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6. 10 Dicas Infalíveis de H. Gran


Fic: Poção do Amor


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Hermione não conseguiu esconder o sorriso. Snape não sorriu, mas a garota percebeu que a linha de seus lábios haviam suavizado. Ela não se surpreenderia se o pegasse sorrindo. Era um momento mágico, estar ali com Snape e ouvir ele a elogiar... 
– Não esperava ouvir isso do Senhor... – sussurou Hermione, ainda sorrindo.
– Eu não sou um monstro sem sentimentos, Granger.
– Não disse isso, Professor... – apressou-se a dizer – Mas eu tenho a impressão de que o Senhor não gosta de mim.
Os lábios dele se curvaram em um sorriso sensual, como sempre, sem nenhuma alegria. 
– Eu deveria lhe dar uma detenção por estar fora da cama. – disse Snape, calmamente. 
– Pelo menos eu passaria mais tempo com o Senhor. – ela respondeu, sem pensar. Ele ergueu uma sobrancelha e olhou para os grandes olhos castanhos da garota, que ficou muito vermelha e abaixou o olhar para os pés. – Desculpe, não foi isso que eu quis dizer... 
Ótimo, Hermione. Porque não aproveita e diz que o ama agora?
– Deveria entender que você gostou da minha companhia, afinal? – Hermione não sabia se era ironia, mas antes que pudesse se controlar, respondeu:
– Sim, eu gostei.
– Vá para seu quarto, menina. Se continuar aqui, me olhando desta forma e me falando essas coisas, posso nãoquerer me controlar.
– E o que o Senhor fará se não se controlar? – perguntou, em voz muito baixa, sentindo um leve tremor percorrendo seu corpo.
– Você não vai querer saber, Granger. – disse Snape, com o mesmo sorriso de antes.
– Talvez eu não queira só saber, e sim que você o faça. 
– Não quero assustá-la. – disse Snape, olhando-a fixamente com seus olhos negros. 
– Eu não sou assustável, Senhor. – desafiou Hermione, e se aproximou de Snape, sensualmente. Mas para sua surpresa, ele agarrou seus braços de forma delicada, encostou o corpo no da aluna de forma lenta e passou os lábios por sua bochecha. Hermione respirou fundo, absorvendo o cheiro de Baunilha e Hortelã, sentindo seu coração se aquecer e suas pernas fraquejarem.
 Hermione ergueu o rosto e o olhou. Nos olhos negros não havia desejo, como nas vezes anteriores, mas nem tampouco havia frieza. Havia algo muito melhor: carinho, ternura... Ela suspirou quando sentiu a mão quente e firme passar pelo seu rosto, e ele tocou os lábios dela de leve com os próprios, de forma lenta, quase imperceptível, demorou para Hermione perceber que havia sido real. Mas novamente os lábios de Snape encontraram os da garota, e ele segurou, gentilmente, suas mãos e as levou até seus ombros. Ela manteve as mãos imóveis, enquanto ele deslizava as suas até a cintura dela. Mas dessa vez ele não a apertou de forma possessiva, e sim de uma maneira delicada, como se ela fosse uma peça que poderia quebrar ao menor toque. Hermione sentiu uma vontade incontrolável de chorar, ninguém nunca havia a tratado daquela forma. Quando ele entreabriu os lábios da garota com os seus, ela não o impediu. Sentiu a língua quente de Snape tocar a sua e estremeceu de leve, era como se ele a estivesse beijando pela primeira vez. Ele não cobrava nada. Ele não a atormentava com as mãos. Ele apenas a beijou, de maneira lenta e delicada. E Hermione retribuiu, sentindo-se preenchida, completa, realizada, feliz... Ele a apertou contra o próprio corpo e a abraçou pela cintura, fazendo com que ela passasse os braços em volta de seu pescoço. Ele a levantou alguns centimetros do chão, e Hermione sorriu contra os lábios macios do Professor. Quando ele a saltou, Hermione sentiu que era lhe arrancado uma parte do corpo. 
– Vá para seu quarto, Hermione. – sussurou Snape. Ele havia usado seu nome pela primeira vez, e isso não passou despercebido por ela. O tom de voz dele não permitiu que a ordem soasse rude. E ela, mesmo sem querer, andou em direção a porta.
– Boa noite. – disse Hermione, sabendo que ele mantinha os olhos fixos em si. E sem esperar nenhuma resposta, abriu a porta e saiu. Precisou esperar alguns segundos para que as pernas parassem de tremer, antes de começar a descer as escadas de pedra.
 Quando Hermione abriu os olhos no dia seguinte, um sorriso se formou em seus lábios e a imagem de Snape veio em sua mente. Não precisou, na noite seguinte, tomar nenhuma poção para Dormir Sem Sonhar, pois assim que deitou em sua cama caiu no sono. 
Ainda sorrindo, se trocou, colocando o uniforme de Hogwarts. Era terça-feira e não teria aula de Poções, mas isso não era um problema, pois já havia decidido: iria visitar Snape mais uma vez em suas masmorras, à noite. Quando desceu as escadas do dormitório feminino, encontrou Harry, Rony e Gina conversando.
– Mione! – exclamou Rony, erguendo-se da poltrona perto da lareira – O que aconteceu com você ontem? Não apareceu em nenhuma aula...
– Eu estava com dor de cabeça... – mentiu – Estou morrendo de fome, vamos tomar café?
Os amigos concordaram, desconfiados, e saíram do Salão Comunal.

O dia se arrastou. Hermione esforçou-se ao máximo, nas refeições, para não deixar seu olhar rumar nem perto para a mesa dos professores. Sentia-se excitada, no fim no jantar, enquanto ia com os amigos para os dormitórios.
– Hermione – uma voz chamou. A garota se virou e deu de cara com Luna, que sorria abertamente e se aproximava, saltitante, dos meninos. 
– Olá, Luna! – exclamou Hermione, feliz, sorrindo para a garota.
– Oi, Luna... – disseram Rony, Harry, Neville, Gina, Dino e Simas ao mesmo tempo. 
– Será que posso conversar com você? – perguntou Luna, mantendo seus olhos saltados fixos na garota.
– É claro que podemos. – Hermione seguiu Luna até um corredor deserto. Olhou para os lados, como se esperasse ver um Professor saindo das paredes, e então disse em voz baixa: 
– Eu falaria com a Gina, mas agora ela não desgruda do Harry nem um segundo... Eu preciso de conselhos! – A garota ergueu uma sobrancelha. Luna Lovegood pedindo conselhos para ela?
– Hum... Ok, pode falar. 
– Acho que estou apaixonada. – disse a garota, sonhadora.
– Apaixonada? – surpreendeu-se Hermione. – Por quem? 
– Esse é o problema... – disse, aflita.
 Hermione agora se sentia curiosa. Ele nunca havia imaginado Luna apaixonada. 
– Quem é, Luna? – voltou a perguntar.
– Malfoy... – sussurou, muito baixo.
– O DRACO? - Hermione sentiu o queixo cair e arregalou os olhos. A garota ficou muito vermelha e fez um movimento impaciente com as mãos.
– Fale baixo. Quer que ele ouça? – resmungou – Sim. Draco Malfoy. Vê porque é um problema?
– Mas, Luna... – começou Hermione, calmamente – o Draco? Ele é um ex Comensal da Morte e... – ela parou abruptamente de falar. Snape também era um ex Comensal da Morte. Usar esse motivo seria hipocrisia. Ela sentiu uma incrível vontade de ajudar a garota. 
“Acho que posso te ajudar, Luna” exclamou Hermione, radiante.
– Sério? Como?
– Nada é impossível. E o Draco é um garoto. Você é bonita, engraçada, interessante... E sexy da sua maneira. – Luna examinou o próprio corpo e ergueu uma sobrancelha.
– Não sei, Mione... Acho que o Malfoy prefere outros tipos de garotas...
– Bobagem, Luna. Se você é apaixonado por ele, tem que tentar. 
– E como você acha que conseguiremos fazer com que ele repare que eu existo? - perguntou, cabisbaixa.
– Arrumaremos um jeito – disse Hermione – Essa noite vou pensar sobre o assunto.
– Ah, Mione. Obrigada! – exclamou Luna, radiante, e para sua surpresa, Hermione percebeu que ela a abraçava. – Bom, devemos ir agora, antes que algum Professor apareça.
No caminho de volta, as garotas continuaram a conversar animadamente. Quando se separaram, Hermione começou a pensar... Draco e Luna. Era estranho... Mas quem poderia imaginar que havia algo entre Snape e Hermione?
Não existe nada entre Snape e Hermione, disse uma voz, dentro de sua cabeça. Já deveria passar das 19:00 agora, e Hermione desejou ter o poder de fazer o tempo passar mais rápido.
Quando entrou no Salão Comunal da Grifinória, entrou os amigos em um canto afastado, conversando. Se juntou a eles e nem reparou o tempo passando. Quando Harry decidiu que iria para a cama, a maioria dos alunos já haviam entrado em seus dormitórios.
 Já passava da 01:00 da manhã quando Hermione saiu pelo buraco da Mulher Gorda usando a Capa de Invisibilidade do Harry, sentindo o coração bater mais rápido. Quando chegou em frente a porta da masmorra de Snape, tirou a capa, guardou-a nas vestes, respirou fundo e então bateu.
– Não sei porque, Granger, mas tinha certeza que era você. – disse Snape, quando em menos de um minuto abriu a porta. Ele não usava roupas de dormir e sim as vestes habituais (como sempre).
– Queria ver o senhor... – sussurou a garota, tímidamente.
– Entre, antes que alguém a veja. – Snape deu espaço para Hermione passar, e ela respirou fundo, absorvendo o cheiro de Baunilha e Hortelã que tanto amava. 
Ele permaneceu em silêncio, olhando-a. Hermione não sabia o que dizer, então apenas olhou para os pés, esperando sem saber o quê. 
– Então, Granger...
– Me chame de Hermione - disse a garota, e quando percebeu que ele havia erguido uma sobrancelha, acrescentou: – Pelo menos quando estivermos sozinhos. 
– O que vem acontecendo muito, tenho percebido. – disse Snape, com a habitual frieza. Mas Hermione não se importou, já havia se acostumado com o jeito do Professor.
– Eu queria saber se o Senhor ainda pretende deixar Hogwarts... 
– Sim. Ainda vou deixar Hogwarts. 
– Porque? - exclamou Hermione, com raiva. Pensou que depois da noite passada às coisas haviam mudado. 
– Não costumo mudar de idéia, Granger.
– Disse pra me chamar de Hermione! – disse a garota, ignorando-o. 
Snape não respondeu. Se ele queria deixar ela irritada, estava conseguindo.
– É bem sonserino fazer isso. Fugir. – ele abriu um sorriso sem alegria.
– Não estou “fugindo” por minha causa. Estou sendo cavalheiro. – desdenhou.
– Então eu não quero seu cavalheirismo. 
– Essa conversa está começando a me irritar, Granger. 
Hermione respirou fundo.
– Pois bem! Se é assim que o Senhor prefere que seja...
– É exatamente assim que eu quero que seja. – Snape andou em direção a porta, abrindo-a. – Pode ir agora.
 – Desculpe. – sussusou Hermione, olhando para ele com seus grandes olhos castanhos. – Não queria irritá-lo.
– Pois me irritou. 
– Eu não vou embora. – sibilou a garota, sentando-se em uma das cadeiras perto dos caldeirões dos alunos. Snape respirou fundo e fechou a porta.
– Quer uma detenção?
– Não seria uma má idéia. – respondeu – Pelo menos assim ficaria mais tempo tentando convence-lo a ficar.
– Você acabou de pedir desculpas por ter me irritado e já está fazendo de novo. – ralhou Snape, olhando-a fixamente. 
– Você se irrita por qualquer coisa! – exclamou a garota, sem desviar o olhar. 
– Se espera que eu mude de idéia a respeito da demissão, sairá daqui bastante decepcionada.
Hermione suspirou e fechou os olhos, tentando se acalmar. Se levantou e passou pelo Professor, obrigando as pernas a obedecerem, segurou a maçaneta e sussurrou:
– Então vá embora. Fuja ou seja cavalheiro. Todos o odeiam demais para conseguir sentir sua falta. – e sem esperar resposta abriu a porta, e a fechou com força atrás de si. Desceu rapidamente as escadas de pedra e correu até o Salão Comunal da Grifinória. 

Quando chegou ao seu dormitório, Hermione não foi dormir. Sentindo-se bastante excitada escrevendo em um pedaço comprimido de pergaminho, esqueceu temporariamente de Severo Snape e no quanto ele a irritava.

Acordou muito bem humorada. Quando encontrou os amigos no Salão Principal, sorriu-lhes e se sentou entre Harry e Rony. 
– Sabe – disse a garota se servindo de mingau de aveia – Estou realmente bem humorada hoje! 
– Ora, mesmo? – disse Neville, que parecia ter acordado com o pé direito – Eu não poderia estar mais feliz.
– Ah, não! Não comece essa história de novo... – exclamou Dino Thomas, que estava sentado ao lado de Neville.
– O que aconteceu? – perguntou Hermione, interessada.
– Neville está namorando. – murmurou Rony.
– Sério, Neville? Com quem? 
– Uma garota da Corvinal.. – ele ficou muito vermelho e voltou a comer.
 – É a Morag McDougal – disse Rony, no ouvido da garota.
– Mesmo? – Hermione olhou para a mesa da Corvinal, onde a namorada de Neville estava. Sabia que ela era da Corvinal, mas nunca havia conversado com ela. Era realmente bonita. Tinha cabelos vermelhos e olhos azuis muito claros, pele pálida e algumas sardas cobriam suas bochechas. 
– Pelo jeito todos andam apaixonados... – disse Hermione, sem pensar.
– Todos? - sibilou Rony, ficando com as orelhas vermelhas.
– Sim... Ginny e Harry, Neville e Morang, Luna e... – a garota parou abruptamente de falar.
– A Luna está apaixonada? – exclamou Rony, arregalando os olhos.
– Mas é claro que não, Ronald. – apressou-se a dizer Hermione, revirando os olhos. 
– Não sei porque, mas tenho a impressão de que você anda escondendo alguma coisa. – disse o garoto, observando-a atentamente. – Você anda estranha desde o começo do ano letivo... Você não está apaixonada também, não é? Porque se for aquele McLaggen, eu juro que...
– Ronald, eu e o McLaggen não temos e nunca teremos nada! Ele é um nojo – disse a garota, começando a se aborrecer com o amigo.
O garoto tinha as orelhas muito vermelhas e resmungou algo sobre como as mulheres eram irritantes enquanto voltava a comer. 

O dia passou tranqüilamente, embora Hermione (contra a vontade) sentia-se muito nervosa ao subir para a aula de Poções daquela quarta-feira. Mas o Professor agiu com uma indiferença incomum, nem ao menos implicou com Neville ou com o Harry. Os garotos acharam estranho, mas nada disseram. 

Depois do jantar, Hermione dispensou os amigos dizendo-lhes que precisava resolver problemas urgentes. Rony achou muito estranho e passou pela sua cabeça que talvez ele achasse que ela iria se encontrar com McLaggen, sorriu para o amigo e correu até uma garota de cabelos loiros, que ia saíndo do Salão Principal.
– Luna – gritou Hermione, a garota se virou e sorriu para a amiga.
 – Ah, olá, Hermione! – disse Luna, sorrindo para a garota.
– Você se lembra daquilo que conversamos ontem? – perguntou Hermione, em voz baixa para que ninguém ouvisse.
– Claro que me lembro... – respondeu Luna, sonhadora. – Pensou em alguma coisa? 
– Sim. – Hermione tirou um longe pergaminho de dentro das vestes e o entregou para a garota.
– Dez Dicas Infalíveis de Hermione Granger... – leu ela, em voz alta. Luna franziu a sobrancelha. – Você acha que essas dicas vão ajudar? 
– Mas é claro que vão ajudar. – respondeu Hermione, revirando os olhos. – Leia a primeira dica. 
Luna, um pouco contra a vontade, começou a ler:

– 1º - Seja Sociável: O atraía para algum lugar e mostre o quanto você é divertida, engraçada e inteligente (afinal, você é uma Corvinal). Quando ele estiver bem interessado no que você tem a dizer, invente uma descupa e deixe-o com o famoso gostinho de “Quero Mais”.

– Hermione, como você acha que eu vou conseguir atrair Draco Malfoy para algum lugar? – perguntou Luna, vendo um enorme furo no plano.
– É preciso improvisar, Luna. – exclamou Hermione. – Venha, vamos pra um lugar em que ninguém nos escute. 
Quando chegaram no mesmo corredor deserto das outras vezes onde haviam conversado, Hermione voltou a falar:
– Bem, eu soube que ele conseguiu uma detenção com a Prof. Spraut de Herbologia. E descobri também que ela sempre escolhe um dia para dar detenção para todos juntos. 
– Você quer que eu consiga uma detenção com ela? – perguntou Luna, surpresa.
– É claro que sim! É um plano perfeito para colocar a dica número um em prática. Quando você tem aula de Herbologia? 
– Amanhã... 
– Perfeito! – exclamou Hermione, sorrindo abertamente.
 Na manhã de quinta-feira Hermione acordou bem humorada. Havia passado a noite inteira imaginando uma maneira de fazer com que Draco e Luna conseguissem ficar sozinhos por alguns minutos quando fossem cumprir a detenção. Havia pensando em um plano perfeito.
Ao chegar no Salão Principal, andou até a mesa da Corvinal e sussurou no ouvido da garota em voz baixa, para ninguém ouvir:
– Não esqueça de conseguir a detenção hoje. Tenho um plano perfeito em mente. – ela sorriu e foi se juntar aos amigos, que pareciam curiosos ao fitá-la. Mas não respondeu suas perguntas. Quando olhou para a mesa dos professores, percebeu que um par de olhos negros olhava-a atentamente.

O dia transcorreu normalmente, como sempre. Havia tantos deveres de casa que Hermione sentia-se deprimida quando chegou a hora do jantar. Os amigos não pareciam muito felizes, tampouco. Suspirou e começou a comer, desejando saber as novidades com Luna.
Dessa vez não precisou chamar a amiga, pois ela a esperava em frente ao portão do Salão Principal. Foram ao corredor deserto do quarto andar novamente.
– Você coseguiu a dentenção? – perguntou Hermione, esperançosa.
– Sim. – respondeu Luna.
– Como?
– Como consegui a detenção? Ah, não fiz nada...
– Como não fez nada? 
– Não fiz nada, por isso ela me deu uma detenção. Ela perguntou porque eu não estava cuidando da minha Tentácula e eu respondi que não queria sujar minhas mãos. Ela ficou furiosa e descontou 20 pontos da minha casa. Quando ela pediu os deveres que havia pedido aula passada eu disse que não havia feito porque estava ocupada com coisas mais importantes, então, ela me deu uma detenção. – Luna sorriu.
– Uau! – exclamou Hermione, admirada. 
– Bom, então, qual é o plano? 
– Ah, ele é perfeito! – Hermione tirou de dentro das vestes um pedaço grosso de pergaminho e o abriu. Luna riu.
– Você desenha muito bem. - sussurou, divertida.
– Eu sei! – disse Hermione, irônica. 
– Bom, quando é a detenção?

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