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5. Lembranças


Fic: Um amor além da vida - NC18 - Atualizada 03-11


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hogwarts era sem dúvida uma visão de tirar o fôlego. A primeira vez que a vi, quando ainda estava sentado na flotilha de barcos que levava os alunos do primeiro ano para o castelo, eu me senti eufórico e segurei o ar nos pulmões saudosamente. Era realmente esplêndido. Me senti feliz e realizado. Era hora de ser finalmente um bruxo.


Nunca mais me esquecerei da primeira noite em que estive em Hogwarts. O salão principal, os fantasmas, o chapéu seletor e sua magnífica canção. Ser escolhido para Grifinória! Não sem antes ter pedido veementemente por isso.


                                                                            Flashback


Estava na fila junto aos primeiranistas, atrás de Rony, tão nervoso quanto todos os outros esperando a seleção. Minerva Mcgonagal, a diretora da Grifinória e diretora substituta de Hogwarts, lia em um pergaminho o nome do aluno, que devia ir se sentar em um banquinho na frente da escola inteira, colocar o chapéu seletor e esperar que o chapéu dissesse a qual das casas de Hogwarts este aluno pertencia.


Eu não estava nervoso por ter que ficar na frente da escola inteira. Estava nervoso com o medo de não ir para a Grifinória. Não conseguia nem imaginar o que aconteceria se eu acabasse na Sonserina e tivesse que suportar o Sirius. Acho que preferia morrer.


Quando Minerva chamou meu nome “Potter, Harry.” Eu me adiantei, demonstrando mais confiança do que na verdade eu sentia. Peguei o chapéu e me sentei.


- Hum... Harry Potter. Ora, ora... Vejamos. Eu vejo muita coisa aqui. Você é bastante incomum Harry Potter. Eu vejo coragem, sim. E um talento extraordinário também. E uma mente nada má. Uma alma que guarda segredos, sim... Mais segredos do que você possa sequer cogitar. Ora, e uma vontade de se provar! Que interessante! Onde vou colocá-lo, Harry Potter?


Fiquei ouvindo aquele chapéu velho resmungar, mas a convicção em minha mente só se fortalecia a cada palavra do chapéu. Sem dar muita importância ao que aquele monte de panos velhos dizia, eu pensei com veemência: “Grifinória!”


Aquele chapéu velho teve a audácia de rir.


- Grifinória, hein? Ora, você poderia ser grande na Sonserina garoto. Está tudo aí. Mas é engraçado, como daria perfeitamente nas duas casas. É como se pertencesse as duas.


Comecei a pensar com ainda mais vontade que “Eu não quero ir pra Sonserina!”


O chapéu velho riu novamente.


- Ora, exatamente por isso deveria ir pra lá. Mas já que você faz tanta questão...


GRIFINÓRIA!


Ele gritou para todo o salão a última parte. A mesa de minha casa parecia ter se assustado, mas um segundo depois, todo a mesa se levantava para me dar as boas vindas, com gritos assovios e palmas.


Foi a maior ovação da noite.


Logo foi a vez de Rony ser selecionado “Mais um Weasley? Já sei o que fazer com você. GRIFINÓRIA!” o pano velho falou em auto e bom som para todo o salão que explodiu numa risada descontraída e a mesa da Grifinória aplaudiu Rony com entusiasmo, recebendo mais este Weasley de braços abertos.


- Legal cara! Estamos na mesma casa! Eu disse.


- É! E agora que todo o nervosismo passou, estou faminto!


Várias pessoas estavam olhando para nós dois enquanto conversávamos.


A garota de cabelos volumosos e dentes salientes, chamada Hermione também tinha sido colocada na Grifinória apesar de também ter ficado um tempo sentada com o chapéu na cabeça.


Neville, o menino que perdera o sapo, também fora selecionado para a casa do leão dourado.


Depois de todos os primeiranistas terem sido selecionados, Dumbledore se levantou na mesa dos professores, fazendo com que todo o salão principal mergulhasse em silencio imediato.


- Não vou incomodar vocês com a falação de um velho asmático antes do jantar. Então, que se sirva o banquete.


Ele fez um gesto com ambas as mãos, como se estivesse englobando todo o salão com seus braços.


E, de repente, várias travessas, com comida dos mais variados tipos surgiram magicamente em todas as quatro mesas do salão. Isso sim era um verdadeiro banquete.


                                                              Fim do Flashback


 


 


Ainda me lembro como uma semana em Hogwarts tinha feito maravilhas pelo meu espírito. Eu me sentia mais livre do que jamais me senti na vida. Eu e Rony já éramos bons amigos e inseparáveis. Nos atrasávamos juntos para as aulas, por simples mal conhecimento do castelo e sempre comparecíamos juntos as refeições. Naquela época, apesar de Hermione estar freqüentemente por perto, nós ainda não éramos um trio. E me lembro muito bem quando tudo isso mudou.


                                                                     Flashback


Rony dizia que era insuportável todo mundo olhando e apontando para o lado em que ele estava. Eu sorri amarguradamente.


Hermione Granger não só provou que era uma irritante sabe-tudo, como era também muito mandona. E de alguma maneira se afeiçoara a mim e a Rony, estando sempre por perto de nós. Coisa que deixava Rony muito zangado.


E na altura da aula de feitiços do dia das bruxas, ele já estava com os nervos a flor da pele. Não agüentava mais os constantes comentários de Hermione relacionados as distrações durante a aula, brincadeiras infantis ou roupas amassadas. Ela simplesmente corrigia tudo.


A aula de feitiços era relativamente fácil. Tudo que eu tinha que fazer era o feitiço de levitação. E modéstia a parte, qualquer aula de Hogwarts que envolvesse utilizar uma varinha, eu era imbatível. Eu apenas precisava dizer o feitiço e tudo acontecia. Era simplesmente parte de mim.


Acontece que não era bem assim para o Rony. Ele era tão distraído quanto eu, mas não tinha meu talento com encantamentos. E era um prato cheio para Hermione.


Flitwick era um professor miudinho, que precisa subir em cima de uma pilha de livros para ser visto pela turma por detrás da mesa de professor. O feitiço em questão era Vingardium Leviosa que eu prontamente executei, ganhando 10 pontos para Grifinória, para decepção de Hermione.


Ela me superava nos livros, é claro. Eu não era uma pessoa disciplinada. Já Hermione era livros e inteligência, enquanto eu era puro talento e sorte. Mas eu me divertia com a frustração dela que infelizmente era redirecionada ao Rony.


Ele estava sentado ao meu lado, sacudindo a varinha ferozmente enquanto pronunciava o feitiço absolutamente errado. Hermione revirava tanto os olhos que eu achei que ela acabaria tendo algum tipo de convulsão.


- Rony, pronuncie o feitiço corretamente. O “gar” deve ser bem pronunciado. E o movimento do punho deve ser girar e sacudir. E não sacudir como se a varinha fosse uma espada. Francamente! Ela começou a corrigi-lo.


- Faz você então, que é tão sabichona! Ele desafiou.


Eu sabia que aquilo não ia prestar.


Hermione pigarreou, dobrou as mangas das vestes e disse “Vingardium Leviosa!” em alto e bom som.


A pena em que estávamos treinando saiu ganhando altura pelos ares.


A cara de Hermione não poderia ser mais arrogante. Nem a de Rony poderia ser mais azeda. O professor Flitwick exclamou um “Muito bem”. Mas tenho certeza que não tinha nada haver com os pensamentos que o Rony provavelmente estava tendo para assassinar Hermione.


No final da aula, todos os alunos, menos Hermione e eu tiveram como dever de casa praticar o feitiço de levitação. Foi o professor dispensar a turma, para que a discussão começasse.


- Sinceramente Rony. Você poderia se aplicar mais nas aulas. Francamente, um feitiço tão fácil quanto este e você nem conseguiu fazê-lo. Precisa estudar mais.


- A cala a boca Hermione. Não é problema seu se eu tenha dever de casa ou não.


Ele estava furioso. Tentei interferir.


- Rony, assim você não...


- Ah, cala a boca você também Harry. Eu não to afim de agüentar alguém mais além dessa metida a sabichona me dizendo o que fazer!


- Ronald, você não tem o direito... Hermione recomeçou com um tom de voz um pouco agudo demais, mas Rony não a deixou continuar.


- Quer saber, eu estou cansado de você me dizendo o que fazer, quando fazer e como fazer. Você é metida, mandona e irritantemente sabe-tudo e é insuportável ficar do seu lado. Francamente, você é um pesadelo.


Hermione levou ambas as mãos a boca e vi que seus olhos marejaram. Ela saiu correndo antes que eu pudesse fazer alguma coisa.


Olhei feio para Rony.


- Rony, você é o maior trasgo que eu conheço. Mesmo que estivesse com raiva e de saco cheio você sabe que ela não estava falando nenhuma mentira.


Ele parecia ter comido alguma coisa podre, tamanha a careta que estava fazendo.


- Eu vou atrás dela.


Sai, deixando aquele cabeça dura com uma cara super esquisita pra trás.


 


 


Já era hora do jantar e eu ainda não tinha encontrado Hermione. Eu não tinha ido ao restante das aulas da tarde e a estava procurando por todo o castelo.


Quando entrei no salão principal, ele estava completamente decorado para o dia das bruxas. Tudo estava nas cores preto, laranja e dourado. Era deslumbrante. As habituais velas que flutuavam por sobre as mesas das casas deram lugar a enormes aboboras com olhos e bocas de lanterna.


Rony estava sentado na mesa da Grifinória perto de seus irmãos, os gêmeos. Ele não parecia muito animo o que era notadamente estranho partindo de Rony que normalmente exultava com a possibilidade de um enorme e suculento banquete.


Mas eu senti uma certa felicidade pela cara desanimada que ele fazia. Eu sabia que era por causa da briga ridícula que ele tinha tido com Hermione. Eu tinha passado a tarde a procura dela e afinal, Rony tinha sido muito mais do que grosseiro com ela. Era ótimo que ele estivesse se sentido pelo menos um pouco culpado.


Me sentei ao seu lado e o olhei. Rony fez uma careta.


- Não consegui encontrá-la. Procurei por toda a parte de Hogwarts que eu conheço. Hermione parece ter aparatado pra fora de Hogwarts. Como se isso fosse possível.


- Droga. Garotas são muito complicadas. Quero distância de todas elas.


Eu ri.


- Você diz isso agora cabeçudo - Lhe dei um tapa na cabeça. - De qualquer forma Hermione pode ser complicada o quanto quiser, mas você é o maior trasgo que eu conheço.


- Cala a boca Harry!


Eu sorri para ele. Rony podia ser um cabeça dura idiota, mas sempre seria meu melhor amigo.


- Sabe Rony é mais fácil não errar, do que ter que concertar um erro. Depois do jantar nos vamos procurá-la mais um pouco.


- Por mim tudo bem. Afinal temos que fazer aquela redação sobre feitiços que o Flitwick pediu e nunca vou conseguir terminar sem a Hermione.


- Esta certo. Mas você deve desculpas a ela.


Ele apenas resmungou como resposta, mas parecia um pouco mais animado com a possibilidade de um grande banquete pela frente.


É claro que a comida de Hogwarts estava magnífica como sempre, mas antes que pudéssemos começar a comer o professore de Defesa contra as Antes das Trevas, chamado Professor Quirrell entrou correndo no salão.


O Prof. Quirrell era conhecido por ter medo de tudo. Dos alunos, da matéria que ensinava e até mesmo dos fantasmas do castelo de Hogwarts. Ele também era gago, o que transformavam suas aulas em uma piada.


Certo, o professor era naturalmente medroso todo mundo sabia. Mas quando ele entrou no salão naquele dia das bruxas foi a primeira vez que vi legitimidade naquela cara de medo. E pensei imediatamente em Hermione.


O professor correu até a mesa dos professores, onde Dumbledore estava sentado e gaguejou:


- Trasgo! Nas masmorras! Achei que devia saber.


E imediatamente desmaiou.


O alvoroço foi instantâneo. Todo o salão entrou em polvorosa. O pânico desencadeou correria e todos os alunos gritavam.


Fiquei sentado do meu lugar assistindo. Olhei para Dumbledore no momento em que ele gritava “silêncio!” e todo o salão principal se calou.


- Monitores, leve os alunos de suas casas para seus dormitórios imediatamente. Professores venham comigo. Sem pânico.


Todos os alunos se reorganizaram para seguir para seus salões comunais. O silêncio era absoluto, mas o ar estava solidificado pelo medo. Seguindo Percy mais afastados, eu e Rony éramos os últimos da fila. Puxei uma garota primeiranista da Grifinória que era do dormitório de Hermione e perguntei:


- Lilá, você viu Hermione esta tarde?


- Sim, ela passou o dia chorando no banheiro do terceiro andar e pediu para ninguém incomodá-la.


- Obrigada.


- Rony, Hermione não sabe sobre o trasgo. Precisamos ir procurá-la.


Rony revirou os olhos.


- Tudo bem, mas não deixe o Percy nos ver, ou estaremos fritos.


Harry e Rony correram desembalados para o corredor do terceiro andar, como se suas próprias vidas dependessem disso. Harry tinha um mau pressentimento que estava apertando seu coração.


Do nada, Harry estacou e puxou Rony.


- Você está sentindo um cheiro?


Enquanto Rony fungava, Harry viu no fim do corredor o enorme trasgo de quase quatro metros, arrastando seu corpanzil e um enorme bastão de madeira. Harry cutucou Rony para que este visse o enorme trasgo. Ouviu o amigo engolindo em seco.


- Rony, não é ali o banheiro feminino do terceiro andar? Harry perguntou já sabendo a resposta.


Rony apenas concordou com um aceno de cabeça.


O enorme monstro parou próximo a porta do banheiro e espiou lá dentro. E começou a entrar devagar. Correram desabalados para onde o trasgo estava. Foi quando ouviram um grito alto e enregelante que quase fez seus corações pararem.


- Hermione! Disseram os dois juntos.


Quando Harry escancarou a porta, Hermione estava encolhida contra a parede oposta parecendo prestes a desmaiar e o trasgo avançava para ela, derrubando tudo o que estava em seu caminho.


- Harry, você... Rony começou, mas Harry não estava ao seu lado.


O amigo estava ao lado de Hermione tentando fazer a amiga reagir. Harry gritou “Distrai ele!”. E Rony começou a jogar pedaços de pia e canos que estavam por toda parte.


- Ei, cabeça de ervilha! Rony berrou.


O trasgo nem parecia sentir as coisas que Rony tacava nele. Mas podia ouvir os berros e voltou sua atenção para Rony.


- Vamos Hermione, se levanta! Corre! Corre! Harry gritava para Hermione tentando puxá-la na direção da porta, mas a garota nem se mexia, o rosto deformado pelo terror que sentia.


Harry perdeu a paciência.


A sutil mudança no ar foi sentida pelo trasgo. Harry puxou Hermione com todas as forças e a carregou. Olhando em volta viu que o trasgo estava se preparando para golpear Rony, que corria por toda parte tentando distraí-lo.


- Rony, cai fora daqui! Harry berrou, com Hermione ainda nos braços.


O trasgo começou a se virar novamente na direção de Harry e Hermione.


- Mas... O ruivo começou.


- Cai fora daqui, droga! Harry berrou com mais vontade. – Anda!


Quando Rony correu, o trasgo já tinha os olhinhos malvados totalmente voltados para Harry. O garoto só teve tempo de pensar que o que estava prestes a fazer podia piorar tudo ainda mais. Mas fechou os olhos, girou no mesmo lugar e desaparatou para o corredor.


Rony apenas olhava boquiaberto. Harry demorou um segundo para ver se ele e Hermione estavam inteiros e voltou correndo para o banheiro do trasgo.


Mais confiante, Harry encarou o trasgo e levantou a varinha.


- Agora, somos eu e você. O moreno gritou.


O trasgo estava olhando lerdamente ao redor, buscando suas muitas vitimas que de repente haviam sumido todas, quando ouviu Harry. Virou-se furioso, já levantando o bastão para esmagá-lo.


Harry berrou “- Confringo!”. O feitiço foi tão forte, que fez o próprio Harry cambalear. Mirou a cabeça do trasgo mas além de acertá-lo o feitiço ricocheteou por todos os lados do banheiro causando uma enorme explosão e destruindo tudo.


Harry correu para fora, onde encontrou Hermione de pé ao lado de Rony. Os dois o olhavam assustados.


- Você... Hermione começou.


- Não! Depois eu explico tudo. Mas temos que sair daqui antes que alguém chegue. Acho que houve barulho suficiente para ser ouvido por toda Hogwarts. Vamos embora daqui!!!


- Receio que seja tarde demais, Sr. Potter.


Harry estremeceu ao ouvir a voz dura da Prof. Minerva. Ela estava ladeada por Filch e o Prof. Quirrell. Este deu uma olhadinha no trasgo, soltou um gemidinho e sentou-se no que sobrou de um vaso sanitário, enquanto Filch ia examinar o trasgo.


- Mas o que foi que aconteceu aqui? No que é que vocês estavam pensando? Tiveram sorte de não terem sido mortos! Por que não estão nos dormitórios?


Nesse momento, Filch levantou-se de cima do enorme trasgo.


- Eles o mataram.


A professora olhava de Rony para Harry, esperando explicações. Nenhum deles tinha coragem sequer para inventar uma história qualquer.


Então, ouviu-se uma vozinha que veio das sombras.


- Por favor Prof. Minerva, eles vieram me procurar.


- Senhorita Granger!


- Sai procurando o trasgo por que achei que podia enfrentá-lo sozinha. Sabe, já li tudo sobre trasgos.


Rony olhava aparvalhado para Hermione. Harry desejou que ele fechasse a boca.


- Se eles não tivessem me encontrado, eu estaria morta agora. Rony distraiu o trasgo para que Harry me tirasse de lá. Depois Harry voltou e o derrubou. Não tiveram tempo de chamar ninguém. O trasgo ia acabar comigo quando eles chegaram.


Os garotos tentaram fingir que a história não era novidade para eles.


-Bem... Nesse caso... – disse a professora Minerva encarando os três -, Senhorita Granger, Grifinória vai perder cinco pontos por isso. Estou muito desapontada. Se não estiver machucada é melhor ir para a torre da Grifinória. Os alunos estão terminando de comemorar o dia das bruxas em suas casas.


Hermione se retirou.


A Prof. Minerva virou-se para Harry e Rony.


- Bem, eu continuo achando que vocês tiveram sorte, mas não há muitos alunos do primeiro ano que podem enfrentar um trasgo montanhês adulto e saírem ilesos para contar a história. Cada um de vocês ganha cinco pontos para Grifinória. O Prof. Dumbledore será informado. Podem ir.


Eles saíram depressa do banheiro e não falaram mais nada até subirem dois andares. Foi um alivio se afastar de tudo aquilo.


- Cara, que foi tudo aquilo que você fez? Perguntou Rony.


- Falamos sobre isso depois.


Rony olhou Harry longamente.


- Foi legal Hermione ter nos tirado do aperto – admitiu Rony – Mas não se esqueça, salvamos a vida dela.


- Talvez não precisasse ser salva, se você não tivesse sido tão idiota com ela.


Tinham chegado ao retrato da mulher gorda.


-Focinho de porco – disseram e entraram.


A sala comunal estava cheia e barulhenta. Todo mundo estava comendo o jantar que fora mandado para lá. Hermione, porém, estava parada sozinha do lado da porta, esperando por eles. Houve um silêncio constrangido. Depois, sem se olharem, todos disseram “Obrigado” e correram para apanhar os pratos.


Mas daquele momento em diante, Hermione Granger tornou-se amiga dos dois. Há coisas que não se pode fazer junto sem acabar gostando um do outro, e derrubar um trasgo montanhês de quatro metros de altura é uma dessas coisas.


                                                                   Fim do Flashback


 


Tanta coisa aconteceu dali em diante. Minha vida ficou mais confusa, eu mesmo fiquei mais inquieto, Gina veio para Hogwarts, me encontrei mais algumas vezes com Voldemort e sai vivo pra contar a história... E me sinto mais poderoso do que nunca.


Meu pai diz que a vida de um Potter nunca pode ser fácil, por que é assim que achamos graça na vida. Só posso concordar.


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*Chegando de mansinho...*


Hum, olá!


custo a aparecer de novo, e quando apareço é com isso? capitulo menor que o normal e com nada demais acontecendo?


A justificativa é que eu precisava mostrar para vocês como algumas coisas aconteceram de forma diferente do livro. E mais alguns Flashbacks virão, se acostumem;


E desculpem meu atraso, a vida não tem me perdoado, mas eu não vou abondonar a fic. Nunca. Não mesmo. Enquanto ela estiver aqui no F&B pra vocês lerem os capitulos antigos... Vocês não tem mesmo com o que se preocupar.


E obrigada pelo carinho de vocês. Cada recado serve como propulsor para continuar o mais rápido possivel para que eu possa agradar todos vocês.


E, nos próximos capitulos, o trio maravilha já vai estar em Hogwarts a alguns anos. As coisas começam a esquentar pra valer.


\(ºV°)/


Bejuh

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