FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. Capítulo Quatro.


Fic: Mon Ange et Mon Démon - EM REFORMA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Jardins – Fim de Tarde.


Caminhavam lentamente e silenciosamente, as mãos unidas e os pensamentos distantes. As palavras pareciam vazias diante de tudo que viveram naqueles dias na Ala Hospitalar, sentaram numa marquise próximos ao lago, uma frondosa árvore dando – lhe a sombra necessária.


- Em que tanto pensa mon démon? Finalmente quebrará o silêncio que reinava sobre o casal, uma ruga de preocupação na testa. – Seus olhos estão mais cinza que o normal. Informou sem dar muita importância, detalhes que muitos não percebiam, mas que ela sempre conhecera.


- Eu preciso descobrir quem era Valentin Malfoy. Falou calmo. – Algo estranho nos rodeia Hermione, e eu não estou gostando dessa sensação. Disse beijando a palma da mão da Griffindor, que sorriu carinhosa.


- Eu preciso ir à biblioteca. Disse de repente como se um estalo tivesse surgido em sua mente, um meio sorriso cruzou a face do loiro ao passar rapidamente os braços ao redor da cintura da namorada.


- Então acha que pode me trocar por todos aqueles livros, Srta. Granger? Perguntou dando um suave beijo em baixo na orelha da moça que se arrepiou. – Je ne crois pas, mon ange¹, ainda não matei minha saudade e não estou preparado emocionalmente para se trocado tão rapidamente. Dramatizou com uma voz baixa e lenta.


- Ah tadinho do meu Slytherin, prometo voltar logo amor. Falou encostando sua tez com a dele. – Irá se útil a sua pesquisa também. Falou com os olhos estreitos. – Você não irá me prender aqui, não é? Falou passando a mão esquerda pelos fios finos e loiros do namorado.


- Estou muito tentando a faze – lo. Falou antes de terminar a distância entre eles e beija – la com furor.


Tradução: Acho que não, meu anjo ¹.


Corredores – Fim da Tarde.


Caminhava distraída, os brincos de rabanete movimentando – se de acordo com o balançar de seus passos, nos braços alguns livros e o diário de Helena, perdida em pensamentos não percebeu quando trombou com um ruivo alto e forte. Não perceberá seus livros espalhados pelo chão. Não percebeu que não cairá por estar presa pela cintura junto ao corpo do Griffindor. Luna Lovegood só conseguia perceber que nunca reparará como Ronald Weasley tinha os olhos mais lindos da face da Terra, num tom de azul cobalto que se mistura com o anil que dava aquele tom inocente e calmo ao seu olhar e era circulado por um azul marinho quase negro que dava a sobriedade e equilíbrio para o menino – homem.


- Devia tomar mais cuidado Luna. O ruivo disse sorrindo e soltando a cintura da loira que sentiu imediatamente falta do calor do corpo dele. – Quer ajuda com os livros? Ofereceu estranhando o silêncio da Ravenclaw, mas se tratando da amiga poderia esperar qualquer comportamento e não o estranharia mais. Ela apenas acenou positivamente com a cabeça e se abaixou para pegar o diário.


Eles começaram a caminhar em direção a Torre da Ravenclaw, no quinto andar, Ron cantarolava uma música qualquer a vontade com a presença sutil da sua mais diferente amiga. Luna era sem dúvida a mais diferente delas. Não pelos brincos de rabanete ou pelo colar de rolhas, tão pouco pelos olhos azuis serem sempre abertos demais ou sua expressão avoada. Era principalmente, por ela ser comparadas aquelas ninfas da mitologia grega que um dia Hermione lerá para si. Luna poderia ser comparada a uma ninfa. E Ron gostava de ninfas.


Chegaram ao inicio da escada em espiral que terminava na entrada do salão. Olharam-se longamente, o silêncio se tornando opressivo. Luna corou ao pegar os livros das mãos do ruivo.


- Obrigado Ron. Baixou a cabeça e virou os pés, pronta para subir as escadarias, sentia – a confusa e com borboletas no estômago, algo que jamais havia sentido. Parou ao sentir o toque quente do Griffindor em sua mão.


- De nada ninfa. Falou com um sorriso cativante, virou e fez o caminho contrario.


 Biblioteca – Início da Noite.


Nada. Não encontrará nada sobre a vida de Rowena Ravenclaw. Como num castelo que ela ajudará a construir não havia nem um livro sobre ela. Suspirou irritada. Entrou em outra sessão rezando para encontrar logo o que queria, se não Madame Pince a expulsaria de lá.


- Hermione. Parou ao ouvir a voz firme de Harry, como não notará a presença do amigo atrás de si? Virou – se preparando para encarar os olhos esmeralda daquele que por mais estúpido que tenha sido ainda era um grande amigo seu.


- Boa noite Harry. Falou com um sorriso inseguro, caminhou em direção de uma mesa esquecida da busca de minutos atrás. – O que faz aqui?


- Você está bem? Ignorou a pergunta tão obvia de parte dela. Quase não conseguia resistir à vontade de abraçar a morena e mostra – lhe que ela não podia nunca se separar dele. – Fiquei preocupado.


- Eu estou bem Harry. Falou sorrindo abertamente. – Madame Pomfrey disse que eu posso ter tido um desnível de magia, que não é tão comum em nascida trouxas como eu, mas em mestiços é bastante comum. Mexeu nas mãos em sinal de nervosismo. – Então era apenas isso?


- Você está feliz? Perguntou segurando as mãos da morena entre as suas. Hermione suspirou resignada.


- Muito, eu sou feliz ao lado do Draco. Falou com toda certeza que residia em si. – Eu sei que vocês não se gostam, eu não estou pedindo nem isso, eu só quero novamente nossa amizade, eu não quero abrir mão nem do meu amigo nem do meu namorado. Esperou pacientemente o rapaz responder algo, contudo ele somente a encarava e apertava firmemente sua mão.


- Eu amo você Hermione e não tinha percebido isso até o momento em que te vi nos braços daquela cobra. Sua voz estava firme e séria. – Eu quero você só para mim, eu vou te ter só pra mim.


- Eu duvido disso Potter! Uma voz furiosa surgiu atrás dele. – Agora solte a mão da minha namorada e eu posso pensar em deixar você sair vivo daqui. Era frio e letal como o metal. Alguns livros caiam no que ele passava, parou ao lado da mesa, seu olhos passando pela face dos dois. – Solte – a Potter! Gritou transbordando de raiva e ciúmes.


Hermione tentava tirar suas mãos das deles, mas a força que Harry exercia era maior. Estava apavorada com o desfecho da situação e chocada com a revelação do Griffindor.


- Olhe para mim Herms, podemos ser felizes, largue esse idiota e fique comigo! Disse com um sorriso estranho na face tal como a cor de seus olhos que pareciam obscurecidos por uma sombra.


- Eu o amo Harry. Falou com os olhos marejados.


O clima era tenso. Draco usava todo seu autocontrole para não puxar a varinha e azarar o maldito quatro olhos. Hermione olhava a todo instante em busca de uma saída. Harry não desviava da visão da morena e tinha um sorriso que não combinava com ele.


Um frio intenso atingiu a biblioteca, a Griffindor puxou novamente suas mãos, e conseguindo se libertar deu um passo para trás, seus olhos transmitindo toda a confusão ao sentir o frio desaparecendo e o fantasma de Hufflepuff com um sorriso amistoso surgir atrás do namorado.


- Boa noite caro alunos. Falou se colocando entre Harry e Hermione. – Acho que deveriam se encaminhar ao Salão Principal, o jantar será servido logo. Disse olhando determinado para o moreno.


Draco passou esbarrando no ombro do Griffindor e puxou a morena para seus braços, a feição muito irritada não mudando, a garota permitiu – se puxar o rosto do loiro até olharem – se nos olhos, deixando – se ler, dando – lhe a certeza que nada mudaria o sentimento que nutria por ele.


- Obrigado Frei. Disse ao fantasma e passou com Hermione ao lado de Potter novamente saindo da biblioteca.


Os olhos de Harry voltaram à brilhante coloração esmeralda e ele saiu sem falar nada, e ainda sim totalmente insatisfeito. “Você vai ser minha Mione”.


O fantasma suspirou e olhou para um ponto atrás da estante. – O que está aprontando Barão?


Dormitório Masculino Slytherin. Noite.


Terminou de abotoar a camisa e viu Pansy entrar feito um furacão pela porta, revirou os olhos e observou à amiga.


- O que quer Pan? Blaise perguntou sem tirar os olhos do espelho.


- Tem algo muito esquisito acontecendo nesse castelo Blaise. Falou se jogando na cama do negro e puxando o ar com força para os pulmões parecia ter corrido bastante.


- E qual a novidade nisso? Sorrio ironicamente.


- Estou falando sério Zabini! Disse irritada com o descaso do amigo. – Quando na história dessa escola você viu o Frei Gorducho, aquele fantasma palerma da Hufflepuff enfrentar o Barão Sangrento? Perguntou em voz alta aquilo que nem ela acreditaria se não tivesse visto. Os fantasmas discutiam e o de Slytherin parecia na defensiva ao ouvir o que o outro dizia. Aquilo era no mínimo estranho, ficava ainda mais ao ter escutado o nome de Draco no meio da conversa.  


- Pare de ser paranóica Parkinson, são apenas fantasma. O rapaz falou passando a mão carinhosamente pelos fios negros e lisos da amiga.


Pansy bufou irritada, mas resolveu deixar por isso mesmo. Ao menos, por enquanto. Levantou – se e arrumou a saia do uniforme.


- Venha vamos jantar. Disse pegando a mão do Slytherin. – Se arrumou tanto para quem Sr. Zabini? Perguntou maliciosa recebendo um sorriso sacana em resposta.


Uma sala qualquer. Noite.


- Eu não acredito no que aquele filho – da – puta falou! Draco disse derrubando as cadeiras, seus olhos estavam escuros de raiva e ciúmes. – Quem ele pensa que é para achar que pode rouba – la de mim?


Hermione olhava estarrecida para o loiro que destruía a sala sem nem perceber, as cadeiras e mesas voavam longe sem ele nem toca – las era pura força mágica. Descontrole. Saiu de cima da mesa do professor e caminhou lentamente até o Slytherin, ele parou de falar e as coisas pararam de se quebrar. Ele a puxou pela cintura e a beijou. Não era delicado. Não era gentil. As línguas se encontravam com urgência, as mãos agarravam a cintura com força, empurrou – a para uma parede e começou a distribuir beijos e mordidas pelo pescoço alvo dela. Fracos gemidos começaram a serem emitidos pela morena.


- Você é minha, só minha. Repetia incansável, como tentando convencer a si mesmo. Grudou mais seu corpo ao dela, beijando – a com desespero, com paixão. – Dis tu es à moi¹. Exigiu numa crise de possessão, passou a mão esquerda pela coxa dela a apertando ali e erguendo até a cintura dele. – Diga Granger! Disse a prensando ainda mais na parede e deixando claro o tamanho de sua excitação.


- Sua. Ela falou totalmente entregue. – Apenas sua. Falou puxando os cabelos loiros para mais um beijo urgente. Passou as mãos pelo peito do loiro e com impaciência arrebentou os botões da camisa dele, queria senti – lo, precisava senti – lo. Ele soltou uma risada pelo nariz e um sorriso torto dominou seus lábios. Voltou a beijar o pescoço da garota e com calma e destreza foi desabotoando um por um os botões da camisa dela, dando um beijo em cada um que abria. Ajoelhou – se no último dando um beijo rente a saia dela. Suspiros eram ouvidos, voltou o caminho detendo – se em acariciar os seios da namorada... A respiração de ambos era cada vez mais irregular. Voltou a beija – la, o sabor dela era tão intoxicante que ele não conseguia parar de prova – lo, tornava – se incapaz de pensar, tudo se resumia a senti – la. Quem era mesmo Potter?  Onde estavam? Isso tudo era irrelevante.


Foi quando escutaram muitos passos passando pelo corredor do lado de fora, o jantar devia ter terminado. Com dificuldade eles se soltaram os olhos de ambos escurecidos, porém dessa vez o motivo era o desejo que queimavam nos corpos dos enamorados.     


Tradução. Diga que você é minha ¹.


Salão Comunal Griffindor. Noite.


- Peça para o Weasley cuidar de você, eu não confio no Potter. Falou beijando a testa da namorada, seus olhos voltando ao habitual azul acinzentado. – Boa noite mon ange. Virou – se e foi embora.


Hermione passou pelo retrato da Mulher Gorda, avistou Ron jogando uma partida de xadrez explosivo com Ginny, sorriu e juntou – se aos amigos.


- Onde você estava Srta. Granger? A ruiva perguntou num tom malicioso. – Não vi nem você nem o Malfoy no jantar. Disse movendo uma peça no tabuleiro, com um bufar viu o irmão chegar ao xeque – mate.


- Isso é uma boa pergunta Herms, se aquela fuinha ficar te seqüestrando, vou precisar ter uma conversinha com ele. Ron falou com um sorriso brincalhão fingindo estralar as mãos.


A morena riu juntos dos ruivos e sentou – se numa poltrona, um sorriso bobo ainda na face. – E ele pedindo para você cuidar de mim Ron. Disse com um sorriso sarcástico.


- Eu sempre cuido de você Hermione. O Griffindor falou sentando no braço da poltrona da amiga. – Mas, é bom mesmo ele ter essa consciência, até que ele está me surpreendendo. Falou com uma feição levemente desgostosa. – Aquela doninha.


- Mas, isso é apenas porque ele realmente odeia o Harry. Disse sem medir as palavras e olhou apreensiva para a amiga, logo lembrou – se do ocorrido na biblioteca e a culpa atingiu sua mente. “Como Harry pode fazer isso com Ginny?”


- Aconteceu mais alguma coisa entre o Harry e o Malfoy que não sabemos Hermione? A ruiva perguntou séria, a expressão da estudante se tornou ainda mais culposa.


- Eu acho que Harry precisa conversar com você Gin, bom eu vou dormir. Levantou – se e beijou a face de cada um dos amigos, subindo as escadas, quando estava nos últimos degraus escutou a voz de Harry chegando...


 


______________________________________________________________________________________________________


Primeiro. Desculpem o imenso atraso na entrega do capítulo. Ele nem sequer está como eu gostaria.


Segundo. Eu já inicie o proximo capítulo, então ele não deve demorar tanto.


Bom, eu espero que a espera tenha valido a pena e que vocês COMETEM!!




 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.