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13. Sozinha?


Fic: Anos de Sexo Proibido - Reta final - Capítulo 19 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rony e Mione estavam sentados na sala de casa olhando para Rose e Hugo. As duas crianças não entendiam o que era tão importante assim, para que não pudessem ir fazer outras coisas depois do jantar. Era uma segunda-feira como qualquer outra, a não ser pelo fato de seus pais estarem a ponto de anunciar a separação.


  -Queridos, nós queríamos conversar com vocês um assunto muito sério, e eu preciso que vocês prestem toda atenção. – começou Hermione. – Seu pai e eu andamos conversando, e tentando resolver alguns assuntos entre nós dois.


  - Que assuntos? Tem alguma coisa errada? - perguntou Rose, ou como o pai gostava de chama-la as vezes brincando mini-mione.


  Rony sempre se orgulhou da inteligência de sua filha, mas só naquele instante, gostaria que ela não raciocinasse demais as coisas, porque assim seria mais fácil.


  -Escute, minha pequena, - Rony disse – nós, eu e sua mãe, não estávamos nos entendendo muito bem. Como namorados, entende?


  -Vocês andaram brigando, é isso? - perguntou Rose.


 -Não exatamente. –respondeu Mione – Eu e seu pai simplesmente nos demos conta de que queremos coisas diferentes, que, digamos... não queremos namorar mais.


  -Vocês estão dizendo que vão se separar? - disse Rose, um pouco assustada. – É isso, não é? Essa enrolação toda, é pra nos dizer que não vão mais estar juntos, que não se amam.


  Droga, pensou Rony. Às vezes Rose podia ser mais sutil. Achava que esse era um dos lados que a menina havia herdado dele.


  -É, é por aí. – disse Rony, frustrado por saber que aquela era a mais pura verdade, a não ser pelo fato de que Mione não o amava mais, mas o contrário não era válido.


  Ainda bem que havia Hermione para fazer as coisas direito.


  -Querida, não é simplesmente assim. O que vocês precisam entender é que eu e seu pai também precisamos de algumas coisas para sermos felizes que as vezes não somos capazes de dar um ao outro. Então, achamos melhor buscarmos isso separados.


   Hugo, que havia se mantido calado até então, se manifestou:


  -Quer dizer que vocês não são felizes assim, com a gente?


  -Oh, meu amor. – Mione ficou com medo da resolução do filho. Levantou-se da poltrona onde estava, sentou-se ao lado dele e o abraçou. – Não é nada disso. Não tem nada a ver com vocês dois. Você e sua irmã ainda são o que nós temos de mais importante na vida. Eu amo os dois mais que tudo. Isso é apenas entre seu pai e eu.


  -Mas eu não entendo. O meu pai é tão legal. Por que não quer mais ficar com ele?


  Ele havia acertado em cheio. Era tudo culpa dela. Hermione sentiu seu coração afundar no peito.


  -Eu ainda amo seu pai, também acho que ele é muito legal. Quando crescer, você vai entender que às vezes nós precisamos de mais coisas na vida e precisamos buscar essas coisas. E eu já não conseguia isso junto de seu pai mais. É só isso. Mas as coisas entre nós quatro não mudam .


  -Exato, eu vou passar o tempo todo com vocês quando não estiver jogando e não estiverem na escola. Ok? - disse Rony, tentando minimizar a problemática da situação.


  - Tudo bem, - disse Hugo – mas então nós não vamos mais morar todos juntos?


  -Não, -suspirou Mione – não vamos. Você fica aqui comigo enquanto não vai para Hogwarts e, quando seu pai não estiver viajando, fica n’ A Toca com ele.  Quando vocês dois estiverem de férias, vamos fazer o mesmo.


  -E nunca mais vamos passar um tempo juntos, os quatro? - perguntou Hugo, ainda em dúvida sobre a situação.


  -Não, não é verdade. Podemos sim passar um tempo todos juntos. Não há problema nenhum. Eu e seu pai ainda somos grandes amigos, certo? - disse ela, olhando para Rony.


  -Certo. – ele respondeu levemente contrariado.


   Rose parecia ter entendido bem. Mas Mione ainda conversaria com ela para ter certeza. A menina se entendia um pouco melhor com ela do que com o pai, talvez por serem tão parecidas, e o mesmo valia para Rony e Hugo. Porém, Hugo ainda parecia relutante com a situação.


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  Rony e Hugo estavam sentados na varanda. Mione e Rose conversavam no quarto da menina.


  -Pai, eu não queria que você fosse morar em outro lugar.


  -Está tudo bem, cara. – Rony respondia pacientemente – Eu não vou passar menos tempo com vocês por causa disso. E eu vou estar na Toca. Sempre que voltar de viagem, vou levá-los pra lá.


  -E a mamãe vai ficar sozinha em casa?


  -É, mas sua mãe sabe se cuidar. Não esquece que ela é a mulher mais inteligente que existe por aí.-  ele disse, rindo para o menino.


  -É, a vovó sempre diz que todo mundo sabe que a mamãe era melhor aluna que teve em Hogwarts.


  -É isso aí.


  -Mas ela não vai ficar triste sozinha?


  Rony refletiu sobre a pergunta do menino. Será que ela estaria mesmo sozinha? Ou haveria outro homem na casa enquanto ele estivesse com as crianças? E o que Harry tinha a ver com isso? Algo lhe dizia que o amigo também tinha um dedo nessa história.


  -Não, eu te garanto que não. Ok?


  -Tudo bem, se você diz, eu acredito em você.


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 -Mãe, essa separação de vocês, bem...  Tem...  Digo...


  -Fale Rosie. Você sabe que pode perguntar o que quiser.


  -Bem, tem mais alguém... Eu quero dizer... Algum de vocês gosta de outra pessoa?


  Tinha orgulho por ter uma filha tão inteligente, mas às vezes isso atrapalhava. Ela era perceptiva demais.  A menina continuou:


  -Eu não sei, mas vocês me pareciam bem. Sabe, tanto quanto Tio Harry e Tia Gina.


  Droga. Acabava de se lembrar, tinha mais uma notícia.


  -Bom, querida, isto é mesmo um problema só entre eu e seu pai.


   Mais uma mentira.


  -Isso quer dizer que vocês não vão namorar outras pessoas?


  -Bom, talvez... No momento não, ok? Isso é tudo com que tem que se preocupar agora.


  -Tudo bem, então.


  -Sabe, tem mais uma coisa que preciso contar, Rosie. Harry e Gina também vão se separar.


  A menina parecia surpresa.


  -Sério? Mas porquê?


  -Não sei. Talvez pelo mesmo motivo que eu e seu pai. Mas você não pode ficar espalhando isso. Isso é assunto deles.


  -Certo. Eu não vou contar.


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Harry estava na porta da Toca deixando as crianças com Molly, na sexta-feira.


 -Certo Sra. Weasley. Gina disse que vem pra cá assim que sair do trabalho. Eu não planejava trazê-los tão cedo, mas eles não paravam de pedir para vir. – ele disse, ouvindo as vozes empolgadas de Alvo, Tiago e Lily dentro da casa.


  -Querido, não há problema nenhum. Você sabe que adoro que eles venham pra cá. E logo mais virão Rose e Hugo, e então isso aqui vai virar uma festa. – ela disse sorrindo. – Bom, Harry querido, eu queria dizer que sinto muito pelas coisas entre você e Gina não terem dado certo.


  Harry ficou vermelho. E se sentiu culpado.


  -Mas não se sinta mal.  – ela continuou. – Essas coisas são normais. Ao que parece aconteceu a Rony e Mione também. Eu e Arthur só queremos que vocês todos sejam felizes. E se não podem estar juntos, que sejam felizes separados.


  Harry se sentiu aliviado pelas palavras da mulher que era quase uma mãe para ele.


  -Obrigado, Sra. Weasley. De verdade.


  -Não há de quê, querido. – e o abraçou apertado.


  Às suas costas um estampido revelava que alguém havia aparatado logo ali no jardim.


  -Queridos, eu já estava os esperando. – disse Molly , soltando Harry e abraçando os netos.


  Harry se virou para dar de cara com Hermione, que acenava para Rose e Hugo enquanto os dois corriam casa a dentro.


  Seu coração acelerou. Como sempre.


  -Mione querida, eu achei que Ronald os traria.


  Hermione, visivelmente nervosa com a presença de Harry, respondeu:


  -Sim, era esse o combinado, mas Ronald me escreveu dizendo que se atrasaria um pouco e pediu que os trouxesse para cá de uma vez.


  -Certo. Vocês dois não querem entrar e ficar um pouco? Talvez tomar um suco de abóbora ou comer alguma coisa. Estão um pouco magros demais para o meu gosto.


  -Não! – os dois responderam juntos.


  -É... Eu quero dizer... – Hermione tentou consertar – Não posso. Vou pra casa. Estou um pouco cansada, e ainda tenho que organizar algumas coisas em casa.


  -Sim, eu também tenho alguns assuntos para tratar.- disse Harry.


  -Tudo bem, - disse Molly, um pouco decepcionada- Mas apareçam quando quiserem. Os dois sabem que continuam sendo parte da família.


  -Sim, claro. – respondeu Hermione- Obrigado, Molly. Até logo.


E desaparatou.


 


  Aparatou em frente de casa.


  Droga! Não queria te-lo visto. A saudade só aumenta.


  Dirigiu-se para a porta desanimada. As coisas pareciam mais difíceis a cada segundo que passava. Estar longe dele doía fisicamente.


  Um estampido às suas costas anunciou a chegada de mais alguém. Ela se virou para ver Harry Potter abrindo o portão de sua casa e andando na sua direção.


  -O que veio fazer aqui? - ela perguntou.


  -Eu não lhe disse que esperasse? Não disse que ia voltar? Pois então. Voltei. E eu vim tomar o que é meu.


  Dizendo isso ele a puxou pela cintura e a beijou com intensidade.



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Agradecimentos especiais para os últimos que comentaram. Vocês não sabem como isso ajuda a gente a dar um rumo pra história. 

 Ania Bowes-Lyon


  nandasilva

 
A. T. Snape

 Tamara J. Potter

 João Ricardo

 
 alylyzinha

chirles

 Muito obrigada, gente por acompanhar. O próximo capítulo não demora a sair, isso é uma promessa. E No próximo tem mais nc, atendendo a pedidos.

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