FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

6. A verdade é revelada - parte 1


Fic: Amor Improvável II DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 6


A verdade é revelada – Parte I


 


 


O senhor Granger tomava seu chá. A xícara tremia em sua mão e por várias vezes o líquido era derramado. As finas e delicadas mãos de Linda Spencer repousaram sobre a sua:


 


- Entendeu por que precisamos ser um pouco mais enérgicos? Ela precisa entender... precisa saber! Você tem que me ajudar.


 


- T-tudo bem – ele concordou. Concordou ignorando o aperto em seu coração e a intuição que lhe dizia para conversar com sua filha antes de fazer aquela escolha que acabara de fazer.


 


 


Draco e Hermione assinaram o contrato com aquele sítio. Eles ocupavam seus finais de semana escolhendo decoração, música e tudo que há num casamento. Durante a semana, a medibruxa ajudava Harry e Gina na decoração do quarto. O tema escolhido era quadribol. Com dois pais apaixonados pelo esporte, não seria diferente com a filha deles.


 


Hermione estava no fim do seu expediente quando a porta de seu consultório foi aberta com um grande estrondo.


 


- É um absurdo!


 


- Acalme-se, senhor... – Hermione reconheceu o chefe da ala de envenenamento entrar atrás de seu namorado. O rapaz estava nervoso.


 


- Draco? – ela chamou, mas ele apenas gritava com o outro.


 


- É um absurdo! Saberem disso há duas semanas! Duas semanas! E minha mulher desprotegida. Vocês são uns incompetentes! Cadê seu superior? – o medibruxo não tinha tempo de responder, pois Draco não parava de gritar – Um absurdo! Tem aurores a caminho! Quanta incompetência!


 


- DRACO! – Hermione falou mais alto para ser ouvida. O loiro estava fora de si e ela sabia as consequências quando ele ficava assim. – Será que alguém pode me dizer o que está havendo?


 


Ele encarou-a. Então, Hermione percebeu que algo muito sério estava acontecendo. Nos olhos dele, ela lia desespero e medo. Poucas vezes o vira assim.


 


- Zabini está internado aqui. – ele falou de uma vez. Hermione que havia levantado deixou o corpo cair na cadeira. Phillip Clapertton, o chefe da ala de envenenamento, estava pálido. Rony e Harry entraram bufando.


 


- Mas, que merda está havendo? – Harry perguntou para o medibruxo – De que forma um prisioneiro como Blaise Zabini é trazido e a informação não chega aos aurores?


 


- A-achamos que alguém em Azkaban falaria com vocês...


 


- Já tem outros aurores lá para cuidar dessa outra incompetência. – Rony aproximou-se de Draco – Ela já sabe?


 


- Estou aqui, Rony – Hermione murmurou.


 


- Você não sai de perto de mim até ele estar atrás das grades novamente, entendeu? – Draco aproximou-se dela, levantando-a delicadamente. Hermione assentiu silenciosamente.


 


 


- Você anda calado, querido.


 


- Não é nada, Jane... Apenas apreensivo com o casamento de Hermione.


 


- Ainda achando que Draco não é certo para ela? Queria saber de onde vem toda essa cisma...


 


- Logo você saberá – e levantou-se do sofá ignorando as perguntas que a mulher fazia.


 


 


- Que merda aconteceu, Potter? – Draco perguntou ainda abraçado com Hermione que nada falava.


 


- Não sei, não sei. Os aurores que nos ajudaram no caso estão agora mesmo em Azkaban. – respondeu o moreno – Por que não houve uma notificação? Você sabe como essas coisas funcionam! – exclamou dirigindo sua atenção para o medibruxo.


 


- E-eu....- Phillip não sabia como dizer que muitas vezes pensara em falar com o chefe da ala de Hermione, mas havia uma mulher que o prendia ali. Palavras, gestos, provocações que o faziam deixar de lado as precauções necessárias. Agira como um adolescente inconseqüente.


 


- Pare com essa gagueira, homem! – irritou-se Rony. – Leve-nos até o prisioneiro.


 


- N-não posso. Ele não pode receber visitas.


 


- Zabini está aprontando alguma e, você agora, resolve seguir protocolos?


 


 


Draco levou Hermione para casa. Nada havia sido explicado. Harry e Rony voltaram para o Ministério para pegar informações com seus colegas. Eles estavam enfurecidos pela enorme falha de comunicação. O chefe do Hospital estava sabendo do mal entendido e, tomando as dores de Hermione, havia suspendido Phillip Clapertton. A decisão além de ter um fundo pessoal, também era profissional, ficou sabendo as verdadeiras razões para a falha do bruxo.


 


Hermione não falava nada. Havia sido conduzida pelo loiro na aparatação. Jogou seu corpo na cama e Draco seguiu seus movimentos.


 


- Ele não chegará perto de você...


 


- Ele estava perto o suficiente por esses dias, Draco. – ela falou num fio de voz. - Como soube?


 


- O pedido de poções contra envenenamento aumentou muito. Achei estranho. Tenho uma planilha de controle e percebi que esse foi a única poção pedida em número excessivo. Tenho controle sobre isso, para não haver desvio, sabe? Fui até o Hospital e conversando com aquele incompetente filho-da-puta é que fiquei sabendo. Ele foi só suspenso! Deveria ter sido demitido!


 


- Deixa para lá... Logo ele volta para Azkaban. O tratamento dele deve estar no final. Uma desintoxicação leva em torno de três a quatro semanas.


 


- Quer comer alguma? Peço para Cody preparar seu prato preferido.


 


- Não estou com fome... – ela aninhou-se nos braços dele com a esperança de esquecer os últimos instantes que havia passado com Blaise.


 


Draco puxou-a para mais perto, segurando-se para não ir atrás do medibruxo que havia falhado e dos guardas de Azkaban. Ela estava vulnerável por tanto tempo. Ele havia jurado cuidar dela. Aquela falha o deixara enfurecido. Sentia a respiração pesada dela sobre si. Após alguns minutos, falou:


 


- Tome algum suco, pelo menos. Não é hora de ficar doente, amor.


 


- Está certo... – Hermione não conseguiu negar quando viu os olhos dele. – Quero suco de laranja.


 


- Cody! – o elfo apareceu no quarto – Prepare um suco de laranja, por favor? – o pequeno concordou e partiu. – Vou tomar um banho e já volto. Fique aqui, promete? – ela sorriu e deu um beijo nos lábios do loiro. Quando Draco saiu do banheiro encontrou o copo vazio sobre o criado-mudo, mas nada de Hermione. Sentiu um frio no coração, mas durou pouco ao ouvir a voz dela vindo da sala no andar de baixo. Desceu e encontrou-a conversando com os amigos.


 


- Boa noite, Potter e Weasley. Novidades?


 


- Sim – falou Rony – Eles alegam a falta de informação por causa da urgência com que Zabini foi levado ao Hospital. Estão agora jogando a responsabilidade para St. Mungus. Já foi instaurada uma Comissão de Investigação, pois alguns fatos não estão se encaixando.


 


- Que fatos? – Hermione perguntou.


 


- Ele anda recebendo visitas conjugais. – respondeu Harry.


 


- Visitas conjugais? De quem? – Draco perguntou curioso, achando tudo muito estranho.


 


- Uma tal de Spencer. – o ruivo respondeu conferindo um bloco de anotações.


 


- Esse nome não me é estranho – Hermione murmurou.


 


- É um nome comum, querida. – Draco passou a mão pelo ombro dela. Mas, o argumento não pareceu convencer Hermione que tentava lembrar onde já ouvira aquele nome, mas não conseguia.


 


- Só viemos aqui para avisar. Já deslocamos alguns aurores para ficar de guarda no quarto e no corredor dele. Gina mandou-lhe um beijo, Mione – Harry disse já se despedindo do casal. Rony fez o mesmo e aparataram.


 


O casal foi dormir. Draco apertou Hermione com força em seus braços. Sentia que algo estava muito estranho naquela história toda.


 


 


Hermione acordou e percebeu que Draco estava sentado olhando para si. Ela sorriu.


 


- Dormiu bem, Mione?


 


- Sim. Se ainda não houve nada, não temos mesmo com o que nos preocupar. Não dormiu?


 


- Pouco... Tive pesadelos – ele respirou fundo – Eu levarei você até o Hospital.


 


- Não precisa... – ela levantou-se o puxando pela mão.


 


- Eu quero. Ficarei mais tranquilo. Hoje almoçamos juntos. Chame a Weasley se quiser.


 


- Tudo bem... Acordei morrendo de fome! – Hermione passou seus braços ao redor do pescoço dele, ficando na ponta dos pés.


 


- Então vai tomar seu banho, enquanto eu dispenso Cody e preparo o nosso café – ele sorriu de forma sedutora.


 


Minutos depois, Hermione desceu já pronta para ir trabalhar. Encontrou a mesa pronta, com um simples café e uma rosa sobre seu prato.


 


- Quis fazer algo mais elaborado, mas você tem que sair e logo os estagiários chegam.


 


- Vem cá. Dará tudo certo – ela abraçou Draco e passou a mão de leve pelo pescoço dele arrepiando-o. Respirou profundamente próximo ao pescoço de Draco e depois passou a língua de maneira superficial.


 


- Hermion-ne... – ele abraçou com mais força. Andou de costas até sentar-se no encosto do sofá, levando-a consigo.  Os lábios se tocaram e a língua de um dominou a boca do outro. Ele sentou-se e abriu um pouco as pernas. Dessa forma ficavam da mesma altura e Hermione sentiu as mãos dele apertando sua cintura. Os dedos ágeis subiram pela lateral do corpo da mulher até alcançar o primeiro botão da blusa. Depois o segundo. A pele fina e fria de Draco causava sensações maravilhosas pelo corpo de Hermione. Sua cabeça pendeu para trás, em um gesto de entrega. A excitação já se fazia presente no loiro. Ele ainda usava uma calça de agasalho e Hermione tocou-o arrancando um gemido baixo dele. Rapidamente ela desfez o nó da calça e abaixou-a o suficiente para puxar de lá o pau firme e duro do namorado. A blusa já estava toda aberta e Draco já dirigia seus lábios para os seios de Hermione quando a campainha tocou.


 


- Merda! – berrou Draco. – Quem é o infeliz que chegou mais cedo? Será advertido!


 


- Por ter sido pontual? – perguntou Hermione rindo-se da irritação do loiro. Não que ela havia gostado da interrupção, mas era melhor mostrar-se calma. Vestiram-se o pouco que haviam despido. Hermione foi atender a porta enquanto Draco subia para vestir-se.


 


- Entre, Kevin. Bom dia – Hermione cumprimentou dando passagem para o jovem de cabelos negros e crespos entrar.


 


- Sei que cheguei cedo, senhorita Granger, mas tive algumas coisas para resolver logo cedo.


 


- Não tem problema. Eu já disse que pode me chamar de Hermione. Quer tomar café?


 


- Eu aceitaria um gole de suco, por favor. – ele agradeceu com a cabeça e seguiu a morena.


 


Draco juntou-se aos dois um pouco mais tarde. Após o café, fez aparatação acompanhada com Hermione.


 


- Não saia desse Hospital sem minha presença, entendeu?


 


- Tudo bem, Draco.


 


- Não saia do seu andar.


 


- Não sairei...


 


- Não cuide de casos estranhos.


 


- Não cuidarei... Estarei bem, amor. – ele abraçava Hermione fortemente. Ela tentava passar uma segurança que não existia. – Volte para casa.


 


- Volto para almoçarmos juntos.


 


- Tudo bem – eles despediram-se com um longo beijo. Draco partiu sentindo seu peito pesado. Uma intuição de algo estava prestes a acontecer rondava seu pensamento.


 


 


Hermione estava tratando de uma paciente quando uma funcionária anunciou uma visita. A morena não deixou de se surpreender pela presença em sua sala:


 


- Pai!?


 


- Não está feliz em me ver? – ele perguntou sorrindo.


 


- Claro! Claro que estou! – ela deu um abraço nele. – Que faz por aqui?


 


- Saudades, minha filha. Faz muito tempo que não venho aqui e queria saber se podemos almoçar juntos. – ela encarou o pai. Achava aquele pedido estranho, mas leu em seus olhos, preocupação. Como se ele quisesse falar alguma coisa, compartilhar algo.


 


- Tudo bem, pai. Podemos almoçar aqui? É que tem uns probleminhas acontecendo...


 


- Sim, não há problema! – ele concordou. Na verdade, ele proporia de almoçarem. De acordo com o plano, Hermione deveria estar lá.


 


- Só preciso avisar Draco. Ele viria para cá. Um segundo – ela rabiscou algo em um pergaminho, saiu da sala e logo voltou. – Pronto. Pedi que enviassem uma coruja. Como a mamãe está?


 


- Bem, muito bem! Hoje estava com o dia cheio de atendimentos. O número de pacientes tem aumentado bastante.


 


- Que ótimo! Pai, eu preciso fazer mais um atendimento... Pode me esperar lá fora?


 


- Claro... – ele saiu e, minutos depois, entrou uma mulher. Linda Spencer.


 


 


A hora do almoço chegou e Hermione dirigiu-se até o refeitório com seu pai. Eles cumprimentaram Gina que optou por deixar pai e filha almoçarem sozinhos. Ela conhecia bem como a relação estava tensa com a proximidade do casamento.


 


- Eles têm aqui um bom restaurante – ele falou olhando as opções que eram servidas.


 


- Você gostará muito da comida também. – havia um clima estranho. Eles estavam sendo formais em excesso e Hermione não sabia por aonde ir para contornar essa situação. Deram algumas garfadas em silêncio até ele ser quebrado:


 


- Eu queria conversar com calma com você, Hermione.


 


- Papai... – ela começou sabendo o rumo da conversa.


 


- Quero apenas que conheça o meu lado, as minhas questões,... – ele colocou a mão no bolso e puxou um envelope.


 


- O que é isso? – ela esticou a mão, mas ele não entregou.


 


- Quero apenas explicar algumas coisas, filha. Espero que entenda meu lado, quero que entenda por que acho que Draco não é para você. Eu tive acesso a algumas informações. Coisas que ele escondeu de você.


 


- Pai, do que está falando?


 


- Espero que entenda meus motivos. Ele não gosta de você, minha filha. Ele não gosta de bruxos que nasceram em famílias não-bruxas.


 


- Isso foi quando ele era jovem, pai. Eu já sabia disso.


 


- Tem coisas, filha... Aqui tem a foto de um jovem... Um jovem que ele envenenou.


 


- Draco jamais faria isso, papai.


 


­­­­­­­­­


Draco estava colocando uma poção dentro de um delicado recipiente quando o vidro quebrou em sua mão. Os alunos olharam assustados, mas nem pensaram em dizer nada ao ver a expressão do chefe. Algo estava estranho. Aquela sensação que o esmagava por dentro.


 


- Kevin, você será o responsável até eu voltar. Cuide de tudo, entendeu?


 


- Sim, senhor Malfoy.


 


- Eu preciso ir... Acredito que esteja de volta dentro de uma hora. Se eu não voltar, dispense todo mundo.


 


________________________________________________________________


 


- Lembra aquele jantar? Nosso último jantar? – ela concordou com a cabeça – Conheci uma bruxa e ela contou-me coisas.


 


- Que coisas? Pai, não estou entendendo. Aonde quer chegar?


 


- Algumas respostas estão aqui, minha filha.


 


Hermione pegou o envelope e o abriu. Havia muitas coisas lá dentro, ela puxou uma foto e assim que viu a imagem disse com a voz trêmula:


 


- Pai... Você não sabe o fez...


 


Draco entrou correndo no restaurante e só deve tempo de ver o corpo de Hermione desaparecer diante de si.


 


 


 


 


 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.