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3. Cap 1 - VENEZA Parte 2


Fic: Intimidade - FANFIC FINALIZADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O riso desdenhoso e cheio de arrogância dado por ele ao ouvir suas palavras de redenção não a incomodou. Pelo contrário, encheu-a de uma satisfação estranha e confusa.


Rony não esperou mais nada, apenas a beijou. E como todos os outros, o beijo foi diferente. Primeiro, apenas o encostar dos lábios quentes, depois um pouco mais de pressão e em seguida força suficiente para dominar os movimentos dela e fazê-la abrir a boca receptiva e ansiosa.


Mas ele não aprofundou o beijo como ela esperava, apenas introduziu a língua uns segundos, fazendo chocar-se com a dela e a retirou. Hermione emitiu um ruído de frustração e ele riu anasalado.


Então agarrou o lábio inferior dela com os dentes e o prendeu levemente saboreando-o e deslizando a língua por toda sua extensão. Indo de uma extremidade a outra, demorando-se mais nos cantos.


Hermione fechou mais os olhos, saboreando a sensação que a língua dele causava em cada ponto que tocava e inconscientemente prendeu as mãos em seu cabelo, arranhando-o na nuca.


Ele continuou a beijá-la com lentidão e paciência, sem alterar o ritmo ou a força.


Hermione sentia-se quase em estado de desespero, esperando ansiosa que ele a dominasse, mas ele permanecia no mesmo passo.


Continuou a prová-la com a língua enquanto os dentes faziam seus lábios cativos e ela sentiu os ossos amolecerem como se fossem de cera e estivessem derretendo com o calor.


Ela tentou, a sua maneira, provocá-lo, intensificar o beijo, estabelecer o controle, mas Rony não permitiu. Continuou mantendo aquela dança erótica e sensual da união de suas bocas em seu próprio passo.


Quando a sentiu ceder e acompanhá-lo, Rony retirou as mãos que circulavam o rosto delicado e fechou os braços ao redor de sua cintura, apertando-a contra si, fazendo os corpos roçarem um no outro.


Hermione não conseguiu conter um gemido rouco quando sentiu a ereção pressionada contra seu ventre. Não pode conter os pensamentos, quando eles vagaram para uma comparação.


Lembrou-se da primeira vez que havia visto um homem naquele estado de excitação. O homem que acabara de se tornar seu marido. Ela sentiu medo, vergonha e asco. Tentou convencer-se de que era sua primeira vez e aqueles sentimentos eram normais. Tinha certeza de amar o marido e achava que o desejo viria com o tempo. Mas não veio.


Esforçava-se para parecer interessada e excitada, e ficava grata pelo marido demonstrar tanto desejo por ela, mas nunca conseguiu retribuí-lo de verdade. Nunca sentira-se quente e ansiosa como se sentia nos braços daquele homem, o qual, mal sabia o nome.


Não estava com medo ou sentia asco. Estava excitada, tanto que salivava com a perspectiva do mínimo toque dele.


Foi impossível não compará-los, quando Rony lhe fazia sentir tão viva e tão mulher. E o homem com quem casara a fazia sentir tão...


Ela sequer lembrava como se sentira nos braços dele.


As mãos de Rony desceram e subiram em suas costas, acariciando o tecido e ela estremeceu.


Ele beijou-a de novo lentamente. Tão lento que excitava e irritava.


- Quer me enlouquecer? – ela chiou entre os lábios dele.


Ele sorriu baixo.


- Nem comecei.


Ela prendeu mais os cabelos dele e tentou mais uma vez aprofundar o beijo.


- A pressa...é inimiga da perfeição.


Ele parou de beijá-la e a encarou.


- O quanto você se considera resistente?


Ela estreitou os olhos numa pergunta muda. E ele sorriu com o brilho de um predador nos olhos.


- Eu pretendo... – ele se afastou dela calmamente, sem quebrar o contato visual. – levá-la ao limite, e preciso saber o quanto você é resistente?


Ela engoliu em seco e praguejou em silencio pela força com que aquelas palavras expandiram-se em seu corpo e lambeu os lábios.


- Sou resistente.


Ele se afastou rindo, contornou seu corpo enquanto tirava da carteira um elástico. Ficou prostrado em suas costas e com o objeto já nas mãos, ele envolveu os cabelos dela, formando um rabo de cavalo e o prendeu.


- Tem certeza?


Ela tremeu com a voz rouca em seu ouvido, mas decidiu não voltar atrás.


O toque da mão áspera em seu pescoço, a fez suspirar antes de responder.


- Tenho.


Ele terminou o nó folgado em seus cabelos. Envolveu a cintura com as mãos, subindo lentamente para acariciar os seios sobre o tecido.


- Otimo, é melhor que tenha, por que vai jogar sob minhas regras e quando eu começar, não vou mais parar.



As palavras não eram mais necessárias. Então Rony decidiu optar apenas pela ação. 


Hermione inclinou a cabeça para trás, recostando-a em seu ombro, abandonando-se ao toque das mãos grandes em seus seios. O contato ainda um tanto superficial pela barreira do tecido, não mascarava o prazer que lhe causava o toque.


Rony continuou, por algum tempo, apenas massageando lentamente aquela zona erógena poderosa, enquanto respirava em seu ouvido, sem tocá-lo com a boca.


Hermione sentia aquela respiração pesada, e quente em seu ouvido, e desejava que ele beijasse seu pescoço. Admirou-se com o fato de desejar tanto o toque de uma boca em seu pescoço.


Rony desceu as mãos e percorreu seu corpo sob o tecido, depois encaminhou-as para os pedaços de pele nua exposta.


Ele tocou vagarosamente, cada pedaço de pele que o vestido não cobria, com calma. Estava deliciado em tocá-la, em seu intimo, questionava-se se já havia se sentido tão atraído por uma mulher, ao ponto de desejar tanto prová-la ao máximo.


Sabia desde o baile, que ela não era uma mulher comum, e embora estivesse ferido pela vida, decidido a mudar radicalmente seu estilo de vida. Decidido a passar do filho conformado em ser apenas mais um dos irmãos, para aquele que faria a diferença aos olhos de seus pais, para o bem ou para o mal. Decidido a passar de um homem crente de seu destino e paciente com o tempo, para aquele que busca mais da vida e vive como se fosse morrer no dia seguinte. Ele sabia que não jogaria com aquela mulher sob as regras confusas de suas dores.


Ele precisava mudar. Precisava mudar para esquecer todos os infortúnios que passara desde que conseguia entender e sofrer as amarguras da vida.


Prometera a si mesmo que depois de Lavender, não haveria outra. Nenhuma outra que fizesse com ele o que ela fez. As outras seriam apenas lacunas pequenas em sua vida. Fontes de diversão, prazer momentâneo, apenas um peão no jogo da sua vida.


Mas Rony estava tropeçando na primeira jogada. Por que depois de todas as convicções que havia se forçado a aceitar e se forçado a acreditar, ele errou na primeira escolha.


Quando viu Hermione Granger sozinha naquele baile, ele soube, naquele mesmo instante, que não conseguiria fazer dela um peão para o sacrifício.


Havia algo nos olhos dela, algo de sofrimento que o fez recuar em seu intento de apenas satisfazer-se. Era como se a respeitasse pela semelhança daquele sentimento. Era como se quisesse em seu intimo, confortá-la.


Naquele momento, ela estava entregue as suas caricias, sem nenhuma reserva. Completa.


E aquilo era algo tão excitante, tão naturalmente novo que o fazia sentir estranhamente um garoto. Um garoto tão ávido por descobrir, quanto por ensinar. Tão disposto a receber quanto a dar. E ele queria, queria muito, mesmo que por um momento breve, lhe dar algo bom o suficiente para virar uma doce lembrança.


As peças de roupa abandonaram  corpo dela lentamente, com toques suaves e firmes, Rony não a deixou pensar, ela só conseguia desejar que ele chegasse logo ao destino final. Que era sua completa nudez. E queria que ele lhe acompanhasse.


Sua cabeça imaginava cada pedaço do corpo do homem que emanava paixão e que lhe tocava com uma paciência de herói.


Mas ela se deixou levar, no momento dele, no tempo que suas mãos ditavam. Devagar. Muito devagar.


Os dedos dele estavam levemente gelados nas pontas, coincidindo com o clima de Veneza, frio, apropriado para amantes.


Ela estava fervendo como se tivesse a capacidade de entrar em ebulição, e aquele contraste de temperaturas quando se chocavam, causavam uma avalanche de tremores e choques naturais que percorriam todo o corpo dela.


Foi assim, com contrastes suaves, e olhos fechados para apurarem os sentidos, que ela sentiu o zíper do vestido de gala descer. O botão que prendia sua alça única no pescoço, ser solto. A peça de seda deslizar pelo seu corpo, tornando tudo insuportavelmente sensual.


Quando o vestido abandonou ser torço, e o vento que teimava em entrar, ainda que fraco, pelas frestas mínimas das janelas, açoitou sua pele quente, ela sentiu algo próximo a uma pequena convulsão.


Suas pernas bambearam e ele a aparou contra seu peito forte.


- Quer desistir? – ele sussurrou calmamente em seu ouvido. – posso facilitar as coisas para você. Eu não creio que fique...tão interessante quanto pretendo...Mas podemos parar se quiser.


- Não.


Ela respondeu rápido.


Parar? Parar quando, mesmo sendo uma pequena tortura, era a melhor coisa que ela já havia sentido na vida? Não mesmo.


Ela girou em torno de seu corpo e ficou de frente para ela, afastando-se um pouco para aumentar seu campo de visão. Olhou-a de cima  abaixo, devagar, igual a tudo o que tinha feito, analisando cada parte dela. E Hermione de repente sentiu-se como se já estivesse totalmente nua, ou no mínimo como se ele pudesse ver através da delicada lingerie que ainda cobria seu corpo.


- Uau – ele disse arrastado com um sorriso no rosto. Agora, não mais um sorriso abusado, arrogante, e sim bobo. Um sorriso surpreso, impressionado. – Você... é... linda.


Ela corou muito forte.


Não só pelo elogio, mas pela intensidade do olhar que ele lhe lançava e pela intensidade com as quais as palavras saiam de sua boca.


Ele se aproximou, sem quebrar a linha de visão. Seu olhar queimava a pele dela, como se lhe ateasse brasas.


- Não se envergonhe...Eu sei ...Talvez você não esteja acostumada... Mas é impossível olhar e não...elogiar, você é perfeita.


Ele se aproximou com passos firmes e envolveu seu rosto com as mãos. Beijou uma face. De um jeito suave e demorado e repetiu o mesmo movimento na outra face. Depois beijou um de seus olhos, o outro, seu queixo, os cantos de sua boca e seus  lábios, sem aprofundar o toque.


 - Você está muito vestido.


Ela disse, tentando achar uma base solida para sua voz.


- Eu sei... Mas preciso continuar assim...por enquanto.


Ele a beijou de novo, aprofundando o toque aos poucos, deixando um pouco de desespero se apossar de si.


- Preciso prová-la...Inteira. Preciso prová-la. Me deixe fazer isso. Me deixe...


A voz suspendeu, pelos beijos que cresciam. E os toques das mãos em suas costas estavam enlouquecendo-a.


- Prove-me...



Ele deslizou a boca pela curva do pescoço, tentando não apressar a si próprio. As mãos brincavam com o fecho do sutiã em suas costas, ameaçando tirá-lo, sem concluir a tarefa.


De repente Hermione se sentiu apertada demais nas peças minúsculas de roupa que vestia e desejou que ele realmente a despisse por completo, mas o homem parecia ler seus pensamentos ao contrário.


Assim que o desejo se concretizou em sua cabeça, ele desceu as mãos para a cintura, deixando a peça intima intacta.


Ele continuou beijando-a no pescoço, passeando a língua por toda a extensão, mudando de lado quando lhe convinha, às vezes arranhando sutilmente com os dentes.


 Andaram sem ela sentir, e só conseguiu perceber que havia se movido quando sentiu as costas pressionada contra a parede.


Agradeceu mentalmente por aquele apoio temporário, mas descobriu em poucos segundos que não seria o suficiente.


Justamente quando ele sem que ela esperasse, retirou seu sutiã e desceu os beijos para o seu colo.


Ela fechou os olhos e reprimiu a muito custo um gemido, quando ele lambeu toda a região dos seus seios, evitando o ponto mais sensível. Ainda como uma tortura, Rony desceu a língua para o seu ventre e circulou seu umbigo lentamente. Não houve qualquer pedaço de pele que não tenha recebido o carinho de sua língua.


Mas aquilo estava ultrapassando tudo o que Hermione achava que conseguia suportar. O corpo começava a pesar e as pernas começavam a ficar leves demais.


De repente Hermione sentiu frio, um frio estranho, como se uma rajada muito forte de vento gelado houvesse açoitado seu corpo seminu. Então abriu os olhos e percebeu que Rony estava distante dela. Os ataques da língua em seu corpo haviam parado, e ela simplesmente começou a tremer.


Aquilo era tudo muito novo, pois ela nunca havia sentido tanta fraqueza na vida. Nem tanto desejo. Naquele exato momento, ela sentia-se dependente dele, e não queria nem imaginar o que aconteceria consigo mesma se ele desistisse.


Jamais havia experimentado uma frustração sexual antecipada, nem tão grande, até por que jamais havia sentido tanto desejo por alguém, nem tanta necessidade de sexo.


Algo dentro dela, bem em seu intimo, gritava que não era só sexo, mas ela quis ignorar. Aquele calor surreal, as palpitações em inúmeros lugares diferentes, a fraqueza nas pernas, a pressão em seu ventre, o suor frio, o formigamento das mãos, os arrepios, tudo aquilo já era novo e intenso demais para organizar, não precisava se preocupar em estar desenvolvendo sentimentos sem sentido por um completo estranho.


Até por que se ela realmente fizesse aquilo, se ela realmente acreditasse um segundo que fosse. Acreditar ser capaz de sentir algo mais forte que aquele desejo todo por ele, tudo iria por água abaixo, ela não conseguiria levar aquilo até o fim. E pensar em parar já a deixava tensa.


Ele estava de costas para ela, uns metros distante, parecia estar mexendo em algo sobre uma mesa, algo que ela não conseguia identificar. Levaram alguns segundos, até que ela conseguisse organizar todas as sensações e pudesse emitir algum som.


- Rony...


Foi fraco, mas suficiente para que ele ouvisse, e virasse para ela com uma única taça de vinho nas mãos.


- Estou aqui.


Ele disse aproximando-se. Ele deveria ter algum mestrado em Ioga, ou ter sido monge, ou ser algum descendente de Gandhi, por que ela nunca viu alguém tão controlado. Até seus passos pareciam lentos e calculados.


- O que é isso? – ela perguntou apontando o vinho com os olhos.


- Um teste. – ele disse sorrindo.


- Teste?


Ele afirmou com a cabeça.


- Você disse que tem controle, não disse? Pois bem, vamos ver. Segure.


Ele estendeu a taça para ela. Hermione estava tão atordoada que levou um tempo para segurar a taça e precisou fazê-lo com as duas mãos para o liquido não cair.


Ele soltou a taça quando viu que estava segura entre as mãos dela de a volta em seu corpo, abraçando-a pelas costas, deixando que suas nádegas fossem pressionadas contra o evidente desejo dele.


- Não solte a taça. – ele disse suavemente em seu ouvido e ela estremeceu. – agora beba.


- O que? Não, não quero beber. – ela disse um pouco irritada.


- Beba para mim – mais uma vez um sussurro quente e rouco – vamos lá, garota linda dos olhos de mel, beba.


Ela não fazia idéia do que ele queria com aquilo, e se perguntava se ele fazia alguma idéia do que aquele jogo sensual estava causando nela. Mas não havia o que fazer, ele havia parado as caricias e seu corpo estava reclamando muito disso, se tinha que beber, então beberia, algo tão simples não iria matá-la.


Mas ela descobriu que não era tão simples assim, pois quando ela tocou a taça na boca e sorveu os primeiros goles do liquido doce as mãos de Rony voltaram aos seus seios, com mais intensidade e pressão.


Ela abriu a boca em resposta e um pouco do vinho escorreu pelos cantos.



- Ah menina malvada, não pode deixar cair. – ele disse com o tom de voz que revelava o quanto estava se divertindo com aquilo. – Vamos me mostre seu controle.


Ele continuou massageando seus seios e beijou a nuca com leveza. Deixando a língua se espalhar na carne. Ela ofegou mais.


- Beba mais.


- Rony...Não dá...


- Você consegue, vamos, beba.


Ela quase deixou a taça cair quando levou a boca e ele sem aviso, retirou uma das mãos dos seus seios e embrenhou nos cabelos, segurando-os com um pouco de força, manipulando a posição da cabeça dela como queria.


Mas ela continuou bebendo. Era torturante, porém delicioso demais para se opor. Nunca imaginara que jogos sensuais pudessem ser tão avassaladores.


Enquanto ela bebia com dificuldade, as mãos dele tomaram mais posse do seu corpo, exigindo, tomando, buscando, testando.


Pareceu uma eternidade, até que ela conseguiu sorver a ultima gota e então ele a soltou com um sorriso de triunfo.


- Que menina forte, resistente. Meus parabéns.


O sorriso daquele homem era tão profundo e contagiante, que foi impossível não sorrir de volta.


Ele tomou a taça das mãos dela e jogou sobre o tapete, sem se importar.


Colocou as duas mãos em seu rosto, controlando a posição do rosto dela, fazendo-a encará-lo.


- Você... é perfeita.


E se esperar uma resposta, ele a beijou mais uma vez.


Ela tentou imaginar como conseguia ainda estar de pé, por que quase não conseguia mais sentir as próprias pernas. Estavam pesadas muito pesadas. O desejo de se sentar era tão grande, que se não fossem as mãos de Rony em seu rosto. Ela já teria desabado.


Ele usou o próprio corpo para segurá-la, estava claro que ela desabaria a qualquer momento.


Ele interrompeu o beijo e a encarou por algum tempo. Vendo a respiração alterada dela, e o descompasso da sua própria. Estava tão afetado quanto ela, tão preso, tão fascinado naquilo tudo quanto ela e Deus sabia como precisava ser forte para não se descontrolar.nunca havia sentido nada igual.


- Respire...                                           


- fica difícil... com suas mãos fazendo isso...


Ele parou os movimentos circulares que fazia em seu pescoço e sorriram um para o outro.


- desculpe. Preciso que você se controle um pouco mais.


- Rony...pelo amor de Deus...


- Eu sei...Eu sei... Mas eu acho...que você não vai se arrepender. Só respira. Só respira.


Ele encostou a testa contra a dela e por algum tempo, tudo o que se ouvia era o som pesado da respiração de ambos.



Foi devagar que Rony recomeçou a beijá-la. No rosto, levemente nos lábios, apenas toques, pescoço, colo.


Hermione encostou a cabeça na parede e respirou fundo quando ele tomou novamente os seios na boca, deixando a língua brincar com os mamilos e os dentes arranharem a carne.


As sensações voltaram com força, talvez até mesmo o dobro de força e ela ofegou. Rony também não parecia mais estar com a mesma disposição de espera, pois logo desceu a língua para seu ventre, traçando uma linha reta desde o vale dos seios até um pouco acima da região púbica.


Ela sentiu os joelhos cederem quando o ar quente da boca masculina roçou sua região mais sensível e ele a amparou prendendo as mãos nas suas coxas, forçando-a contra a parede, ajudando-a a se manter de pé.


- Segure...


- Complicado... – ela disse quase sem forças.


- Eu sei...mas tente.


E parecendo mesmo querer acabar com a tortura dela, ou por que ele mesmo não suportava mais esperar, ele a penetrou com a língua.


- Oh meu deus...


Hermione tremeu como nunca antes na vida. Seu corpo sacudiu, um soluço, quase um lamento, brotou de sua garganta e um nó se formou no peito, este mesmo nós parecia estar vivo, vivo e em chamas, pois viajou desde o coração acelerado até seu ventre formando uma pressão que ela nunca antes havia sentido. Era delicioso, doloroso e amedrontador.


E a pressão só faia crescer enquanto ele fazia movimentos leves e circulares, acariciando o pequeno ponto sensível, pressionando-o, instigando-o.


Era como se realmente fosse explodir.


Ela agarrou nos cabelos ruivos, buscando algum tipo de proteção contra aquela sensação avassaladora que tomava conta de todo o corpo, ele continuava a açoitá-la com a língua, parecendo cada vez mais desesperado.


- Rony...céus...não...


O corpo dela se contraiu, e o pulso pareceu se espalhar pelo corpo,meio dormente, formigando e tremulo, enquanto sua boca teimava em deixar escapar frases desconexas e palavras cortadas.


Ela sentia a necessidade de deixar o corpo cair, o peso era demais para suportar, mas as m]aos de Rony a mantinham de pé, mantinham presa naquela doce tortura.


Uma tortura que a fazia desejar mais


- Não pára... Rony...


Algo começou a acontecer dentro dela, quando ele intensificou o movimento da língua em sua carne quente, algo forte, intenso, arrebatador. A pressão inicial pareceu se mover mais pra baixo, levando o inicio de uma implosão em seu interior.


E quando ela estava preparada para explodir ele parou.


Hermione sentiu como se cada parte solida do seu corpo tivesse sofrido uma fusão, simplesmente derretido.


Ela não conseguiu captar as ações, mas no segundo seguinte ele estava de pé, com ela mole e irritadiça nos braços.


- Por que...


Ela começou, mas a garganta estava tão seca que a voz foi apenas um sopro.


Ele beijou-lhe a orelha.


- Não ainda.


Disse antes de carregá-la para a cama.


Ela só não reclamou por que não conseguia falar. O corpo tremia e a língua formigava, além da saliva que se acumulava rápido demais. Era como uma criança que via seu doce favorito, ou como se houvesse passado um dia inteiro sem comer e sentisse o cheiro de uma comida deliciosa.


A ânsia era forte demais para ela compreender, tudo novo demais e rápido demais para se acostumar.


Então o despreparo só tornava tudo mais forte, mais intenso, mais sufocante, mais aterrorizante, mas o que devia ser um conjunto de sensações ruins eram exatamente o contrário. As sensações faziam com que ela quisesse mais.

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N/A: Oi gente, esta é a segunda parte do cap que eu vou tentar dividir em 3. Não vou dividir todas as Ncs, só que esta é muito grande, por isso está dividida. 

Comentem, eu gostaria de saber o que estão achando. 

Obrigado a todos que estão lendo.


 

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Comentários: 2

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Enviado por Andye em 05/04/2012

Só uma palavra: ENVOLVENTE!

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 03/07/2011

Tá muiiiito bom você escreve divinamente parabéns

Nota: 5

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