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48. Capitulo 48


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Malfoy pousou a mão no braço dela, contendo-a, como se estivesse lendo os seus pensamentos.


 


- Ela o quer, e eu sem dúvida não o quero! - arquejou Hermione.


- Não se trata do desejo de nenhuma de vocês - respondeu bruscamente. - É assim que vai ser.


 


Deve ter dito a mesma coisa para Pansy em espanhol, porque as suas palavras seguintes deram origem a nova explosão tempestuosa. Malfoy pareceu nem ser tocado pela raiva doída de Pansy. Suas feições duras eram uma máscara de indiferença. Hermione refletiu mais uma vez como ele era um bruto sem coração e sem princípios.


 


Uma terceira voz em espanhol, chamando da sala da casa de adobe, interrompeu Pansy. O coração de Hermione parou de bater quando Potter surgiu à porta. Ele parou de chofre, a expressão levemente divertida do seu rosto sumindo como por encanto ao ver Hermione deitada na cama estreita.


 


 A cor fugiu do rosto dele, depois voltou para deixá-lo escarlate. Nada havia no verde dos olhos dele que revelasse o que estava pensando, mas Hermione, sentiu-se uma barata e desejou poder correr e ir esconder-se em algum canto escuro. A sensação ficou mais intensa ao se lembrar do modo como correspondera às intimidades com Malfoy.


 


Pansy se virou, falando rapidamente em espanhol com Potter, obviamente tentando conseguir-lhe o apoio. O moreno sacudiu a cabeça, numa recusa firme, e começou a se retirar, não querendo se envolver no triângulo.


 


- Não há necessidade de você sair, Potter - declarou Malfoy. - Pansy já vai.


 


Quando traduziu estas palavras para Pansy, a Mulher lançou-lhe um olhar frio e orgulhoso e respondeu-lhe numa voz baixa, selvagemente controlada.


 


Malfoy não respondeu, a fisionomia inexpressiva. Pansy virou-se rigidamente, e saiu. Os olhos verde de Potter tinham um ar aturdido como se dissessem "Eu já previa que isso ia acontecer". Sem se alterar, Malfoy afastou a coberta para o lado e sentou-se, jogando as pernas para fora da cama. Somente porque estava segurando firme a coberta foi que Hermione também não ficou com o corpo à mostra. Desviou os olhos da nudez dele, enquanto ele vestia as calças largadas no chão. Uma onda nova de embaraço e vergonha tingiu-lhe as faces de vermelho.


 


Acidentalmente, seu olhar encontrou-se com o de Potter.


 


- Pedi-lhe que não me deixasse ontem à noite - falou Hermione, acusadoramente. apoiou-se num dos cotovelos, a cabeça soberanamente desafiadora. - Suponho que não lhe importe que ele tenha me estuprado depois que você saiu. Afinal de contas, ele é o seu patrão, o seu deus.


 


A grosseria com que falava escondia a sua vergonha.


 


Potter olhou para ela, calado. O cobertor estava bem ajustado ao seu peito, revelando os braços e ombros nus. O cabelo castanho cascateava como sobre um dos ombros. Os olhos de felino brilhavam com a umidade do orgulho.


 


Malfoy abotoou a calça e olhou por cima do ombro, o olhar dominador exigindo a atenção de Hermione, que estremeceu ante o frio escárnio nos olhos dele.


 


- Não o culpe pelo que você provocou - disse-lhe suavemente. - Não foi estupro. - Hermione a inspirou vivamente, palavras iradas de protesto subindo-lhe aos lábios, mas não teve chance de dizê-las. - Não negue que você estava como uma gata no cio, ontem


.


O olhar dela se dirigiu para o sangue coagulado nos ombros dele, e para as longas linhas vermelhas onde o arranhara.


 


- É assim que você vai explicar as marcas nos ombros?


 


Mas Malfoy simplesmente a ignorou, como se as marcas fossem tão triviais que nem merecessem explicações.


 


- Devia limpar esses arranhões - observou Potter.


 


Calmamente, Malfoy derramou água da jarra na bacia sobre a cômoda e umedeceu um pedaço de pano.


 


- Foi Hermione que os fez. Ela que os limpe para mim.


- Eu, uma ova! - exclamou ela, com raiva. - Espero que pegue uma infecção e morra!


- Está vendo como ela é sanguinária? - disse Malfoy para Potter, com reprovação irônica. Caminhou até a cama, um brilho rude nos olhos. - Mas você vai limpar os arranhões, minha leoa.


- Não vou - declarou ela. - Se quiser que sejam limpos, vai ter que mandar Potter ou outra pessoa fazê-lo, porque eu não vou.


- Vai, sim - disse ele, e, debruçando-se sobre ela, agarrou-a com força pelo pulso.


 


O cobertor escorregou para um nível perigosamente baixo. Com uma das mãos segura por ele e apoiada no outro braço, Hermione se deu conta de que estava numa posição indefesa. Havia um brilho malicioso e vivo nos olhos cinzas que a fitavam.


 


Hrmione sabia que, se continuasse a desobedecer-lhe, ele não iria pensar duas vezes antes de retirá-la de sob a proteção do cobertor, revelando a sua nudez para Potter.


 


- Está bem - concordou Hermione, de mau humor. - Mas não posso fazer nada enquanto você segurar o meu braço deste jeito. Tem que soltá-lo, a não ser que pretenda quebrá-lo.


 


Ele riu baixinho, com uma satisfação arrogante, e soltou-lhe o braço. Enrolando bem o cobertor à sua volta, Hermione deslizou devagarzinho para o lado da cama onde ele estava. Quando ele lhe ofereceu o pano molhado, ela o arrancou das suas mãos. Ele retorceu a boca ante esse gesto e virou-se para se sentar na beira da cama, oferecendo-lhe os ombros para que ela cuidasse deles.


 


De joelhos, com a coberta mantida sobre os seios, Hermione fitou a espessura dos cabelos cor loiros e a pele clara que cobria os ombros e as costas musculosos. Se tivesse uma faca nas mãos, ao invés de um pedaço de pano, tê-la-ia enfiado na espinha dele.


 


- Os arranhões, señora.


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Hey pessoal, cade os comentários? Poxa, é tão desanimador entrar e não encontrar muitos comentários. =) Agradeço a quem comentou e aviso que os reviews foram respondidos. ^^


Não irei demorar para postar o proximo capitulo, provavelmente 4 feira que vem ja tenha alguma coisa. Espero que tenham MUITOS comentários quando eu entrar, para eu ficar muitoooo feliz. oaskoaksokasok


Beijos
Angel_S

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