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24. Uma visão diferente


Fic: Um conto de amor HG Aviso


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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        Harry observava atentamente para cada artefato da sala, sua mãe com toda certeza adoraria o lugar, cada detalhe tão bem trabalhado e polido. O jovem ficou tentando imaginar o preço daquelas coisas, era óbvio que custavam mais do que conseguiria adivinhar, ainda mais porque sabia que muitos daqueles objetos vinham de lugares diferentes e bem longe de Hogwarts.


        Só que apesar de incrível beleza, aqueles objetos não conseguiam distrair Harry o suficiente para que esquecesse os motivos que o levaram àquele lugar. Na verdade ele não entendia muito bem a razão de estar ali, pois quando o mensageiro apareceu em sua casa lhe transmitindo o convite para comparecer ao castelo e não revelar a ninguém aonde iria, ele não declarou mais nada esclarecedor além daquilo. Isso deixaria qualquer pessoa com uma pulga atrás da orelha, um convite que mais parecia uma intimação e ainda por cima não lhe era permitido avisar seu paradeiro, era uma coisa que poria em imenso nervosismo até ao mais valente dos guerreiros. O jovem tentou mostrar compostura, mesmo que receoso quanto ao convite, deu duas moedas para o mensageiro e o dispensou.


        Após tanto esperar, uma criada veio lhe chamar para que a acompanhasse até o gabinete de Dumbledore, Harry se surpreendeu com a pessoa que o estava procurando, julgou que fosse um pedido da rainha, mas mesmo assim obedeceu sem questionar nada. Assim que chegou, o rapaz fora recebido com um grande sorriso, Dumbledore o cumprimentou e pediu para que se sentasse ele fez um sinal para que a serviçal se retirasse e esperou pacientemente pelo momento em que ficasse somente ele e Harry no local.


- Gostaria de me acompanhar com uma xícara de chá Harry? - o rapaz aceitou e logo Dumbledore começou a servi-lo - Como tem passado meu rapaz? - Dumbledore perguntou enquanto depositava o chá em um pires.


- Vou muito bem senhor. - Harry pegou a xícara e tomou um gole do chá, que estava muito bem preparado por sinal - E quanto ao senhor? - Harry prosseguiu com a cordialidade.


- Na medida do possível. Ultimamente tenho andado muito gripado, mas nada de alarmante, sabe rapaz na minha idade isso é muito comum. - Dumbledore acrescentou.


- Desejo-lhe melhoras. - mentalmente Harry tentou adivinhar a idade do conselheiro real, mas desistiu rápido, afinal seriam muitos cálculos a tomar e sua cabeça estava mais voltada para a razão do convite tão inesperado.


        Dumbledore lhe sorriu em agradecimento e se sentou em sua cadeira, colocou a mão por cima da mesa e fitou Harry por alguns segundos.


- Como está crescido meu rapaz, lembro-me quando era ainda um menino levado que deixava sua ama de cabelos em pé. - Dumbledore analisou profundamente as feições de Harry, coisa que incomodou bastante o rapaz, ficar sobre olhos observadores não é nada confortável - À propósito, diga a sua mãe que agradeço as colchas que me enviou, me serviram de grande ajuda durante esse clima frio.


        Harry assentiu, porém se inquietou ainda mais, ao que parecia o conselheiro lhe chamou apenas para tomar chá, só que em seu intimo o jovem pressentia que havia algo a mais.


- Conte- me mais sobre você Harry? O que anda fazendo? - novamente Dumbledore vinha com questionamentos sobre Harry e isso lhe causou mais angustia, não tinha idéia de onde o conselheiro queria chegar.


- O que exatamente o senhor deseja saber? - Harry tentou não demonstrar tanta impaciência, mas o tom de sua voz lhe denunciou.


- Bom... - Dumbledore repousou as costas na cadeira e coçou o queixo - Estou curioso para saber de seus pais, de você, de seus amigos... - Harry continuava a fitar Dumbledore sem entender a razão daquilo tudo. O atarefado Alvo Dumbledore não o chamaria para somente questionar coisas tão banais.


- Meus pais estão bem e felizes, meus melhores amigos como o senhor bem sabe se casaram e quanto a mim não tenho feito nada de diferente ou extraordinário ultimamente. - disse o rapaz, agora não se preocupando muito em ser rude, detestava rodeios. Para surpresa e confusão da cabeça de Harry, Dumbledore não se abalou com a sua rispidez, simplesmente sorriu e serviu mais chá para o nervoso rapaz.


- Estou vendo que o deixei apreensivo. - disse Dumbledore e em seguida levantou a mão para Harry impedindo que ele argumentasse - Perdoe-me por minha falta de tato, não é minha intenção vasculhar sua vida meu rapaz, só queria o deixar à vontade e creio que falhei. - Dumbledore deu uma risadinha, mas nada disso conseguiu alterar a inquietação de Harry.


- Se o senhor me permite dizer, não é a sua curiosidade que me deixa apreensivo e sim o fato de eu não conseguir entender o real motivo para esse convite. - embora envergonhado por se dirigir de forma tão direta ao homem de confiança da rainha, o jovem não vacilou perante o olhar misterioso de Dumbledore.


- Tudo ao seu tempo rapaz, eu vou lhe explicar com detalhes o motivo pelo qual o chamei aqui, mas até lá eu insisto que se sinta sossegado. - Dumbledore disse por fim.


- Então há mesmo uma razão para eu estar aqui? - Harry dispensou o chá e se aprumou mais por cima da mesa.


- A ansiedade é um mal que as pessoas sábias não podem se dar ao luxo de ter rapaz, lembre-se disso. - Dumbledore ajeitou os óculos meia lua - Eu tive uma conversa parecida com essa a mais ou menos sete anos atrás, a pessoa em questão não se portou tão inquieta quanto você, mas não vamos julgar quem é o mais sensato, já que as circunstancias são outras. - aquilo alarmou mais Harry, tinha desconfianças a respeito disso, se não estava enganado fora dessa mesma forma que a vida de seu falecido irmão tinha tomado um rumo que traçou seu destino.


 


 


        "Nesse dia o pequeno Harry estava brincando de seguir o irmão para onde quer que ele fosse, inventou a brincadeira sozinho e resolveu testar se era divertido com seu irmão mais velho, é claro que Jacob não sabia da sua mais nova sombra, não teria graça se a pessoa espiada estivesse ciente que alguém a perseguia.


        Particularmente o pequeno era muito bom em seguir uma pessoa sem ser visto, as empregadas ficavam loucas quando o flagravam escondido e se acabando de rir das conversas que escutava das pobres mulheres quando pensavam que ninguém as ouvia. O menino procurou ser mais discreto quando uma delas resolveu contar tudo para a mãe dele e teve que passar boa parte do dia de castigo, sem contar as horas em que a mãe, insatisfeita com a punição, ralhava com ele e o menino tinha que ouvir tudo sem argumentar.


        No dia da brincadeira o menino seguiu Jacob para todo canto, descobriu que o irmão era um rapaz muito atarefado, ajudava o pai nos negócios da família e não parava para descansar um segundo sequer, não que a família passasse por apertos, mas acontece que Jacob criou uma afeição pelas finanças e queria aprender desde cedo como cuidar do lucro da família. Para o mais velho isso era fascinante, já para o mais moço era um verdadeiro tédio, Harry era muito aventureiro e cuidar de posses não o agradavam, ele se cansou da brincadeira e já ia desistindo de seguir o irmão quando ele ouviu um dos criados anunciar a chegada de um mensageiro. Sem se deixar ser visto, o pequeno ouviu o recado e logo seus olhos se iluminaram, a situação urgente e secreta encheu a mente do menino de idéias, imaginou o irmão lutando contra bárbaros e criaturas fantasiosas (a imaginação das crianças é uma coisa encantadora). Antes mesmo de Jacob sair, Harry já tinha ido buscar sua espada de madeira e a empunhava todo contente pela cozinha, o irmão mais velho o impediu de sair apoiando o pé na lateral da porta, deixando uma barreira para que Harry não passasse.


- Posso saber o destino desse valente guerreiro? - Jacob perguntou sorrindo, se divertia muito com a espiritualidade do irmão, muitas vezes invejava essa sede por aventura, coisa que ele não havia herdado do pai.


- Derrotar monstros com Jacob, o sábio. - o menino golpeava a mobília da cozinha, como se estes fosses seus adversários.


- Só que Harry, o valente terá que me esperar em casa. - Jacob acabou com a felicidade do menino.


- Mas você não pode sair sem mim, não sobreviveria nessas terras de demônios. - o menino falou exasperadamente.


- Tem razão, eu não sou nada sem meu fiel guerreiro. - o irmão bagunçou o cabelo negro de Harry como sempre fazia - Só que desta vez tenho de ir sozinho. - o mais novo fechou a cara - Não se aborreça irmãozinho, teremos outras aventuras a enfrentar.


        O pequeno Harry observou o irmão partir. Não era verdade o que Jacob lhe disse. Depois desse dia eles não tiveram muito tempo juntos, o irmão mais velho travou sua batalha sem seu mais leal escudeiro e acabou morrendo meses depois."


 


 


        As lembranças do passado não aliviaram a tensão de Harry, obviamente Dumbledore percebeu isso e por alguns instantes, mas não muito, desejou que não tivesse mencionado tal ocorrido. Só que precisava que Harry estivesse ciente da sua possível conversa. O menino poderia encerrar tudo ali e ir embora, se assim quisesse, porém o rapaz não se levantou e disse poucas e boas para o velho, pelo contrário, permaneceu imóvel, fitava um ponto na mesa e refletia.


        O conselheiro se felicitou em ver que o rapaz não partira como previu que ele faria, mas no fundo se amaldiçoou por estar errado. Era de se esperar por essa atitude, já que Dumbledore não era nem um monstro que somente usava suas peças do tabuleiro, quando elas eram descartadas não se abalava e apenas partia para outro personagem do jogo. Não estava em seus planos incluir Harry em suas investigações, não depois do terrível acontecimento que se abateu sobre aquela família, com toda clareza era um atrevimento muito grande envolver mais um filho dos Potter, só que uma cena que o conselheiro viu ao dar seus rotineiros passeios pelo reino o fez enxergar em Harry uma possível chance de consertar todo o mal entre as famílias mais importantes de Hogwarts, depois da família real evidentemente.


- Creio que já deva ter uma pequena noção do que iremos conversar não é Harry? - Dumbledore quebrou o silêncio. O rapaz manejou a cabeça indicando que sim - Pode me dizer o que sabe sobre a morte do seu irmão?


- Eu sei o que todos sabem: que ele foi assassinado logo depois que começou a trabalhar em um projeto secreto. - Harry respondeu friamente.


- E sabe quem foi o responsável?


- Arthur Weasley. - a pronuncia daquelas palavras estava carregada de incertezas, não que Harry duvidasse disso, acontece que recentemente ele havia se apaixonado por Gina, filha do possível assassino de seu irmão, e isso fez com que ele desejasse intensamente que todo esse tormento não fosse verdade. Algumas pessoas se agarram a verdades não provadas porque querem acreditar que sejam. O que Harry não sabia era que estava certo em se sentir assim.


- E você pode afirmar com toda convicção que o que diz é verdade? - Dumbledore puxou Harry de seu mundo de incertezas e o trouxe para essa realidade, o que aguardou o rapaz foi uma pergunta que nunca parou para se perguntar, nem ele e nem ninguém de sua família.


- Isso foi provado. - por mais que tentasse Harry não conseguia manter a firmeza na voz, algo em sua mente dizia que precisava ter dúvidas - Pedro disse que viu Arthur cravar uma espada no peito do meu irmão e depois se suicidou pulando do penhasco de onde eles estavam.


- E isso tudo são conclusões que tiraram de uma única testemunha? - Dumbledore não se alterou nenhuma vez, nem mesmo sobre o olhar descrente do rapaz, permaneceu com a mesma expressão serena da qual era conhecido.


- Rabicho é amigo de meu pai desde a juventude e se ele diz que foi assim que aconteceu, então por que devemos duvidar?


- Em um ocorrido grave como esse não se deve depositar toda história em uma pessoa só Harry.


- Mas ele viu o que aconteceu e isso já é prova suficiente para julgar uma pessoa. - o rapaz bateu os punhos na mesa como se dissesse que o assunto estava encerrado. Dumbledore esperou que ele se acalmasse.


- Se me permite Harry, eu lhe darei mais uma lição. - apesar de tranqüilo, Dumbledore transpareceu uma certa ordem - Os seres humanos se iludem com muita facilidade, até aqueles que se dizem mais espertos podem cair em armadilhas, ninguém está imune a traições. Não digo que você deve desconfiar de todo mundo, isso seria paranóia, mas apenas que seja mais seletivo em quem confiar.


- O senhor está querendo me dizer que o Rabicho mentiu? - Harry disse com um pouco de desdém.


- Não sei, mas para ser bem sincero eu sei que as coisas não aconteceram como todos pensam que foram, e uma delas é a minha certeza de que Arthur só fora uma vítima nessa história toda.


- E em que o senhor se baseia nessa teoria? - Harry perguntou ainda descrente.


- Arthur também estava a par do mesmo "projeto" que seu irmão, ele estava do nosso lado e não teria motivos para fazer o dizem que ele fez.


- Então o senhor "confia" em Arthur? - Dumbledore assentiu e Harry não conseguiu conter o riso - Perdoe-me senhor, mas sua lição deveria se aplicar aqui também, por que confiar em Arthur e não no Rabicho?


- Concordo, então o que eu pude fazer foi analisar as circunstâncias. - era de se aplaudir a perseverança de Dumbledore, Harry estava cada vez mais achando que o homem era maluco, mas o conselheiro insistia em ser calmo e claro.


- E quais seriam essas circunstâncias?


- Bom... Em primeiro lugar Arthur não tinha motivos para fazer isso.


- O senhor não sabe e nem nunca vai saber, porque ele se suicidou e não quis encarar sua atrocidade. - disse Harry.


- Exatamente.  Como julgar uma pessoa que não está aqui para se defender?


- Pedro viu o que ele viu e isso deveria bastar. - Harry quase gritou, pouco importava a posição de Dumbledore.


- Ma não basta, nem nunca vai bastar e você sabe disso porque também acredita que existem mais coisas ocultas. - aquelas palavras acertaram Harry em cheio, o conselheiro estava certo, o jovem nunca mais dormiria um dia sequer sem pensar nisso - Harry o que quer que tenha levado Arthur a cometer o suicídio com certeza não seria algo tão idiota a ponto de ele se matar em seguida, e mesmo que Pettigrew insista, nunca vai ficar claro o porquê de se suicidar sendo que Arthur poderia muito bem matar Rabicho e acusá-lo, assim ele se livraria de dois infortúnios. - ao terminar sua conclusão, Dumbledore se encostou novamente no assento e esperou Harry digerir as possibilidades.


- Mas e se Arthur estivesse insano? Fez tudo por impulso e quando percebeu seu erro ele se matou para não ter que conviver com isso? - Harry falou um pouco mais receptivo.


- E se não for isso? A questão principal Harry é se você conseguirá conviver com essa dúvida sabendo que teve chance de mudar o rumo dessa história? O único caminho que você tem é buscando a verdade e só ela vai amenizar o ódio, só ela é que vai conseguir fazer com que seu caminho e o da senhorita Weasley fiquem livres para se unir.


        O coração de Harry congelou ao ouvir Dumbledore, então ele sabia e se ele sabia outras pessoas também poderiam saber, isso significava que ele e Gina estariam perdidos.


- Sim eu sei, mas não precisa se alarmar porque não revelei a ninguém. - Dumbledore conseguiu decifrar os receios de Harry - Mas advirto que vocês tenham mais cuidado, já que poderia ser outra pessoa a ver e dependendo de quem seja vocês estariam em maus lençóis.


- Agradeço o sigilo senhor. - Harry murmurou.


- Tudo bem, mas agora vamos retomar nosso assunto anterior. - Harry assentiu timidamente - Como eu bem esclareci: há mais coisas ocultas nessa história e pelo bem de todos é necessário vasculhar o passado.


- E se a verdade coincidir com o que Pedro disse? Não seria doloroso demais para ambos os lados? - Harry levantou a questão que pairava em sua cabeça desde que iniciara essas possibilidades com Dumbledore.


- Se tudo for verdade isso pode acarretar um tormento bem maior do que você passa simplesmente por ter dúvida, mas como prosseguir isso é uma coisa que somente você saberá descobrir.


        O rapaz refletiu e em seguida disse que estava disposto a se arriscar, afinal isso também pode ser a resposta que ele e Gina procuravam para unir suas famílias.


- Muito bem Harry, agora eu vou abrir outro ponto que me leva a crer que Arthur não seja responsável. - Dumbledore cruzou suas mãos em cima da mesa - Existe outro suspeito. - Harry arregalou os olhos - Sim, uma pessoa que ninguém jamais desconfiaria. Harry essa pessoa pode ser responsável não só por esse crime como também pela morte do rei Julian e uma trama contra a rainha Minerva.


        A cabeça de Harry pesou com todas as informações, jamais teve a mínima idéia de que teria outro suspeito, na verdade ninguém sabia e o pior é que esse monstro não agiu somente uma vez, esse mesmo demônio tramou contra a realeza. Por um momento teve medo de onde ele estava se metendo, mas sua vontade de vingar o irmão e lutar pelo seu amor fora mais forte.


- Estou certo de que conhece Tom Riddle? - Harry assentiu, porém sem acreditar que a pessoa de maior confiança dos Weasley e que um dia fora o amigo mais fiel da rainha tivesse relação com isso, mas... Pensando bem até que fazia sentido - Essa sim é a pessoa que eu mais acredito ser o responsável.


- Isso é mais confuso do que eu pensava. - Harry conseguiu dizer.


- Agora parece confuso, mas quando eu lhe explicar tudo você entenderá melhor. Mas Harry, antes de lhe contar fatos que aconteceram antes de você nascer eu gostaria de pedir que não revele nada do que ouvir aqui para ninguém, nem mesmo para Gina.


- Mas senhor se Tom for mesmo responsável, então nada mais justo do que a Gina ficar sabendo do monstro que ela e a sua família abrigam. E quanto aos meus pais, por mais que eu me negue a acreditar que Rabicho tenha alguma participação nisso, eu não acho correto que eles continuem dando crédito a um rato miserável.


- Entendo seus motivos Harry, mas não quero envolver outras pessoas nisso. - Harry não pareceu disposto a concordar - Pense bem Harry: se você revelar a alguém, isso só acarretaria mais problemas desnecessários, e vale ressaltar que estamos lidando com uma pessoa ardilosa, não seria nada difícil para Tom reverter a situação toda e só piorar as coisas. Ele tem Molly Weasley em suas mãos, mesmo que você convença Gina não significa que convencerá a mãe dela sem provas. Peço algo difícil, mas terá que ter paciência.


- Eu não tenho sangue frio para ver aquela cobra tão próxima da Gina e não fazer nada, e além do mais meu irmão acreditou nessa idéia de ajudar o senhor sem dizer nada a ninguém e morreu sem nem que pudéssemos entender o ocorrido. - disse Harry e isso fez com que Dumbledore ponderasse sua missão.


- Pois bem, tenho que concordar que tem razão, mas peço que não diga nada a Gina, Tom é uma pessoa muito importante para ela e não temos muito tempo para convencê-la do contrário, mesmo que isso possa ser uma ajuda para limpar a memória de seu pai. Você a protegerá e tem que ficar atento a qualquer passo de Tom, como você bem o definiu ele é uma cobra e só age às escuras, não fará nada que vá revelar sua verdadeira face. Antes de ele tentar qualquer coisa nós estaremos preparados. Eu tenho pra mim que ele sente algo pela mais jovem dos Weasley, não seria inteligente fazer mal a ela.


- Isso não ajuda a me acalmar. - disse Harry temeroso de Tom tão perto do seu amor.


- Terá que servir. - Dumbledore se levantou da cadeira e se dirigiu para a parede, começou a tatear os tijolos e parou quando pareceu encontrar o que procurava - Se for de seu desejo poderá contar para seus amigos Rony e Hermione o que lhe revelarei, mas esteja ciente de que não recomendo, você está entrando em terrenos perigosos. Agora se puder me acompanhar eu gostaria de conversar em outro lugar, as paredes têm ouvidos.


        Dumbledore abaixou-se e estendeu os braços como se quisesse abraçar a parede, empurrou dois tijolos, o espaço que ficou servia para puxar a parede, assim uma pequena elevação que tinha o tamanho de uma pessoa mediana. O conselheiro empurrou a parede elevada para o lado e o que se revelou foi uma passagem para outra sala, Harry só tinha ouvido sobre um desses nas histórias que sua mãe lhe contava quando era criança e agora estava de frente de um, não conseguiu conter o sorriso de criança quando descobre algo tão fantástico.


        Dumbledore deu espaço e pediu que o rapaz entrasse.


 


 


 


 


* Caramba que dessa vez o capítulo demorou.... Mas peço desculpas, como eu expliquei antes teve toda aquela enrola para que eu sacasse que o site tinha voltado, e eu tinha parado de escrever e só terminei essa semana esse capítulo....


* Joy, pois é pode esperar q o Tom tem planos muito ruins para o Harry... No próximo capítulo eu vou falar sobre a história do Tom, aparece.... Bjusss


* Flavinha... olha eu não sei se saquei bem a sua idéia.... E posso até cancelar suas esperanças quanto a fic, mas não é bem por essa linha de pensamento.... Tem algumas coisas q não estão saindo bem como eu imaginei pela primeira vez e isso me travou um pouco, mas eu já consegui arrumar minha linha de pensamento e espero não me atolar no meio do caminho, tomara que dê tudo certo....


* Caah Potter um comentário à parte: sua expressão na foto combinou muito com o seu comentário, esse lançe de preocupação saca? rsrsrsrs.... Certo, não se preocupa que eu tb não quero um final Romeu e Julieta ( pra falar a verdade em todos os filmes que eu assisto sobre essa obra eu evito o final, muito drama... P.S: principalmente quando é aquele que o DiCaprio atua, adoro aquele filme....)


* Prika Potter bem-vinda e valeu pelo comentário..... O capítulo demorou, mas veio...


* Carol minha salvadora.... Olha se não fosse esse seu comentário q saiu no meu e-mail eu não teria olhado nas minhas visitas no Floreio (as quais eu havia esquecido de fazer)e não teria voltado....


 Bjussssssss a todos...


 

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