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1. Capitulo 1


Fic: Até nunca mais - Draco x Hermione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 1

Havia passado dois anos desde a morte de Voldemort. Dois anos de reencontros, e de paz restabelecida. Haviam muitos comensais sendo caçados. Alguns atentados contra o mundo bruxo ainda acontecia. Muitos grupos resistentes, lutando para manter o caos que Lord Voldemort criou.



Porém, a forte segurança imposta pelo ministério, dera fim ao perigo. Os lares bruxos viviam em segurança. As crianças poderiam sonhar com Hogwarts e os adultos, sonhar em constituir suas famílias.


E era nesse sonho, a qual Hermione e Ronald vinham se apegando. Namorados há dois anos, noivos há seis meses. O casamento aconteceria em três dias.


Tanta expectativa. Tanta ansiedade. Todos os preparativos prontos. Igreja, festa. Depois de muito pensarem e planejarem haviam conciliado perfeitamente o mundo bruxo e o trouxa. Ambas as famílias de pais satisfeitas.


Tinham planos de futuro. Haviam alugado um apartamento em Hogsmead enquanto a casa de ambos não ficava pronta. Era um sobrado no centro de Londres, num bairro peculiar, onde haviam bruxos e trouxas.


A poucas quadras, a casa de Harry e Gina casados a menos de um ano. Ron e Hermione teriam casado logo depois que ela pegou seu diploma em Hogwarts, após algumas provas extensivas e cumprir apenas um mês de testes, que deveriam substituir o ultimo ano perdido. Ela era um caso especial, não havia duvidas e se saiu muito bem.


Porém a pedido dos pais, eles haviam esperado. Eram impulsivos, ciumentos e estavam começando. Esperar, era o melhor para ambos.


Agora, passado o tempo, estava convictos da decisão.


Em três dias seria o grande momento.


Eufórica, Hermione andava pela rua, em Londres. Havia feito compras. Roupas intimas, camisolas, vestidos e sapatos. Queria estar bonita, e agradar seu futuro marido.


Hermione sorriu enquanto atravessava uma rua.


Seu sorriso era vistoso. Alegre. Jovial. Apaixonado.


Um sorriso que zombava dos sentimentos alheios. Sentimentos daquele que nunca conheceu a felicidade.


Hermione não sabia, mas era seguida.


Há alguns dias, era seguida por um mesmo homem.


Um rapaz, saído da guerra, do lado obscuro da guerra contra Voldemort. Alguém que ainda lutava para se redimir com o mundo bruxo. Alguém que apesar de ter entendido o seu lugar no mundo, ainda não conseguia diferenciar entre o bem e o mal.


Algumas vezes, perdendo-se em seus próprios ideais.


Dois anos depois da guerra e de sua decisão pelo lado do bem, Draco Malfoy corria atrás de um sonho, de uma ilusão.


Tantos meses passado, naquela sala, quando Bellatrix Lastrange torturara Hermione Granger e ela se mantivera firme em seu ideal, lutando sem esmorecer por seu ideal de liberdade e paz, e Malfoy soube que a implicância que sentia desde a infância por aquela menina dentuça era na verdade amor.


Um amor estranho, distorcido. Ele não sabia amar.


Talvez por isso, vez ou outra ele pensava em abordá-la sem conseguir.


Fora então que a decisão havia nascido em seu peito. Era bom, era justo, tentava redimir-se. Mas de que servia a bondade, se não pode ter aquilo que deseja?


Convencido que aquela pequena menina não poderia pertencer a outro que não ele, havia tomado sua decisão.


Ela o amaria, na mesma medita. Bastaria um momento, de profundo amor e ela o amaria! Não era assim que acontecia no amor? Olhos que se encontram, e são eternamente unidos? Não fora assim com Gina Wesley e Harry Potter? Então, porque não seria com ele e a Granger?


Faria isso antes do seu casamento. E não haveria noite mais propicia do que esta.


Hermione dobrou em uma esquina e levou um susto. Alguém a interceptou. Por um segundo, ela quase não o reconheceu. Via esse homem todos os dias no ministério, onde era aprendiz. Vê-lo novamente usando roupas de comensal, despertou dentro dela o medo instantâneo de que algo maior estivesse acontecendo.


Sacou a varinha um segundo após ele fazer o mesmo, e foi pega de surpresa quando ele lançou-lhe uma maldição. Temeu pela morte. Mas esta não veio.


Pelo contrario. "Imperius" foi à maldição usada.


Hermione deixou cair às compras. Imóvel, olhando para ele. Sem reação. Boneca sem vida. Sem sentimentos.


-Sou aquele que você ama – Malfoy disse aproximando-se e segurando sua mão com afeição - Sabe quem sou?


Ela maneou a cabeça, incapaz de reconhecer quem quer que fosse.


-Draco Malfoy, o homem que ama. Aquele que é dono do seu coração e do seu corpo. Da sua alma.


Hermione olhou-o daquele modo bobo. Então um sorriso nasceu em sua face.


-Draco – ela disse romântica, imediatamente apaixonada – Meu amor!


Hermione tentou abraçá-lo, mas ele a afastou.


-Você me ama, Hermione? – ele perguntou sorrindo.


-Sim. Nunca senti algo assim! – seus olhos começaram a brilhar apaixonados. – É um sentimento tão grande! Tão intenso!


Deliciado, Malfoy segurou suas mãos e a trouxe para perto. Teria beijado-a ali mesmo, mas lembrou-se que não era seguro, então, a acolheu em seus braços e desaparatou com sua amada.


 


 


A mansão Malfoy havia sobrevivido a guerra e a séculos de historia e morte. Hoje, era um local arejado e claro, sem a escuridão do passado. Mesmo assim, era uma mudança gradativa.


Assim como o interior de Malfoy, coração e alma, mudavam lentamente, aquela mansão mudava com o passar dos dias e anos.


Levaria muito tempo para que tudo se ajeitasse.


O quarto era amplo, arejado. Cortinas brancas, esvoaçando pela brisa da manhã, que invadia o ambiente pelas gigantescas portas da sacada. A cama ampla adornada por roupas de cama de seda em tom vermelho, com almofadas e travesseiros, esperava por eles.


Eles surgiram entre as cortinas, o tecido esvoaçando ao redor de ambos.


Juntos desse modo, Malfoy abraçou-a. braços em volta daquele corpo miúdo. Aspirou profundamente o cheiro dos cabelos longos e ondulados.


-Quanto tempo esperei por esse momento – ele confidenciou – Eu te amo há tanto tempo, Granger. Tanto tempo.


Em seus braços, uma boneca sem vida e ao mesmo tempo o alvo de sua completa paixão e desespero.


-Diga que me ama, Hermione – ele segurou seu rosto entre as duas mãos, olhos que imploram por amor.


-Eu te amo, Draco.


O som da voz, o cheiro, os olhos castanhos, implorando por seu carinho e seu afeto. Era um sonho sendo realizado. Um sonho de ser amado e feliz.


O mundo estava em paz e apesar da ausência de sua família, mortos ou distantes. Sua mãe morta nos primeiros meses em Askaban. Seu pai vivo, mas ausente, no que seriam anos em Askaban.


Não poderia sentir falta deles. Nunca o amaram. Mesmo assim, sentia uma imensa falta de ter uma família. Ser alguém no universo. Pertencer ao universo de alguém. Hoje, quando terminasse de lhe fazer amor, essa mulher o amaria por quem ele é e pelo bem que lhe fizesse. Seriam dois apaixonados, e Imperius seria apenas uma lembrança distante. Algo ao qual ambos iriam apagar de suas mentes.


Não era esse o lema de Harry Potter? Fazer tudo em nome do amor? Ele estava lutando para obter o que ama. Era louvável.


Finalmente, ele tocava aquela boca. Um carinho gentil. Quase singelo.


Hermione enlaçou seu pescoço, e o beijo cresceu involuntariamente à vontade de Malfoy de eternizar esse momento.


Volúpia, era um beijo de desejo, e volúpia.


Hermione beijava muito bem. Com possessão, com profundidade. Nada de asco, ou nojo. Nada de pudores exacerbados como algumas damas insistiam em simular. Apenas mulher, ela deixou-se beijar intensamente.


Draco mordeu seu lábio e ela respondeu sugando sua língua com a dela. O aperto de braços cresceu, ele desejava ser gentil e encantador, mas não poderia negar tanta paixão.


Ainda mais quando a mulher da sua vida derretia-se em seus abraços.


-Draco, eu te quero demais – ela sussurrou entre um beijo e outro, apertando os cabelos louros entre os dedos, e Malfoy sorriu.


-Serei gentil, minha linda – ele sussurrou de volta, tomando-a nos braços, carregando-a para a ampla cama de lençóis vermelhos em seda pura. – Farei esse momento inesquecível – Draco garantiu, pousando-a sobre os lençóis.


Hermione suspirou profundamente feliz, os longos cabelos espalhados sobre os travesseiros. Havia a sua volta uma aura de entorpecimento, algo de romântico que Draco nunca dividira com uma mulher antes. Sexo era sexo. Sem envolvimento, sem sentimentos. Até agora.


Hermione esperava por ele, e isso era novidade em sua vida. Alguém que o esperasse. Que o quisesse, buscasse. Entorpecido, ele puxou a blusa de gola role na cor preta, e retirou-a por sobre a cabeça. Hermione sorriu ternamente, alisando seus cabelos, pois estavam bagunçados.


Ela acariciou seu pescoço, seu peito, enquanto ele desfazia-se das calças, abria o cinto, retirava os sapatos. Havia pressa, em seu peito um apego de amor incontrolável. Manteve a cueca para não a ofendes. Não macular seus olhos puros.


Hermione o recebeu de braços abertos, quando Draco a cobriu com seu corpo, com seu peso. Gemendo, ela correspondeu os beijos, as mãos acariciando seus ombros, seu peito, suas costas. Em determinado momento, ele pôs-se a soltar os botões de sua blusa, e ela ofereceu os seios, empurrando o peito em sua direção, para deleite de Draco. Apaixonado, ele beijou a pele, mordendo, sugando qualquer pedaço de pele que fosse sendo revelado. Finalmente sem a blusa, ela sentou-se ao seu lado na cama, os cabelos adoravelmente em volta dos ombros, enquanto abriu o fecho do sutiã em suas costas.


A peça desceu por seus braços, revelando seios médios, cheios, empinados, suculentos. Draco não esperou para deitá-la. Inclinou-se e mordeu aqueles seios deliciosos, envolvendo um deles com as mãos, apertando a carne, arrancando dela deliciosos gemidos de prazer e expectativa. Cintura fina, ele desceu as mãos para seus quadris, apertando à bunda, as coxas, por sobre a saia. Hermione vestia uma saia xadrez em tons de cinza e vermelho, e meias grossas, quentes, ideais para o fio londrino. Atiçado, Draco afastou-se para despi-la.


Aquela menina era desejo puro, e oferecia-se sem pudor algum, quando a calcinha desceu por suas pernas, ele contemplou o corpo perfeitamente criado para enlouquecê-lo.


Deveria ser cuidadoso,era frágil, pequena, magrinha. Imaginava quer fosse virgem e pura. Afinal, iria casar-se de branco em três dias. Casar-se com seu primeiro namorado sério. Era uma mulher contida e ele a levaria ao pico da loucura onde não houvesse nada além dos dois.


Hermione afastou as pernas quando ele deitou-se sobre seu corpo, tão nu quanto ela. Corpos grudados, a sensação de pleno encaixe e ele corria as mãos por todo seu corpo, testando cada curva, apertando mamilos, seios, nadegas. Hermione gemia, repetindo o mesmo comportamento para com ele.


Ensandecida, ela mordia-se de paixão.


Sedento por aquela mulher, Draco sentiu a necessidade opressora de prová-la antes de finalmente deflorá-la. Hermione arfou, expondo toda a sua necessidade, quando ele baixou o rosto entre suas pernas, aspirando o cheiro doce de flores. Limpa, perfumada. Ele quase achou estranho uma virgem depilada tão ousadamente, mas ela casar-se-ia em três dias, naturalmente, havia tomado alguns cuidados de beleza.


Ignorando que esses cuidados eram para outro homem, ele a provou com satisfação evidente. Hermione contorceu-se sob ele, adorando o modo como era lambida e chupada. Apertara os seios, afastava os cabelos do rosto, agarrava o lençol, contorcia-se...esfrega o quadril contra o rosto de Malfoy.


Em determinado momento, ele sugou o clitóris com muita força, e ela tremeu da cabeça aos pés, chegando a um gozo profundamente intenso.


Ela gritou, agitada, quanto mais ele insistia em atiçá-la, naquele beijo intimo, em seu sexo que a essa altura palpitava, úmido e pronto para o ato.


Talvez, fosse seu primeiro gozo, pensou Malfoy, orgulhoso de ser o primeiro. Tão orgulhoso, ele subiu em seu corpo, posicionando-se. Imediatamente, Hermione enrolou as pernas em suas costas, abrindo-se para ele ansiosamente.


Encantado em tê-la em seus braços, Draco ignorou alguns sinais claros de que estava errado. Hermione o beijava pelo pescoço, face, ombros, uma das mãos acariciando-o no bumbum enquanto a outra mão,acariciava a si mesma, entre pernas, atiçando o clitóris, enquanto ele se posicionava.


Por mais que sonhasse em ser calmo, não era sua índole, e assisti-la se tocar o tornou ensandecido, e numa poderosa investida ele a arrombou. Esperava a dor, a dificuldade, o sangue e o choro, mas nada aconteceu.


Aberta, larga, experiente, ela correspondeu ao movimento sem parar, erguendo quadris, ajudando-o a mais e mais. Draco observou sua face contorcida de prazer e não pode parar para lamentar não ser o primeiro.


Penetrou-a mais, e mais forte, batendo sem parar, na esperança de apagar de sua memória qualquer lembrança de outro amante do passado.


Hermione delirava, recebendo aquele pênis potente, apesar de ter um porte comum, os dedos trabalhando para acelerem o prazer. Olhos fechados, boca aberta, respirando com dificuldade, afundada nos travesseiros sem nunca afastar os próprios dedos do clitóris, ela estava indo rapidamente para o turbilhão de êxtase que Draco a levava.


-oh, amor... Oh, amor...oh, Deus... – seus gemidos eram perdidos, sem conexidade e ele acelerou os movimentos. Hermione soltou as pernas de suas costas, mantendo-as o mais lagos possível a sua volta, enquanto se tocava, ajudando a crescer aqueça onda de emoção.


Ele mal podia acreditar que possuía àquela mulher. Tão linda, tão louca, tão excitada! Hermione abusou do prazer, puxando-o com o braço livre, querendo a boca em seus seios, e enquanto ele chupava os bicos, ela gozou outra vez. Nesse momento, algo completamente desconexo, fora de juízo.


Ele esperou que ela voltasse a realidade, e beijou-a com todo seu carinho. Satisfazer sua mulher era um sonho.


-Draco... – ela sussurrou muito baixo, olhos turvos de prazer e ele sorriu. – Você quer mais, meu amor?


-Quero – ele saiu de sua intimidade, ajudando-a a virar-se na cama.


Sem a fenda nos olhos, que insistia em mantê-lo cego para a realidade, ele notou os sintomas de uma mulher experiente sexualmente. Hermione curvou-se apoiando a cabeça nos braços, mantendo o quadril erguido, esperando por ele.


Era o paraíso. Ele colou-se a seu fundo, roçando seu pênis no clitóris e então, para cima, atiçando cada curvinha, até cutucar seu anus. Ela rebolou contra isso, oferecendo-se sem restrições e ele ignorou o pedido. Dessa primeira vez, queria possuí-la completamente, cravando sua semente naquele ventre e talvez, gerando um filho de ambos.


Uma criança a ser amada como ele nunca foi amado!


De joelhos atrás de Hermione, Draco voltou a penetrá-la. Ela gritou varias vezes enquanto era sacudida pelos empurrões dele. Erguendo-se nos cotovelos, ela nivelou a altura, de quatro no colchão e ajudou a impor seu ritmo.


Draco parou de mover-se, deixando-a empurrar e impor sua vontade. Era divino. Ela chocava-se em sua ereção, gemendo muito, contorcendo-se e quando o apertou, mostrando o quanto perto do gozo estava outra vez, ele agarrou suas ancas, apertando-a contra si, bombando veloz e violentamente, chegando lá junto dela.


Ele nunca poderia supor que seria assim, o prazer inundou seus sentidos, o cheiro de sexo e paixão entre eles, o som da voz manhosa, gemendo, pedindo mais, apesar de exausta e saciada. Sua semente, liberta, indo fundo dentro daquele corpo quente e acolhedor.


Foi um momento sublime. O mais lindo de sua vida. Conhecia o amor nesse instante e conhecia sua capacidade de se impor a razão e a lógica.


O fim chegou, os corpos se acalmaram. Ele soltou-a, observando o belo corpo escorregar para os lençóis vermelhos, respirando com tanta dificuldade, a pele úmida de suor, a face contorcida em prazer e calmaria.


Ele acariciou seus cabelos, que caiam em suas costas, e quando ela abraçou o travesseiro fechando os olhos, cansada demais para falar, ele sorriu sentindo-se completo e pela primeira vez em sua vida amado.


A mulher da sua vida estava adormecida ao seu lado. Abraçada ao travesseiro, provavelmente em doces sonhos, Hermione era tão bonita e delicada que aqueceu seu coração.


Acariciando suas costas nuas, mal cobertas pelo tecido da seda que cobria ambos em lençóis caros, ele sorriu. Seria assim todos os dias.


Era amor e era magnífico. Acolhendo esse sentimento dentro de si, Draco acolheu a varinha, tomando-a em mão e mirando Hermione, desfez o feitiço que a mentinha ligada a ele. Sem Imperius, não era mais preciso. Depois dessa linda noite de amor, ela o amaria para a vida toda.


Feliz pela primeira vez em sua triste vida, Draco abraçou-a e adormeceu em paz.

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Comentários: 1

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Enviado por Din Malfoy em 20/07/2011

q fofis....

tão lindinhu,,,

Nota: 5

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