próximo – todas as minhas qualidades.


Eles foram distraídos por uma coruja que havia na janela.


- É,.. bem, Charlie,.. eu preciso ir. Até sexta!


Ele sorriu e foi abrir a janela. A ave quase o bicou, mas o ruivo foi mais rápido e prendeu seu bico. Tirou o pergaminho e soltou a coruja que saiu voando. Quando viu a insígna gravada com cera, entendeu o porquê do ataque. Abriu o envelope.


Weasley,


Não me arrependo das coisas que falei. Saiba apenas que menti quando falei ter estado com a Hermione um dia antes.


Mas também não vou desistir tão fácil. E também não vou jogar limpo.


Ela merece mais do que um limpador de bosta de dragão.


Malfoy


Com raiva, amassou o pergaminho em sua mão.


****************************************************************


Na sexta, Hermione estava se preparando para sair quando um bilhete chegou voando. Draco havia marcado uma reunião. Ela olhou no relógio, ainda tinha duas horas para o encontro com Charlie. Mandou uma coruja explicando que talvez se atrasasse e deu a senha para que ele entrasse em sua casa.


Assim que recebeu o pergaminho, Charlie xingou Draco em pensamento.


Na reunião, Hermione olhava o relógio a todo momento. Harry e Rony coletaram uma série de informações sobre McNair e viram que ele se encontrava frequentemente com dois jovens sonserinos que andavam sumidos desde o fim da guerra: Teodoro Nott e Blaise Zabini.


- Draco, desculpe interromper seu discurso, mas hoje é sexta-feira e já passa das 20 horas. Por que não armamos um plano na segunda?


A provocação de Draco parou na língua.


- Está certa. – enquanto todos iam arrumando seus papéis ele continuou – Desculpe, sei que tem um encontro.


- Tudo bem – ela sorriu.


- Mas, podemos tomar algo amanhã? Como amigos.


- Claro, mas agora preciso ir. Três Vassouras, 19 horas?


- Combinado.


Hermione entrou em sua casa apressadamente e encontrou Charlie sentado no sofá.


- Charlie! Desculpe! Mas, surgiu um imprevisto...


- Tudo bem, Mione. Sei como são essas emergências de trabalho – ele deu um beijo na bochecha dela- Quer tomar um banho?


Ela assentiu.


Como escolheu conquistá-la aos poucos não levaria a sério nenhuma das provocações de Draco Malfoy. Faria com que ela ficasse doida de amor... e tesão. Por isso, antes de ir embora aproximou seus lábios, mas desviou de sua boca e deu um beijo e demorado na sua bochecha novamente.


- Boa noite, Hermione.


Charlie chegou na Toca e encontrou uma coruja na sua janela. Ficou apreensivo que pudesse ser do Malfoy, mas o animal era atencioso e calmo. Ele puxou o envelope:


“Draco marcou um encontro com a Mione amanhã no Três Vassouras, 19 horas”


Sem assinatura. Era bom saber que tinha um aliado, mesmo que misterioso. Pensou que poderia aparecer, mas decidiu que não. Não faria o mesmo jogo que Malfoy. E domingo seria almoço na Toca, encontraria com Hermione sem a menor possibilidade de atraso ou aparição do Malfoy. Afinal, ele buscaria Hermione pouco antes do almoço sem avisá-la.


Hermione deitou em sua cama, sentindo sua pele queimar com o contato dos lábios de Charles em sua bochecha. Impressionante como ele mudara o jogo. Sentiu uma vontade súbita de provocá-lo como aconteceu em seu aniversário. E, para isso, precisaria da ajuda de Gina.


No sábado de manhã, Hermione pegou seu telefone e ligou para casa de Harry. Ele atendeu com a voz pastosa de quem acaba de acordar.


- Não acredito que ligou tão cedo para falar com a Gina.


- Ué, eu sei que mais tarde ela estará na Toca. E preciso falar imediatamente com ela. Não há tempo para corujas.


- O que houve, Mione? – ela ouviu a voz da amiga.


- Preciso da sua ajuda para conquistar o Charlie.


- Na boa, amiga, acho que você está indo muito bem sozinha.


- É sério, Gi!


- Charlie adora mulher de calça justa. Por que não usa aquela sua calça preta amanhã?


- Amanhã? O que tem amanhã?


- Ora, Charlie ficou de te buscar para o almoço na Toca. Ele não te disse?


- Não! E não conte que eu sei!


- Como assim? Por que não?


- Depois te conto!


- Ah não! A senhora me acordou!


- Gina, ele queria me surpreender, mas quem terá uma pequena surpresa será ele. Que horas é o almoço?


- Uma hora. Ele deve chegar por volta do meio dia na sua casa.


****************************************************************


À noite


- Você parece distante, Hermione.


- Apenas cansada, Draco – ele segurou a mão dela – e também preocupada com essa história... você sabe – a morena lançou um olhar significativo.


- Tudo dará certo. Vamos pegá-los antes que tentem algo contra alguém.


- Eles já estão tentando e conseguindo – Draco decidiu não continuar. Ele se referia à pessoas, mas ela se preocupava com elfos e outros bichos estranhos. Ao invés de argumentar, aproximou-se dela e falou em um tom sedutor:


- Sinto sua falta.


Hermione não podia negar que Draco tinha algo que a atraía. Ele não era tão alto ou tão forte quanto Charles, mas seu corpo esguio era uma perdição. Lembrava-se da primeira vez que fizeram amor e como ele foi cuidadoso e atencioso. Ele nunca pensara perder a virgindade com Draco Malfoy.


- O que está olhando? – ele perguntou.


- Lembrando-me da nossa primeira vez.


Ele sorriu, mas ficou sério.


- Você não sente falta?


- Draco, está tudo bem?


- Ainda não me respondeu... você não sente falta?


Eles se olhavam tão profundamente. Apesar de todos argumentos racionais não entendia como não se apaixonou por ele em todos esses anos. A mão dela percorreu delicadamente o rosto de Draco, que se recostou contra a palma.


- Não sei o que sinto, Draco. Todos estes anos que estamos juntos, mas não estamos.... Acho que me acostumei com isso, com nossa instabilidade. Tenho muito carinho por tudo que tivemos e temos como amigos, mas algo mudou.


Ele afastou-se e virou seu copo de uísque.


- Eu vou embora, Hermione – ele levantou-se, mas ela segurou sua mão


– Não precisa ser assim, nunca foi assim... Não saia dessa forma.


Ele rompeu o contato das mãos e pegou o dinheiro para pagar a conta.


- Está tarde e você está cansada – percebendo que ela falaria, continuou – Por favor, não. Não piore as coisas tentando consertá-las.


Hermione chegou em casa sentindo-se péssima. Nunca foi tão difícil. Por que será que ele havia se chateado tanto? Com a cabeça imersa em dúvida, ela aparatou em sua casa. Apesar de sentir-se mal por Draco, não conseguia evitar pensar que dentro de poucas horas, Charles estaria em sua casa.


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Charlie acordou assustado, o corpo suado. Sonhara com Hermione nos braços de Malfoy. Os dois rindo dele enquanto faziam amor. Aos poucos controlou sua respiração e foi tomar um banho. Tinha uma certa morena para surpreender.


Quando o relógio deu a badalada que marcava meio dia, ele aparatou. Sabia que durante o dia, Hermione deixava as janelas abertas, mas estavam todas fechadas. Será que ela saiu? Tocou a campainha uma. Duas. Três vezes. Estava quase falando a senha para entrar, quando a ouviu pedir para aguardar. Poucos segundos depois, a porta foi aberta.


- Charles! Desculpe! Está aí há muito tempo? Eu estava no banho e não ouvi! Tive que vir correndo. Entre.


Mas eu não conseguia me mover. Ela estava enrolada em uma toalha. O cabelo molhado e pingando. O corpo ainda úmido. Uma mão segurando a toalha rosa e a outra, a porta. As pernas torneadas. Pequenas gotas de águas escorriam pelo pescoço e entravam no vão que havia entre os seios.


­- Charlie! Vamos! Estou morrendo de frio aqui! – ele entrou ainda com um ar abobado – Eu vou por uma roupa – ela foi em direção ao quarto, mas voltou. – O que veio fazer aqui?


Fale alguma coisa, seu idiota!


- Charles?


- AmonoçonaToca.


- Quê?


- Almoço na Toca. Queria saber se quer vir.


- Ah, claro! Já volto!


- Posso usar o banheiro?


- Sim. Fique a vontade.


Charles entrou no ambiente ainda esfumaçado. Ele havia ficado excitado. Puta merda. Ter entrado no banheiro não ajudou em nada. O cheiro do perfume dela. Precisou abrir o zíper da calça. E, então, viu... pendurada delicadamente, a pequena calcinha. Merlin, não posso.


- Charles, está tudo bem?


Ele se engasgou.


Pense na tia Muriel pelada, tia Muriel pelada,...


Aos poucos foi relaxando. Ele não conseguia acreditar no que quase acabara de fazer.  Saiu do banheiro respirando pausadamente:


- Você está bem?


Não... Por que, Merlin, Por quê?


Hermione usava uma caça preta e justa.


- Vamos embora. Não quero me atrasar. – ele disse repentinamente a puxando pela mão.


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Todos estavam sentados almoçando. O jardim estava magicamente aquecido e coberto para evitar os flocos de neve. Após a sobremesa, Charles levantou-se:


- Queria contar a todos que finalmente consegui resolver toda a papelada! No início de dezembro eu mudo, definitivamente, para Inglaterra! E, para comemorar a mudança, pensei em uma festa no meu aniversário. Posso fazer aqui, mãe? Pai?


Os dois tinham lágrimas nos olhos e concordaram. Hermione estava sentada ao lado de Charlie, mas se afastou para que a família o abraçasse.


- Não gostou da notícia? – ele perguntou voltando a se reaproximar dela.


- Claro que sim. Apenas quis deixar você com sua família.


- Ora, Hermione, você sabe que é parte da família. Minha mãe a vê como uma filha, embora, de maneira alguma, eu a veja como uma irmã.


- Ah não? E você me vê como?


Ele ia responder quando sentiu algo gelado chocar-se contra suas costas. Virou-se e viu os gêmeos com uma bola de neve na mão. Uma dela atingiu Hermione.


- Guerra? – ele perguntou, piscando um olho.


Os dois encheram suas mãos e saíram atirando em Fred e Jorge. Rony, Harry e  Gina, ficaram ao lado de Hermione e Charlie, enquanto os outros irmãos se juntaram aos gêmeos.


- Será que eles vão demorar para perceber? – Molly perguntou ao marido.


- Não... Os dois são muito inteligentes.


- Verdade, mas não custa darmos uma ajudinha. CRIANÇAS! Entrem para se secar, senão todos ficarão doentes! Vamos! Gui, sua filha está caindo de sono, vá embora com Fleur! Jorge e Fred, vocês não podem deixar Verity tanto tempo sozinha na loja. Percy, seu pai tem assunto do Ministério para tratar, vá falar com ele. Rony, vá se encontrar com Angie! Ela teve que trabalhar hoje, surpreenda-a. Gina e Harry, me ajudem com a louça e Charlie, leve Hermione para conhecer a reserva.


Ninguém ousou interromper a matriarca. Depois de secos, Charlie e Hermione se olharam meio sem graça.


- Vamos andando? – ela perguntou.


- Não é tão perto assim. – e o ruivo estendeu a mão para aparatarem.


Hermione ficou encantada. Era um vale gigantesco e verde. Diversas plantas e árvores cobriam o terreno. Flores coloridas espalhavam-se. Ela viu uma casa ao longe toda de tijolos.


- É sua casa?


- Sim, mas ainda não está totalmente pronta.


- Parece ser linda! – ela sentou-se e ele imitou seu gesto – Deve ser uma sensação ótima de realização e conquista.


- Maravilhosa. Principalmente pelos meus pais. Eles lutaram tanto para que não nos faltasse nada. Você também já conquistou muita coisa, Hermione.


- Não assim... Moro de aluguel... Estou falando em juntar seu dinheiro, construir ou comprar sua casa,...


- Você ainda é nova – e de certa forma aquilo parecia um impedimento. Ela riu.


- Como se você fosse muito velho, Char...


- Farei 32 daqui umas semanas. Eu sou velho.


- Eu não acho.


- Não mesmo? – ele sorria. Depois da aparatação não soltaram as mãos.


- Não mesmo.


E, sem saber, os dois pensaram a mesma coisa. Aquilo que importava. Sem brincadeiras ou jogos de sedução. Algo o incomodava, no entanto... Ela era tão inteligente e ele... Tão nova e ele...


- Hermione, você...


Mas antes que ele pudesse continuar, Harry apareceu.


- Rápido, Mione! Um ataque de erumpentes¹ está devastando a parte trouxa de Liverpool! Eu vou chamar reforços. Essa chave do portal a levará até lá – ele desaparatou.


- Eu preciso ir!


- Eu vou com você!


- Não, você não pode! É meu trabalho – ela puxou a mão da dele – Não posso arriscar que algo aconteça a você!


- Nem eu a você!


- Desculpe... – o objeto vibrou e o ruivo a viu sumir diante de si.


 


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1 – Erumpentes: O erumpente é uma criatura mágina africana, cinzento, de grande porte e força. À distância, esse bicho, que pesa até uma tonelada, pode ser confundido com um rinoceronte. Tem um couro grosso que repele a maioria dos feitiços e maldições, um chifre afiado sobre o nariz e um grande rabo que lembra uma corda. Dá à luz apenas um filhote de cada vez.


O erumpente não ataca a não ser provocado pela dor, mas se ele investir contra alguém os resultados são em geral catastróficos. Seu chifre pode perfurar qualquer coisa desde pele até metal e contém uma secreção fluida que faz a coisa ou pessoa injetada explodir.


O número de erumpentes não é grande porque os machos causam a explosão uns dos outros durante a temporada de acasalamento. Esses animais são tratados com grande cautela pelos bruxos africanos. Os chifres, rabos e secreção explosiva do erumpente são empregados em poções, embora classificados como Artigos Comerciáveis Classe B (Perigosos e Sujeitos a Rigoroso Controle).


 


Fonte: http://www.potterpedia.org/criaturas/erumpente


 


 


 

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