FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

12. o Final Feliz


Fic: Tentador como o pecado -Quero comentarios


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

                                                                                CAPÍTULO XII


— O bom filho a casa torna — Draco murmurou ao estacionar o carro alugado em frente à residência de sua irmã.


Tão logo saiu do veículo, a porta se abriu, e Luciana apareceu, surpresa e feliz ao mesmo tempo.


— Draco! — Correu e se jogou em seus braços. — Enfim, você voltou! Por que não ligou? Por que não me avisou?


Luciana conduziu-o para dentro.


— Por que... Não vou perguntar! Não quero saber! Estou tão contente!


— Vai ficar furiosa quando souber por que vim, Luciana.


Ela deu um passo para trás e o observou com atenção.


— De que está falando?


— Vim impedir o casamento.


Luciana não piscou. Apenas continuou a fitá-lo, um tanto pálida.


— Que casamento?


— O de Hermione com Rony. De quem mais eu poderia estar falando?


— Ela não vai se casar.


— O quê? Como assim?


— Eles romperam.


Draco não ousou sentir esperança. Não podia arriscar-se.


— Por quê?


Teria sido idéia de Hermione? Ou Rony a rejeitara após encontrá-la com Draco?


No entanto, Luciana não sabia de quem fora a idéia ou o porquê.


— Preciso falar com Hermione! — Draco virou-se em direção ao automóvel. — Onde ela está?


— Não sei. Tirou uns dias de folga e se foi.


— Para onde?!


— Talvez Rony saiba. — Luciana sorriu, sem graça.


Deveria perguntar a Rony onde estava Hermione? No mínimo, Draco receberia outro soco.


Um preço pequeno a pagar, decidiu. Necessitava encontrar Hermione.


— Onde posso achar Rony?




O ex-noivo de Hermione encontrava-se manobrando um trator, e não ficou nada satisfeito com a presença de Draco.


— O que deseja?


— Pode apostar que não é outro murro — Draco tentou brincar. — Embora eu tenha merecido o primeiro.


— É verdade. O que veio fazer aqui, afinal?


— Preciso encontrar Hermione. Minha irmã me disse que você poderia saber onde ela está.


Rony tirou o chapéu e enxugou o suor da testa.


Draco aguardou, fechando os punhos de leve. Na opinião do fazendeiro, ele podia esperar pela eternidade.


— Poderia me dizer, Rony? Por favor.


— Por quê?


— Porque amo Hermione.


Draco lutara contra o sentimento. Porém, esgotara suas energias. Draco Malfoy amava Hermione Granger. Era a mais pura verdade.


Baixou o rosto e fechou os olhos.


— Há uma cabana — Rony disse. — Fica perto do monastério. Não tenho certeza, mas acredito que ela esteja lá.




Hermione perguntou-se por que nunca considerara a vocação monástica. A quietude e a paz eram uma contradição com a vida estressada que levara nos últimos meses.


— Porque é falsa, se utilizá-la como refúgio — a irmã Alice lhe explicou. — Não pode virar freira para evitar os problemas.


— Não, irmã? Que pena...


— Não tente fugir de si mesma, Hermione.


— Aonde quer que eu vá, estarei comigo e meus problemas, não é?


— Exato. Encare suas esperanças, seus sonhos, bênçãos, falhas... enfim, o que estiver dentro de seu peito.


Não importava o caminho que Hermione escolhesse, em todas as partes Draco estaria presente.


Estavam sentadas no pequeno terraço, tal qual faziam todas as tardes. Hermione passava o dia em silêncio, pensando e caminhando. E, ao entardecer, a irmã Alice aparecia para conversar.


— Creio que encontrará seu caminho, Hermione. Eu não teria tanta certeza de que Draco não a ama. Nunca sabemos o que há do outro lado do horizonte.


Alice olhou para a colina, além da cabana. De repente, sorriu, misteriosa.


— Meus horizontes são limitados. — Hermione sorriu, desejando que a abadessa não fosse tão enigmática.


— Devem ser mais amplos do que imagina. — Irmã Alice ainda observava ao longe.


Hermione, então, resolveu virar-se.


— Draco? — O nome surgiu como um suspiro.


Ele vinha vindo, mancando um pouco. Não usava as muletas, mas estava apressado. Caso não diminuísse a marcha, iria quebrar o outro tornozelo.


— Draco! — Hermione precipitou-se em sua direção.


— Imaginei que fosse ele! — escutou Irmã Alice dizer.


A cada minuto, nas últimas semanas, Hermione enfrentara o fato de que amava Draco. Então, como recebê-lo com indiferença?


Não seria nada sábio, aliás.


Contudo, não precisava derrubá-lo ao mostrar seu entusiasmo.


— Oh, céus! Perdoe-me! — Hermione tencionava apenas abraçá-lo, não cair sobre ele.


Draco não reclamou. Acariciava os cabelos macios, beijava-a com intensidade e, quando Hermione fez menção de se afastar, segurou-a.


Por sua vez, ela não reagiu. Sentia-se à vontade quando coberta de beijos. Pelo canto dos olhos, divisou o sorriso satisfeito da irmã Alice, que retornava à abadia.


Em pensamento, Hermione orou e agradeceu à mulher que tanto a ajudara com sua generosidade e sabedoria. Então, tornou a beijar Draco.


— Por que não me disse que havia cancelado o casamento, Hermione?


— Porque você me acharia patética.


— Como?


rindo, ela sentou-se. Draco segurou-a pelo pulso.


— Precisava me preservar, Draco. O que mais eu poderia fazer? Dizer que você estragou tudo entre mim e Rony? Admitir que não conseguiria me casar amando outro homem? Colocar-me à mercê de sua piedade?


— Teria nos ajudado. Fiz isso? Estraguei tudo? Está... arrependida?


— Não me arrependerei se souber que você me ama. — Ela segurou-lhe a mão.


— Eu te amo mais do que imaginei ser capaz — Draco confessou, com a voz rouca. — Nunca quis amar alguém outra vez.


— Outra vez?


— Mandy...


— Mandy Neale? Foi apaixonado por ela?


— Apaixonado e casado.


— O quê?!


— Faz muito tempo. Não éramos famosos. Eu trabalhava com Italo Volante, em Nova York. Você o conhece?


Sim, Hermione sabia que Italo Volante fora um dos maiores fotógrafos do século XX. E, se bem recordava, marido de Mandy Neale.


— Você roubou Mandy de Italo?


Draco meneou a cabeça.


— Ele a roubou de mim.


— Não acredito! É verdade?


— Eu trabalhava para Italo. E Mandy queria ser fotografada por ele. Sabia que, se Italo o fizesse, viraria notícia. Eu representava um meio de Mandy conseguir se lançar no mundo da moda. Era o rapaz ingênuo de Iowa em sua primeira visita à cidade grande. Desconhecia as ciladas da vida e as armadilhas preparadas pelas pessoas.


Embora sentisse tristeza, Hermione reconheceu-se naquelas palavras.


— Como eu?


— Sim. Essa foi uma das razões que me fez recusá-la como assistente. Não queria que acontecesse a você o mesmo que se passou comigo. Era tão inocente quanto eu quando cheguei a Nova York. Se não pude proteger minha própria ingenuidade, como proteger a sua?


De súbito, Hermione sentiu seu amor aumentar diante da atitude protecionista de Draco. Compreendia também o porquê das reações que ele tivera no primeiro dia no estúdio.


— Minha atitude não foi digna, Hermione. Tentei me livrar de você. Não apenas para protegê-la, mas também a mim.


— Eu começava a ficar marcada em sua pele? — Hermione sorriu.


— Digamos que sim.


— Isso é bom. Luciana não me falou que você foi casado.


— Luciana nunca soube.


— Por quê? — Hermione pareceu chocada.


— Não tornei público o fato. Tampouco eu e Mandy permanecemos casados por muito tempo. O planejado era ficar em Nova York durante o verão, voltar a Collierville no outono e abrir um negócio. Eu queria fotografar pessoas reais.


— Como as fotos que estão em seu apartamento.


— Sim, era isso o que eu pretendia. A experiência com Italo foi uma maneira de obter o aprendizado de um verdadeiro mestre.


— Semelhante a mim em relação a você.


— Conheci Mandy, e ela me encorajou a ficar. "Para aprender", dizia. Ainda não tinha conseguido os retratos de Italo. Estava ocupada em ganhar as minhas.


— O livro?


As fotografias que captavam os humores de Mandy, aquelas que atingiam o coração da modelo. As que revelavam tanto o fotógrafo quanto o foco.


— Eu me via enlouquecido por ela, Hermione. E Mandy me usava para chegar a Italo.


— Aquele trabalho é lindo, Draco.


— Mas doloroso. Sofri para fazê-las, por isso, nunca mais me atrevi a fotografar daquela maneira.


— O que aconteceu depois?


— Virei uma pedra. Pensei que Mandy me amava. Se trabalhasse com Italo durante o outono, poderia trazer minha mulher para conhecer Luciana no Natal. Então, ficaríamos aqui, e eu faria o que havia planejado. Ignorava as intenções de Mandy. Ela dizia o que eu queria ouvir. Fui um tolo.


Constrangido, Draco baixou a cabeça.


— A certa altura, Italo nos convidou para jantar em sua residência. Mandy o conquistou. Sentou-se a meu lado na sala e encenou seu teatro. Conseguiu as fotos... e o homem, por conseqüência. Rompeu comigo antes do Natal, foi para Las Vegas com meu chefe e retornou como a sra. Italo Volante.


— E ninguém jamais soube que você e ela...


— Naquela época, ninguém se preocupava com a vida privada. O casamento durou alguns meses. Luciana estava grávida, e não foi uma gravidez fácil. Não poderia ir a Nova York para assistir à cerimônia, e sabia que sua ausência seria um sofrimento maior para minha irmã. Desse modo, resolvi não contar nada. Mandy e eu tínhamos pressa, e não queríamos publicidade. Ela não queria. Imaginei fazer uma surpresa a Luciana quando voltássemos para as festas natalinas.


Draco riu, sarcástico.


— Contudo, Mandy pediu o divórcio antes disso. E eu acabei recebendo a surpresa.


— Oh, Draco! — Hermione o abraçou e beijou-o com doçura. Queria apagar o sofrimento, a dor e o passado. — Mandy era uma tola.


— Manipuladora, eu diria. A partir daí, jurei nunca mais me envolver. Até você aparecer.


— Jamais pretendi...


— Eu sei! Você não é igual a ela.


— Espero que isso seja um elogio.


— É, sim. O melhor que conheço. — Draco fez uma pausa e fitou os brilhantes olhos azuis. — É também um pedido. Quer se casar comigo, construir uma família, envelhecer a meu lado? Amo você, Hermione Granger.


— Bem, colocando dessa forma...


Hermione atirou-se de novo sobre ele e o beijou. Ainda bem que encontravam-se no chão, pois, assim, Draco não se estatelou na terra no instante em que ela pulou.


Com os olhos marejados de lágrimas, ele soltou uma gargalhada.


— Isso significa um "sim", querida Hermione?


Sorrindo, ela encarou-o.


— Hermione? — Draco ainda esperava a resposta.


Mais uma vez, ela o beijou.


— Não tenha a menor dúvida, Draco Malfoy, que serei sua para sempre!


.


.


FIM

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.