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16. O fim das traições


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 16
O fim das traições
 
 
Encontrou-a no lugar marcado. Os fios pretos esvoaçavam com o vento frio que batia no alto da colina.
- Não entendo por que está fazendo isso – falou quando ouviu passos se aproximando.
 
- Porque sei o que pensam de mim... E, além disso, quero que os sangues puros dominem. Não devemos dividir nosso poder com não bruxos. Eles devem ser eliminados.
 
A morena riu.
 
- Sabe, não entendo como não foi parar na Sonserina.
 
- Ué... Snape é da Sonserina e é nosso aliado.
 
- Como? – a expressão vazia de Pansy de repente transformou-se.
 
A outra garota deu um sorrido de lado.
 
- Apenas um extra... Nunca gostei dele mesmo. Está aqui – e entregou um pacote embrulhado em um tecido negro.
 
Pansy não agradeceu. Apenas aparatou dali. Aquele livro e aquela informação seriam mais do que necessárias para que seus pais fossem libertados.
 
 
(trecho do capítulo 14 – sobre o livro encontrado)
“Há muito tempo a magia povoa o nosso mundo. Há muito tempo ela vem tentando ser apagada ou distorcida. Quando aqueles privados de tal conhecimento a viram pela primeira vez tentaram acabar com a magia e a bruxaria da maneira mais burra: pelo fogo. Não sabem como esse elemento nos mantém. São ignorantes. São realmente trouxas.
 
A criação de uma escola onde pudéssemos passar nossos conhecimentos foi uma ótima ideia. No entanto, poucos entendem o problema que são esses trouxas para nosso mundo. Nós somos mais poderosos, mas vivemos escondidos. Nós somos mais inteligentes, mas vivemos sob disfarces. Nós somos mais puros, mas vivemos num mundo imaginário. Eles nos tratam como mera imaginação infantil. Os bruxos são ignorados e as bruxas são distorcidas nas histórias infantis apenas para afastar as crianças de nossas crenças. Esses trouxas crescem acreditando que nós não existimos e quando entram em contato com nosso mundo, nos temem.
 
A revolução está por vir. A profecia diz que virá um mestiço. Um mestiço poderoso. Tão poderoso e puro que renegará seu sangue trouxa, seu sangue-sujo e podre. Sua tarefa será trazer de volta a honra que nós, bruxos, perdemos nos últimos séculos. A casa que criei abrigará esse bruxo. Ele será superior aos outros.
 
Essas palavras estão traçadas. E elas tornar-se-ão realidade. Eles conhecerá todos os segredos da Arte das Trevas, desvendará todos as entrelinhas da magia escondida, da magia proibida, da... magia além da vida.
 
(trecho novo)
 
Quando os quatro grandes bruxos juntaram-se para formar uma Escola, havia uma profecia guardada na mente de um deles. Na Escola ele seria educado, na Escola se tornaria um grande e bruxo. Lá residiria seu nascimento e sua morte. Salazar Sonserina tinha um propósito maior. Um propósito que não seria visto por ele. Um propósito que abalaria o mundo bruxo e faria com que eles deixassem de viver escondidos. Sim, em um futuro bem distante, um bruxo surgiria. Um bruxo forte, capaz de derrotar, matar, dominar todos aqueles que fosse inferiores. Seu coração não pararia ante qualquer feitiço. Sua alma sobreviveria às horcruxes e seu coração continuaria batendo, mesmo que fora de seu corpo. Apenas uma carcaça. A sombra do homem que ele foi um dia. Um livro infantil. Uma verdade construída.
 
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Voldemort tinha aquelas palavras cravadas em sua mente. O que nunca pensou foi que esse livro ainda estivesse disponível na Biblioteca, ou melhor, que houvesse alguma outra cópia dele. No entanto, ele sabia que não havia nada melhor que uma garotinha desesperada e com o coração quebrado que poderia ajudá-lo mais.
 
Sua outra ajuda era mais discreta e esperta. Não deixaria se entregar tão fácil. Estava agindo de dentro da Ordem. Apesar de muita coisa ter sido omitida, mas a vermezinha estava protegida. Faltava apenas um encontro para que tudo fosse esclarecido. Diferentemente de Parkinson, ele não conseguiu sequestrar ou chantagear os pais daquela que seria sua grande carta na manga.
 
- Mestre – a garota entrou segurando um objeto em suas mãos.
 
- Parkinson, percebo que trouxe, finalmente o objeto que tanto esperava – Voldemort estendeu suas mãos finas e frias para ela – Vamos, entregue-me.
 
- Primeiro, solte meus pais. – com um movimento de sua varinha, uma parede lateral se abriu e a sonserina viu os pais presos a correntes invisíveis.
 
Voldemort riu e Pansy sentiu os pelos de seus braços arrepiarem-se.
 
- O livro. Agora. Achou mesmo que poderia estar superior a mim? Você? Você nem é realmente uma bruxa talentosa. Até a amiguinha sangue-ruim do Potter é melhor que você. Melhor bruxa e, segundo Draco Malfoy, melhor mulher. Não, garota tola, nem pense em levantar sua varinha para mim – ele sentou-se e Nagini enrolou-se aos seus pés. - Não tenha medo. Ela só ataca quando eu permitir.
 
Com passos trêmulos, Pansy Parkinson aproximou-se de Voldemort. Ele pegou o livro de suas mãos. Passou levemente a mão sobre a capa vermelha e sem título. Aquele livro deveria ser destruído. Falava sobre ele. Todas as pistas daquilo que há anos ele vinha construindo secretamente. Cometeu um erro em não retirar antes da Biblioteca de Hogwarts, mas havia alguma magia. No entanto, parece que com a morte de Dumbledore a proteção se fora. Será que ele, Tom Riddle, um mestiço, estaria predestinado a se tornar o grande e poderoso Lord Voldemort? Talvez sim. Talvez não. Mas, aquele livro foi a chave para se tornar quem se tornou. Tantas ideias, sugestões. E ele tinha tanto poder. Tanta ganância. Aquele livro não poderia se tornar receita para outro bruxo. Só poderia haver um Lord Voldemort. Ninguém poderia imitá-lo. Ninguém poderia destruí-lo.
 
Abriu o livro que o acompanhou durante anos. Então o sorriso sumiu de sua face. Conforme virava as páginas, as letras iam caindo no seu colo. Elas viravam pequenas formigas que fugiram pelo chão. Ele soltou um grito gutural.
 
- AVADA KEDRAVA!
 
- Ahhhhhhhhhhhhh
 
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Dino Thomas, Simas Finnigan, Luna Lovegood, Neville Longbotton, Cátia Bell, Lilá Brown, Lino Jordan, Angelina Johnson, Córmaco McLaggen, Lilá Brown, todos os Weasley, Harry Potter, Draco Malfoy, Remo Lupin, Ninfadora Tonks e muitos outros membros da Ordem estavam sentados para uma reunião de contra-ataque.
 
Draco estava segurando a cópia antiga e desgastada do livro “Os contos de Beddle, o Bardo”.
 
- Bom, a maioria aqui conhece essa história. Nem todos os pais liam o livro completo ou mudavam o final. Há tempos Hermione anda com esses contos para cima e para baixo, pensando na relação desse livro com aquele achado por Gina e Luna. Então, ela leu a história dos três irmãos e toda a história pareceu se encaixar.
 
- Então quer dizer que, de fato, esses objetos existem? – Lino perguntou.
 
Os gêmeos, Harry, Ron e Gina se entreolharam.
 
- O que vocês sabem? – Angelina indagou percebendo a  troca de olhares, mas antes que eles pudesse responder, ouviram um grito agudo.
 
Um dos integrantes gritava enquanto pela sua testa, pelos seus braços e o pelo resto do corpo a palavra TRAIDOR aparecia escrita.  Todos ficaram observando a garota que gritava histericamente, sem conseguir agir, exceto por Alastor Moody que rapidamente lançou um feitiço calando-a e envolvendo-a em grossas cordas.
 
- Que merda foi essa que acabou de acontecer? – Rony perguntou olhando chocado para a cena que acabara de ver.
 
- Isso, meu irmão, é a melhor maneira a La Hermione de se pegar um traidor.
 
- Traidora, nesse caso. Nunca fui com a cara dela mesmo – Carol falou fazendo pouco caso da loira que estava estendida no chão, ainda gritando, mas sem emitir um único som.
 
Minerva ajeitou os óculos e olhou para aluna.
- Oh senhorita Brown... o que andou aprontando hein?
 
- Será que alguém pode me explicar que porra está acontecendo!? – exclamou Draco.
 
Molly o repreendeu pelo palavrão e ele desculpou-se.
- Acontece, senhor Malfoy, que assim que aquele livro foi descoberto ficamos sem saber quem já teve acesso a ele. A senhorita Lovegood e a senhorita Weasley me trouxeram o livro. Mas, como saber se alguém já o tinha lido? Pelo que soube, muitos de vocês – e olhou para Harry – andam se esgueirando por corredores proibidos. Falei com um quadro de Dumbledore. Tiramos o livro imediatamente da Biblioteca e pensamos qual seria a melhor maneira de utilizá-lo a nosso favor. Novamente por enigmas, Alvo não perde essa maldita mania, sugeriu que o livro fosse rastreado e protegido. Lembrando-se do feitiço da senhorita Granger para a Armada Dumbledore, ele requisitou que Hermione fizesse um feitiço de delação. Fizemos uma cópia do livro, que foi enfeitiçado. Se o livro falso saísse da área delimitada, nos apontaria o traidor. E assim que Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado abrir o livro terá um sério problema com formigas para resolver. Apenas eu, Hermione e a senhorita Weasley sabíamos sobre isso.
 
- Bom, loirinha, está na hora de começar a falar – Lilá estava caída no chão e viu a figura torta de Moody se aproximando com sua perna de pau batendo sonoramente no chão – ela negou com a cabeça e tentou se safar como pôde, mas ele jogou veritasserum em sua boca. O feitiço do silêncio foi desfeito.
 
Assim, todos souberam que os pais dela serviam Voldemort desde a guerra passada e atualmente estavam fora do país, escondidos. Ela também contou que não entregou ninguém antes, pois queria aprender mais feitiços para proteger-se e ter alguma chance se o Lord voltasse contra ela. Lilá também disse que entregou o livro para Pansy Parkinson. E que entregou Snape. Sabia onde era o esconderijo. Ela pediu, por favor, que não perguntassem. Ela chorava. Sabiam que havia uma maldição, por isso Snape jamais falara. A sala caiu em silêncio. Apenas o choro convulsionado dela pedindo para que não perguntasse. Todos ficaram em dúvida, menos...
- Brown, onde é o esconderijo?
 
Os lábios dela tremeram. O próprio corpo lutava. Uma poção que a fazia falar todas as verdades. Uma maldição que não a deixava falar.
- Eles enfeitiçaram uma casa na área trouxa de Kilburn. – então, ela começou a gritar. Mais alto do que se poderia imaginar.
 
- Lupin! – suplicou Tonks.
 
Rapidamente o lobisomen pegou sua varinha e um jato verde atingiu o peito da garota.
- Brown passaria por um sofrimento indescritível. Ela nos traiu, mas não merecia o que ainda estava por vir. – ele disse ao ver olhares questionadores sobre si – Acho que está na hora de bolarmos um plano de ataque. E logo. Mundungo! Vá atrás de Snape! Ele precisa saber que seu disfarce foi descoberto! – reclamando, o bruxo partiu.
 
- Esperem! Há mais coisa sobre os contos! – Draco exclamou – Acho que é algo que Hermione estava estudando, há algumas notações dela em outro conto e vários pontos de exclamação. – a atenção de todos voltou novamente para o sonserino. É a história “O coração peludo do mago” – dizendo isso alguns se arrepiaram. Então, ele começou a contar a história (N.A.: conto retirado do livro Beedle, o Bardo)
 
Era uma vez um jovem mago rico, bonito e talentoso, que observou que seus amigos agiam como tolos quando se apaixonavam, se enfeitando, andando aos saltos e corridinhas, perdendo o apetite e a dignidade. O jovem mago resolveu jamais se deixar dominar por tal fraqueza, e recorreu às artes das trevas para garantir sua imunidade.
 
Sem saber seu segredo, a família do mago achava graça de vê-lo tão distante e frio.
“Tudo mudará”, vaticinavam eles, “quando uma donzela atrair seu interesse!”
 
O jovem mago, porém, permanecia impassível. Embora muita donzela se sentisse intrigada por seu ar altivo e recorresse às artes mais sutis para agradá-lo, nenhuma conseguia tocar seu coração. Ele se vangloriava de sua indiferença e da sagacidade que a produzira.
 
O frescor da juventude foi dissipando-se e os jovens da mesma idade e posição que o mago começaram a casar e a ter filhos.
 
“O coração deles deve ser apenas uma casca”, desdenhava ele mentalmente, observando o ridículo comportamento dos jovens pais ao seu redor, “ressacada pelas exigências desses pirralhos chorões!”
 
E mais uma vez ele se felicitou pela sabedoria da opção que fizeram no primeiro momento.
 
No devido tempo, os pais do mago, já idosos, faleceram. O filho não lamentou a morte deles; ao contrário, considerou-se abençoado por terem desaparecido. Agora ele reinava sozinho em seu castelo. Depois de transferir seu maior tesouro para a masmorra mais profunda, ele se entregou a uma vida desregrada e farta, na qual o seu conforto era o único objetivo dos inúmeros criados.
 
O mago estava convencido de que devia ser alvo da imensa inveja de todos que contemplavam sua solidão esplêndida e despreocupada. Feroz, portanto, foi sua raiva e desgosto, quando um dia ouviu dois dos lacaios discutindo a sua pessoa.
 
O primeiro criado manifestou pena do mago que, com tanto poder e riqueza, continuava sem alguém que o amasse.
 
Se colega, entretanto, desdenhou perguntando por que um homem com tanto ouro e dono de tão esplêndido castelo não fora capaz de atrair uma esposa.
 
Tal conversa desferiu um golpe no orgulho do mago que os ouvia.
 
Ele decidiu imediatamente escolher uma esposa, e uma que fosse superior a todas existentes. Possuiria uma beleza assombrosa e provocaria inveja e desejo em todos o homem que a contemplasse; descenderia de uma linhagem mágica para que seus filhos herdassem excepcionais dons de magia; e seria dona de uma fortuna no mínimo igual à dele, para garantir sua confortável existência, apesar do acréscimo de pessoas e despesas.
 
Encontrar tal mulher talvez levasse cinquenta anos, mas aconteceu que, no dia seguinte à sua decisão, chegou à vizinhança, em visita a parentes, uma donzela que correspondia todos os seus desejos.
 
Era uma bruxa de prodigioso talento e dona de grande riqueza. Sua beleza era tanta que mexia com o coração de todos os homens que a contemplavam, isto é, todos, exceto um. O coração do mago não sentiu absolutamente nada. Contudo, a moça era o prêmio que ele buscava, e, assim sendo, começou a cortejá-la.
 
Todos que notaram mudança no comportamento do mago ficaram surpresos e disseram à donzela que ela tivera êxito, onde uma centena de outras havia fracassado.
 
A jovem, por sua vez, sentiu ao mesmo tempo fascínio e repulsa pelas atenções do mago. Ela pressentiu a frieza que havia sob o calor de suas lisonjas, pois jamais conhecera um homem tão estranho e distante. Seus parentes, contudo, consideraram essa união extremamente desejável e, muito interessados em promovê-la, aceitaram o convite do mago para um grande banquete em homenagem à donzela.
 
A mesa, carregada com peças de ouro e prata, continha os mais finos vinhos e as comidas mais suntuosas. Menestréis dedilhavam alaúdes de cordas sedosas e cantavam um amor que seu senhor jamais sentiria. A donzela sentou-se em um trono ao lado do mago, que lhe falava suavemente, empregando palavras de carinho que roubara dos poetas, sem a mínima ideia do seu real significado.
 
A donzela ouvia, intrigada, e por fim respondeu:
- Você fala bonito, mago, e eu ficaria encatanda com suas atenções, se ao menos acreditasse que você tem coração!
 
O mago sorriu e lhe respondeu que, quanto a isso, ela não precisava temer. Pediu-lhe que o acompanhasse e, conduzindo-a para fora do salão, desceu à masmorra trancada à chave onde guardava o seu maior tesouro.
 
Ali, em uma caixa de cristal encantada, encontrava-se o coração pulsante do mago.
 
Há muito tempo desligado dos olhos, ouvidos e dedos, o coração jamais deixara de cativar pela beleza, ou por uma voz musical, ou pelo tato de uma pele sedosa. A donzela ficou aterrorizada ao vê-lo, pois o coração encolhera e se cobrira de longos pelos negros.
 
- Ah, o que você fez! – lamentou ela – Reponha o coração no lugar que o pertence, eu lhe imploro!
 
Ao perceber que isso era necessário para agradá-la, o mago apanhou a varinha, destrancou a caixa de cristal, abriu o próprio peito e repôs o coração peludo na cavidade vazia que outrora ocupara.
 
- Agora você está curado e conhecerá o verdadeiro amor! – exclamou a donzela e abraçou-o.
O toque dos macios braços alvos da donzela, o som de sua respiração no ouvido dele, o aroma dos seus cabelos dourados; tudo isso penetrou como uma lança o seu coração recém-despertado. Mas o órgão se corrompera durante o longo exílio, cego e selvagem na escuridão a que fora condenado, seus paetites tinham se tornado vorazes e perversos.
 
Os convidados ao banquete notaram a ausência do anfitrião e da donzela. A princípio despreocupados, começaram, porém, a se sentir ansiosos à medida que as horas passavam e, por fim, decidiram revistar o castelo.
 
Acabaram encontrando a masmorra, onde uma cena aterrorizante os aguardava.
 
A donzela jazia morta no chão, de peito aberto, e ao sei lado ajoelhava-se o mago enlouquecido, segurando em uma das mãos ensanguentadas um grande e reluzente coração, que ele lambia e acariciava, jurando trocá-lo pelo seu.
 
Na outra mão, ele empunhava a varinha, tentando induzir o coração murcho e peludo a sair do próprio peito. O coração, porém, era mais forte do que ele e se recusou a renunciar ao controle dos seus sentidos ou a retornar à urna em que estivera trancado por tanto tempo.
 
Diante do olhar aterrorizado dos convidados, o mago atirou para um lado a varinha e agarrou uma adaga de prata. Jurando jamais ser dominado pelo próprio coração, arrancou-o do peito.
 
Por um momento, o mago permaneceu de joelhos, triunfante, segurando o coração em cada mão; em seguida caiu atravessado sobre o corpo da donzela e morreu.
 
- Por Merlin – suspirou Minerva.
 
- Será que ele fez isso? – Lupin perguntou ainda sem acreditar.
 
- Ele não seria tolo de se render aos pedidos de qualquer mulher, então temos que supor que há um coração por aí. – disse Draco.
 
- A sua maldita horcruxe...
 
- Harry, você precisa matá-lo! – exclamou Gina.
 
- Temos que descobrir onde ele escondeu o coração! – Padma falou.
 
- Ele nunca irá nos contar – Harry analisou a situação – com o corpo dele morto e com a queda dos comensais, será mais fácil achar e destruir a última horcrux.
 
Então, todos começaram a discutir o plano.
 
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Abriu o livro que o acompanhou durante anos. Então o sorriso sumiu de sua face. Conforme virava as páginas, as letras iam caindo no seu colo. Elas viravam pequenas formigas que fugiram pelo chão. Ele soltou um grito gutural.
 
- AVADA KEDRAVA!
 
- Ahhhhhhhhhhhhh
 
Pansy gritou ao ver o corpo do seu pai pender desacordado. As correntes impediram que ele fosse ao chão. Sua mãe tentava gritar desesperada, mas sua voz não saía.
- Que merda é essa sua garota inútil?
 
- Não sei! Foi aquela garota Brown que me entregou! Ela deve ter feito alguma coisa – foi interrompida por uma cruciatus.
 
- Garota burra! Ela está ao nosso lado há muito mais tempo do que imagina! Foi alguém daquela maldita ordem! ADOLF – ele gritou e tocou em sua varinha – Diga a Lucio que a sangue-ruim não será liberada. Depois, volte aqui. Imediatamente!  - Lorde Voldemort voltou-se para a sonserina que esta ajoelhada no chão.
 
- Sabe que isso foi o atesto da morte da sua mãe, não é? Além da sua, é claro.
 
- Espere! Eu tenho mais uma informação! Por favor, poupe a vida da minha mãe e a minha! Por favor!
 
- É algo importante?
 
- S-sim... Snape. Ele está ajudando a Ordem. – quando ela terminou de proferir essas palavras Adolf entrava novamente na Sala. Era impossível ler a expressão de Voldemort naquele momento. Ele olhou para Adolf e disse:
 
- Mate as duas – assentindo, o moreno acabou com a vida das duas e seguiu seu mestre, enquanto Nagini fazia o caminho contrário. Estaria bem servida aquela noite.
 
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- Vamos começar com a maldição, Lucio?
 
Ela queria perguntar, entender o que estava acontecendo, mas pela primeira vez percebeu que não conseguia se expressar e o medo a dominou como nunca tinha acontecido anteriormente.
 
Hermione tentou fazer magia sem varinha e tentou aparatar. Mas não conseguia. Lembrava-se de Voldemort falando sobre alguma maldição, depois, escuridão. Sentia seu corpo dolorido, mas não havia marcas aparentes. Estava com fome. Foi para um canto da sala e fez xixi. Sabia que não adiantaria pedir para ninguém. Sentia sede. Encostou-se contra a parede querendo dormir, querendo fazer a dor desaparecer. Mas não conseguia relaxar. Viu Voldemort entrando na sala, acompanhado de Adolf.
- Realmente uma maldita sangue sujo! Aqui está fedendo a mijo, Granger!
 
- Como se vocês fossem me deixar usar o banheiro. – Adolf aproximou-se dela e desferiu-lhe um tapa no rosto. Ela foi ao chão, tentando conter as lágrimas.
 
- Traga-a aqui, Mayer – o garoto segurou-a pelos cabelos e ela foi andando da melhor forma possível.
 
Antes que ele falasse algo, sentiu seu braço arder. Aquele era o sinal que alguém havia revelado o lugar do esconderijo.
- Deixe-a comigo, Mayer. Avise os outros que aqui não é mais seguro.
 
- Devemos partir? – Mayer perguntou.
 
- Não. Vamos lutar. Essa guerra acaba aqui. Hoje. Vou matar Potter, mas antes ele vai me ver matando cada amigo dele. Saia. – o garoto obedeceu. – Muito bem, sangue ruim, que feitiço foi lançado no livro? Quem leu?
 
Hermione sabia que não havia o que negar ou esconder. Por sorte, ele não tinha perguntado nada sobre os contos infantis. Essa era uma vantagem que eles tinham.
- Todos na Ordem já devem saber sobre ele. Ficou restrito a algumas pessoas. O feitiço foi feito por sugestão de Dumbledore, caso alguém o retirasse e tentasse te entregar. O livro verdadeiro está guardado em um lugar seguro. Ninguém mais saberá sobre ele.
 
Voldemort olhou-a com desprezo. Sim, quanto menos pessoas soubessem era melhor.
- O que fizeram comigo? – ela perguntou.
 
Com um feitiço, correntes saíram da varinha dele e envolveram-na pelo pescoço. Cordas mágicas prenderam seus punhos a frente do corpo.
- Venha, você será de grande importância nessa luta.
 
Ela foi até uma ampla sala. Viu Nagini enrolada ao longe. Ao lado dela o corpo desfalecido de Pansy Parkinson. Fumaças negras iam chegando e assumindo a forma de pessoas. Todas vestidas de negro e com máscaras protegendo seus rostos.
- Snape – Voldemort chamou e o professor de Poções apresentou-se.
 
- Nosso esconderijo foi descoberto. Parece que a pequena Brown foi pega em sua traição – aquilo surpreendeu tanto Hermione quanto Snape, mas o último não alterou um músculo em sua expressão. – tenho uma tarefa para você.
 
- Qualquer coisa, meu Lorde – todos estavam em círculo e Snape havia caminhado para o centro.
 
- Mate-a – e apontou para Hermione. Severus olhou com desprezo para a garota e voltou a encarar Voldemort.
 
- Mestre, desculpe discordar, por mais que eu queira acabar com essa sabe-tudo intragável – ele fez um leve cumprimento, abaixando a  cabeça – ela será de melhor serventia se estiver viva. Tanto Potter quanto Malfoy filho fariam qualquer coisa por ela.
 
- Verdade, meu caro Snape – ele andava encarando de forma dura seu seguidor – mas, podemos usar polissuco – com violência arrancou um punhado de cabelo dela que gemeu de dor – Bellatrix – ela aproximou-se – pode se infiltrar facilmente na Ordem, mesmo que por pouco tempo, será o suficiente para desarma-los. Mate-a.
 
Snape aproximou-se dela e tirou sua varinha das vestes. Hermione não conseguiu manter seus olhos nos negros do seu antigo professor. Sabia que sua vida acabaria ali. Ele precisava matá-la. Usando toda sua força encarou Snape esperando que ele pudesse ler sua mente. Se ela precisasse morrer para que seus amigos tivessem uma chance ela o faria. Diga para Draco que fiz isso por ele. Por todos, mas especialmente por ele. Diga que eu o amo.
 
- Ajoelhe-se, Granger – ela obedeceu. Voldemort retirou as correntes do pescoço dela – Snape aproximou-se mais e com a varinha sob o queixo dela, fez com que ela o encarasse. Depois, ele deu três passos para trás. Empunhou sua varinha.
 
- Apresse-se, Snape – exigiu o Lorde.
 
Snape apontou a varinha para o peito de Hermione. As palavras dela na sua cabeça. Sabia que era um risco o que faria, mas era necessário.
- Avada Kedrava – e o corpo de Hermione caiu no chão. Snape virou-se e puxou um bruxo que estava assistindo a tudo.
 
- Confirme para seu mestre que ela está morta.
 
- Ela está morta, mestre – disse o bruxo após se abaixar e inclinar-se sobre a garota.
 
Voldemort riu.
- Snape! Você sempre me surpreendendo. Achei não fosse capaz de fazer. Soube pela Parkinson que era traidor.
 
- Parkinson? E realmente confia em pessoas como Parkinson ou Brown, meu senhor?
 
Lucio olhava para Snape. Claro que todos ali sabiam que era um teste. O Lorde sempre os estava testando. Também ficou surpreendido pela maldição. Também não achou que Snape seria capaz. A maldição que fez anteriormente não teria uso algum. Pelo menos, uma sangue ruim a menos no mundo.
 
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Muitos foram chamados para a batalha. Os aurores sabiam que um bairro trouxa não era o melhor lugar para uma guerra bruxa. Só que cuidariam de obliviações depois. Sem dúvida, o ataque não seria surpresa. Sabiam que Voldemort teria como saber se alguém o delatasse. Do lado de fora, muito aguardavam ansiosos pelo momento do ataque. Muito foram chamados a voluntariar-se e cada vez mais bruxas e bruxos de todas as idades, chegavam. Um grupo ficou responsável por afastar o maior número de trouxas possível.
 
Do lado de dentro, esperavam pelo sinal do mestre que havia se retirado do Mayer. Quando voltou, estava sozinho.
 
Lorde Voldemort apontou sua varinha para o teto, que magicamente se abriu. Sibilou palavras e um raio vermelho atingiu o céu noturno. De repente, as estrelas e a lua foram cobertas por uma macha negra.
 
Dementadores.
 
Do lado de fora, a negritude que tomou conta do ar logo foi percebi. Alguém murmurou Dementadores. Eles rapidamente voaram em direção a massa de bruxos como tubarões atacando peixes rodeados de sangue. O feitiço do Patrono foi realizado por muitos, outros não tinha força suficiente e caiam. Nem vivos nem mortos. Harry estava ajudando a conjurar, quando Gina se aproximou e falou:
- VÁ!
 
- Vocês precisam de ajuda aqui!
 
- Harry! Só você pode derrotá-lo! Vá! Nós vamos afastá-los! – ela o empurrou em direção a casa, dizendo que o amava e pedindo para se cuidar.
 
De repente, da casa saíram vários bruxos lançando maldições imperdoáveis. Muitos bruxos foram mortos. Harry procurava por Voldemort.
 
Draco precisava encontrar Hermione. Não podia perder tempo lá. Ela precisava ser encontrada. Com um feitiço de desilusão, passou pela multidão. Não se arriscaria a aparatar por lá. Entrou na ampla sala, quando seu coração parou. A figura de Hermione jazia no chão. Os cachos estavam espalhados cobrindo uma parte do seu rosto. Correu até lá e ajoelhou-se, ele apenas olhava sem coragem de toca-la. Seu corpo estava marcado por hematomas. Rosto, punhos, pescoço. Os olhos castanhos, antes tão vívidos, agora o encaravam sem vida. Estendeu sua mão para pegar a dela quando a voz de seu pai o fez virar-se:
- Não é uma grande perda na verdade, Draco. Eu vou cuidar para que você não seja mais um Malfoy. Será um merda de um Black traidor como a maldita da sua mãe.
 
- Você a matou.
 
- Não. Snape fez isso.
 
- Eu não acredito.  – segurava sua varinha com força. Já estava de pé, encarando seu pai.
 
- Não? Achou mesmo que ele estava ao lado de Dumbledore?
 
- Snape não mataria uma aluna.
 
Lucio riu sonoramente.
- Eu vi. Todos vimos. Ele lançou um avada bem no peito dessa sangue ruim de merda!
 
Draco estava com tanta raiva, inconformado e desacreditando no cenário em sua volta. As lágrimas não saíam, mas seus olhos estavam marejados.
 
- Por isso você não pode ser um Malfoy. Chorando por uma mulher, Draco? Uma merda de sangue-ruim?
 
- Cale sua boca! – ele lançou um feitiço contra seu pai que se defendeu.
 
Um avada foi lançado contra ele, que se protegeu. Sem saber o por quê, puxou o corpo de Hermione quando se escondeu atrás de uma grande bancada. Seu coração apertou-se ainda mais. Deveria ter sido há tão pouco tempo... o corpo dela ainda estava quente.
 
Voltou para duelar contra seu pai. Draco não podia negar que Lucio Malfoy era um bruxo excepcional, mas algo o movia além do ódio. Amor. Acertou seu pai que caiu desacordado ao bater contra a parede. Imobilizou-o e quebrou sua varinha. As cordas que envolviam Lucio, só poderiam ser desfeitas por Draco. O jovem sonserino saiu correndo atrás de Snape.
 
Porém, antes que pudesse avançar, algo impediu seu caminho. Harry havia lançado um feitiço, impedindo que qualquer um chegasse perto dele ou de Voldemort.
 
Ele estava cercado por todos os lados. Foi obrigado a ver toda a discussão que se desenrolava a sua frente. Sua mente estava em Hermione. Não conseguia chorar por que, simplesmente, não conseguia acreditar. A imagem dela caída. Quente, mas sem vida.
- Você é um tolo, Potter, de achar que pode me vencer!
 
- Parece que nos últimos anos é o que tenho feito, Tom.
 
- TOM ESTÁ MORTO! MORTO ASSIM COMO SUA AMIGUINHA DE SANGUE SUJO E IMPURO! – Voldemort tinha a intenção de que suas palavras deixassem Harry desestabilizado ao receber seu feitiço, mas ao contrário... Harry sentiu seu corpo encher-se de energia. Energia alimentada pela raiva. Os dois lançaram a maldição imperdoável da morte, foi Harry quem venceu.
 
Ele não sorriu. Apesar dos gritos de vitórias, ele e seus amigos sabiam que aquilo ainda não era o fim. Os olhos verdes encontraram os cinzas. Uma confirmação silenciosa sobre Hermione. Draco sentiu uma mão sobre seu ombro e virou-se empunhando a varinha.
- Você a matou.
 
- Draco! Acalme-se! – era Snape. Seus olhos negros e frios.
 
- Você a matou!!!
 
Com um movimento de sua mão, foi a vez de Draco isolar os dois da multidão. Seu rosto estava enfurecido.
- Escute, Draco! Ele precisava ver que ela tinha morrido. Eu não podia entregar minha posição,... – Snape voou longe ao ser atingido por um feitiço não verbal. Draco continuou andando na direção do seu professor.
 
- Eu achei que você entenderia pelo o que eu estava passando! Diga suas últimas palavras, padrinho.
 
- Ela não morreu.
 
A varinha de Draco vacilou, mas ele a viu. Caída. Recém assassinada.
- Eu a vi, Severo.
 
- Escute. Eu posso ajudá-la. Desfaça o feitiço. Ela está viva.
 
- Se for alguma brincadeira...
 
- Eu não faria isso com você, Draco. – Snape ainda estava no chão.
 
O loiro abaixou sua varinha e fez um sinal com a cabeça apontando a casa. Harry e Rony seguiram os dois, acompanhados por alguns amigos mais próximos.
- Traga-a aqui, Draco. – Snape falou conjurando um caldeirão.
 
O rapaz seguiu até onde havia deixado o corpo inerte da namorada. Os outros estancaram. Gina soluçou ao ver Hermione sendo carregada. O corpo desfalecido nos braços de Draco.
 
- Eu sabia que a Brown havia me entregado. Imaginei que Voldemort faria algo para me testar. – ele começou a conjurar ingredientes de forma mental, jogá-los no caldeirão e mexer vigorosamente com sua varinha – Quando ele disse para matá-la, tentei evitar. Mas, sabia que seria preciso fazer algo. Antes de lançar o feitiço, eu me aproximei dela e coloquei um pequeno inseto sobre seu corpo. Granger estava aterrorizada e não viu. O último pensamento dela foi sobre salvar vocês. Você, especialmente, Draco – quando a mistura ficou pronta ele aproximou-se de Hermione – Coloque-a no chão e abra a boca dela, Draco.
 
Snape verteu o líquido na garganta dela.
- Mas... ela ... ela... Lucio disse...
 
- Ela recebeu o impacto, mas nada mortal. Pedi que um Comensal confirmasse a morte. Escolhi um fraco, fácil de lançar uma maldição império. Eu o manipulei. Não precisa se desculpar – o professor adiantou-se.
 
Hermione abriu os olhos e encontrou Draco encarando-a.
- Você também morreu? – ela chorava.
 
- Não, Baixinha. Nem eu. Nem você – a mão dele percorreu o rosto dela. Depois, eles se beijaram.
 
****************************************************************
As aulas haviam terminado. Não que ainda tudo houvesse voltado ao normal. Ainda havia a dor dos que perderam amigos e parentes. Moody, Angelina, as gêmeas Patil e Percy foram uma das perdas que ela e os amigos sentiram. Muitos comensais ainda estavam foragidos, mas outros haviam sido presos. Em, com medo do beijo do dementador, entregavam aliados. Exceto por Lucio que se mantinha calado. As últimas palavras dele, ao saber que Hermione estava viva, foram:
- Um dia Draco vai me procurar. Nesse dia eu volto a falar, mesmo que seja para negar aquilo que ele quiser saber.
 
Olhava o castelo com o coração apertado. Draco estava atrás de si. Apertando-a.
- Sentirei falta daqui, Draco.
 
- Eu também...
 
Ele virou-a para si.
- Não precisamos mais nos esconder. Nunca mais.
 
Ela sorriu.
- Nunca mais.
 
- Sabe algo que eu seria capaz de matar para saber? Algo que vem me corroendo ao longo dos meses?
 
- O quê? – ela sorriu já imaginando a pergunta.
 
- Quando Harry me capturou e fomos para sala de Dumbledore. Você fez uma magia muito além do que eu seria capaz de imaginar. Naquele dia, você brigou com o Weasley por esconder algo deles... Acho que esse algo está relacionado com sua aprendizagem.
 
- Quer saber como pude aprender magias tão avançadas e permanecer na Escola? – ele assentiu.
 
- Vira-tempo. – então ela contou como o adquiriu. Harry achava que ela havia devolvido para Minerva no fim do ano, mas ela permaneceu com o objeto para treinar e aperfeiçoar suas habilidades. Também explicou que Harry não poderia fazê-lo, pois Dumbledore suspeitava que de alguma forma, Voldemort poderia invadir sua mente.
 
Draco sorriu e a abraçou. Vira-tempo. Tão óbvio e mesmo assim não fora capaz de pensar nesse pequeno objeto.
 
- Obrigado por me ensinar a amar... Eu te amo, Hermione.
 
- Eu te amo, Draco.
 
****************************************************************
 
Certo... eu falei que não teria continuação, mas mudei de ideia!
Rsrs
Que posso fazer se ao voltar  escrever me empolguei???
Na verdade seria uma trilogia, depois desisti pela falta de comentários.
Adoro comentários, acho importante, como autora, essa espécie de retorno das leitoras e leitores.
Acontece que não deixarei de fazer algo que gosto pq algumas pessoas não podem perder 3 minutos e escrever umas palavrinhas...
Em respeito a mim mesma e àqueles que comentam:
AGUARDEM PELA CONTINUÇÃO DE COMO PERDOAR UM INIMIGO???
 
Finalizo dizendo que não foi fácil. Adorei muito essa fic. Tenho um carinho especial e nem sei dizer o porquê. Obrigada a todo comentário e apoio. Até que a segunda parte seja postada, vão aproveitando minhas outras publicações.
 
 
 
 
 
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Comentários: 8

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Enviado por isisgomes em 28/04/2015

oi... cade a continuação  me passa o limk

Nota: 1

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Enviado por LauraK em 10/02/2013

Você me fez amar Dramione, a fic ta muito perfeita..eu EXIJO a continuação, e não aceito não como resposta entendeu? 'bico

E eu gostei muito da maneira com que você escreveu, eu ja li fics com erros horríveis de português, sem coerencia e muito sem noção. Parabéns, por ter escrevido uma das poucas fic boas que eu ja li kkk
 

Nota: 5

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Enviado por GabriielaMalfoy em 08/08/2012

Ok ok, a fic até aki táaa perfeita. Mas eu preciso incansavelmente de uma continuação. Nãaaaao pooooodee estar concluída! tiipo assim, eu quero saber em que animal ela se transforma neeh, e tbm, quantos filhos eles teem? e outra coisa, eu podia jurar que dps de todo rolo ela estariia esperando um filho do dracoo pelo amooooor de merliin, até o essa parte, ela tem que tá pfpfpf KSAOPSAKPOSAK eles vão se casar neeh? Se não vai continuar em uma temporada II faz pelo menos um epilogo pode seer? KSAOPAKSOPK bjbj, fic peerfeita msm, vc escreve mto bem ((: 

Nota: 5

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Enviado por juliana vieira em 28/07/2012

amei a fic, li toda hoje a noite, não consegui parar

espero realmente que tenha uma continuação

bjos

Nota: 1

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Enviado por Hingrid vieira em 19/02/2012

Ameiii!!! Mas to anciosa pela continuação........

Nota: 5

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Enviado por The Daily Doll em 14/12/2011

Amei, a fic é linda, só um probleminha, pq o Concluída? Nem falou em qual animal Hermione se transforma, nem mostrou o outro traídor q estava negociando informações com Voldemort em troca d Hermione, q aposto todo mundo já suspeita kem é, só falta a confirmação neh, então, se ñ tinha isso nesse capítulo, pq o "Concluída"? Num tem nem um epígolozin? Mostrando quantos milhares d filhos eles terão? 'bico

Nota: 5

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Enviado por Larissa do Amaral em 03/09/2011

AMIGA LINDA DO MEU COREH!!
Eu ja tinha lido adorei...todo mundo mega treinado heheh
Malz nao ter deixado comentario antes
Mas é OTIMA como todas as outras...
bju

Nota: 5

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Enviado por Angel_Slytherin em 20/03/2011

Adorei a fic! Ela é simplesmente Maravilhosa!! *--*

Beijos
Angel_S

Nota: 5

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