Avisos: Nada disso me pertence! Se assim fosse, estaria mais rica que a rainha da Inglaterra e, certamente, bem longe do Brasil e desse calor infernal!
Apenas pego os melhores personagens criados no mundo inteiro para me divertir e divertir a quem quiser ler!
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“Merda, cadê o maldito papel?”. Hermione estava em seu quarto, procurando os papéis que informavam sobre o baile... Como ela os havia perdido?! Nem mesmo o feitiço convocatório havia funcionado...
TOC TOC TOC
“Ai, era só o que me faltava! Quem será que veio agora só para atrapalhar?”
- Quem é?
- É o Malfoy.
- Entra.
Assim que abriu aporta, Draco estancou! O quarto estava uma bagunça e a castanha olhava de forma irritada para uma massa de papéis em suas mãos.
Os longos cabelos encaracolados estavam soltos e não presos em um coque, como ela costumava usá-los. A capa preta que compunha o uniforme estava jogada de modo displicente sobre a cama, e a blusa do uniforme estava com os primeiros botões abertos... Uma visão encantadora, na opinião dele.
- Está tudo bem?
- Sim.
- Não parece.
- Você não tem nada a ver com isso!
- Calma! Toma, vim trazer os informativos sobre o baile.
Hermione parou e riu de forma irônica, balançando a cabeça de um lado para o outro. Então, ela não havia perdido os papéis...
- Desde quando esses papéis estão com você, Draco?
- Desde ontem, no jantar. Você me deu, para a ultima revisão...
- Ah, é verdade.
- Está tudo bem mesmo, Hermione?
- Sim...
Então, ela simplesmente pegou os papéis, a capa, os livros e saiu. Alguma coisa havia de errado, disso ele não tinha a menor dúvida. O que estaria acontecendo com ela, afinal?!
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Hermione entrou no grande salão literalmente correndo. Em suas mãos a capa, os livros, a bolsa e os papéis. Só então ela percebeu que não havia nem ao menos posto a gravata, que estava apenas em volta do pescoço.
“Grande! Agora vão achar que eu estou louca! E nem ao menos uma alma boa vem me ajudar...”
- Da as folhas.
- O que?
Suspirando de modo irritado, Draco simplesmente tirou das mãos da castanha o bolo de folhas e os livros.
- O que ta fazendo?
- Ajudando você. Agora trata de por essa capa e depois vá ao banheiro mais próximo arrumar essa gravata.
- Quem é você pra me dar ordens?
- Não são ordens, eu apenas quero te ajudar. Deixe que eu ponho esses informativos no salão de entrada. Agora vai.
- Ta bom...
- Granger!
- Oi?
- Vai comer alguma coisa antes. Da tempo, ainda temos dez minutos até o primeiro sinal. Ah, e aqui estão seus livros.
- Obrigada, Malfoy.
- Estou apenas cumprindo meu dever de monitor chefe, Granger.
Sem nada responder, ela simplesmente foi para sua mesa. Até que o Malfoy não era tão mau assim...
Da mesa dos professores, um Severo Snape analisava tudo com curiosidade...
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- Hei! O que foi aquela conversa com o Malfoy?
- Nada, Gina. Ele apenas me ajudou porque eu tava meio enrolada.
- Ahan. A troco de nada?
- Como?
- Nada... É que achei estranho o Malfoy bancar o bonzinho com você assim, do nada.
- Eu também. Mas ele não é tão mal assim...
- Não se engane, ele ainda é o Malfoy...
- Deixa ele pra lá. Mas vem cá, cadê os meninos?
- Harry está com Dumbledore. Aquelas reuniões intermináveis, das quais eu nunca posso saber nada.
- Ginny...
- Não, Hermione! Deixa! Eu entendo que vocês três sabem de coisas que ninguém mais pode saber...
- Mas eu queria te contar!
- Eu sei! Sei também que você queria contar o que exatamente acontece em relação ao seu casamento. Mas, mesmo cheios de segredos, eu amo vocês. E, podem contar comigo, sempre!
- Oh, Ginny! Também amo você, minha irmã de coração!
- Bom, quanto ao Rony... Ele está ali.
Rony estava do outro lado da mesa... Com Lilá. Beijando a Lilá, na verdade.
- Como assim?!
- Não me pergunte.
- Será que ele não sabe que as pessoas vêm aqui pra comer?!
- O que tem isso, Mione?
- Eu não quero comer vendo a língua dele!
- Então olhe para outro lado.
- Hunpf!
- Hei, onde vai?
- Me arrumar. Saí atrasada por causa daqueles malditos informativos, preciso arrumar essa gravata. Até mais.
- Até.
“Coitada da Hermione... Será que ela ainda gosta do meu irmão?”
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As aulas de história da Magia nunca haviam sido emocionantes, engraçadas ou, tampouco, agradáveis. Contudo, naquela terça feira os estudantes tiveram uma agradável surpresa!
Não era o professor Bins quem esperava por eles naquela manhã fria, mas sim o próprio Dumbledore.
Sobre a mesa, estavam dispostos Brasões e fotos antigas.
- Bom, hoje vamos falar sobre as primeiras famílias Bruxas!
- Professor, por que o senhor substituiu o professor Bins?
- Por nada, senhorita Brown. Eu apenas gosto de falar sobre isso... Genealogia sempre foi uma de minhas paixões.
Enquanto o professor falava, Hermione percebeu-se vidrada em uma foto em especial. Era de uma garotinha de uns cinco anos, que olhava de forma feliz. Ela tinha os cabelos cacheados e grossos, muito provavelmente, seriam castanhos. Hermione estava encantada, e sentiu uma forte emoção, mas não soube explicar o porquê...
- Olhando a foto da pequena Maria, Senhora Snape?
- Sim, professor.
- Vou falar sobre ela, assim que seus colegas se sentarem... Todos acomodados? Sim? Pois então, vamos começar. Vou começar por uma família muito conhecida na história trouxa. A família do senhor Nicolau II.
- O czar da Russia, que teve a família massacrada?
- Sim, senhora Snape. A foto que a senhora olhava há pouco é de sua filha, Maria Nikolaevna Romanova, a terceira filha dele com Alexandra Feodorovna. Ela nasceu em 26 de junho de 1899.
- E, por que estamos falando dessa garota, afinal?
- Porque, senhor Malfoy, essa garota foi uma grande bruxa da nossa antiguidade.
- Sério? Mas, nunca ouvimos falar de ninguém com esse sobrenome.
- Já vamos chegar nisso, jovem Malfoy.
- Bom, como a senhora Snape já adiantou, o senhor Nicolau II era czar da Russia e sua família foi brutalmente assassinada. Ele e Alexandra tinham cinco filhos: Tatiana, Olga, Maria, Alexis e Anastasia.
- Anastasia é aquela que ainda pode ter sobrevivido, não é? Seu corpo nunca foi encontrado!
- Ai é que está, senhora Snape. A pequena Anastasia, infelizmente, morreu no massacre.
- Mas então... O corpo que falta é o de Maria?
- Exatamente, ela se salvou!
- Como?
- Não se sabe, ao certo.
- Mas, por que massacraram a família desse Cssar.
- Czar, senhor Malfoy. Porque, nessa época, surgiram rumores de que havia uma professia, envolvendo a família Romanov.
- Nossa! Como é essa profecia?!
- Muitos dizem que é mentira, pois ela nunca foi vista por ninguém... Ou, pelo menos, ninguém nunca admitiu que a tenha conhecido. Em poucas palavras, diziam que um descendente direto de duas famílias poderosíssimas seria entregue à um bruxo negro, e então, o mal reinaria sobre a Terra.
- Que loucura!
- Então, a família foi massacrada?!
- Sim, mas como eu ia dizendo, Maria sobreviveu. Ela foi acolhida por uma família francesa, Aimée e Alphonse Champoudry, como uma sobrinha. Lá ela cresceu segura e se casou com Angus Laforet.
- Uau. E ninguém nunca desconfiou de nada?
- Não. Havia uma parte da sociedade bruxa que achava ridículo massacrar uma família inteira por causa de uma pseudo profecia, que nem sequer havia sido ouvida inteira. Outra parte, afirmava que sim, a profecia existia. Mas que era importante que se concretizasse...
- O quê?
- Sim, pois, o final era em aberto. Esse descendente poderia derrubar de vez o mal.
- Como?
- Apenas quem diz ter ouvido a profecia pode responder, Senhora Snape.
- E então?
- Então, Maria cresceu sob a proteção dessas famílias que acreditavam na importância dessa profecia se realizar. Casou-se e teve um filho, Henri que, mais tarde se casou com Marie e teve uma filha, Adele, que nasceu em 1940. Contudo, nessa época a profecia voltou a ser notícia e Adele foi reconhecia como neta de Maria Romanova. Ela então foi morta.
- Ela não teve filhos?
- Alguns dizem que ela teve uma menina. Mas, nunca ficamos sabendo de absolutamente nada.
- E nunca mais falaram dessa profecia?
- Não. Agora, vamos estudar os descendentes de Morgana?
- Há descendentes dela?
- Sim, dizem que...
Nessa hora, Hermione não prestava mais atenção em nada. Aquela história havia mexido com ela, mas... Por quê?
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- Pronta?
- Mais ou menos.
Hermione estava sentada em sua cama, olhando aparentemente para o nada.
- O que foi?
- Estou apenas pensando...
- Entendo...
Dizendo essas palavras, Severo sentou-se ao seu lado e também encarou a parede. Não sabia ao certo o que dizer, e também não podia arriscar falar a coisa errada...
- Eu estarei do seu lado todo o tempo, juro.
Hermione não precisava ouvir mais nada para enfim colocar a capa e abraçar o marido, para finalmente irem de encontro aos comensais.
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Era um vilarejo trouxa tranqüilo, composto por umas quinze pequenas casas, cercado por uma floresta não muito densa.
Era na festa floresta que Hermione, Severo, Malfoy e Brown se encontravam, esperando o melhor momento de atacar. Hermione estava com muito medo, mas se recusava a demostrar. O que teria que fazer, afinal? Teria coragem?
- Fica tranqüila. E relaxa. Eu já tomei minhas providencias.
Era Severo que sussurrava em seu ouvido direito... Que providencias?
Não teve tempo de perguntar, pois Lucius deu o sinal. Era hora de atacar.
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Em poucos minutos, o caos estava instaurado na pequena e aconchegante vila. Hermione permaneceu no meio das casas, paralisada de horror. Olhava fixamente uma criança ser torturada por Brown. A garotinha deveria ter uns quatro anos e chorava e gritava de dor.
- Hermione.
- Faz ele parar.
- Não podemos. Hermione...
Ela sabia que não podiam parar nada do que estava acontecendo ali. Na verdade, ela deveria começar a fazer a parte dela logo, uma vez que mais uns cinco comensais haviam se juntado a eles e ela sabia que estava sendo vigiada. Tudo dependia dela e de como ela se sairia.
Mas ela não teve coragem de começar a tempo. Naquele momento, dez membros da Ordem aparataram no local e os comensais mais do que depressa começaram a fugir.
Ainda em choque, Hermione não fez qualquer protesto quando Severo a abraçou e aparataram dali.
- Hermione, por favor, me responde!
Eles estavam numa clareira, perto da mansão Riddle, para onde deveriam ir depois do ataque. Mas Hermione ainda estava parada, com a varinha em posição de ataque. As lagrimas escorriam pelo seu rosto copiosamente.
Em sua mente, apenas a imagem do vilarejo. A garotinha torturada dominava seus pensamentos, e cada fibra do seu corpo tremia de ódio!
- Eu vou matá-los, Severo.
- Hermione, por Mérlin!
Com um gesto teimoso, Hermione limpou brutalmente o rosto e olhou para ele de forma fria.
- Eu vou matá-los, Severo. Um por um, escute-me. Agora, vamos entrar. Temos um papel pra cumprir e temos que bolar uma boa desculpa para o fiasco que eu fui.
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Dentro da Mansão, Tom sorria enquanto Belatriz lhe dava o relatório. A garota não havia conseguido. Melhor, impossível...
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Bom, vou direto aos coments, pois nada posso dizer desse capítulo:
Morgana: Bom, a história se encaminha para o final porque é curta mesmo, tem menos de doze capítulos no original... kkk
Mas eu espero que gostem dela, ainda assim!
p.s: Espero que tenha tido um maravilhoso Natal!
Bjps
Mya: Bom, a profecia está aqui! Deu pra juntas as peças?! kkk Vai ser um problemão!
Quanto ao Moody... Lembre-se de que ele é velho como a Hebe... kkk Ele tem quase a idade de Dumby!
Sim, Severus tem ciumes da Mione. kkkk
E quanto ao Malfoy... Eu só gosto dele mesmo... kkk
Bom pessoas, to na correria então por hoje é só!
Bom 2011 pra vocês com muita luz e amor! Espero que continuem acompanhando essa pequena saga no ano vindouro... kkk
Beijinhos!