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4. Incoveniências


Fic: Amor Improvável II DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4


Inconveniências


 


Flashback: encontro entre Draco Malfoy, Harry Potter e Ronald Weasley


 


- E aí, Potter a vida de auror anda fácil? – perguntou Draco depois de fazerem o pedido ao garçom.


 


- Pois é... Apenas alguns casos, casos isolados na maioria das vezes.


 


- Nada sério depois do seu “amigo” – completou Rony. O loiro olhou-o furioso.


 


- Há muito tempo Zabini deixou de ser meu amigo, Weasley. – retrucou rispidamente. Só a lembrança do que houve um ano atrás era capaz de tirar sua paciência. No fundo sabia que só teria paz quando soubesse da morte do outro sonserino.


 


- Desculpe, Malfoy...  Não foi isso que eu quis dizer. – defendeu-se o ruivo.


 


- Nunca é o que você quer dizer, não é, Weasley? – tornou mal-humorado.


 


- Espera aí... O que eu perdi dessa história? Do que você está falando, Draco? – perguntou Harry.


 


- Weasley, por que não confessa logo que ainda é apaixonado pela Hermione?


 


- Como? – dessa vez Harry olhou para o amigo de longa data assustado com a acusação do loiro. Rony apenas riu.


 


- Não estou apaixonado pela Mione, Malfoy...


 


- Sei... E por que durante todo o tempo que vocês estão separados não namorou mais ninguém? – a resposta foi adiada pela chegada dos pedidos. O pequeno grupo esperou o garçom afastar-se.


 


- Porque não tive a sorte de conhecer e me apaixonar por outra garota. Apesar de não estar mais apaixonado é inevitável a comparação. – encarou Draco com sinceridade.


 


- Comparação? – retrucou o loiro. Harry apenas olhava de um para outro. Então, decidiu sair da mesa e deixar os dois conversarem. Foi até o balcão. Nenhum deles fez qualquer objeção de impedi-lo.


 


- Sim. Já pensou sua vida sem Hermione? – indagou o ruivo enquanto tomava um gole de sua bebida.


 


- Claro que não! – exclamou Draco em resposta.


 


- Pois é... Eu também. Foi muito difícil terminarmos... Difícil perceber que havia apenas amor de amigo. Só que sou muito cuidadoso com Hermione, pois sei a mulher maravilhosa que ela é.


 


- Onde está querendo chegar, Weasley?


 


- Se por acaso terminassem – e o sonserino disfarçou o arrepio que passou por seu corpo – acha que seria capaz de ter qualquer outra garota? É o que acontece comigo... Só não tive a sorte de conhecer uma mulher que mexesse comigo como Hermione mexeu. Fui apaixonado por ela grande parte da minha vida.


 


- Isso não te faz melhor que eu!


 


- Eu não estou dizendo isso, Malfoy. – Rony respirou fundo - Já amou alguém por dez anos?


 


- Não.


 


- Então não sabe do que estou falando. Só que apesar de não estar mais apaixonado por Hermione, eu ainda preocupo-me com ela. Ainda quero cuidar dela e estar ao lado dela sempre que for preciso, mesmo sabendo que ela tem você... Odiei saber que estava com Hermione... Contudo, até o mais frio dos homens é capaz de perceber que ela te pegou de jeito. – e sorriu. – Não há motivos para ter ciúme de mim. Não sou nenhum risco à relação de vocês. Hermione é completamente louca por você. – Rony olhou atentamente o antigo inimigo. Tinha todos os motivos para odiar Malfoy. Só que o amor que o loiro sentia pela sua antiga namorada era algo que não podia ser ignorado. A cabeça de Draco estava caída sobre uma de suas mãos. Na outra, o copo intocado de bebida. Sabia quanto o senhor Granger podia ser difícil, mas achou exagerada a ação do velho. – Você vai se acertar com o pai de Hermione.


 


- Ela te contou?


 


- Sim. Sinceramente não entendo as razões dele.


 


- Ele prefere você, Weasley – Draco murmurou e deu seu primeiro gole.


 


- Isso realmente não importa, Draco... A senhora Granger é capaz de fazer o marido mudar de opinião. – a resposta foi apenas uma bufada – Só acho que não deva descontar na Hermione. Ela está sofrendo muito com isso tudo. Dê apenas mais uns dias... Tenho certeza que as coisas se acertarão.


 


- Só é difícil, sabe? De alguma forma parece que sempre carregarei o peso de ser um Malfoy. Parece uma sina... As coisas podem estar perfeitas, mas algo acontece. Algo impede que eu esteja 100 % feliz. – o ruivo olhou para o colega do outro lado da mesa e nunca podia imaginar um Malfoy melodramático.


 


- Ninguém nunca é feliz 100%, Malfoy. Vai dizer que quando está com a Mione, não esquece do mundo e é feliz.... 100% feliz pelo menos nesses momentos?


 


- É... Bom... Obrigado, Weasley... Acho melhor chamar o Potter antes que ele acabe indo embora! – e com um gesto chamou o outro. Conversaram sobre vários assuntos. Draco queria compartilhar sobre Simas, mas ainda não era muito aberto a confidências. Deixou o assunto para lá. Combinaram, então, de se encontrar no Duas Caras. Fazia meses que não iam e também combinaram uma partida de quadribol. Não havia acontecido outra desde o incidente que ferira Rony.


 


Ao chegar a casa, Draco não encontrou Hermione na sala e foi até o lado de fora. Ela estava deitada em uma das espreguiçadeiras, enrolada em um cobertor e olhando o céu encoberto por nuvens escuras. Ela não havia percebido a chegada do loiro, então ele aproveitou esse momento para observá-la. Era estranho sentir que seu coração ainda acelerava de forma descompassada quando a via. Hermione tremeu um pouco de frio e Draco aproveitou para aproximar-se. O barulho de seus passos mais perto denunciou sua entrada.


 


- Olá, Draco. Foi tudo bem?


 


- Sim e por aqui?


 


- Tudo bem também. As meninas não ficaram muito tempo. - Ela ajeitou-se dando espaço para ele sentar-se.


 


- Conversei com o Weasley – Draco disse quando deitou a cabeça dela em seu peito. Hermione permaneceu em silêncio – Desculpe-me pelo ciúme em relação a ele.


 


- Tudo bem, Draco. Só acho que deveríamos realmente falar com meu pai.


 


- Faz um tempo que não recebo cartas dele. Não quero discutir esse assunto – falou com calma enquanto passava sua mão pelos fios do cabelo dela.


 


Fim do flashback


 


Quando chegaram a casa, Draco e Hermione foram calados para o quarto. Realmente Morgan Granger estava dificultando em muito a situação. O jantar fora tenso e por mais que tentassem relaxar e conversar sobre amenidades, o pai de Hermione dava um jeito de provocar Draco.


 


Deitaram-se em silêncio. Hermione olhou pararmione tremeu um pouco de frio e Draco aproveitou para aproximar-se. O barulho de seus passos mais perto denunciou sua entrada o namorado e percebeu que ele olhava para o teto. As mãos sob a cabeça. Respirava pesadamente.


 


- Draco, desculpe-me.


 


- Você não precisa pedir desculpas, Mione. É só difícil. Não sei o que fiz para seu pai me odiar tanto.


 


- Isso mudará! – exclamou passando a mão pelos cabelos dele.


 


- Não, Mione. Eu realmente desisti. Faremos o que você quiser, mas eu não tentarei mais. – Draco percebeu que ela argumentaria e emendou – Não quero ouvir mais nada, Hermione. – calada, ela virou para o outro lado. Pouco depois sentiu o loiro abraçando-a por trás. – Só acho que devemos parar de insistir. Acharemos um jeito de viver com esse contra-tempo.


 


- Sabe, Morgan eu realmente não entendendo você – Jane começou a falar enquanto o marido dirigia. – Draco é um homem maravilhoso.


 


- Mas, tem algo que ele esconde. Algo que eu sinto estar errado... Algo camuflado nessa história.


 


- Oras! Nossa filha não tem que nos contar tudo! Claro que eles têm seus segredos. Draco não tem motivo nenhum para ficar confessando seus problemas e erros para nós.


 


- Mesmo assim, Jane. Eu sei que tem algo errado. E eu vou provar que esse Malfoy está enganando nossa filha! – Jane olhou espantada para o marido e achou melhor ficar quieta. Deixou sua atenção voltada para as ruas que passavam rapidamente pela janela.


 


 


A semana passou rapidamente. Hermione havia recebido um telefonema de sua mãe adiando a visita, já que teriam que voltar para Austrália. O casal resolveu estabelecer-se na Inglaterra, então tinham algumas pendências a serem resolvidas. Jane para ficar mais próxima da filha e ajudá-la nos preparativos do casamento e John para levar adiante o plano que traçaria com a misteriosa mulher que conhecia o passado de Draco.


 


 


Na sexta-feira, Hermione estava almoçando com Gina quando a amiga começou a perder a cor.


 


- Gina...? – Hermione levantou-se rapidamente e foi até a cadeira onde a amiga estava sentada. Pegou um guardanapo, molhou no copo com água e começou a passar pela testa da ruiva. – Você está branca!


 


- Mione, eu acho q... – e antes que pudesse falar mais alguma coisa, vomitou. A morena só teve tempo de dar um passo para trás e evitar ser atingida. – Estava me sentindo tão bem... – a garota falou numa voz mole. Com um floreio, Hermione limpou o chão e ajudou Gina a ficar em pé.


 


- Venha, vou te colocar para deitar um pouco. – deram poucos passos e a ruiva voltou a vomitar. Hermione limpou novamente a sujeira e andou mais rápido sendo apoio para Gina. Chegaram ao espaço reservado para medibruxos e colocou a ruiva deitada. Retirou os sapatos da amiga.


 


- O que será que eu comi que pode ter feito isso...? – murmurou com a voz fraca.


 


- Não o que comeu. Mas, quem você comeu... – brincou a morena.


 


- Hermione! Nunca te ouvi falando essas coisas! – ficou uns segundos em silêncio pensando no que acabara de ouvir – Você acha mesmo?


 


- Claro! – Hermione observou a amiga direcionar as mãos para sua barriga lisa, fazendo carinho – Posso fazer o teste?


 


- Será que Harry gostará? Quer dizer... Nós pensamos em ter filhos, mas...


 


- Mas? Mas, nada! Harry ficará louco de alegria. Deixa-me fazer logo isso! – animada, Hermione passou sua varinha pela barriga da amiga, enquanto realizava um feitiço não-verbal. As amigas sorriam uma para outra. Definitivamente, Gina estava grávida.


 


 


Sábado era o dia que combinaram de jantar no Duas Caras. Gina havia sido medicada com uma leve poção anti-enjoo. Como era de se esperar, Harry ficou entusiasmado com a notícia que era pai. Aproveitaram, então, o encontro de sábado para uma comemoração.


 


Além de Draco e Hermione, também estavam sentados Gina, Harry, Rony, Neville e Luna. O jantar transcorreu cheio de risadas. Por motivos óbvios, a ruiva não estava bebendo e a toda hora passava a mão pela barriga ainda sem sinais de carregar uma criança.


 


- Preciso ir ao banheiro, alguém me faz companhia? – Hermione perguntou.


 


- Eu não vou, não – respondeu Luna.


 


- Ainda não descobriram um jeito de diminuir a vontade de grávidas fazerem xixi! – as duas levantaram-se, mas após alguns passos, Gina parou. – Esqueci minha bolsa! Retocar a maquiagem...


 


- Você está perfeita! – argumentou Hermione.


 


- É, mas é bom me cuidar! Com o barrigão que está para chegar tenho que garantir os olhares de Harry para mim.


 


- Que besteira, Gina! Até parece que não conhece o marido que tem! Mas, vamos voltar.


 


- Não, amiga. Vai indo. Encontro com você depois.


 


Hermione foi ao banheiro, depois deu ajeitada em seu cabelo em frente ao espelho. Ela usava uma calça jeans branca. Usava também uma blusinha preta frente única com sapatos da mesma cor. Os cabelos estavam presos por uma fita branca num alto rabo de cavalo. Já que Gina não havia voltado, decidiu encontrá-la na mesa. Deu poucos passos e logo seu caminho foi barrado por alguém.


 


- Simas... Oh, não, Simas. Dá licença. Não temos nada para conversar.


 


- Espera! – ele impediu a passagem dela.


 


- Saia da minha frente antes que te azare!


 


- Você não quer ser expulsa daqui, não é? – Hermione respirou fundo para se acalmar – Isso... Eu só quero conversar. Quero outra chance.


 


- Isso é impossível.


 


- Impossível é o Malfoy te fazer feliz. – Hermione encarava Simas com raiva. Tinha os braços cruzados e as sobrancelhas franzidas. – Pense nisso. – E sem esperar por uma resposta virou e foi embora. Gina chegou e encontrou a amiga parada.


 


- Mi? Está tudo bem?


 


- S-sim. Você demorou...


 


- É que acabei me envolvendo num papo de quadribol. Estou quase fazendo nas calças! Encontro você lá!


 


Hermione voltou para mesa calada. Sabia que Draco não aguentaria a presença de Simas. Nem ela mesma estava aguentando. Sentou-se, mas com o pensamento distante. Draco percebeu e perguntou em seu ouvido:


 


- Está tudo bem?


 


- Sim. Apenas... Apenas... Simas está aqui – Hermione sentiu que Draco apertou sua mão com um pouco mais de força. Nesse momento, Gina sentou-se à mesa.


 


- Como ele soube? – o loiro perguntou, mas sua pergunta foi respondida pelo próprio que acabava de chegar.


 


- Gina Potter, parabéns! Harry contou-me a grande novidade! – ele deu um abraço na ruiva – Só que não pude chegar antes. Estava com uns amigos... Boa noite a todos. Malfoy, é um prazer encontrar com você novamente. O prazer só não é maior do que encontrar sua noiva. Tudo bem, Hermione?


 


Todos na mesa ficaram em silêncio perante a ousadia que não passou despercebida nem por Luna.


 


 


- Entrega para você, Zabini! – um dos guardas jogou algo dentro da cela. Sem dúvida o bilhete havia sido lido. O bruxo xingou todos em pensamento e abriu o pergaminho. Era uma carta de “Linda Spencer”. Leu e sorriu. Dentro de poucas semanas o plano entraria realmente em ação. Era um plano maluco, arriscado, mas também envolvia poucas pessoas. O pai da sangue-ruim seria facilmente manipulável.


 


 


- Simas! – interrompeu Rony – Vem comigo pegar uma bebida? – e levantou puxando o amigo pelo braço.


 


- O que foi isso, Hermione? – perguntou Harry.


 


- Você tinha que convidar esse imbecil, Potter? – Draco espumava de raiva.


 


- Desculpe, mas não estou sabendo de nada... – ele olhava para da amiga para a mulher.


 


- Oh, Gina! Você não contou para ele... – constatou Hermione.


 


- Não, claro que não. Achei que você soubesse, Harry – a ruiva falou a última frase dirigindo-se ao marido.


 


- Soubesse do quê? – Harry estava visivelmente confuso. E, assim, Gina iniciou a narrativa. – Oh... Por que não contou, Draco? Saímos ontem... Eu poderia ter desfeito o convite.


 


- Não adiantaria. Ele tem sido uma maldita praga em nossas vidas! Pior que os gnomos do jardim na casa dos Weasley. – Hermione falou.


 


- Viemos aqui para nos divertir! Por que não vamos dançar? – sugeriu Neville quando viu a pista sendo aberta. Ele puxou Luna pela mão.


 


- Ótima ideia, Nel! – concordou Hermione. Eles saíram, mas Gina e Harry optaram por ficar.


 


Draco adorava vê-la dançando. Os movimentos que ela fazia, mexiam com sua imaginação. Aproximou-se um pouco mais:


 


- Você está uma delícia. – aquela voz rouca e sussurrada fez Hermione arrepiar-se. Ela sentiu a mão dele repousar nas suas costas, aproximando-os. Ela levou a mão dela para a nuca de Draco. As mãos dele passeavam sensualmente pelas costas nuas de Hermione. Encaravam-se. A outra mão de Draco foi até o rosto dela e tocou-a delicadamente, contornando cada detalhe. Ela fechou os olhos. Draco olhava centímetro por centímetro. Seu polegar repousou nos lábios dela. Estavam úmidos. Eles entreabriram-se. Draco sentiu a ponta da língua dela lambendo seu dedo. Continuavam dançando. As luzes piscavam, mostrando e escondendo a imagem de Hermione diante de si e dos outros. Ela ainda mantinha os olhos fechados. Draco desceu sua mão para o queixo dela trazendo a boca para perto de si.


 


A garota sentiu a respiração dele caindo sobre seu rosto. Ele foi beijá-la, mas ela afastou alguns milímetros. Iria jogar. Abriu os olhos e viu a boca dele ansiando pela sua. Passou a língua pelos lábios dele. Hermione sentiu o tremor que passou pelo corpo do bruxo. Mordeu o lábio inferior e depois deixou sua boca ser invadida pela língua possessiva dele. Hermione passava seus dedos entre os fios finos puxando-os. As línguas encontravam-se e soltavam-se.


 


Draco afastou-se e deixou sua testa repousar na dela.


 


- Melhor pararmos antes que eu faça uma loucura aqui mesmo, Hermione. – sorriu e o gesto foi imitado por ela.


 


- Desculpe interromper – falou Neville inseguro – vou pegar umas bebidas, querem alguma coisa?


 


- Eu vou com você, Longbottom. Quer alguma coisa, amor? – falavam num tom de voz alto por causa da música. Discretamente, Draco olhou para os lados e não viu Simas.


 


- Sim, um uísque de fogo com bastante gelo! – os dois saíram.


 


- Simas está causando muitos problemas, Hermione? – perguntou Luna dançando num ritmo totalmente diferente da música. A grifinória encarou a loira e sorriu divertida. Luna sempre seria Luna.


 


- Sim, Luna. Está causando muito problemas – falou próximo da amiga para não precisar gritar tanto. – Já não sei mais o que fazer.


 


- Acho bom você pensar em alguma coisa. Logo.


 


- Não entendi, Luna – respondeu Hermione. A loirinha acenou com a cabeça e quando Hermione se virou, deu de cara com Simas acompanhado por um amigo que ela nunca tinha visto.


 


- Boa noite, garota. – ele a chamou como chamava no tempo que saiam juntos. – Luna. Esse é Adam.


 


- Essa é minha futura namorada, Adam. – ele falou para o amigo num tom audível.


 


- Você tem bom gosto, Simas – o outro respondeu.


 


- Eu vou casar! Que coisa chata! – Hermione falou irritada.


 


- Você não pode ignorar o que tivemos no passado. – ele falou aproximando-se. Hermione tentou afastar, mas o lugar estava cheio e impedia muitas movimentações.


 


- Ei, Simas você está sendo meio folgado! – exclamou Luna.


 


- Ô loira, deixa os dois... – disse Alan. Tentando afastar a corvinal. Luna decidiu ir atrás de Draco.


 


- Você é um teimoso, Simas! – Tentou sair, mas novamente Alan intrometeu-se.


 


- Ô morena, ele é muito a fim de você.


 


- E você deveria aprender chamar os outros pelo nome! – brigou.


 


- Deixa disso, Mione. Ficamos aqui pela primeira vez, lembra? - Simas tornou a perguntar.


 


- Oi, Simas! Oi, Alan! E aí, essa é a tal? – perguntou outro bruxo que Hermione não havia visto ainda.


 


- Hermione. Francis. Francis. Hermione. – o irlandês apresentou.


 


- A conversa já durou o suficiente, Simas. Dá licença. – ela disse tentando passar.


 


- Você poderia dar uma chance... Você já pediu para eu ficar com você... Naquele almoço. – ele insistia.


 


- As coisas mudaram, Simas... Dá licença – ela afastou o rosto quando sentiu a mão dele se aproximando.


 


- Que merda está acontecendo? – Draco havia chegado acompanhado de Harry e Rony. Neville foi atrás de um segurança.


 


- Malfoy... Não quero confusão com vocês – Simas falou olhando para os antigos colegas da Grifinória.


 


- Deixe Hermione passar, Simas. Também não quero confusão com você, mas está você está complicando as coisas... – declarou Ron. Hermione passou por Simas aproximando-se de Draco. Porém, o movimento dela foi impedido e num segundo ela sentiu-se puxada pelo irlandês e depois os lábios dele tocando nos seus. Ela manteve a boca fechada. Desprendeu-se assustada. Em uma fração de segundos, ela foi parar ao lado de Draco. Simas sorriu.


 


O loiro olhou para Hermione. Ainda tinha as mãos na cintura dela. Ela sabia o que viria a seguir quando leu os olhos dele. No outro segundo, Draco voou para cima de Simas, dando-lhe um soco no nariz.


 


As pessoas logo perceberam a briga e se afastaram.


 


Simas quase foi ao chão com a força do impacto. Cambaleou, mas manteve-se em pé. O sonserino estava prestes a dar o próximo golpe, quando foi impedido por um soco recebido por um dos amigos de Simas, Francis. Hermione levou a mão à boca e quis se aproximar, mas foi impedida por Harry. Antes que o loiro fosse atingido novamente, por estar em desvantagem de três a um, Rony deu um chute em Francis e Harry partiu para cima de Alan antes que o terceiro bruxo atingisse um dos amigos.


 


O público gritava por mais briga. A maioria não estava acostumada a ver brigas trouxas.


 


Simas direcionou um soco no rosto de Draco, mas o loiro foi mais rápido e abaixou-se. Atingiu seu oponente com uma ombrada no estomago. Hermione gritava para pararem. Inutilmente.


 


Draco levantou o irlandês pela gola da camisa.


 


- Afaste-se dela, Finnigan!


 


- Ela foi minha antes, Malfoy! – Draco o soltou e levou um soco que fez seu supercílio sangrar na hora.


 


- Filho da puta! – Draco avançou novamente acertou um soco no rosto de Simas com sua mão esquerda.


 


De repente sentiu cordas o prendendo e percebeu que vários bruxos-seguranças surgiram amarrando todos que estavam na confusão. Mesmo de mãos atadas tentou se aproximar do irlandês, mas foi impedido por Neville.


 


- Seu puto! Como ousou tocar na minha mulher!  – ele gritava. –Eu te mato, seu maldito!  – Neville já não estava conseguindo segurar o loiro.


 


- CHEGA!!! Todos fora daqui imediatamente! – gritou um bruxo que aparentava ser o chefe da segurança. Ele separou os grupos para que saíssem por portas diferentes.


 


Gina olhava de forma desaprovadora para Harry, Rony e Draco que saíam de mãos atadas às costas. Só poderiam ser soltos do lado de fora.


 


- Acham que estão em Hogwarts! Brigar desse jeito! E sem varinha!


 


Do lado de fora, as cordas sumiram. Hermione aproximou-se de Draco. Ele tinha o supercílio, o nariz e a boca sangrando.


 


- Vamos para casa. Cuida dos dois, Gina? – ela perguntou.


 


- Sim, vamos Harry e Rony!


 


- Ah, Gina! Você está assim por que não viu o que o Simas fez! – defendeu-se Harry.


 


- Explicações em casa... Precisamos cuidar desses ferimentos antes que marquem. – ela despediu-se de todos e aparatou com o marido e o irmão.


 


- Precisam de alguma coisa? – indagou Luna.


 


- Não, Luna. Obrigada... – Hermione olhou para o namorado – Vamos, eu te ajudo a aparatar. – Foram direto para o quarto. – Sente-se, vou pegar algodão para limpar seu rosto, Draco. – Ele obedeceu calado. Tirou sua camisa manchada de sangue e jogou-a com raiva no chão.


 


Hermione voltou para o quarto e encontrou-o sentado numa cadeira. Ela colocou outra cadeira na frente e começou a limpar o sangue. Queria localizar e ver o ferimento antes de fechá-lo.


 


O sangue do nariz e do supercílio não parava de escorrer.


 


- Está doendo? – ela perguntou com a voz trêmula de preocupação.


 


- Sim,... Finnigan filho da puta! Como ele ousou... Ele... – bufou – Não consigo nem falar! Merda!


 


Hermione limpava em silêncio o sangue. Fazia força para sua mão não tremer tanto. Ela molhava o algodão na água, limpava o ferimento e depois jogava fora, pegando outro. Na quarta vez, sentiu Draco segurando seu pulso delicadamente.


 


- Como está se sentindo?


 


- Nervosa.


 


- Comigo?


 


- Não. Com Simas. Ele me beijou a força e as recordações que tive disso não foram nada boas. – Hermione viu a mão de Draco fechando-se. – Obrigada por me defender. – ela sorriu, mas ele ainda estava calado.


 


- Se ele voltar a se aproximar, eu mato. – finalmente Hermione havia estancado o sangue. Ele deu um suspiro de dor, quando ela começou passar uma poção cicatrizante.


 


- Não mata, nada. Não quero você em Azkaban. – ele levantou-se rapidamente.


 


- Parece que tudo conspira para que não fiquemos juntos...


 


- Não estou brava com você, Draco. Venha, deixa eu cuidar da sua boca.


 


- Você não pensa isso às vezes? – Hermione estava sentada e aproximou-se dele que estava perto da janela.


 


- No quê?


 


- Acho que o Universo, o destino, seja que nome quiser dar, não quer que fiquemos juntos. Sempre acontece alguma coisa... – ele continuou falando. – É como se não fosse para ficarmos juntos. – Hermione sentiu um frio estranho na barriga e no coração.


 


- Aonde quer chegar com isso? – ela virou o corpo dele, olhou-o com atenção.


 


- Eu te amo, Hermione... – ele passou a mão pelo rosto dela.


 


- Eu também te amo.


 


- Acho que às vezes o amor não é suficiente... – ele afastou-se e foi até o armário. Pegou uma camisa e vestiu.


 


- Como as-assim? – Hermione sentiu sua voz engasgar. Não entendia ou não queria entender aonde aquilo poderia chegar. 


 


- Hermione, eu já fiz muita coisa errada nessa vida. – ele pegou sua varinha - Mais coisas erradas do que coisas certas. Acho que tudo que vem acontecendo, tudo mesmo, desde que estamos juntos tem apenas um sentido... Não devemos ficar juntos. – dizendo isso, aparatou.


 


 


 


 


 

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