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46. Capitulo 46


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Essas sensações depravadas, de permissividade, eram-lhe estranhas, contudo sentia-se impotente para controlá-las. Elas é que a estavam controlando, tomando conta dela e fazendo que desejasse a gratificação física da posse. As sensações se intensificaram quando a boca do homem desceu pelo seu pescoço até o seio. O contato da língua no seu mamilo provocou-lhe um gemido involuntário de prazer.


Não havia pressa na paixão lânguida das suas carícias, mas o fogo lento que ardia dentro de si ficava cada vez mais quente. As mãos exploradoras dele descobriram e sondaram suavemente as suas partes secretas e íntimas, tocando, provocando e liberando todas as suas inibições e temores.


O seu cheiro de macho era um estimulante erótico, excitando-a. Por mais que quisesse, jamais poderia ser indiferente ao toque dele. Era como uma folha, girando, girando ao vento. Já perdera a virgindade para a brutalidade de Ronald. Agora estava perdendo rapidamente o amor-próprio para a perícia sensual de Malfoy.


Sob as mãos, podia sentir os músculos nus e ondulantes dos seus ombros, e a umidade quente do sangue, onde o arranhara. Mas seus dedos não estavam mais arranhando ou ferindo a pele dele; ao contrário, quase se deleitavam ao sentir-lhe a carne firme.


Enquanto lhe sobrava um mínimo de força de vontade, Hermione empurrou-o pelos ombros, forçando Malfoy a erguer a cabeça e parar a brincadeira tantálica com o seu mamilo. Dominando-a, inclinou a cabeça na direção dos lábios, mas a moça se desviou.


 


- O que está esperando? - murmurou Hermione, desesperada. - Por que não me violenta logo e acaba com isso?


- Mas isso seria rápido demais - replicou. - Quero prolongar o momento, a tortura.


 


A respiração roçou-lhe a face um instante antes de cobrir-lhe a boca, exigentemente. E foi tortura, uma doce tortura. A ânsia que sentia no sexo deixava o sistema nervoso de Hermione gritando de necessidade pela posse. Em carícias trémulas, as mãos dela percorreram as costas e ombros dele. O corpo da moça se retorcia com a agonia da sua paixão.


Mas ainda levou algum tempo para todo o peso do corpo esguio pousar sobre o dela. O pulso estava tão acelerado e ansioso quanto o dela. A sua pele nua estava pegando fogo, e o calor pareceu fundi-los juntos. Hermione sentiu a sua dureza de macho e soube que a necessidade dele era tão grande quanto a sua.


Um som de gatinha ronronando escapou-lhe dos lábios quando as pernas musculosas deslizaram intimamente por entre as suas, forçando-as a se abrirem.


O gozo estava para acontecer dali a apenas um momento, e um arrepio de êxtase alucinado percorreu-lhe o corpo. Quando ele veio, Hermione foi envolvida num turbilhão, numa névoa aveludada de sensações. Tremores primitivos alternavam-se com um espanto embevecido, até que ela ficou largada, fraca, esgotada e sozinha.


O turbilhão de emoções novas e estranhas se dissipou vagarosamente. Depois, Hermione ficou estarrecida com a maneira sensual de ele fazer amor. Aos poucos, foi voltando a si, ao normal, e sentiu nojo e vergonha de ter sentido prazer nos braços dele.


Malfoy moveu-se, o ombro roçando o braço dela. Um arrepio de consciência correu pela sua pele, as chamas armazenadas vindo à tona. Ela cerrou o maxilar ante a reação involuntária do seu corpo, assustada porque não era capaz de controlá-la.


Hermione precisava afastar-se do contacto dele. Escorregando as pernas para a beira da cama estreita, começou a se levantar, mas a mão dele segurou-lhe o braço. Hermione não conseguiu soltar-se do aperto de ferro.


 


- Aonde vai?


- Para o meu quarto - respondeu formalmente.


- Por quê? - indagou Malfoy, agora distante e impessoal.


- Tinha a impressão de que todas as suas companheiras de sacanagens o deixavam dormir sozinho - respondeu mordazmente, ao invés de admitir que precisava controlar novamente os sentidos e esquecer a satisfação que encontrara nos braços dele.


- Está dizendo isso por causa de Pansy, não é?


- E quem mais? - explodiu Hermione. Os olhos cinzas e frios eram imunes ao olhar de desprezo que ela lhe lançou. - Acha que não podia escutar vocês dois quando estava deitada na minha cama! Os sons revoltantes de vocês fazendo amor!? O boa-noite sussurrado que ela lhe dava quando ia embora?


- Se achava tão revoltante, não devia ter escutado - zombou Malfoy.


- Não me restava escolha, com dois porcos no cio no quarto ao lado - declarou.


 


Ele a puxou para junto de si, o braço forçando os ombros dela sobre o colchão. Hermione não lutou, preferindo uma não-resistência rígida ao toque dele.


 


- O arranjo sexual era adequado para Pansy, para mim, mesmo que não lhe agradasse - falou friamente.


- O que me agradaria - Hermione usou o mesmo tom gélido dele - seria não dormir nesta cama com você.


- Mas que pena - murmurou ele, arrogante.


- Por quê? - explodiu ela. Infantilmente, lembrou-lhe:


- Pansy não dorme com você. Por que precisa me forçar a ficar?


- A situação não é a mesma. Pansy queria ficar em casa com a família e o homem que é seu marido. Você não tem nada a esperá-la, exceto uma cama vazia.


 


Hermione virou-se para olhar para ele, a cabeleira castanha e emaranhada fazendo as vezes de travesseiro.


- O quê? O marido dela? - Encrespou os lábios de nojo e choque. - Quer dizer que ela é casada e vem para cá... ficar com você?


 


O seu olhar correu desdenhosamente pelo rosto dela.


 


- Você é bem ligeira em condenar os outros, quando é a sua propriamente que é vulgar e grosseira. Blaise, o marido de Pansy, é paralítico. É um morto-vivo, a sua mente não está neste mundo. Há quatro anos que está assim, deixando Pansy com dois filhos e sua lembrança para amar. Ela é moça e tem as necessidades físicas de uma mulher normal. Embora desejasse o amor de um homem, não queria abandonar o marido. Eu precisava de uma mulher, mas não queria uma esposa. Assim, chegamos a um acordo mutuamente satisfatório.


- Não importa como o disfarce ou que argumentos use: ela ainda é sua amante e uma mulher casada - retrucou Hermione.


 


A mão dele deslizou para o pescoço da moça. Pousou de leve na curva exposta e vulnerável, os dedos capazes de estrangulá-la, mas seu toque permaneceu suave, quase uma caricia.


 


- Acredita que ela seja uma hipócrita por ficar com o marido e buscar satisfação física comigo, não é? - ironizou Malfoy. - E quanto a você, que reclama de assassinato e nem sequer chora a morte do marido?


- Você não sabe o que sinto por dentro - falou Hermione, defensivamente.


- Quando estou na cama, também eu escuto os seus sons no quarto ao lado - falou ele, sardonicamente. - Nem uma só vez, desde que chegou, ouvi-a chorar... nem por si mesma, nem por ele.


- Se eu chorasse, iria alterar alguma coisa? - perguntou com amargura. Por nada deste mundo Hermione queria admitir para Malfoy que não sentia nada pela morte do marido. - Faria você ter piedade de mim? Duvido. - Ela própria respondeu à pergunta. - Você não tem compaixão. Não conhece o significado da palavra. Talvez não me lamente onde você possa ver ou ouvir, porque sei que iria rir de mim.


- Talvez não se lamente porque ele não a amava, nem você a ele - rebateu Malfoy.


 


Hermione inspirou vivamente, dando-se conta do quão completamente ele controlava tudo o que acontecia no esconderijo. Apenas uma pessoa poderia ter-lhe dado essa informação.


 


- Potter contou o que eu comentei a respeito dele - falou acusadoramente.


- É verdade! - insistiu ele. - Fale-me sobre ele. Quero saber.


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N/A: Bem pessoal, eu não era para ter demorado esse tempo todo para postar, por isso peço desculpas. A faculdade tem me consumido tempo demais e meu avô está muito doente, então voces podem entender a loucura que está a minha vida. =/
Acredito postar mais um capitulo essa semana... também espero que voces não tenham me abandonado. hehehe.
Ahhh sim, os reviews ja foram devidamente respondidos. ^^


Beijos =*
Angel_S

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