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15. Depois da batalha


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


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Capítulo 15


Depois da batalha...


 


 


Mayer correu pela floresta na tentativa de invadir o castelo e pegar os objetos solicitados pelo seu mestre. Sabia que Draco estava correndo atrás de si, então corria o máximo que suas forças permitiam. No entanto, percebeu que o plano de invasão não corria como imaginado pelo lado negro. Os estudantes que pertenciam à Ordem não se importavam em lançar maldições imperdoáveis para deter os trasgos e gigantes. Sabia que o mestre não ficaria nada satisfeito, mas o plana falhara. Pegou sua chave-do-portal e partiu em direção ao esconderijo.


 


Chegando lá, os feridos voltavam abatidos e muito não retornaram. Provavelmente foram detidos na batalha.


 


- Que porra aconteceu? – perguntou Voldemort irritado – Você conseguiu pelo menos pegar os objetos???


 


- Não, mestre – ajoelhou-se esperando receber a maldição. Instantes depois, sentiu a dor percorrer seu corpo. Não gritou nem gemeu de dor. Aceitou o castigo por sua falha. Pelo menos tinham capturado a sangue-ruim.


 


- Como é possível que tenham perdido? Não estávamos sendo ajudados por gigantes e trasgos enfeitiçados? – Voldemort andava nervosamente de um lado para o outro com sua capa negra esvoaçando atrás de si. Mais afastado, Sanpe observava tudo com atenção.  


 


- Sim, mestre – adiantou-se Lucio – Algo aconteceu. Eles pareciam estar mais treinados. Não foi só meu fil, quero dizer, Draco quem faz magias sem varinha. Vi alguns estudantes realizando essa... façanha. Pelo menos capturamos a amiga do Potter.


 


- E de que isso importa? – bradou Voldemort irritado – Ela só serve para sua maldição, Lucio!


 


- Podemos tentar arrancar informações dela, meu mestre – Adolf falou ainda de cabeça baixa.


 


- Sim... Vamos ver o que andaram ensinando para esses... traidores. – sibilou Voldemort. – Snape... faça as honras com nossa convidada. – calado, ele apenas acenou com sua cabeça. Os fios oleosos cobriram sem rosto e o antigo professor de poções saiu em direção ao local onde mantinham os prisioneiros.


 


 


Meses antes na biblioteca de Hogwarts


 


Andava pelo castelo. Não acreditava nos últimos acontecimentos. Afinal... nascera para ser quem era. Para grandes conquistas. Nascera para brilhar e fazer sucesso onde quer que estivesse.


 


Ninguém jamais havia roubado nada de si. Já se acostumara em roubar. Mas o contrário??? Jamais.


 


Seus pais eram aliados dele, por que não ser também? Nada tinha a perder. E, o melhor, quem sabia sobre a lealdade de seus pais ao Lorde? Quase ninguém. Nem na época da primeira guerra foram chamados para depor. Nada como agir às escondidas.


 


Caminhou com decisão pela biblioteca. Lançou um feitiço confudus na madame Pince e foi até a Seção Restrita.


 


Ouvira uma conversa no ano anterior entre seus pais. Sobre um livro. Apenas uma suposição, no entanto seria um ótimo instrumento. Principalmente para chantagea-lo. Era uma jogada arriscada. O que tinha a perder? A vida? Mas duvidava muito que resultasse na sua morte se fizesse tudo muito bem feito.


 


Precisou procurar com atenção. Porém, acabou encontrando o livro que procurava. O livro que continha uma determinada profecia sobre Voldemort. E sobre como derrotá-lo. Como derrotá-lo, além da destruição das tais horcruxes.


 


 


- Malfoy! Malfoy! – ele olhou para a fonte de voz e encontrou Gina. – Estamos reunindo todos no Salão Principal... O que houve? - ela parou ao ver a expressão no rosto do sonserino.


 


- Pegaram a Hermione.


 


A ruiva não podia acreditar. Limpou a testa, de onde escorria um filete de sangue. Pediu para Malfoy repetir, porém ele andava a esmo em direção ao castelo. Muitos Comensais conseguiram fugir, no entanto muitos outros haviam sido apanhados.


 


Os cabelos do loiro voavam com a brisa que atingia o local. Cheiro de suor e sangue impregnava-lhe a narina. O jardim de Hogwarts era a pura imagem da desolação. O castelo destruído. Pedaços gigantescos de pedras, pedaços de janela e quadro espalhados pela grama.


 


Foi acordado do seu devaneio ao sentir um puxão em seu braço e uma voz grave:


 


- Aquilo que Gina disse é verdade? Levaram Hermione?


 


- Sim, Potter. E eu... Não consegui impedir. Estavam em maior número. Foi tudo muito rápido.


 


- Merda!


 


- HARRY – Rony chega gritando para o amigo – Diga que não é verdade! Não é possível, Harry! – o ruivo não precisou de respostas ao ver o olhar de desolação dos amigos e, principalmente, de Draco Malfoy.


 


- Temos que reunir alguns membros Ordem – disse Harry ocultando seu nervosismo enquanto passava uma falsa tranquilidade. – Gina, chame Neville, Carol e Luna. Precisaremos deles. O Quim que se foda. É hora de agir.


 


Draco ainda estava calado. Nos seus olhos lia-se a mais profunda fúria. Ainda sem dizer palavra, seguiu o grupo de jovens que se dirigia para algum lugar do castelo.


 


Reuniram-se na Sala Precisa. Todos apreensivos. A batalha tinha sido dura e não podiam negar que se não fosse o exaustivo treinamento muitos deles não estariam mais ali.


 


- Chega de cautela. De seguir planos dos outros. Vamos agir. À nossa maneira. Por nossos meios.


 


- Acho que precisaremos de mais gente. – sugeriu Carol.


 


- Meus irmãos podem ajudar – falou Gina – Tenho certeza que Jorge e Fred ficarão felizes em fazer algo pela Ordem.... sem ter que seguir ordens dos adultos, digamos assim.


 


- Também podemos chamar as gêmeas – Carol rolou os olhos perante o comentário de Ron que a olhou – Que foi? Elas são de confiança e boas em duelo.


 


- Alguém pode chamá-las?


 


- Eu vou – Neville falou já levantando-se.


 


A sala caiu no silêncio. Draco estava imerso em pensamentos. Lembrava a última conversa que tiveram com Hermione. Sobre as análises dela sobre o livro Os contos de Beedle, o Bardo e As profecias não publicadas dos fundadores de Hogwarts. O livro achado pelas Grifinórias e que não passava de mito entre muitos estudiosos, principalmente por ter permanecido desaparecido por séculos. Fez um floreio de varinha e a bolsa de contas dela que ficara escondida apareceu. Tirou de lá o pequeno livro desgatado. Havia anotações que ele julgou serem de Dumbledore. A caligrafia era fina, rebuscada e trazia muitos detalhes (N.A.: as ideias foram retiradas do último livro da série, juntamente com outras que inventei. A história O conto dos três irmãos, aparece no último livro também. Os comentários de Dumbledore foram retirados do livro Os Contos de Beedle, o Bardo de J.K. Rowling, editora Rocco):


“A lenda argumenta que os prêmios que a Morte dá aos irmãos – uma varinha imbatível, uma pedra capaz de ressuscitar os mortos e uma Capa da Invisibilidade imperecível – são objetos verdadeiros que existem no mundo real. E vai além: se alguém vem a se tornar o legítimo possuidor dos três, torna-se então “senhor da Morte”, o que tem sido comumente entendido que será invulnerável, e mesmo imortal.”


 


A última parte sublinhada não agradou em nada Draco. Percebeu que alguém o chamou, mas pediu silêncio com um gesto. Harry foi até lá e leu a mesma página que o loiro havia acabado de ler.


 


Neville entrou na sala acompanhado das gêmeas. O trio ficou observando Draco absorto em pensamentos. Era como estivesse fora de si.


 


**************************************************************


- Não tente fazer magia, senhorita Granger. Isso apenas a desgastaria. A história da magia sem varinha acabou se espalhando e a sala foi enfeitiçada.


 


- Snape,...


 


- Cale-se! Sangue-ruim, maldita! – chegou bem perto dela e disse enquanto segurava seu rosto com força – Melhor torcer para que seja resgatada logo. Não posso te proteger. Foi um grande erro deixar-se pegar.


 


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- Obrigado por comparecer aqui, senhorita – disse a voz ofídica de Voldemort.


 


- Imagina, mestre.


 


- Você anda dando muitas cartas nesse jogo. E eu não aceito isso. Sinto o seu cinismo quando me chama de mestre. Você fez seu pedido e eu não ligo em consentir. Aqui – e da capa ele tirou um vidro que continha um líquido claro e brilhante – tem o que me pediu. No entanto,... Preciso daquele livro.


 


- Ele está em segurança. Você viu em minha mente. – e levantou a sobrancelha em tom de desafio. Ele riu. E, pela primeira vez desde que resolveu entrar naquele jogo, sentiu medo.


 


- Quem você quer logo estará em minhas mãos. Então,... para ter esse vidrinho aqui, quero o livro.


 


- Dê-me o vidro antes de tudo. Não preciso que o capture! Posso fazer isso por mim mesma.


 


- Garota tola... Entregue-me o livro. Você tem três dias. Três dias ou seus pais morrem – e com uma magia ela pôde ver seus pais presos em uma cela. Estavam bem machucados. O medo voltou como nunca dentro de si. – Vejo que agora sabe com quem está lidando, Parkinson. Três dias. – e saiu da sala. Deixando uma garota abalada e profundamente arrependida.


 


***************************************************************


- O que descobriu, Severo? – Voldemort perguntou ao voltar à sala principal e ver seu maior aliado entrando por outra entrada.


 


- Ela é forte em combate, mas tem a mente fraca. Fácil de invadir. Típico de uma sangue-ruim. Ela juntamente com outros jovens, incluindo o insolente do Potter, foram treinados por grandes aurores e membros da Ordem da Fênix. O treinamento acontece diariamente nos corredores da Escola.


 


- Na Escola? – Enfurecido, o Lorde das Trevas deu um grito gutural. Com um toque em sua Marca, seus aliados apareceram. Ele virou-se rapidamente na direção de Mayer que instintivamente deu um passo para trás – MAYER! A merda acontecendo bem debaixo do seu nariz e você não notou nada?!


 


- Do que está falando, Lorde?


 


- INÚTEIS! Isso que vocês são! Todos vocês! Explique a ele, Severo! – Voldemort andava de um lado para outro.


 


- O treinamento que permitiu que alguns jovens lutassem sem varinhas e executando magias de um nível elevado, acontece na Escola desde o início do ano letivo.


 


O quebra-cabeça juntou-se na mente de Mayer. E ele compreendeu. As saídas de Draco. As desculpas de suas andanças. Tudo fazia parte de uma mentira que acontecia há tempo demais. Ele havia falhado. Passado informações erradas. E o culpado era um só. Sabia que seria castigado, mas nada se compararia àquilo que faria Draco Malfoy passar.


 


**************************************************************


 


Voltou correndo para Escola. Aparatou do lado de fora. Os terrenos ainda estavam envoltos em bagunça. Confusão. Medibruxos chegavam e partiam com feridos. Familiares chegavam para saber sobre os filhos que não haviam voltado. A notícia do ataque à Escola espalhou-se como fogo em mato seco. Repórteres chegavam e queriam informações. Queriam a manchete para o exemplar noturno.


 


Desviou de todos. Correu em direção à Biblioteca. Certamente estaria vazia. Não sabia que estava sendo observada e seguida por passos silenciosos e decididos.


 


Percorreu os corredores e entrou na Seção Restrita. Foi até onde havia escondido o livro anteriormente.


 


- Não é possível... – o medo agora estava em todos os seus poros e os gritos dos seus pais presos eram ecos que ressoavam em seus ouvidos. Voltou novamente para o começo da estante e foi percorrendo com mais calma os títulos. Começou a suar. – Em que merda eu fui me meter?


 


- Procurando alguma coisa, Parkinson? – ela assustou-se com o chamado e virou-se rapidamente.


 


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Depois de todos dispensados, Malfoy permaneceu. Sorria internamente por ver a presunção de Adolf desmoronar-se. Era bom saber que não era o único a falhar. Sentia uma inveja de Severo Snape. Esse, além de nunca falhar, parecia estar a par de todos os planos do Lorde.


 


- Então, Malfoy, pronto para corromper sua alma?


 


- O que farei é apenas para preservar o sangue dos meus antepassados purificado.


 


- Ainda pensa em uma linhagem futura depois da traição do seu filho? – Voldemort perguntou em um tom de desafio.


 


- Mestre, ele cometeu a pior traição. Porém, vou garantir que se ele voltar a se relacionar com esta impura...


 


- Entendo, perfeitamente. E, nada como encerrar um dia com uma bela maldição e invocação das trevas, não?


 


- Sim, mestre. Queria pedir que Snape não fique sabendo – disse ajoelhado, encarando os pés do seu Lorde.


 


- Claro, claro. Sabe que para executar a magia que está prestes a fazer precisa da minha ajuda, não?


 


- Sim, mestre.


 


- Só para lembrar que ficará me devendo um pequeno favor, Malfoy.


 


- Sim, mestre.


 


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- No que ele está pensando, Ron? – perguntou Carol em voz baixa – Parece em transe.


 


- Não sei... Hermione descobriu alguma coisa relacionada com o livro de contos. Mas, não conseguimos nos aprofundar muito nas discussões, viemos correndo para cá. – Rony falou enquanto acariciava os cabelos da namorada.


 


- Acho que podemos nos dividir para procurar as horcruxes... Terminaremos nossas buscas nos Salões Comunais da Corvinal e da Lufa-lufa.


 


O ruivo levantou e foi até Harry estava ao lado de Draco, também absorto em pensamentos. Poucos ousavam conversar ou emitir qualquer som. Era um pacto silencioso. Ronald precisou tocar algumas vezes no ombro do amigo, até que Harry manifestasse alguma reação. Com um movimento, indicou que o moreno o seguisse. Harry deixou o livro sobre as mãos estáticas de Draco e seguiu o outro para um canto mais afastado.


 


- Temos duas horcruxes aqui para destruir. Sem dúvida, Minerva nos dará a senha. Dividimos em dois grupos e vamos até os Salões da Lufa-lufa e da Corvinal, conseguir algumas pistas.


 


- E o Malfoy? Alguém precisa ficar com ele. Tem algo que deixamos passar. Algo que Hermione estava quase percebendo e não conseguiu nos falar. – Harry disse encarando o livro ainda sobre as mãos inertes do sonserino.


 


- Quer que eu cuide disso e você fica aqui?


 


- Sim... Leve Gina. Ela é será de grande ajuda para vocês. Sabe como conseguir a espada, não? – Rony assentiu e saio recrutando os colegas que saíram da sala para não atrapalhar seja lá o que acontecia com Draco e Harry.


 


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Hermione viu-se sozinha e jogada em um chão frio. Inútil e teimosamente tentou realizar magia, mas viu que nada foi produzido. Apenas cansou-se como havia avisado Snape. Ele precisou contar parte da história, já que seria muito estranho, o ex-professor de poções sair daquela sala sem nenhuma informação. Pelo menos o tempo real de seu treinamento ainda permanecia em segredo.


 


Andou pela sala. Não estava presa a parede e podia movimentar-se. Há quanto tempo estava lá? A ausência de luz e ruídos dificultava a percepção do tempo. Ainda mais por ter chegado desacordada. Ainda era o mesmo dia da batalha? Ou não. Tentou espiar pela fechadura, mas só havia a escuridão do outro lado.


 


Sentou-se e encostou-se à parede. Será que Snape daria um jeito de vazar a informação de onde estava prisioneira?


 


 


- Ainda não respondeu a minha pergunta... Procurando alguma coisa, Parkinson?


 


- Shiuuu, fale baixo! Estamos na Seção Restrita!


 


- Hummm e você procura algo aqui... desesperadamente, não é?


 


- Cala sua boca! Vá embora se juntar aos seus amiguinhos!


 


- Tudo bem – a outra pessoa deu às costas – Só queria que falar que eu sei onde está o que procura.


 


- Como??? – Parkinson saiu correndo e agarrou as vestes da pessoa que ia à sua frente.


 


- Os queridinhos de Dumbledore estão com o livro. Impressionantemente a ruiva e a amiguinha loira avoada o encontraram. O livro foi retirado daqui.


 


- E por que você me ajudaria? Aliás... por que eu acreditaria no que está me dizendo?


 


- Acho que você não tem muitas opções, a não ser acreditar em mim...


 


 


Depois que as horcruxes foram destruídas, todos se reuniram no Largo Grimmauld. Com a desculpa de permanecerem juntos para o caso de ataque repentino, um dos quartos foi amplamente aumentado. Harry sentou-se e observou as feições cansadas e entristecidas da namorada, de Ron e Carol, as gêmeas, Neville e Lilá. Os gêmeos Weasley também chegaram e não faziam piadas. Ainda era uma surpresa observar Malfoy calado. Estava no meio de pessoas que há pouco eram suas maiores inimigas. Estava namorando Hermione, uma pessoa que ele desprezou por anos. Mesmo assim era o mais abatido. Estava ausente desde a captura da amiga. Ele lia incansavelmente o livro do contos. Querendo alguma resposta. Procurando aquilo que Hermione parecera encontrar.


 


- Bom, acho que precisamos agir – Harry falou saindo do seu devaneio – reparou que Draco olhou rapidamente para ele, mas sua atenção voltou ao livro – Parece que agindo por nós temos mais avanços do que andando à sombra e seguindo as ordens do Ministério. – Gina apoiou a mão no joelho dele, apertando levemente e dando força para que continuasse – A maioria de nós é maior e podemos executar feitiços. Vamos atrás de Voldemort. Chega de esperar.


 


- Exatamente! Afinal, as horcruxes foram destruídas. Temos apenas mais duas. Uma que deve ser Nagini e outra que desconhecemos. – completou Rony.


 


- Deve estar em poder do próprio safado. – falou Jorge e seu gêmeo concordou silenciosamente.


 


- Nossa prioridade é saber onde o bastardo está escondido ir até lá – Harry não pôde continuar, pois foi interrompido por Draco.


 


- Não... ele virá até nós... – o quarto caiu no mais profundo silêncio ao ouvir as palavras de Draco e observar que ele tinha um leve sorriso esboçado em seu rosto.


 


 


Snape chegou escondido na sede da ordem, tendo garantido que não fora seguido. Graças a uma maldição, não poderia revelar onde era o esconderijo. Mas, ajudava passando informações sempre que possível. Achou tamanha imbecilidade que a garota Granger fosse pega. Tantos anos de treinamento... para isso... deixar-se levar. A partir de agora, mesmo faltando pouco para o fim do ano, os treinos teriam na Escola teriam que ser interrompidos e a força inimiga viria com muito mais empenho. Eles souberam com quem estavam lidando muito antes do tempo.


 


Conversou com McGonnagol e outros membros da Ordem. Explicou como estava Hermione, mas que eles deveriam se apressar no resgate. Ela não poderia protegê-la por muito tempo. A sala foi invadida por Gina, Luna e Draco que parou ao encarar o padrinho.


- O que é isso? Essa invasão? – a diretora perguntou.


 


- Isso são modos, Ginevra Weasley! – ralhou Molly.


 


- É muito importante, mamãe! Diretora... aquele livro... precisamos dele! Agora. Venham conosco.


 


Draco havia passado para o grupo sua descoberta. Aliás... descoberta da Hermione. Demorara tanto para ver e estava tão nítido. Todos saíram, mas ele permaneceu. Juntamente com Severo Snape.


 


- Não acredito que não a trouxe, Snape.


 


- Não posso comprometer meu disfarce por causa dela, Draco. – havia tanta frieza.


 


- Você prometeu para minha mãe que cuidaria de mim – o loiro falou com raiva.


 


- E estou cuidando. Mas não sou babá de uma sangue-ruim incomp- ele não terminou de falar, pois foi impedido por um feitiço lançado por Draco. Antes que o feitiço o atingisse, conseguiu defender-se. – Estou nisso há muito mais tempo que você!


 


- Porra, Snape! – as veias saltavam em seu pescoço. As mãos começaram a percorrer nervosamente seus longos cabelos lisos. Ele sentou-se. Snape aproximou-se e colocou uma de suas mãos no ombro dele.


 


- Ela será solta logo. Não está ferida, pois fui encarregado de tirar informações dela. Fingi que invadi sua mente – a respiração de Draco aos poucos voltava ao normal – Façam um feitiço de rastreamento nela. É bem possível que ela seja enfeitiçada para que possam ser localizados. – dizendo isso foi até a porta e, antes de sair, disse – Controle-se. Você precisa estar focado se quer mesmo que essa guerra chegue ao fim.


 


 


Quando viu Lucio entrando e olhando-a de forma fria, Hermione teve uma leve estremecida, mas sustentou o olhar que ele lançava.


 


- É muito atrevimento da sua parte... Acha mesmo que pode, um dia, se igualar a um sangue puro.


 


- Já superei muito deles, Malfoy. – com um feitiço, a cela onde estava presa foi aberta. Lucio aproximou-se encurralando-a.


 


- Lançaria um avada em você agora mesmo. No entanto... o mestre precisa de você viva para um pequeno serviço.


 


- Jamais concordarei em ajudá-los! – ele riu e desferiu um tapa no rosto dela, que foi ao chão.


 


- Você não tem escolha. E, como não posso te matar... Levará uma pequena lembrancinha em seu corpo para o Draco. Vejo medo em seus olhos, Granger? O melhor de tudo – ele disse mais próximo dela – é que você não se lembrará de absolutamente nada.


 


Pegou-a pelo cabelo e fez com que ela levantasse. Hermione segurou o grito de dor e foi andando da maneira que pôde. Foi jogada em uma ampla sala circular iluminada apenas por archotes. O ambiente era fétido e a penumbra dominava o local.


 


Não ouvir a aproximação de Voldemort, apenas conseguiu divisar a imagem assombrosa quando ele já estava bem próximo.


 


- Vamos começar com a maldição, Lucio?


 


Ela queria perguntar, entender o que estava acontecendo, mas pela primeira vez percebeu que não conseguia se expressar e o medo a dominou como nunca tinha acontecido anteriormente.


 


 * * *


 


Então..... o que estão achando???


Viram que voltei com tudo???


Atualizações em todas as fics e propaganda de uma nova fic já no ar!!!!


 

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