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6. Capítulo 5: A aposta


Fic: True Tears


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Capítulo 5: A aposta


 


     Eu não entendi bem, mas ao deparar-me com aqueles olhos meu coração disparou. Estávamos presos um nos olhos do outro. Acredito ter feito uma cara de boba, pois um sorriso zombeteiro apareceu em suas feições. Estava implicando comigo, porém não era do mesmo jeito. Não era carregado de ironia e cinismo. Ele balança a cabeça fazendo seu cabelo cair em seus olhos.


   E eu permaneci fitando-o intensamente como se estivesse hipnotizada por ele. Esse movimento fez-me querer afastar os cabelos de seus lindos olhos e isto não era uma boa idéia. Será que ele percebeu como estou parecendo uma boba? Pensei tentando desviar e olhar para outro lugar. Antes de conseguir mandar algum comando ao meu corpo eu vejo-o erguer a sobrancelha para mim. Droga ele notou!


   Não, não notou. Quero dizer, ele deve estar se questionando o porquê de eu não ter brigado ainda com ele. De fato, nem mesma eu sei. Desviei meus olhos dele e reparei agora que com a surpresa de vê-lo ali tinha mudado de posição afastando-me do tronco da árvore que estava usando como apoio. Tinha vindo para cá querendo ficar sozinha e esclarecer algumas situações, mas parece que não conseguirei.


-Granger?- senti-o falar receoso.


-O que é Malfoy?-disse ríspida.


Ao passo que ele sorriu debochado e começou a levantar mexendo negativamente a cabeça.


-Espera... er...o que queria?


Malfoy parou o que estava fazendo e me fitou ao ouvir minha voz.


-Nada Granger. Iria apenas te dar um aviso, mas mudei de idéia.


   Agi por impulso e segurei seu braço. E somente aí vi a enorme besteira que cometi, mas não durou muito. Senti uma onda elétrica percorrer meu corpo com o contato. Olhei para o loiro a minha frente tentando ver se ele também havia sentido, porém seus olhos estavam cravados em minha mão no seu braço. Outra onda, porém mais forte, passou e com o susto larguei-o.


    Recostei-me na árvore para fingir que nada tinha acontecido e na verdade não tinha. Merlin faça com que Malfoy não diga nada supliquei em silêncio. E nada me preparou para a sua atitude seguinte. Fiquei chocada ao vê-lo sentar-se do meu lado de novo. Respirei fundo e esperei pelas provocações. E elas nunca vieram. Arrisquei olhar para ele e o vi observando o lago como se fosse á coisa mais interessante do mundo. E começou a falar quando pensei que permaneceria em silêncio por um bom tempo.


-Bom, a Lovegood não estava estranha sem motivos.


    Um arrepio fez-me tremer ao ouvir sua voz tão baixa e próxima a mim, mas com certeza fora por medo. Ou também porque na hora uma brisa gelada passou por nós. Com certeza fora a brisa não tem nada haver com ele. Disse-me isto várias vezes como se fosse um mantra. Ele estava quieto de novo, talvez, esperando uma resposta minha.


    Então me virei para sua direção com o intuito dele não perceber o incômodo causado pela situação, ou melhor, pelo vento. Nem mesmo eu sei dizer o que estava sentindo. E muito menos o do porque estava ainda sentada com a doninha. Em resposta ao meu ato ele sentou de frente para mim fitando-me nos olhos.


-Seus amigos fizeram algo de errado. -sorriu irônico- O Santo Potter e o cabeça de cenoura fizeram algo de errado... E com você.


    Fiquei boquiaberta e levantei-me num salto. Não, não pode ser verdade. Meu olhar devia estar aflito, pois Malfoy, sim ele mesmo, tentou me sentar ao seu lado. Puxei minha mão e fitei-o. Como pude pensar que tinha algo diferente nele?Ele sempre será o Malfoy. Reuni todas as minhas forças e fuzilei-o com meus olhos.


-É mentira!-gritei- Eles nunca fariam algo de ruim comigo. ...pelo menos de propósito acrescentei mentalmente.


    Nas últimas palavras as lágrimas escaparam e pensei ter visto antes de sair de lá sem rumo uma dor nos olhos azuis acinzentados. Saí dali correndo. Somente parei ao esbarrar em alguém. A minha respiração fraca denunciou meu estado. A pessoa ia falar algo quando dois braços me envolveram protetoramente.  Sabia que pertenciam ao Harry. Deixei-me cair em seus braços e chorei copiosamente.Harry e Rony não poderiam fazer algo contra mim, poderiam? Um soluço sacudiu meu corpo.


-Calma Mi, eu estou aqui.    


 -Harry?-perguntei baixinho.


-Sim?


-O... o que você e o Ron fizeram contra mim?


   A pergunta escapou por meus lábios antes que pensasse. Senti-o ficar com a respiração complicada e afastei-me dele.


-Espera de onde tirou isso?


-O Malfoy me falou. -disse calmamente.


-E você acredita nele?


-Você ficou nervoso.


-Espera, está bem? Deixa-meeu falar. Na verdade não é contra você e sim contra eles. –fez um sinal para a pessoa em quem esbarrei.


   E somente ao reparei que foi no Mclaggen em quem bati. Voltei a fitar o Harry sem entender onde queria chegar com isto. Ultimamente isso vinha acontecendo com muita freqüência. Quero dizer, não entender as coisas. Harry ficou nervoso e seu rosto corou. Pronto, deve ser algo que eu não vou gostar ou que ele não queria contar.


-Nós... nós apostamos quem afastava mais seus pretendentes.


   Olhei-o sem saber o que dizer. Harry e Ron sempre foram ciumentos, mas isso? Um sorriso escapou de meus lábios. Não fora nada para o meu mal. Eu estava certa. Fechei minha expressão ao ver o Rony se aproximar. Fico feliz em saber que se preocupam comigo, mas não podem ficar fazendo isto.


-Você- apontei para o Harry e depois para o Rony – e você não podem fazer isto. Eu tenho condições de escolher sozinha quem presta ou não para mim.


    E virei às costas para eles e segui até a sala comunal da grifinória. Queria contar a Luna que já sei toda a verdade. Por sorte a vi sentada sozinha em um dos sofás perto da lareira. Caminhei até ela e sentei-me ao seu lado. Ao ver-me sorriu e eu a abracei. Ainda estava triste, mas não a deixaríamos sozinha de jeito nenhum.


   Depois de passarmos um tempo em silêncio contei tudo a ela. Do tal beijo e de ter sido o Harry o possível ‘culpado’ digamos assim. Luna escutou o meu desabafo e na última parte balançou freneticamente a cabeça de forma negativa. Como poderia ter tanta certeza assim? E não precisei perguntar nada, pois ela logo se endireitou e começou a me explicar o motivo de sua atitude.


-Não Mi, não foi o Harry. Estávamos juntos comendo e do nada você sumiu e continuamos conversando. Eu olhei para o lado e reparei que o Harry também não estava mais lá. E eu já tinha comido e como estava preocupada com meu pai eu não conseguiria comer mais decidir ir embora. Levantei-me e me despedi de todos. Saí uns segundos depois de você e quando estava saindo encontrei o Harry voltando. Ele olhou para a mesa e perguntou onde você estava. Eu disse que não sabia e começamos a conversar. Um tempo depois fomos para a sala comunal e esperamos juntos todos voltarem do jantar.


     Olhei espantada para o que Luna me disse. Bom, de certa forma isto é bom. Não foi o Harry, mas então quem será que foi? A única pessoa possível seria o Maclaggen, não? E foi isto que falei para minha amiga. Ela sorriu e disse que mais alguém havia saído do salão principal naquele mesmo horário, mas quem seria? E foi com este pensamento que permaneci o resto do dia. E até em meus sonhos eu fiquei tentando pensar e nada. E agora? Como eu descobriria?


N/a: Oiie gente. Espero que gostem do capítulo!Não deixem de comentar, sim? É muito importante para mim saber o que estão achando da fic.Beijos!
 

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