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9. Cap 6 - Soulmates


Fic: Intimidade - FANFIC FINALIZADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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"Um dia nasceriam duas pessoas perfeitas, perfeitas em seus atos, em suas palavras, perfeitas em corpo e espírito".











Hermione estava parada em frente a copiadora e Sentiu a voz de Rony reverberar em seu ouvido e em seguida os lábios quentes em seu pescoço. Por uma fração de segundos foi como se o cérebro de Hermione tivesse reconhecido a voz que soou grave e baixa no seu ouvido, como se a tivesse aceitado naturalmente. Como se ouvi-lo daquele jeito fosse algo comum.

Por um breve momento ela fechou os olhos e recebeu a sua voz ecoando no cérebro com prazer, até lembrar-se de onde estava e qual era a real situação.

Quando a luzinha de perigo acendeu em sua cabeça ela se afastou dele como se tivesse levado um choque.

- Você está maluco? O que pensa que está fazendo?

Rony sorriu.

- Foi só um bom dia.

- Você não pode fazer isso aqui.

Ela se afastou e ele recostou na maquina copiadora.

- Você nem me deu bom dia Jane, que feio.

- Isso é ridículo. O que você queria, que eu chegasse fosse correndo atrás de você?

- Mais ou menos isso.

- Não é brincadeira Rony. Não aja como se isso fosse engraçado.

Ele desencostou da copiadora e andou até ela.

- Não estou achando nada disso engraçado, me desculpe se lhe dei essa impressão. Eu só... Precisamos conversar Jane.

- Hermione.

- O que?

- Meu nome... prefiro que me chame de Hermione.

Ele sorriu.

- Então este é o seu verdadeiro nome mesmo?

- Não menti sobre meu nome, apenas lhe dei meu segundo nome e isso não vem ao caso, você já pensou se alguém entra aqui?

- Não vai vir ninguém.

Ele baixou o rosto e tentou lhe dar um beijo.

- Não…Rony, aqui não…

- Estamos sozinhos…

- Mas daqui a cinco minutos podemos não estar.

Ele a fez recuar até a parede e a prendeu, colocando uma mão de cada lado do seu corpo.

- Estou com saudade.


Ela ofegou com a proximidade.

- Você precisa para com isso, alguém vai terminar vendo Rony!

- Você não está cumprindo sua palavra, não está falando comigo.

Ela rolou os olhos irritada e virou o rosto como se não desse atenção, mas ele lhe segurou firme nos braços e a colocou de frente pra ele.

- Me dá um beijo.

- O que?

- vamos lá Jane, já passamos desta fase de eu ter que te fazer admitir que quer. Me dá um beijo e eu te deixo em paz… até o fim do dia.

Ela vacilou e estes instantes foram decisivos, no momento seguinte Rony a segurou pela cintura e a beijou, ela não conseguiu fugir. Nem quis.



 


O beijo não foi possessivo, invasivo nem duro como das ultima vez, não foi um beijo de imposição. Foi um beijo leve, macio, lento. Um beijo tão calmo que quebrou sua reação.

Dissolveu sua resistência.

Em segundos ela não estava apenas correspondendo-o, ela o estava beijando de volta com vontade. Segurando seu rosto, deliciando-se com a intimidade provocada pela troca dos lábios.

Eles não se separaram com choque ou susto, o beijo foi encerrando devagar e quando acabou eles ficaram se olhando.

- Senti saudade. De verdade.

- Pelo amor de Deus, isso não faz o menor sentido. Sequer nos conhecemos.

Ele se afastou um pouco e deixou que ela saísse da armadilha dos seus braços, depois sentou-se num móvel próximo.

- Apesar de já termos passado por isso, vamos lá. Meu nome é Ronald Weasley, eu tenho 32 anos, eu sou....

- Não! Não! Na verdade eu não quero saber. Eu não posso saber, não podemos nos envolver.

Ele a encarou. Expressão séria.

- Você é casada?

Ela esperou alguns segundos para ter força suficiente em responder a pergunta.

- Não.

- Noiva? Namora? Ta enrolada? Algo assim?

- Não.

- Então por que não pode se envolver comigo?

- Não quero me envolver. Relacionamentos implicam em complicações as quais eu não estou disposta a assumir.

- Não é mais simples você dizer que relacionamentos são uma merda?

Ela estreitou os olhos.

- Isso não é brincadeira Rony!

- ok, me desculpe, eu só queria, aliviar a sua tensão. Ouça. Quando eu falo em se envolver comigo não estou falando sobre namoro, noivado, casamento ou qualquer coisa do gênero. Também quero distancia dos problemas de uma relação afetiva. Não estou falando de envolver sentimentos.

- E do que exatamente você está falando?


- Do mesmo que nos aproximou em Veneza. Da mesma coisa que nos fez passar aquela noite incrível. Não fique tímida – ela não conseguiu conter um sorriso discreto – Estou falando de desejo Jan... digo Hermione. Estou falando de você e eu sentirmos essa coisa forte. Por que não podemos compartilhá-la?

- Você está me propondo que nós... que nós mantenhamos um relacionamento não passional... digo...puramente sexual?

Ele sorriu.

- Exato.

Ela arregalou os olhos.

- Isto é promiscuo!

- Promiscuo por que? O que eu estou vendo aqui são dois adultos livres. Por que não podemos desfrutar do que sentimos sem maiores complicações. Pense nisso Hermione, você me deseja, não adianta negar, eu desejo você, e nenhum de nós quer a chateação do compromisso. É simples e maravilhoso.

Ela abriu a boca para responder, para negar o que ele pedia, mas algo muito mais forte pedia que ela considerasse a opção.

- Eu... As... Coisas não podem ser assim. Como isso funcionaria?

Rony sorriu sentindo-se vitorioso. Imaginou, logo que teve a idéia de fazer esta proposta, que ela fosse repudiar de cara, mas sua curiosidade lhe dava uma ponta de esperança.

- Muito simples, olhos de mel, nós vamos nos encontrar quando e como quisermos. Basta que queiramos estar juntos. Pode ser a qualquer hora e em qualquer lugar.

Ela balançou a cabeça.

- Não... não assim... quero dizer, suponhamos que eu aceite essa... loucura... não poderia ser desse jeito. Teríamos que... ter cuidado, temos uma vida, eu pelo menos tenho uma reputação e não quero... tem que ser algo mais bem planejado.

- Planejado... é a sua cara planejar tudo o que faz. Mas tudo bem, se é o que você quer, faremos do seu jeito. Como seria?

Ela começou a andar de um lado para o outro, concentrada como sempre ficava quando encarava um problema.


- Teríamos que ser muito, mas muito cuidados e discretos, ninguém deve saber...e precisamos de um dia... especifico... e de horários... específicos também. Não podemos sair nos agarrando em qualquer lugar como você sugere... o que?

Ela parou de repente observando o olhar divertido dele.

- Então teremos uma agenda? – ela estreitou os olhos – Como você é pragmática.

- Certo. Então suponhamos... – ele enfatizou a ultima palavra - que façamos deste jeito, como exatamente seria? Qual seria o dia? Onde? O que faríamos?

- Eu não sei... eu preciso pensar, não é assim...Eu preciso...

Hermione andava descontroladamente de um lado para o outro, mas quando virou de repente, Rony estava na sua frente. Ela parou o susto, mas ele não lhe deu tempo, segurou-a pela cintura e lhe deu outro beijo, desta vez mais faminto.



- Pode parar. Se vamos fazer do seu jeito, tudo bem, mas nada de enrolação. Me diga um dia.

- Mas... eu não disse que vamos...

- Um dia Hermione, ou vou beijar você até que estejamos nus naquela mesa ali.

- Eu...eh...sábado... sábado.

- Ótimo – ele deixou o rosto mais perto do dela – A hora.

- Rony...

- A... Hora.

- Sete.

- Onde?

- Eu não sei Rony – ela disse nervosa com a proximidade e a ameaça dele – Eu não sei, eu... preciso...

- Me dê seu telefone.

- Eu... meu telefone?

- É... O que foi? Está tonta?

- Não seja cínico.

Ele riu.

- Olhe pra mim olhos de mel...diga que você quer isso.

Ela engoliu seco.

- Isso é uma loucura. Você sabe disso não sabe?

- Mas é uma loucura gostosa, que vale a pena. Diga-me que quer isso tanto quanto eu.

- Eu quero... eu quero sim.

- Você me marcou Hermione. De algum jeito que eu não sei explicar, mas você me marcou.

Ela mordeu os lábios e ofegou.

- Preciso ir Rony, estamos aqui há muito tempo, alguém pode ver.

Ele estendeu o celular para ela.

- Anote seu numero aqui. Eu arranjarei um lugar...

- Neutro.

- Como é? – ele perguntou com um ar de divertimento.

- Um lugar neutro... Que não tenha relação com a nossa vida pessoal e...

- Tudo bem, tudo bem nervosinha. Arranjarei um lugar...neutro...e te ligarei em seguida pra te dizer.

- Esta... Está bem.

- Vou esperar ansioso por sábado.

Ela se afastou dele antes que conseguisse mais um beijo, mas parou na porta antes de ir embora e o olhou.

- Eu também.

Ela disse e saiu rápido, não deu qualquer tempo de ele responder.

Rony apenas a observou ir. Uma vontade incontrolável de sorrir surgiu em seu rosto e ele não tentou suprimir... Seria uma longa espera até sábado.


...


Gina já estava esperando a cerca de quinze minutos, o que para ela já era já era um cúmulo. Era um abuso Harry deixa-la esperando, já que está, em sua opinião, era uma prerrogativa das mulheres, em seu manual de boa educação pelo menos.



- Mas o que eu podia esperar de um cafajeste como ele? – ela bebericou a champagne que lhe havia sido servida minutos antes – Que ele fosse um cavalheiro somente por que me trouxe num lugar... como este?Invade a casa do meu irmão, me espiona, me chatageia, não se oferece para me pegar e chega atrasado. Mil pontos negativos na tabela de primeiras impressões Harry. Isso não é nada bom.

Ela bebeu mais da champagne e suspirou.

O que estava mesmo fazendo ainda ali?

O cara estava atrasado, não era boa companhia, na verdade, ele a havia forçado a aceitar o convite.

“Não tinha?”

Ela baçançou a cabeça como se quisesse espalhar as duvidas que se formavam.

“É claro que ele tinha. Ele ia contar ao Michael...”

“E daí? Eu não devo satisfação ao Michael...”

Ela pareceu entrar em conflito.



 



- Fala sozinha... Nunca é um bom sinal. - Ela ouviu a voz inconfundivel e sentiu-o segurar sua mão, enquanto a servia. – Geralmente loucos fazem isso. – ele rodeou e sentou-se de frente pra ela com um olhar sacana que era sua marca registrada – apontar armas e atirar objetos também, já pensou em fazer tratamento? Posso indicar um bom especialista.


Ela não conseguiu não sorrir.

Numa situação qualquer ela teria mandado-o ao inferno, afinal ele estava caçoando. Mas desde o primeiro dia ela sabia que não agiria dentro dos padrões, não com aquele enigma de olhos azuis.

- Eu só não o mando para o inferno, por que seria indelicado.

- Não mais indelicado que ma apontar uma arma, mas confesso que a arma foi mais sexy.

- Você é contrabandista?

- perdão?

Ele franziu o cenho diante da pergunta repentina à queima roupa.

- Eu perguntei se era contrabandista.

Ela repetiu calmamente como se perguntasse-lhe as horas.

- Claro que não... por que este tipo de pergunta?

- Bom... vejamos... Você não parece trabalhar, na verdade eu só o vejo jogando videogame... E olha só esse lugar... Estamos no Chez Bruce... Isso significa alguma coisa pra você? E olha este terno...

- Ei, ei calma... vamos por partes... Você acha que eu contrabandeio por que estou no Chez Bruce com você?

- Sim, eu acho.

Ele riu com gosto, riu tanto que chamou a atenção de algumas pessoas na mesa ao lado.

- Você é hilária sabia?

- Você me acha engraçada por que te chamei de bandido? Depois a louca sou eu. Em algumas culturas... As pessoas se ofendem com isso.

- Na minha cultura, isso é um elogio. – ele disse inclinando-se e falando baixo como se fosse um segredo. Em seguida voltou para o lugar – Mas desculpe desaponta-la, eu não sou um contrabandista.

Ela apenas arqueou a sobrancelha.

O garçom aproximou-se e ele fez o pedido pelos dois, recebendo um elogio entusiasmado do homem pelas escolhas que fazia.

- O que exatamente é você? Por que... Uma hora me parece um cafetão de beira de esquina, outra hora me parece o homem mais requintado do mundo.

- E você me parece a mulher mais curiosa da face da terra e acredite, eu conheço mulheres bem curiosas.

- Estou sentada no meio do chez Bruce com um chantagista, desculpe se tenho duvidas.


- Vou saciar sua curiosidade... Ginevra... Mas vou fazer isso em respeito a sua... ousadia. Eu...Não sou um contrabandista, na verdade... eu vivo... de uma pequena herança do meu pai. E sobre o terno e o Chez Bruce... Meu primo trabalha aqui e ele me emprestou o terno.

- Seu primo trabalha aqui? – ele afirmou com a cabeça – Onde exatamente?

- Na cozinha. E ele estava me devendo um favor. Se tem uma coisa que eu sei cobrar... é um favor.

- Conseguir uma reserva de ultima hora aqui é algo alem de um simples favor.

- Os homens da minha familia aprendem a se virar para pagar suas dividas. Agora... por que não aproveita seu jantar.

Ela o encarou, e ia retrucar que o jantar ainda não havia chegado, mas parou quando viu a sombra do garçom atras de si.

Eles comeram praticamente em silencio, Gina tentava encontrar uma maneira de saciar suas duvidas, mas Harry era o homem mais esquivo que já tinha conhecido.

Ela se distraiu uns segundos, tentando encontrar as palavras certas para fazer as perguntas que desejava e quando finalmente levantou a cabeça com a frase pronta surpreendeu-se com ele ao seu lado.

- Dance comigo. – ele disse estendendo-lhe a mão.

- Você dança?

Ele a levou até o meio do salão.

- Sou o melhor.

- Querendo me impressionar Potter?

- Não! Eu queria te impressionar quando você chegou. – ele suspendeu as palavras um segundo e lhe ofereceu um sorriso – Agora eu quero seduzir você.



Ela sentiu o coração bater mais rapido e as perna fraquejaram durante breves segundos.

Encontrou o apoio que precisava segurando em seu pescoço com mais força do que gostaria.

Ela estava excitada. Cada gesto, cada pequeno gesto daquele homem enigmatico estava mergulhando-a num abismo de desejo nunca antes experimentado.

Gina não era uma mulher reprimida, nunca fora. Tinha uma sexualidade bastante desenvolvida e era bem resolvida consigo mesma. Já estivera em situações parecidas, mas não naquela intensidade.

Ele a segurou contra si e começou os passos devagar, ela não fazia ideia de como se dançava, nunca havia sido convidada para dançar tango, mas nos braços dele, parecia até facil demais.

A cabeça entrou em curto, não conseguia mais pensar com clareza. Ele estava sendo tão piegas, mas tão... convincente.

Quando despertou dos pensamentos ele estava bem proximo de beija-la. E ela queria. Queria muito.

Aquilo a assustou.

Ela desviou a tempo de evitar o beijo. Precisava impor as regras do seu jogo antes que fosse tarde.

- Pode parar garotão. As coisas não funcionam deste jeito comigo.

- E como elas funcionam?

Ele disse em seu ouvido e isso a fez arrepiar-se. Não conseguiria resistir muito mais.

Não havia por que resistir havia? Era livre, independente, e ela queria... Em outras situações não hesitaria, não entendia por que estava com medo.

- Com certeza não é sendo previsível.

Respondeu tentando manter o tom de voz seguro.


Ele sorriu como um verdadeiro cafajeste.

- O que você quer de mim Jessica Rabbit?

Gina sorriu e se aproximou dele o suficiente para que ele pudesse lhe sentir a respiração.

- Surpreenda-me.



 


 


...


 




Draco passara quase a tarde inteira tentando lembra a musica que havia ficado em sua cabeça a noite inteira, mas não conseguia.

Tentou compor uma melodia para ver se aletra fluia, mas não adiantou.

Recorreu a velhos habitos, rolou na cama por mais de uma hora, despenteou os cabelos varias vezes, tomou litros de coca cola, mas nada adiantou.

Lucius Malfoy havia conseguido acabar com a sua inspiração.






 


Hoteis... Contas... Administração... Rivalidade... Aquilo não era para ele. Não havia a menor possibilidade de ele ser feliz com aquela vida. Por que tinha que ser obrigado a aceita-la?

Ele não pediu para nascer naquela familia, não pediu por aquela herança, sequer a queria. Poderia viver sem ela.

Deitou na cama no exato momento em que o telefone tocou.
Atendeu de má vontade, mas logo seu semblante mudou.

“ Ainda lerdo pra atender o telefone doninha?”

- Gina!

Se tinha alguém que conseguia animá-lo. Era Gina Weasley.

- Eu sabia que você não podia viver sem mim ruiva.

“Não enche Draco. Musica ao vivo, The Burns, oito, tá fim?”

Gina sempre era muito direta.

- Ahh eu acho que...

“Ah Draco qual é. Faz tanto tempo que a gente não sai juntos. Vamo lá”.

- Não é isso ruiva, é meu pai, ele...

“Manda o Lucius para o Inferno Draco. Que saco! Que é que ele quer agora? Outra reunião de negocios?”


- Gina eu não posso...

- Pode! Pode e deve! Vamos lá Draquinho. Sinto que hoje é um dia pra surpresas. O que você prefere? Musica e comida boa? Ou Lucius e toda aquela lenga lenga?

- Eu...

Ele ia recusar. Mas Gina tinha razão.

O que Lucius queria dele afinal? Não já estava claro que ele não seria o brilhante sucessor? Por que ficar prendendo-o naquela teia?

“E então Malfoy?”

- The Burns. Oito.

“ Esse é o meu Draquinho. Não atrasa cabeça branca.”

Ela não o esperou falar, desligou o telefone.

Draco jogou o aparelho de lado e sorriu. Estava na hora de se rebelar.

O The burns não estava muito lotado, geralmente não ficava nas segundas feiras àquela hora. O que era bom, não havia excesso de conversa e a musica podia ser apreciada.

Eles ficaram lá até as quatro da manha quando o bar estava vazio.

Foi quase um revival dos velhos tempos, alguns amigos da escola apareceram. Os ultimos a sair foram Gina e Neville, ele ficou.

Havia desligado o telefone e sabia que Lucius devia estar furioso, não estava com vontade de voltar para casa. Nem tiha bons motivos para faze-lo.

"How the hell did we end up like this?
Why weren't we able to see the signs that we missed?
And try to turn the tables"


"I wish you'd unclench your fists
And unpack your suitcase
Lately there's been too much of this
But don't think it's too late"


"Nothing's wrong, just as long as
You know that someday I will" ♪

Ele dedilhou e cantou devagar, destoando da melodia original, arriscando um som acústico. se perdeu por uns momentos, até notar uma presença a sua frente.

Mas antes que ele pudesse ver quem era, ouviu a voz.

- Uau! Eu gostei!

Draco olhou para cima sorrindo, mas surpreendeu-se quando viu quem era a dona da voz.

- Eu sou…

- Astória Greengrass – ele a interromeu aceitando sua mão num cumprimento e olhando-a como se visse uma miragem – Cantora e compositora…Conheço todas as suas canções. Sou Draco Malfoy.


Ela sorriu.

- Você é bom Draco, muito bom. O que faz perdido aqui?

- Ah... – ele ficou vermelho – Eu... obrigado.

- Que gracinha, você ficou envergonhado. Não fique. - Ela sentou ao lado dele – posso pedir uma?

- Como assim?

- Escolher uma musica pra você tocar pra mim?

- Eu?

Ela riu.

- É... você...

- Ah... pode...

Ela sorriu e sentou ao lado dele.

- Que tipo de musica você toca?

- Que tipo de musica você gosta?

Ela riu de novo.

- É mais fácil eu te dizer do que eu não gosto.

- Então vamos resolver isso de outra maneira. O que você gostaria de ouvir agora.

- Hummm acho que essa você não vai gostar.

- Tenta.

- I drove all night.

Ela disse com uma ar de quem tinha conseguido encurralá-lo.


- I Drove all night?Roy Orbinson?

Os olhos dela se iluminaram.

- Você conhece?

Ele sorriu.

- Não conheço apenas, eu adoro esta musica.

- Não acredito nisso! Os últimos oito músicos que conheci me responderam com um “quem?” a excessão de um deles que respondeu “ que merda é essa”.

Eles gargalharam juntos.






 


 


Almas Gêmeas...


Não é grande coisa, sabe? O encontro das almas gêmeas. A princípio, é só um encontro comum como todos os outros. Duas pessoas, um olhar, talvez um sorriso. Nada demais. Bem, pra nós humanos não é nada demais. Existem coisas que nós vemos que o coração vê de outro jeito. Quando duas almas gêmeas se encontram, para o mundo, pode parecer mais um ínfimo fenômeno desinteressante no cosmo. Mas pros corações. Para essas almas. É tudo. Duas pessoas, um olhar, talvez um sorriso. Uma metade encontra a outra.





(Lucas Faial Soneghet)

 


 


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N/A: Agradeço a todos que votaram, que estão comentando e que estão lendo mesmo sem comentar, é muito importante para um escritor saber se ele está agradando.


Perdoem-me a demora, eu sempre posto aqui quando acabo o Capitulo no Orkut e desta vez demorou um pouco mais.


Mas vcs podem continuar acompanhando as prévias no tumblr, já tem prévias do 7° Cap.


Vocês tmb podem responder as enquentes do site e da comunidade da fic e fazer perguntas sobre ela ou qualquer outra coisa no Formspring. Todos os links estão disponíveis nos primeiros topicos aqui.  Agradeço imensamente.

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por James R em 11/11/2021
Nota: 0

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:: Página [1] ::

Enviado por Xandevf em 28/10/2011

ADOREI O CAP, AMEI A MÚSICA FINAL E MELHOR  UM DRACO DO LADO DE CÁ DO MURO SEM PERDER A HIRONIA.

ABCS

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 04/07/2011

Cada capitulo a fic se tornar mais interessante está muiito bom Hermione não resiste a Ron perfeiiito!

Draquinho arrasando na musica!!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Giselle Pontas em 27/04/2011

Ok, esse sim é o Draco que conheço REBELDE!!!

 

Mione é muito tosca, meu, Marcar dia e hora é demais, né?! IHASHIUSHUIASHAIUSHIU

Gina ta começando a cair pelo Harry *o*

Nota: 5

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:: Página [1] ::

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