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11. Angustia


Fic: Tentador como o pecado -Quero comentarios


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CAPÍTULO XI


Draco estava péssimo.


O que era compreensível, pois, afinal, sua vida se tornara um caos. As prioridades nada significavam. As defesas desmoronavam.


— Você sabia que ela era sinônimo de encrenca — murmurou de si para consigo.


Entretanto, saber não fazia diferença.


Queria ligar para Luciana e desabafar. Precisava dizer-lhe que a presença de Hermione quebrara a perfeita harmonia interna que ele tanto custara a construir.


Claro que Draco conteve-se. Jamais confidenciaria algo semelhante à irmã. Não conversara a respeito de assuntos pessoais com ela, muito menos permitira que desse palpites em sua intimidade, e não pretendia começar agora.


Conseguiria superar. Tal qual fizera com relação a Mandy.


Sem problemas. Uma semana. Duas, talvez. Não pensaria mais nela. Nem se lembraria do nome. E ela se transformaria em mais uma das "garotas de Draco".


O telefone tocou, espantando sua tristeza. Fitou o aparelho. Deixara de atender muitas chamadas desde a partida de Hermione. Não queria conversar com ninguém. Após o quarto toque, a secretária eletrônica atendeu.


— Draco Malfoy, se estiver aí é melhor atender já, ou terá de arranjar outra agente! — exclamou a voz decidida de uma mulher.


Draco suspirou. Vinha evitando falar com Marie. Chegou a ligar para ela, comunicando que quebrara a perna, portanto, estava impossibilitado de trabalhar.


— Draco, atenda!


— O que é? — Ele atendeu, por fim.


— Ah! Menino levado!


— O que quer, Marie?


— Quero ter certeza de sua presença no Guerilla Lounge hoje à noite para o lançamento do perfume Seven.


A princípio, Draco não respondeu. Tentou encontrar uma desculpa para se livrar do evento, embora soubesse que nenhum argumento seria capaz de convencer Marie.


— Draco? O silêncio significa consentimento ou rebeldia?


— Minha perna...


— Não terá de dançar, querido. Você precisa aparecer, sorrir, ser gentil e receber os elogios por seu belo trabalho. A agência está encantada. As garotas ficaram extraordinárias nas fotos.


Nem tanto, se comparadas àquela que ele deixou escapar.


— Nós nos veremos mais tarde. — Marie desligou antes que Draco pudesse declinar.


Derrotado pela insistência dela, ele compareceu à festa. Ainda queria permanecer naquela cidade, logo, não podia desprezar a mão que o alimentava. Além do mais, seria salutar sair, espairecer, atuar como se fosse o primeiro dia do resto de sua vida.


O problema era que a postura profissional não atenuava o estado de alma desolador em que se encontrava.


Pretendia ser breve, dizer algumas bobagens, mostrar sua presença a Marie e retirar-se.


Contudo, as muletas atraíram a compaixão das mulheres, que, penalizadas diante do ferimento, se ofereciam para acompanhá-lo até em casa.


Draco chegou a pensar que seria obrigado a aceitar uma das ofertas. Já estava cansado de recusar.


Por fim, sentiu alguém tocar-lhe o braço e escutou uma voz suave dizer:


— Parem de atormentá-lo. Ele está bem.


Ao se virar, Draco avistou a esposa de Harry Potter.


— Draco só precisa repousar o pé engessado. Eu e Harry o levaremos embora.


Em desespero de causa, Draco agarrou a possibilidade. Sair com Harry e Ginna Potter seria melhor que tentar ser delicado.


— Está pronto para ir, não? — Ginna perguntou, sorrindo.


Draco assentiu.


— Ótimo. — Ela o apoiou e fitou o marido. — Vamos, querido.


A opinião de Harry em relação a Draco acompanhá-los não ficou esclarecida. No entanto, não protestou quando Ginna os conduziu até a saída.


Só na calçada, voltaram a se falar.


— Não está orgulhoso de mim, Harry? — Ginna indagou. — São apenas dez e meia, e já estamos livres.


Harry concordou e encarou Draco.


— Ele precisava de socorro, amor.


— Agradeço pela ajuda.


— Não precisa encenar conosco, Draco. Sei que você e Harry são concorrentes, mas agora creio que podemos relaxar. Não acha?


Harry e Draco se entreolharam.


— Ginna, às vezes, é um pouco incisiva, Draco.


— Um pouco?


— Vou dar uma trégua se Draco o fizer. — Harry voltou-se para o concorrente, contendo o riso.


— Vamos até nossa casa — Ginna convidou-os.


Draco sabia que o casal Potter morava em West Side, mas não imaginava que o edifício ficasse atrás do prédio de Mariah. Ele podia ver o local onde Hermione vivera da janela da sala.


Harry ofereceu-lhe uma cerveja, e Ginna trouxe uma tigela de batata frita. Sentaram-se. Harry comentou algo sobre o tempo. Ginna fez uma observação acerca das crianças. Draco permanecia calado.


Não conseguia falar. Apenas divisava as vidraças logo adiante.


— Fiquei triste ao saber da partida de Hermione — Ginna confessou, como se pudesse ler os pensamentos de Draco.


— O quê?


— Gostei muito dela. Nós nos divertimos bastante.


— É mesmo?! — Draco lembrava-se de que Hermione conhecera o casal na festa havaiana, mas ignorava outros encontros entre ela e Ginna.


— Enquanto esteve em Montana, eu e as meninas passeamos com Hermione algumas vezes. Foi delicioso. Pensei que você e ela...


Draco baixou os olhos e estudou o líquido amarelado no copo. Esperava que a ausência de resposta fizesse Ginna mudar de assunto.


Foi em vão.


— Por que a deixou partir, Draco?


— Ginna não é apenas incisiva, Malfoy. É também curiosíssima.


— Estou preocupada, Harry. Por que não a impediu, Draco?


— Não sou seu dono, Ginna. Desde o começo estava acertado que Hermione iria partir. Estava noiva quando chegou aqui. Aliás, vai se casar depois de amanhã!


— E permitirá que isso aconteça? — Ginna parecia chocada.


— O que mais posso fazer?


— Impedir a cerimônia!


Claro, era fácil. Bastava pegar um avião, voar até Iowa e entrar na igreja gritando: "Pare esse casamento!".


Draco podia visualizar a cena.


Contudo, se não tomasse uma atitude drástica, Hermione iria cometer o maior erro do mundo.


Agora, após três semanas tentando se convencer de que agira direito, Draco chegara à conclusão de que cometera um enorme equívoco.


Entendia, por fim, que Hermione não teria se entregado à paixão com tanto arrebatamento se não o amasse de verdade. Para fazer amor com ele daquela forma, devia ter se apaixonado.


Então por que se casaria com Rony?


"Porque você a empurrou para o fazendeiro, seu idiota! Em nome de sua própria loucura, tomado por uma causa nobre, usufruiu do amor de Hermione, virou as costas e expulsou-a!"


— Evidente que tem de impedi-la, Draco. Não vejo outra escolha para você.


Harry concordou:


— A nobreza, Malfoy, nem sempre é a melhor atitude a ser tomada.


Draco começou a compreender a idéia.


Chegou em casa, pegou uma maleta, abriu o armário e preparou-se para viajar.




Collierville continuava a mesma, nada se modificara. Centenas de casas com varanda, rodeadas de flores coloridas, três ruas paralelas, onde crianças andavam de bicicleta e brincavam.


Era como se Draco houvesse partido na véspera, e não doze anos atrás. Certa vez, aquele fora um lar em seu coração.


Então, passou a negar que possuía um coração.


E agora?

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