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10. A dor perpétua de Draco


Fic: Inverno de Amor - DL


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Luna fora jogada no calabouço por Rabicho. E seu pai logo após. Suas varinhas confiscadas.


– Luna, meu anjo como você está?


– Estou bem papai.


Disse ela, se sentando, um pouco tonta.


– E como você está papai?


– Bem, até!


Ele riu baixinho.


– O que está acontecendo?


Ele se sentou no chão, Luna já se encontrava naquele estado. Os dois conversaram por horas.


 


Enquanto isso Draco lutou contra a fúria de seu pai!


– COMO VOCÊ TEM CORAGEM DE FERIR UM SER HUMANO QUE NÃO FEZ NADA PARA VOCÊ?


Ele gritou com Lúcio. Seu terno preto estava o agoniando.


– Cale-se e não se coloque contra seu próprio pai. Eu sei o que é melhor para você.


– Então tire a mulher que amo das masmorras junto de seu pai. – disse Draco, ofegante.


– Lúcio, meu pêsames. Não educou bem seu querido e amável filho.


– Fique quieta Belatriz!


Disse Lúcio.


– Se você não notou ainda, já é vinte e oito de outubro. Quero que volte a Hogwarts!


– A escola está em débito com o Ministério! Está maluco?


– Eu e alguns pais conseguimos pagar a dívida que Alvo fez.


– Eu não vou fazer o que pede!


– É fazer o que eu peço, ou não coloco luzes nas masmorras e nem providencio algo para eles comerem!


Draco se sentiu obrigada a obedecer ao pai. Seus olhos se voltaram em lágrimas.


– Como vou saber que ela está bem? – ele soluçou.


– Eu lhe dou minha palavra


Disse Narcisa. Draco a olhou nos olhos viu a verdade florir nos olhos de quem lhe dera a vida.


– Eu vou providenciar meu malão e minhas coisas. 


Draco subiu as escadas com mínima vontade. Seus pés pareciam pesar toneladas.


– E por obedecer sem reclamar muito, vou deixar vela antes de partir. – disse Lúcio, sarcástico.


Draco adentrou seu quarto. O cheiro da garota estava impregnado ali.


Ele se encostou na porta. Deslizou por ela, e encontrou o chão.


Ali ele chorou pelo resto da noite.


A sua pior noite, era essa. Com toda certeza.

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