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10. Marcy e Rony


Fic: Tentador como o pecado -Quero comentarios


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CAPÍTULO X


Não foi a recepção que Hermione havia imaginado. Sua mãe estava em pânico. Seu pai, atônito. As irmãs se entreolhavam, inconformadas.


— O que aconteceu? — todos quiseram saber.


Hermione não podia relatar o que se passara. Como iriam reagir ao saber da verdadeira razão que a trouxera de volta para casa? De que forma confessar a recente descoberta?


O sentimento que a ligava a Rony não tinha nada a ver com o amor legítimo que nutria por Draco Malfoy. Tal revelação magoaria Rony. Não seria justo.


Falar da existência de outro homem em seu coração seria um ato de extrema coragem, algo que Hermione, naquele momento, não possuía.


Nem Luciana entendeu o ocorrido.


Os cidadãos de Collierville souberam da novidade uma hora após a chegada de Hermione e Rony à cidade. Dois dias depois, quando Hermione entrou no jornal, Luciana ansiava por uma explicação. Não houve nenhuma.


Mas a irmã de Draco não se contentou.


— Draco tem algo a ver com isso, Hermione?


— Não!


— Ele se comportou bem?


— Sim. Sempre.


Luciana suspirou. Na verdade, pareceu decepcionada. Hermione espantou-se com a reação da amiga.


— Para ser sincera, queria que meu irmão se comportasse mal, Hermione. Draco precisa de envolvimento, de amor. Eu gostaria que ele encontrasse uma mulher como você e se casasse.


Hermione permaneceu em silêncio.


— Não a mandei a Nova York para conquistá-lo, Hermione. Mas esperava que, quando a visse, Draco voltasse a pensar em casamento. Houve uma época em que amor e família faziam parte dos planos dele.


— Não creio, Luciana. Draco não me parece ser adepto a compromissos.


No entanto, era um excelente amante, criativo e atencioso. Tanto terno quanto ardente. Hermione se lembraria pelo resto da vida da doçura e paixão que os envolvera naquele momento mágico.


No fundo, o que ela e Draco viveram representou um enorme aprendizado.


Entretanto, ele não a amava.


O rompimento de Hermione e Rony fora, por muitos dias, o assunto favorito entre os moradores de Collierville. Afinal, nada de interessante acontecia por ali.


Três semanas se passaram até que um novo evento desviou o tópico das conversas.


Hermione nunca imaginou que pudesse se sentir grata por uma carreta, carregada de novilhos, ter quebrado na rodovia a caminho do mercado rural. Quando os animais invadiram a estrada, o motorista da carreta, bombeiros, fazendeiros e jornalistas os perseguiram durante horas.


Aquela fuga foi o bastante para atrair a atenção dos habitantes. Hermione voltou a respirar livremente, então. Porém, à noite, não conseguia conciliar o sono.


Na sexta-feira, por acaso, após o expediente do jornal, avistou Rony na rua. Era a primeira vez que o via após o retorno conturbado de Nova York.


Várias vezes quis ligar para o ex-noivo, tentar explicar o ocorrido e, de novo, pedir desculpas. Mas não o fizera. Não sabia o que dizer.


Tampouco encontrava palavras para abordá-lo naquele instante. Contudo, com as sras. Timmerman e Vogt caminhando pela calçada e Leo McCarthy bisbilhotando da janela do armazém, Hermione não podia passar por Rony sem ao menos cumprimentá-lo.


Apesar do rompimento, Rony continuava a ser uma das pessoas mais agradáveis que conhecera, e esperava cultivar a amizade, mesmo que ambos permanecessem solteiros.


— Olá. — Hermione arriscou um sorriso.


Rony também sorriu.


— Como vai, Hermione?


— Bem. E... você?


— Ficando melhor. — Rony parecia mesmo se recuperar pouco a pouco da desilusão que sofrera.


— Que bom! Eu pretendia telefonar, mas...


— Ainda bem que não telefonou.


Olharam-se por um longo tempo. De repente, ambos pareceram se encarar como adultos.


— Sim — Hermione murmurou.


— Você estava certa.


— Sobre o quê?


— Nós dois. Foi correto romper o noivado.


— Por que diz isso?


— Liguei para sua senhoria.


— A quem se refere, Rony?


— A Mariah. Eu queria entender. Precisava saber o que aconteceu. A princípio, pensei que cometi um erro ao permitir que viajasse.


— Você não "permitiu" que eu viajasse. Não tinha como me impedir.


— Agora consigo enxergar dessa forma. Depois de conversar com Marcy, descobri muitas coisas.


— Falou com ela?


— Bem, Mariah não sabia de nada, e disse que a irmã talvez tivesse mais informações. Então, me forneceu o telefone de Marcy. Conversei muito com ela, que contou-me que... — Rony fez uma pausa e corou. Após pigarrear, prosseguiu: — Marcy falou que você ficou nua diante de Malfoy.


Apavorada, Hermione olhou ao redor. Para seu imenso alívio, não havia ninguém escutando aquela conversa.


— Marcy lhe disse isso?!


— Mas explicou-me a confusão, fique tranqüila. Entretanto, na hora, fiquei espantado. A Hermione que conheço jamais... — Ele riu. — Quanto mais refletia acerca do assunto, mais lhe dava razão. Nós amadurecemos. O noivado surgiu quando éramos crianças, e jamais questionamos a decisão depois de adultos. Bem, na verdade, você questionou. Certo?


Rony a fitava, curioso, ansioso por uma resposta.


— É. Imaginei que fôssemos feitos um para o outro, Rony, e tentei sustentar essa posição.


— Sei disso. — Rony hesitou por um segundo. — Perdoe-me por tê-lo esmurrado.


— Draco não é responsável.


— É um tolo.


— Não...


— Sim, Hermione. Se ele não a ama, é um tolo. Eu disse isso a Marcy.


— Verdade? — Hermione estremeceu.


— Marcy concorda comigo.


— Vocês discutiram a questão?


— Discutimos. Marcy é uma pessoa incrível. — Rony sorriu.


Havia algo naquele sorriso que chamou a atenção de Hermione. Rony e Marcy? Uma combinação impossível, mas situações estranhas podiam acontecer.


Eles decerto teriam mais chance de felicidade do que Hermione e Draco.


— Diga-me, Rony, o que acha de cabelos púrpura?

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