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Fic: Tentador como o pecado -Quero comentarios


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N/A: pessoal desculpa a demora para atualizar mas como eu venho dizendo sem muitos comentes sem post.


segue no twitter? @AmyTagava


beijocas as leitoras fieis que comentam e para as leitoras fantasma também.


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CAPÍTULO IX


Dia após dia, Hermione sentiu-se assombrada pela imagem do charmoso e sedutor fotógrafo. Durante as noites quase insones, preocupava-se com a idéia de ter desenvolvido alguma obsessão sem cura.


Mas seu maior consolo fora acreditar que a distância teria o poder de eliminar aquele sintoma. Precisava de tempo e espaço para que os pensamentos adquirissem a ordem anterior.


Como a irmã Alice, superaria as tentações do mundo selvagem e retornaria a Rony, comprometida e em paz.


Enganara-se. Havia sucumbido.


Não ao mundo selvagem. A Draco Malfoy.


Chegara a essa conclusão no instante em que o vira desembarcar no aeroporto.


O rosto, transfigurado pela dor, a comovera. Notou também que Draco perdera peso. Mal conseguia manter-se ereto.


Ao mesmo tempo, Hermione jamais vira uma pessoa tão atraente em toda a vida. A súbita alegria pareceu tão forte e intensa que ela quase caíra de joelhos.


Era essa a sensação que imaginava vir a ter ao chegar ao lar e encontrar Rony.


Agora, consciente dos sentimentos que nutria por Draco, percebeu que Rony jamais lhe despertaria emoção semelhante.


Hermione o amara anos a fio. Entretanto, tratava-se de uma relação tranqüila, confiante, mais próxima de uma grande amizade. Nada comparava-se à ansiedade que se apossava de seu corpo ao divisar Draco Malfoy.


Não poderia negar a realidade.


Seria tão bom se pudesse correr até Draco, apertá-lo entre os braços, confessar quão saudosa estava e como passara cada dia inspirada pelas fotos que ele produzira com tanta sensibilidade artística!


De fato, fizera menção de correr até Draco. No entanto, deteve-se diante da expressão assustada dele. O semblante desesperado a impedira.


Precisou dissimular sua satisfação ao revê-lo e enfrentar a situação. Aproximara-se devagar e sorrindo. Surpresa com o próprio desempenho, conseguira apresentar-se com firmeza.


— A garota de Draco — sussurrou, virando-se na cama.


Era assim que ele a via. Era apenas isso o que queria dela.


Jamais seria a mulher de Draco, porque, apesar de amá-lo, ele não retribuiria esse amor.


Na manhã seguinte, Hermione ligou para o noivo.


Não sabia como explicar. Pensou em revelar a verdade tão logo chegasse a Collierville, porém, mudou de idéia.


Já esperara muito tempo.


— Não posso continuar — falou de uma vez, quando Rony atendeu ao telefone.


— O quê?


Claro que ele não esperava ouvir tal declaração, muito menos àquela hora da manhã, mas Hermione queria pegá-lo antes que saísse para o campo. Além disso, encontrava-se bem desperta, pois passara a noite em claro, atenta aos ruídos do quarto de Draco.


— O casamento, Rony. Não posso me casar com você. Ainda estou... insegura.


— Como? Você disse que tinha certeza. — Rony engoliu em seco.


Parecia magoado, e com razão. Hermione não podia culpá-lo.


— Sou a única responsável, Rony. Não tem nada a ver com você. O problema é comigo.


"E com a paixão que sinto por Draco."


— É por causa da distância, Hermione. Estamos separados há muito tempo!


— Não. Éramos jovens demais quando decidimos nos casar, Rony.


— Estávamos apaixonados.


— Sim, estávamos. Mas agora...


— ...você não está mais.


Hermione soube que Rony sofria pela entonação. Sentiu-se angustiada. Mesmo que não amasse Draco, seria errado casar-se com Rony.


A presença de Draco lhe mostrara quanto a vida ainda poderia lhe proporcionar, antes de se comprometer para sempre.


— Amo você, Rony. No entanto, não... — As lágrimas começaram a surgir. — Perdoe-me! Não queria feri-lo.


Rony não disse nada. Hermione não tinha o direito de esperar que Rony a perdoasse.


— Sinto muito.


— Poderemos superar isso, Hermione.


— Não, não será possível.


Após desligar o aparelho, Hermione censurou-se por tê-lo ferido daquela forma. Mas revelar sua paixão por Draco seria devastador para o coração de Rony.


Não tirou a aliança do dedo, tampouco contou a Draco o que decidira.


Se declarasse que rompera o compromisso, ele iria querer saber a razão de uma atitude tão repentina. Ou pior: poderia adivinhar o motivo.


No mínimo, Draco sentiria pena de Hermione por ter sido tão tola e ingênua quando se permitiu amar um homem incapaz de corresponder ao sentimento.


Talvez fosse covardia de sua parte, mas preferia preservar-se, mantendo certos detalhes ocultos.


Tentou sorrir e comportar-se com dignidade. Conversou, cuidou, cativou e construiu uma série de lembranças para si. Afinal, quando retornasse a Collierville, teria de viver de alguma maneira.


As recordações seriam sua única companhia.




No domingo, Draco tentou convencê-la, mais uma vez, a partir. Sacudiu as muletas no ar e esbravejou. Teria sido convincente, caso não houvesse perdido o equilíbrio ao enfatizar sua posição.


No entanto, se Hermione não o agarrasse, ele teria se estatelado no chão. Sentindo o calor e a maciez do corpo que o amparou, por pouco não conteve a repentina urgência de possuí-lo.


Em silêncio, Hermione estremeceu. Ficaram juntos, escutando as batidas dos corações. Então, devagar, ela se afastou, segurando-o apenas pelo braço.


Mas Draco não precisava de suporte. Sentia-se rígido fisicamente. Aprumou os ombros e tentou readquirir o equilíbrio.


— Vou ficar, Draco.


— Imaginei que diria isso.


Talvez nesse ponto ele tivesse desistido de lutar.


Um homem podia possuir muita força de vontade. Draco ultrapassara seus limites. Durante semanas tentara, em vão, resistir.


Estava prestes a sucumbir àquela tentação. Sentia-se cansado de ser nobre, e fraco de tanto fingir-se indiferente.


Se Hermione era boba o bastante para ficar, tocá-lo e seduzi-lo, era sinal de que encontrava-se pronta para brincar com fogo.


— Quer sentar-se no terraço para tomar um pouco de sol, Draco?


Draco ergueu a cabeça e fitou-a. Como era maravilhosa, linda de corpo e alma!


Ele a queria. Agora... e para sempre.


A descoberta chocou-o. Não pensava em relacionamentos duradouros desde Mandy.


Evidente que não estava... Oh, estava, sim!


"Hermione tem um noivo, Draco Malfoy. Vai se casar com o fazendeiro Rony."


Contudo, não haveria casamento, se Draco resolvesse impedi-la.


.


Era uma linda e ensolarada manhã de domingo. Hermione ainda tremia quando se acomodaram no terraço.


Depois de Hermione ajeitar as cadeiras, uma em frente à outra, para que Draco pudesse esticar as pernas, ele se acomodou.


— Quer algo mais? Livros? Refresco? Revistas?


— Que tal minha câmera, Hermione?


— Onde ela está? Em sua mala?


— Na valise preta. A menor delas.


No quarto, Hermione pegou a maleta e voltou rápido. Draco tirara a camisa, ficando apenas de bermuda.


— Obrigado. — Draco pegou a máquina, verificou o filme e ajustou a objetiva. Então, apontou a lente para Hermione.


— Draco! Não!


Ele ignorou o apelo e fotografou-a.


— Draco!


— Não tenho muitos retratos seus. — Ele sorriu. — Você é linda.


A sonoridade daquele elogio deixou-a constrangida. Hermione desviou o rosto.


— Não seja tolo! E pare de brincar.


— Não estou brincando, Hermione.


Incrédula, ela fez uma careta.


— Perfeito! — Draco ergueu a câmera e tirou outra foto.


— Não!


— Só pararei quando você também o fizer.


— Como assim?


— Sossegue e deixe de cuidar de mim por um instante. Sente-se comigo e relaxe.


Hermione obedeceu, mas não conseguiu relaxar. Como poderia acalmar-se estando tão próxima dele?


Fechou os olhos e virou a cabeça. Porém, a curiosidade a dominou. Endireitou-se e arriscou uma espiadela.


Ele piscou.


— Draco!


— Eu a peguei no flagra!


— Só estava preocupada. Não pretendo bajulá-lo, mas quero permanecer atenta a suas necessidades. Precisa de alguma coisa?


— Sim. De você.


O mundo pareceu parar.


Hermione o encarou, atônita.


Draco correspondeu ao gesto. Num impulso, acariciou o braço delicado.


Hermione não podia vacilar.


Ou podia?


A expressão dela a traíra.


— Quer usar a banheira de hidromassagem?


— O quê?


Draco apontou a Jacuzzi.


— Imaginei que talvez apreciasse. Não é necessário muito tempo para enchê-la. O dia está lindo e... — Ele a fitou de forma bem diferente do costume.


Hermione continuava perplexa. Desejava perguntar o que ele quisera dizer minutos atrás, mas não teve coragem.


— Eu... gostaria, sim.


Nunca entrara numa banheira daquelas. Eram pouco populares em Collierville. No entanto, o fato de ter aceitado o convite lhe daria uma desculpa para ocupar-se.


— Sinto não poder ajudá-la a encher, mas é fácil ligá-la.


Ao retirar a cobertura da banheira, Hermione seguiu as instruções de Draco antes de abrir a torneira de água morna.


A Jacuzzi era de bom tamanho, grande o suficiente para seis pessoas, segundo Draco.


Pansy teria usufruído daquele luxo? A possibilidade a perturbou.


— Em meia hora estará cheia, Hermione. Vá vestir seu maiô. Ou, se quiser, pode entrar sem roupas.


— Não. Vou me trocar e volto num instante.


Houvera dezenas de oportunidades de parar. Ele poderia ter simulado um ataque de irritação, em vez de sorrir e flertar com ela durante toda a tarde.


Mas Draco não o fez, porque a queria. E não se importava com a aliança, muito menos ligava para o homem que a esperava em Collierville.


Tirou mais fotografias quando Hermione voltou, usando apenas o maiô. Ela brigou, fez caretas e esbravejou. Draco era teimoso e não se deixava abalar.


Tão logo Hermione entrou na água, Draco aproximou-se com a câmera pendurada ao pescoço. Tinha uma perfeita visão dos seios, semimergulhados na água borbulhante.


De repente, Hermione encarou-o, sem mostrar desagrado. O semblante suavizou-se, e os lábios se entreabriram.


Draco gemeu. Pousou o equipamento no chão e beijou Hermione.


Sentiu-se acolhido, quente e excitado. O beijo parecia completá-lo.


Contudo, não era o bastante. Draco queria mais.


Acariciou os cabelos e sentiu as mãos úmidas sobre seus ombros largos. Hermione puxou-o, ansiosa.


No mesmo instante, ele escorregou na borda molhada e perdeu o equilíbrio.


A cabeça foi a primeira a mergulhar. Com o movimento brusco, Draco roçou o rosto entre os seios já túrgidos. Hermione segurou-o depressa, a fim de impedi-lo de afundar.


— Draco! Você está bem?


Ele ria.


— Estou. Nem imagina como!


— E o gesso?


— Não chegou a molhar. Está certo. Eu... quero você.


Draco Malfoy um especialista em jogos de sedução e provocações. Após desafiá-la, aguardou.


Hermione encarou-o e tornou a beijá-lo.


Como poderia dizer "não"? Hermione queria amá-lo pelo resto da vida, sim. Entretanto, ao menos, conseguiria a intensidade de uma noite.


Uma mulher de fibra teria declinado.


Hermione, em nome da lembrança, optou pela noite de paixão. Envelheceria apegada às recordações de um único encontro amoroso.


"Eu te amo, Draco", transmitiu a mensagem através do olhar. "Pela eternidade", completou com o coração. "Você é perfeito." Suas mãos percorriam o tórax e acariciavam as faces dele.


— Oh, Draco!


— Venha comigo.


Assim que Hermione saiu da banheira, Draco secou-a com cuidado com a toalha. Deslizou o tecido macio pelos ombros, costas e intensificou os movimentos nas pernas esguias. Ousada, ela afagou a cabeleira escura.


Levantando-se, Draco fitou-a, cheio de desejo. Segurou a mão delicada e a beijou. Hermione estremeceu.


Em seguida, abraçou-a pela cintura, e ambos caminharam até o quarto.


Hermione observou a enorme cama, recordando a noite em que ali se deitara. Naquela ocasião, imaginara nunca mais ter a chance de revê-lo. Agora encontrava-se ao lado dele, ofegante e trêmula de expectativa.


Com esforço, Draco sentou-se no leito e sorriu. Hermione tocou-lhe os lábios e saboreou a deliciosa sensação na ponta dos dedos.


— Deixe-me ajudá-lo a se despir.


Draco assentiu. A respiração ofegante parecia aumentar a ansiedade.


Logo, Hermione desabotoou a bermuda, conseguiu livrá-lo dela e jogou-a longe. Enfim, divisava a nudez de Draco Malfoy.


Valeu a pena ter esperado tanto!


— Venha, querida.


Sem ter a chance de apreciar os detalhes das formas viris, Hermione se viu sugada pelos prazeres da paixão. Ensaiou movimentos sensuais, regozijando-se com as próprias sensações.


— Cuidado, Hermione, ou não conseguirei me controlar. Vamos prolongar o máximo que pudermos.


Não haveria outras promessas. Hermione sabia disso. Se tudo o que podia obter era uma noite de amor, daria o melhor de si para registrar aquela recordação.




O som do interfone os acordou.


Hermione foi atender à chamada, e Draco a seguiu, sonolento.


— O que foi? — Draco quis saber.


— Claro... — A voz de Hermione soava fraca. — Mande-o subir.


— Alguém vai nos trazer o café da manhã? Será que temos tempo para uma rápida aventura? — Draco sorriu, maroto.


— Rony está aqui!


— O quê?!


— Você escutou! Vista-se! — Ela jogou a bermuda sobre a cama e saiu do quarto para se vestir.


Quando a campainha tocou, Draco tinha acabado de recompor-se. Hermione, ainda abotoando a blusa, foi abrir a porta.


— Não... — Draco tentou impedi-la, mas já era tarde.


O fazendeiro Rony entrou. Encarou Draco e depois Hermione. Decerto, concluiu o óbvio. Os músculos do rosto enrijeceram, e os punhos se fecharam.


— Rony! Não!


Mas Rony ignorou Hermione. Com apenas um golpe, Draco estatelou-se no assoalho.


— Oh, Deus! — Hermione ajoelhou-se e viu o sangue escorrer da boca de seu amado. Encarou Rony, furiosa. — Como pôde?!


— Por que não poderia?


Draco afastou Hermione.


— Eu estou bem.


— Mas... — Ela parecia arrasada, presa entre dois homens, uma posição na qual Draco a colocara.


— Desculpem-me. — Draco fitou Hermione e Rony. — Nunca quis... Eu não queria...


Não era verdade. Ele sabia.


Contudo, bastou olhar para Hermione e descobrir que nenhuma justificativa seria suficiente. Draco lhe havia tirado a inocência, de modo deliberado. Fora egoísta ao usá-la como desejara.


Tal qual Mandy fizera uma vez.


Assustada, Hermione tentou tocá-lo, e Draco rejeitou-a.


— Estou bem, Hermione. Não se preocupe comigo. Mereci esse soco.


— Draco...


— Mereceu mesmo! — Rony concordou. — Vamos, Hermione.


— Não, eu...


— Vá com seu noivo.


Hermione fitou Draco, infeliz. Em segundos, a expressão transformou-se em algo remoto, resignado. Ainda assim, ela não se movia.


— Saia daqui, Hermione! Apenas siga seu caminho!


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N/A: qualquer duvida é só comentar que eu respondo.

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