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9. Morte?


Fic: Clandestinos no futuro


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Quando o pessoal se acalmou com a noticia de que Tiago Potter, Lilian Evans, futura Potter, e Sirius Black vieram do passado e decidiram ajudar, Terry Boot perguntou:


- Harry? Qual o plano?


  Todos olharam com expectativa para ele.


- Certo, é o seguinte. Todos que não sabem manusear uma varinha estão na Ala Hospitalar protegidos pelos feitiços que Tonks e Luna lançaram lá. Eu tenho que destruir uma coisa...


- Que tem haver com Você-Sabe-Quem, né? – interrompeu Dédalo Diggle gentilmente.


- Sim, Dédalo. Enquanto eu descubro como destruir essa droga, vocês se preparem. Vão todos para a entrada de Hogwarts, lá que Voldemort e seus exército vai aparecer. Lutaremos lá fora, tem mais espaço, e não corremos muito o risco de, sei lá, o castelo desmoronar. Todos vão para lá e preparem-se, posso senti-lo. Daqui a pouco estará aqui – todos começaram a se dirigir para as escadas a fim de seguirem para a porta de entrada – familia Weasley, Mione, Tonks, Luna, Sirius, Lilian, Tiago fiquem aqui.


  Lupin e Neville, que tinham chegado ali, ficaram também.


- Ok. Gui – disse Harry – Desde que Fenrir te “machucou”, vamos colocar assim, o ano passado você desenvolveu algumas habilidades lupinas certo?


- Ah, sim. Olfato melhor, visão aguçada, mais agilidade e força, e bem... Alguns pêlos – falou Gui – Mas como não sou um lobisomem completo, faço isso quando eu quiser. Por quê?


- Porque, provavelmente, aquele palhaço do Voldemort vai trazer Fenrir Greyback, e sinto lhe avisar, mas você que vai lutar com ele. Sinto ser insensível, mas se ele te morder, você não vai virar lobisomem.


- Por que não? – perguntou intrigado.


- Hei, sou idiota, mas nem tanto! Eu pesquisei, ora. Você não pode ficar mais lobisomem, ainda mais agora que controla suas habilidades lupinas – falou Harry. – Percy, Sr Weasley, Sra. Weasley, bom. Não tenho nenhum pedido em especial. Carlinhos, um favor enorme.


- Sim, Harry? – perguntou ansioso.


- Como você veio da Romênia até aqui? – perguntou num tom urgente.


- Vim montado no meu dragão. Sabe, é bem rápido, mas... por que quer saber isso?


- Tem problema você lutar montado no seu dragão? Ele te obedece né?


- Sim, sim. Ah, vai ser até mais fácil, lançando fogo nas cobras – comentou pensativo. – Bem, estou indo lá me preparar com ele.


  Carlinhos foi saindo. Percy, o Sr. e a Sra. Weasley aproveitaram e foram também para se preparar com os outros.


- Certo, Gina, já sei que nem ainda tentar te convencer a não ficar aqui. Então, pelo amor de tudo que é sagrado, não faça uma besteira.


- Tipo, o que? – perguntou emburrada que ele pensasse isso.


- Tipo se meter na luta que Voldemort e eu teremos. Não me perdoaria se algo acontecesse com você, então não faça isso. E tome cuidado.


- Certo, certo – concordou, mas não prometeu nada.


- Remo e Tonks, bem vocês vão lutar. Somente isso. Luna, eu sei de uma boa arma para você.


- O que? – perguntou curiosa.


- Você nunca foi boa em Transfiguração certo? – perguntou. Continuou após ela afirmar – Não seria interessante você fazer umas transfigurações no seu oponente?


- Ah, entendo – disse sonhadora.


- Ótimo. Hermione e Rony, vocês sabem se cuidar, mas não vão fazer besteiras. E – disse virando-se para o padrinho e os pais. Era estranho dar ordens para eles – vocês três, tomem o máximo de cuidado. Tentem fazer com que Voldemort não veja vocês, eles tentara atingi-los. Assim, nunca nascerei.


- Certo – concordaram em uníssono.


- Ah é, Neville, tenho uma tarefa especial para você – falou Harry.


- O que? – perguntou.


  Harry, com um movimento na mão, invocou a espada de Godric Griffindor.


- Mate Nagini – falou Harry.


- Nagini?!


- Sim. Mate Nagini, a cobra de Voldemort. Ela é uma Horcruxe.


- Mas por que eu?! – perguntou descrente que Harry tenha pedido isso a ele. Justo ele!


- Porque eu pedi a você! Não pediria se não fosse capaz! Afinal, vai fazer isso ou não? Só tem que cortar a cabeça da cobra. Eu mesmo faria, mas a “Cobra Líder” vai me ocupar – disse sarcástico.


- Ta bom, eu faço – disse confiante.


  Harry olhou para o Diadema de Rowena que ainda segurava em sua mão.


- Como vamos destruir isso? – perguntou Rony.


- Bem... – começou Hermione – Talvez haja um jeito. Fogomaldito.


- Mas é perigoso, pode se espalhar pelo castelo – disse Harry.


- Por que não fazem isso na Sala Precisa? O fogomaldito não vai poder sair de lá, e vai ser somente a sala que você imaginar que vai queimar – sugeriu Gina.


- Meu Deus, genial! – falou Harry enérgico. Pegou o rosto de Gina entre as mãos e lhe deu um beijo.


- Olha só, não estamos com tempo para isso não – falou Tiago rindo.


- Certo, tanto faz. Obrigado, Gina. Vá se preparar com os outros se quiser – falou Harry enquanto corria para a Sala Precisa com Rony e Hermione em seus encalços.


  Harry passou três vezes ali imaginando uma sala vazia que nunca mais aparecesse quando ele fechasse a porta.


  Abriu a porta e jogou o diadema lá dentro. Fez um movimento com a varinha, que era desnecessária, e o fogomaldito começou.


  A porta sumiu e ele virou-se para os dois amigos.


- Menos um problema, agora, só falta o cara de cobra – disse Harry.


  De repente uma voz encheu Hogwarts. Como se saísse das paredes.


- SAÍA HARRY POTTER, SEI QUE ESTÁ AQUI! NÃO QUER VER SEUS AMIGOS MORREREM OU QUER?


  A voz de Voldemort era cortante e gélida. Causaria medo, se Harry tivesse medo dele.


- E agora? – perguntou Rony.


- Bem... Vamos lá. Eu tenho que matar Lord Voldemort não? – perguntou Harry retoricamente, começando a correr pelos corredores.


  Harry, Rony e Hermione corriam tão rápido para a porta de entrada de Hogwarts que os quadros que passavam eram somente borrões.


  Teriam suspirado de alivio quando viram a enorme porta, mas a situação não era tranqüilizante.


  Quando passaram pela porta, ficando entre as estatuas dos javalis puderam ver a luta.


  Angelina, Kátia e Alicia lutavam em conjunto contra três Comensais. Luna, que lutava com dois de uma vez, parecia estar tendo certa facilidade. Transfigurava o corpo deles fazendo mutações bizarras.


  Tonks e Remo lutavam juntos contra quatro Comensais. Tiago, Sirius e Lilian lutavam contra quatro também, eram muito habilidosos e tiveram a sorte desses Comensais não os reconhecê-los, já que estavam jovens.


  Terry Boot lutava bravamente contra um Comensal mascarado. Minerva, Flitwick, Sprout lutavam contra Nott, Avery e Goyle, respectivamente. Eram duelos complicados. De um jeito bizarro, era legal ver o duelo de Padma e Parvati Patil. Ambas duelavam com quatro Comensais, estava difícil, mas pareciam saber o que cada uma pensava. Fred e Jorge estavam tendo facilidade em lutar contra três Comensais. Eles usavam suas “maravilhosas invenções”, um Comensal tinha a língua-inchada, outro estava engasgado, e um vomitava sem parar. Tentavam fazer parar, sem sucesso.


  Gui lutava agilmente com Fenrir. Carlinhos espantava alguns gigantes com seu dragão cuspindo fogo, causando medo. Hagrid e Grupe tentavam lutar com um Comensal, até estavam indo bem. Bicuço dava patadas em algumas criaturas esquisitas, que pareciam medrosas vendo o hipogrifo.


  Cho, Dino, Simas, Denis e Colin Creevey, Michel, Liane, Marieta, Lilá, Cormaco, Anthony, Gabriele, Fleur, Molly Weasley, Arthur Weasley, Aberforth, Dédalo, Horácio Slughorn, Penélope, Sibila, Susana e Madame Hooch, cada um tinha pelo menos um ou dois Comensais para duelar. Alguns duelos estavam mais fácies, outros nem tanto.


  Gina duelava com Bellatriz, Hermione e Rony foram prontamente lhe ajudar. A luta ficou equilibrada, então.


  Harry caminhou até o centro daquela confusão. Desviando de alguns feitiços, é claro.


  Voldemort estava lá, esperando pacientemente de pé.


- Ora, ora. Harry Potter – falou Voldemort.


- Lord Voldemort, ou deveria dizer, Tom Riddle – falou irônico.


- Que bom que chegou, a festa não seria a mesma sem você – ironizou.


- Eu sei. Mas, agora, o que acha de morrer hoje Tom?


- Não irei morrer nunca, sou...


- Imortal? – interrompeu – Não mais, Tom, não mais. Destruí suas Horcruxes. Que coisa boa não?


  Voldemort pareceu temer por um momento, mas depois falou:


- Não importa, agora nossa luta será mais interessante. Vai depender somente de habilidade.


- Não acredito que vou falar isso, mas... Concordo com você Tom.


  Harry e Voldemort prepararam-se, com varinhas erguidas.


- Expelliarmus! – falou Harry, mas Voldemort defendeu facilmente.


- Francamente, Harry, continua com esse feitiçozinho inútil? Tente este – falou e levantou a varinha rapidamente – Avada Kedavra!


  Harry desviou do jato de luz verde e virou para vê-lo acertando uma parede de Hogwarts.


- Crucio – falou Voldemort.


  Harry não teve tempo de desviar, o feitiço o atingiu e ele caiu no chão gritando de dor.


  Todos pareceram parar para olhar.


- Dói Harry? Peça pela morte! Peça! – falou Voldemort.


- Vá pro inferno, cobrinha – falou Harry entre um grito e outro.


- Quer morrer Harry Potter? – perguntou Voldemort parando de lançar a maldição – Responda! Imperius!


  Harry sentiu-se maravilhoso. Como era bom...


“Responda a minha pergunta” disse uma voz em sua cabeça.


Para que responder?


“Responda, responda a minha pergunta” a voz insistiu.


- NÃO! NÃO VOU RESPONDER! VÁ PRO INFERNO! – gritou Harry levantando-se.


- Ora, Potter, aquele velho gagá não lhe ensinou boas maneiras enquanto estava vivo?


- Ora, Riddle, você não pode falar de mim. Cadê a sua educação também? – perguntou Harry.


- Tão fraco, tão tolo – falou Voldemort.


- Falando de si mesmo Tom?


- Muito engraçadinho. Mas não estou com tempo para brincadeirinhas de criança. Avada Kedavra! – um jato de luz veio em sua direção.


  Não havia tempo de desviar. Fechou os olhos.


  Todos olhavam aquela cena como se fosse em câmera lenta.


  O jato de luz verde acertou Harry e ele caiu no chão. Morto antes de chegar no solo.


- NÃO!!!!!!! HARRYYYYYY!!!!! – gritou Gina. A garota tentou correr para o moreno, mas Hermione e Rony a seguraram.


  Harry estava caído no chão, todos, pelos menos os bons, desataram a chorar. A esperança acabou.


  Harry Potter tinha sido atingido pela Maldição da Morte. Caído no chão com seus olhos verdes, fechados.

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