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12. O Sétimo Ano- parte 2


Fic: Tudo Certo- 7 ano- Att no fim de semana


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Sozinhos




Onde ele estava?




Então o vi. Vindo ao nosso encontro, o rosto assustado...




Assim que ele pegou minha mão, pensei em um lugar para fugirmos, e nada melhor que Londres... A parte trouxa de Londres...




E assim aparatei, levando comigo meu irmão e meu amor, numa fuga louca, numa viagem sem rumo...


 


Depois de recuperado daquela sensação horrível da aparatação, olhei ao redor. Estávamos em Londres, um montão de gente ao redor...


Rua Tottenham Court, a parte trouxa de Londres.


Precisávamos nos trocar, tirar aquelas roupas de festa...


Mione nos levou para uma ruazinha lateral, onde nos deu nossas roupas e a Capa da Invisibilidade do Harry...


Não entendemos como tudo aquilo coube na bolsinha dela... Então ela nos explicou que tinha feito um Feitiço Indetectável de Extensão, deixando aquela bolsinha de contas absurdamente grande...


Tudo, absolutamente tudo que precisávamos estava lá dentro...


Minha garota é incrível... Brilhante...


Harry se escondeu embaixo da Capa, e enquanto andávamos pela rua, uns caras começaram a mexer com a Mione. Por pouco não os estuporei, só não o fiz porque a mão dela me impediu e porque não seria legal estuporar três caras no meio de uma rua cheia de trouxas....


Acabamos entrando em um café para decidirmos o que fazer...


 


Enquanto discutíamos pra onde ir, pedi dois cappuccinos. Logo depois, dois caras muito estranhos entraram no café e se sentaram na mesa ao lado da nossa.


Quando me inclinei pra pegar minha bolsinha e pagar a conta, fomos atacados.


Harry e os dois homens, que descobrimos serem Comensais da Morte, apontaram suas varinhas e lançaram feitiços no mesmo instante.


O Ron pulou em cima de mim uma fração de segundo antes de um deles me acertar, me protegendo, me salvando...


O feitiço do Harry atingiu um deles, que desmaiou na hora. O outro reagiu imediatamente, disparando contra o Ron, imobilizando-o com cordas...


Fiquei desesperada. O Harry tentou estuporar o Comensal, mas acabou acertando a garçonete que nos atendeu. Como reação, ele explodiu a mesa que estávamos, jogando o Harry longe. Lancei um Petrificus Totalus no Comensal, imobilizando-o.


Estava tão nervosa que quando fui libertar o Ron acabei cortando sua perna sem querer...


 


Enquanto eu apagava as luzes do café, a Mione trancou a porta. Precisávamos decidir o que fazer com aqueles imbecis.


Achamos melhor apagar a memória dos dois e da garçonete.


A Mione fez um serviço perfeito como sempre, apagando a memória do primeiro Comensal.


Depois, enquanto o Harry e eu arrumávamos a bagunça toda, ela cuidou do outro e da garota.


Dali, aparataríamos para o Largo Grimmauld, não tinha outro lugar para irmos. Ainda tinha a preocupação se o Harry estava com o rastreador, que o proibia de fazer magia e aparatar enquanto menor de idade, mas aquilo não podia ser possível e teríamos que arriscar...


Como sempre, ele veio com aquela história de querer seguir sozinho.


Nem demos chance dele argumentar e a Mione já levava a gente para a mansão Black.


A rua estava deserta, a casa estava visível pra nós porque já sabíamos dela antes do Dumbledore morrer (ele era o fiel do segredo). Olho Tonto havia colocado algumas proteções contra o Seboso na casa, e ficamos um pouco apreensivos assim que entramos...


Harry deu o primeiro passo pra sala, e quando ele fez isso ouvimos a voz do Olho Tonto perguntado se quem estava ali era Severo Snape.  Logo depois que Harry negou que fosse ele, foi como se alguma coisa tivesse nos atingido, enrolando nossas línguas, um Feitiço da Língua Presa.


Quando ele deu mais um passo, alguma coisa pareceu se mexer na escuridão. A Mione gritou de novo, assustada. O vulto parecia com Dumbledore, e quando o Harry gritou que não o tínhamos matado, ele “explodiu”...  Me agachei, levando a Mione junto, protegendo-a, enquanto uma nuvem de poeira azulada se assentava em torno da gente...


Senti que ela tremia ao meu lado, assustada demais pra falar alguma coisa, os olhos marejados... Ficamos abraçados alguns minutos, nos acalmando...


Pra piorar um pouquinho mais as coisas, a Sra Black, a querida mãe do Sirius, começou a berrar lá do quadro dela, xingando todo mundo, nos deixando mais estressados ainda.


Com um gesto da varinha, Harry cerrou as cortinas que cobriam o quadro e a bruxa se calou...


 


Fiz uma verificação na casa com um feitiço, não havia mais ninguém ali além de nós três. Subimos pra sala de visitas no primeiro andar.


Enquanto eu acendia as luzes, o Ron foi verifica a rua. Deserta, o que significava que o Harry não estava com o rastreador, senão àquela hora a rua estaria cheia de Comensais atrás de nós...


Me assustei com um grito do Harry, um grito de dor. A cicatriz voltara a atormentá-lo, ele e Voldemort estavam “conectados” mais uma vez...  Ele estava com raiva de alguma coisa, só que o Harry não sabia do que...


O Ron ficou preocupado, com medo de que tivesse acontecido alguma coisa na Toca....E eu estava preocupada com os dois...


De repente um clarão invadiu a sala, era o Patrono do Sr. Weasley...


“Família a salvo, não responda, estamos sendo vigiados.”


O Ron se sentou ao meu lado no sofá, respirando aliviado, parecendo que ia chorar...


O abracei, retribuindo o carinho que ele vinha tendo comigo todos aqueles dias, sussurrando baixinho que todos estavam bem, sentindo-o relaxar, inspirando seu perfume, me perdendo naquelas sensações maravilhosas que só ele me proporciona...


Ron levantou a cabeça do meu ombro, chamando pelo Harry para um pedido de desculpas por toda aquela tensão... Ele respondeu que estava tudo bem que ele sentia o mesmo...


 


Por mim ficaria ali a noite toda, nos braços dela, recebendo um carinho muito bem vindo, sentindo aquele cheirinho maravilhoso de flores que só ela tem, a respiração lenta no meu pescoço...


Ela não queria dormir sozinha, então sugeriu que ficássemos na sala mesmo.


Concordei na hora, e, enquanto seguia pro banheiro, o Harry murmurou um sim pra ela.


Enquanto a Mione tirava nossos sacos de dormir da bolsinha, eu ajeitava as almofadas do sofá pra ela poder ficar mais confortável.


Ela sorriu pra mim e agradeceu baixinho.


“Obrigada, Ron”, seguido de um beijinho no rosto....


Ela se afastou, deixando meu coração batendo como louco...


 


Dormimos na sala mesmo. Aquela casa me dava arrepios, e depois de tudo que passamos, não queria ficar sozinha...


O Harry dormiu perto da janela, e o Ron ao meu lado. Ele foi tão fofo arrumando as almofadas pra que eu dormisse mais confortável...


O problema é que eu não conseguia dormir... Tudo conspirava contra minha noite de sono...


A tensão, o medo, aqueles olhos azuis me perfurando, mesmo naquela escuridão...


“Como vai ser agora, Ron?”


“Não sei, Mione... Só sei que estarei sempre do seu lado...”


A mão dele tocou a minha. Minha pele se arrepiou toda.... Nossos dedos se entrelaçaram... Ele levou minha mão até seus lábios. Um toque absurdamente delicioso, que me fez estremecer, querer muito mais... 


“Sempre...”.


 


Nossas mãos ficaram entrelaçadas durante um tempão. O toque suave da mão dela, as carícias...


Quando encostei meus lábios ali, senti a pele dela se arrepiar, e a minha também...


Fiquei acariciando sua mão, um atento ao outro, os olhos no do outro, até que senti que ela tinha adormecido, a respiração mais tranqüila...


Pude dormir um pouco mais calmo também, minha família estava relativamente bem, tínhamos escapado dos Comensais...


Acordei com uma sacudida. Era ela, os olhos cheios de preocupação e medo...


O Harry tinha sumido...


Tentei acalmá-la, mas também me sentia apavorado...


Eles não poderiam ter entrado na casa, além das armadilhas do Olho-Tonto, a mãe do Sirius não deixaria ninguém passar sem um escândalo.... Além do mais, eles teriam levado todos nós...


Nos dividimos e começamos a revistar aquela casa imensa. Cada cômodo, cada sala, cada quarto...


Encontrei até um monte de aranhas (!!!), mas não o Harry... Tava furioso com ele...


Até que ouvi a voz da Mione de algum quarto lá em cima... “Ron! Encontrei ele!” .


Acho que ia matá-lo....


 


Dei de cara com ele no quarto do Sirius. Como no resto da casa, tudo estava completamente revirado...


Fiquei aliviada e ao mesmo tempo com uma vontade imensa de bater nele... Sumir daquele jeito?


Harry me mostrou uma carta da Lilly e uma foto dele quando pequeno, voando numa vassourinha... Tão fofo...


A carta da mãe dele era pro Sirius, agradecendo a vassoura que ele tinha mandado de presente pelo primeiro aniversário do Harry, que eles haviam feito um chá pra comemorar e receberam a visita de uma amiga, Batilda Bagshot, a autora dos livros da escola, e que ela adorava o Harry...


Que ela havia contado um monte de coisas sobre o Dumbledore...


Notei que Harry ficara perturbado com aquela carta, frustrado, queria conversar com ela, saber mais sobre seu passado, sobre Dumbledore...


Mas eu tava apavorada com a possibilidade de irmos à Godric’s Hollow, onde ela morava, Comensais e o próprio Voldemort poderiam estar a nossa espera...


Ele me contou sobre uma conversa que ouvira no casamento, entre a Muriel e Elifas Doge, que escrevera o obituário do Dumbledore no Profeta Diário...


Uma conversa sobre o passado do diretor, meio obscuro por causa de uma história sobre a irmã dele, que era um aborto, e diziam que vivia trancada em casa... Ela morrera misteriosamente...  


Tudo muito estranho...


Resolvemos descer pra cozinha, foi quando passamos em frente a um quarto e o Harry parou. Quando me virei pra ver o que tinha acontecido, ele me mostrou a plaquinha que tinha na porta. Regulus Arcturus Black, o irmão do Sirius. RAB...


Tínhamos descoberto.


O Ron finalmente nos encontrara, e quando mostramos pra ele o quarto, deduzimos juntos que o medalhão verdadeiro poderia estar escondido lá dentro.


Reviramos o já bagunçado quarto, todos os cantos, usei até um Feitiço Convocatório, mas nada do medalhão... 


Quando estava amanhecendo, paramos a busca, derrotados.


Voltávamos pra sala quando me lembrei dos dias de faxina naquela casa, no nosso quinto ano. Dentre o monte de entulho que encontramos e íamos jogar fora havia um medalhão, que era igualzinho a horcrux.... Só podia ser aquele....


Sabíamos que Monstro surrupiava vários daqueles objetos, louças, luvas, fotos dos membros da família Black...


Ele tinha que estar com o medalhão.


Entramos na cozinha a toda, vasculhando todos os cantos atrás dele, mas nada.


Como Harry herdara o Monstro junto com a casa, foi só ele chamá-lo que o elfo apareceu.


 


Ele parecia bem desgostoso de ter que servir um mestiço, um “traidor do sangue” e uma “sangue ruim”, mas Harry o proibiu que ele nos chamasse assim.. 


Harry perguntou do medalhão, ele nos disse que Mundungo Fletcher havia roubado um monte de coisas que haviam ali, inclusive o que procurávamos...


Monstro falou que o medalhão era do senhor dele, Regulus. Não entendemos o porque e ele nos contou uma história bizarra...


Regulus era um Comensal da Morte. Um dia ele disse que o Cara de Cobra precisava de um elfo e ordenou que Monstro fosse atendê-lo e depois voltasse pra casa.


Eles foram para aquela caverna que Harry esteve com Dumbledore meses antes. Lá, Voldemort fez com que ele bebesse aquela poção que também tinha enfraquecido e debilitado o diretor...


Quando Monstro terminou, Voldemort colocou o medalhão verdadeiro no fundo da bacia, protegendo-o novamente com a poção e sumindo em seguida, largando ele lá.


Desesperado por água (efeito da poção, como aconteceu com o Dumbledore), Monstro foi ao lago, bebeu daquela água e foi capturado pelos Inferi.


Ele só conseguiu escapar por causa da ordem que ele voltasse.


Um tempo depois, Regulus voltou a procurá-lo, transtornado, pedindo pra o Monstro levá-lo à caverna . 


Chegando lá, Regulus pegou um medalhão falso, igual ao do Cara de Cobra, deu a ele e pediu pra que os trocasse depois que ele bebesse a poção, levando o verdadeiro embora e que o destruísse. Pediu que Monstro o deixasse lá e que não contasse o que aconteceu pra sua senhora.


 Monstro teve que obedecê-lo, assistir os Inferi levando o irmão do Sirius pro fundo do lago...


A Mione ficou cheia de pena dele e foi tentar abraçá-lo. Claro que ele fugiu, parecendo cheio de nojo dela.


Quase dei um pontapé nele...


Ele tentou destruir a horcrux, mas não havia magia, feitiço que conseguisse...


O elfo ficou um tempão se penalizando no chão da cozinha, até que o Harry conseguiu fazê-lo parar.


Precisávamos achar o Mundungo, pegar o medalhão e destruí-lo. Harry pediu pra que ele fosse atrás daquele ladrãozinho e nós lhe demos o medalhão falso, um “presente”, uma lembrança do “seu querido senhor”...


Ele ficou feliz da vida e saiu cheio de gratidão.


 


Os dias passavam e nada do Monstro voltar...


Dois homens rondavam a frente da casa, noite e dia. Comensais da Morte, loucos para nos capturar... Eles sabiam que a casa era do Harry, com certeza estavam esperando que aparecêssemos para ocupar a casa e nos pegar.


O Ron adquirira a mania de brincar com o desiluminador, apagando as luzes da sala enquanto eu lia...


Eu ficava tão irritada que acabávamos brigando toda hora...


Certa noite, enquanto aguardávamos a volta do Monstro, recebemos uma visita inusitada.


Ron e eu estávamos na sala quando ouvimos um barulho. Descemos correndo, empunhando nossas varinhas, uma voz muito conhecida vindo da porta, conversando com o Harry.


Quando ele saiu das sombras, pudemos ver realmente quem era.


Remo Lupin, atrás de notícias nossas e com notícias do mundo bruxo.


Fiquei aliviada e baixei a guarda, Ron fez o mesmo. Harry não, só depois dele se identificar.


Ele nos contou que os Comensais estavam atrás de todo mundo que tinha alguma ligação com o Harry. Ele, os Weasley, a família da Tonks, alguns aurores. Revistaram a Toca de cima a baixo, acharam o vampiro do Ron, mas ninguém desconfiou que não era ele... Torturaram Rufus Scrimgeour antes de matarem-no para que ele contasse sobre o nosso paradeiro, mas ele não disse nada.


O ministério estava completamente dominado pelos Comensais... Eles tinham rompido todos feitiços de proteção da Toca...


Contamos a ele sobre nosso encontro com os Comensais na Tottenham Court, o que ele também achou bem estranho...


Remo nos mostrou uma edição do Profeta Diário. Uma foto do Harry ocupava a primeira página do jornal, e embaixo da foto, a seguinte legenda “Procurado para depor sobre a morte de Alvo Dumbledore”


Fiquei horrorizada, e vi que o Ron também ficou chocado. Eles também tinham tomado o jornal.


Remo resumiu bem o que estava acontecendo no mundo bruxo. Voldemort era, de fato, o Ministro da Magia. Deixara na cadeira do Ministério Pius Thicknesse, dominado pela Maldição Imperius, como um fantoche, assinando papéis que só aumentavam cada vez mais seu poder... 


Além disso, colocando no jornal que Harry era procurado pra depor, colocava em dúvida se ele era mesmo “O menino que sobreviveu”, o salvador do mundo bruxo...


Mas uma notícia muito pior esperava pela gente na outra página do jornal...


Quando vi, meu sangue gelou, aquilo era horrível demais. O Ministério estava fazendo um “Registro para os Nascidos Trouxas”.


 


Todos os nascidos trouxas teriam que ir ao Ministério, passar por um interrogatório. Segundo eles, filhos de pais trouxas não teriam como herdar a magia se não tivessem um ancestral bruxo, a não ser que eles roubassem o poder de um bruxo. Quem não provasse alguma ancestralidade bruxa, poderia ser punido...


Idéia mais ridícula...


Não deixaria a Mione passar por aquilo, falaria que ela era uma prima distante nossa, lhe ensinaria nossa árvore genealógica....


Ela parecia não ter se importado muito com aquilo, mas falei, segurando sua mão, que ela não teria escolha, que eu a protegeria...


Meu coração deu um solavanco quando ela riu gostoso e apertou mais forte a minha mão, dizendo que aquilo não importava pois estávamos fugindo com o Harry, o cara mais procurado da Inglaterra... Que se fossemos voltar pra escola seria diferente....


As coisas em Hogwarts também haviam mudado. A freqüência passou a ser obrigatória e só pra bruxos que tivessem o registro que provava a ascendência bruxa... Voldemort teria todos os jovens nas mãos e ainda tiraria os “sangues ruins” da escola....


Horrível.....


A Ordem desconfiava que Dumbledore havia nos deixado uma missão. Remo queria saber qual era essa missão e Harry lhe disse que se o diretor não a tinha revelado, ele também não falaria...


Estranhamos quando ele pediu para ir conosco na nossa busca... Quando a Mione perguntou da Tonks, ele disse que ela ficaria bem na casa dos pais dela e que ela estava grávida...


Não entendemos nada quando ele disse isso... Largar a Tonks grávida e sozinha?


O Harry ficou puto com ele por querer largá-la.


Remo achava que tinha feito um grande mal a Tonks casando com ela, por ele ser um lobisomem, e que com o filho deles seria bem pior, e que ele não teria orgulho do pai...


 


Harry achava que Remo estava sendo um covarde, não querendo ver o sofrimento do filho por ele ser um lobisomem, que ele estava querendo tomar o lugar do Sirius....


Remo ficou puto também, e por pouco ele e o Harry não se enfrentaram. Mas Remo lançou um feitiço nele que o jogou longe, e foi embora parecendo bem irritado...


O Harry ficou bem triste por ter brigado com o Lupin, parecendo ver na história do filho dele e da Tonks um pouco da própria história... Ele até nos disse que os pais não deviam abandonar os filhos quando pudessem evitar....


Não sabíamos o que dizer a ele... Ele estava arrependido de ter discutido, de ter falado o que falou....


Ron e eu trocávamos olhares preocupados enquanto o Harry fingia ler o jornal que nosso professor deixara.


Longos minutos se passaram até que um estalo nos despertou. Monstro finalmente tinha voltado, trazendo com ele Mundungo Fletcher...


 


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Olá!


Apesar de não ter tido coments, tô postando o cap. novo...


Espero que vcs comentem...


Ah, e tem mais um bônus também!


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