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19. Capítulo XIX


Fic: Meu primeiro e Único - Epílogo ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A semana passou lenta, angustiante para Hermione, ela emagrecera, não sentira mais prazer em cuidar dos cavalos, pois o estábulo e seu cheiro; lembravam-lhe Draco.


Os pais decidiram que não iriam se intrometer mais e resolveram não contar a Hermione a briga que tiveram com os Malfoy e nem as palavras de Draco. Aquilo teria que ser resolvido pelos dois, somente por eles.


 Tudo o lembrava! Não, o problema é que não o esquecia nem por um minuto sequer, mas ali, no meio dos cavalos, tudo era mais difícil.


Achou que com suas cavalgadas, conseguiriam clarear sua mente, mas não dava para aproximar-se do estábulo e não pensar em Draco, simplesmente não dava.


Esperara ansiosa uma ligação de Draco durante toda a semana. Ele tinha que mudar de idéia e ver que ela estava certa, bem isso foi na segunda-feira, pois conforme os dias iam passando ela mudava gradativamente de opinião, mas como ela, talvez, fosse mais orgulhosa que o homem que escolhera como companheiro de uma vida, queria que ele tomasse a iniciativa.


Na sexta-feira não teve forças para sair de seu quarto, queria ficar ali, até a dor passar, até a vida passar e ela não ter mais que pensar, que sentir.


A mãe tentou persuadi-la sem sucesso, a Sra. Mavis fez seus pratos prediletos, mas ela não quis nem ao menos vê-los. Não queria mais nada, somente queria Draco.


Usou o sono como fuga e viu o dia passar, entre um pesadelo e outro. Ela ouviu seu celular tocar, mas não queria atender, não queria falar com ninguém. Mas quando olhou o nome na tela, seu coração disparou. Era Draco. Depois da semana inteira esperançosa, ele finalmente estava ligando. Ela não devia atender, mas desde quando ela ouvia a voz da razão e não de seu coração?


E ela escutou a voz forte, máscula do outro lado:


- Venha até o estábulo.


Não era um pedido, ou uma pergunta. Era uma ordem.


Quem ele pensava que era para depois de tudo, tentar mandá-la fazer alguma coisa?! Mas não conseguiu responder antes que ele interrompesse a ligação. Ela iria ligar-lhe e dizer-lhe que não. Pronto. Mas já estava no closet, vestindo a calça, as botas e uma camisa de flanela larga, olhou para o relógio sobre seu criado-mudo e viu que já passavam das duas da manhã.


Draco estava em seu estábulo às duas da manhã?


Parou por um momento e achou que tivesse sonhado sobre a ligação, pegou seu celular e olhou as ligações recebidas e lá estava a de Draco. Bem, não fora sonho.  


 Saiu devagar do quarto, desceu as escadas, saiu pela porta da cozinha e encaminhou-se para o estábulo. Seu coração dava pulos dentro do peito, seus passos eram incertos, trôpegos, pois sentia todo seu corpo tremer, mesmo assim ela seguiu a trilha iluminada que a levava até o estábulo. Até Draco!


A porta estava aberta e algumas luzes noturnas estavam acesas. Mesmo acostumada com o cheiro tão característico daquele lugar desde que nascera; sempre o aspirava profundamente quando entrava ali. E todas às vezes, quando o odor invadia seus pulmões, um sorriso surgia em seus lábios. Havia o cheiro dos animais, misturados ao do feno, do couro, da pomada que lustrava os cascos. E sempre a lembrança daquela noite, de há cinco anos atrás, surgia em sua mente. E quando mais uma vez, a lembrança a golpeou, pois era sempre um golpe em seu corpo e alma; ela soube: nada era mais importante do que Draco. Ela poderia ser feliz cuidando de seus cavalos, mas nunca o seria inteiramente sem Draco.


Entrou devagar pisando levemente, o chão que brilhava, para que os saltos de sua bota não ecoassem pelo salão deserto, somente ocupado agora pelos animais em suas baias. O local era sempre imaculadamente limpo, graças à competência da equipe de seu pai. Quando já estava a ponto de chamar por Draco, sentiu-o, sem precisar escutá-lo ou vê-lo, aproximando-se as suas costas. Seus braços a enlaçaram pela cintura e seu rosto encaixou-se na curva entre seu ombro e pescoço, ele inalou seu perfume e falou com voz rouca:


- Eu nunca esqueci seu cheiro! Nesses cinco anos, era ele que trazia meus pensamentos para cá.  – ele a virou olhando-a profundamente, tentando alcançar sua alma com o olhar e com suas palavras, ele continuou - Eu fui marcado a fogo naquele dia, Mione. E a marca dizia que você me pertencia e eu pertencia a você. Por isso eu fugi, por isso eu não podia mais vê-la. Não era certo, naquela época. Você era tão jovem, ainda é, mas agora nada é mais certo do que estar ao seu lado! Não dá mais para voltar atrás, eu não consigo mais ficar sem você, sem sentir esse seu cheiro, saborear seu gosto. Diga, Mione, diga que ainda vai se casar comigo...


Hermione o ouviu com lágrimas nos olhos. Esse era seu Draco! Doce, apaixonado, verdadeiro! Mas mesmo assim se declarando com todo seu coração, ele ainda não havia dito que a amava, ela sabia que essa era uma declaração de amor, mas precisava ouvir as palavras certas:


- Eu não posso me casar com você – e ela viu nos olhos de Draco toda à tristeza que sua frase causou e antes dela poder se justificar, ele disse:


- Sim, você pode, eu não me importo onde moraremos desde que seja com você. Posso vir e ir a Dallas, quantas vezes for preciso...


- Não, não é por isso. Você – ela deu uma pausa significativa e também para segurar o sorriso que se formava e tentou dizer de forma dramática – você não... não disse que me ama...


Uma expressão de puro alívio e contentamento apareceu no semblante daquele homem de trinta e cinco anos que tivera muitas mulheres, mas que a vida inteira amara somente aquela menina e ele falou apertando-a forte em seus braços:


- Eu achei que isso já estivesse claro! É claro que te amo. – e levantando-a no ar, disse antes de beijá-la com paixão – eu te amo, te amo, muito, muito!


O beijo apaixonado continha ternura, amor, saudade. Hermione pediu ofegante, entre os lábios de Draco:


- Me ame, Draco...


- Não, aqui, não – ele sabia que não poderia ser ali, já eram quase três horas da manhã e ele sabia que as atividades do haras começavam cedo, mesmo aos sábados. E eles já haviam sido pegos em situações embaraçosas mais de uma vez, dessa vez ele não queria ser flagrado, mas a necessidade de ter Mione era imensa, onde poderiam ir?


- Então – falou ela, sem deixar de beijá-lo – vamos para meu quarto.


Draco titubeou:


- Também não acho uma boa idéia.


- Por favor – falou com voz cheia de desejo – ninguém nos encontrará lá.


Bem, se ele não tomasse uma decisão logo, com certeza a tomaria ali, no chão do estábulo, tal era sua excitação, sua saudade. Acabou concordando que o quarto dela era uma melhor opção em comparação ao chão daquele lugar.


Foram eles, parando de tempo em tempo para beijarem-se e acariciarem-se durante o curto caminho até a casa principal.


 


Chegaram ao quarto de Mione, como dois adolescentes se escondendo dos pais, furtivamente. Mas Hermione mal teve tempo de virar a chave para trancar o quarto, para cair novamente nos braços de Draco.


Não houve sutilezas. Beijavam-se com sofreguidão. Sedentos um do outro, como se tivessem separados há milênios. As roupas foram arrancadas a caminho da cama, mãos apressadas e desajeitadas, despiam-se mutuamente.


Chegaram à cama já nus, Draco deitou-se primeiro e trouxe Hermione consigo.


As mãos agora percorriam os corpos sem barreiras, os gemidos saiam de ambas as bocas, palavras desconexas eram pronunciadas, mas eles se entendiam, se completavam. E quando Draco abaixou a cabeça para beijar-lhe os seios, Hermione o impediu:


- Não, eu preciso de você dentro de mim – e encaminhou-o com perfeição até seu recanto mais íntimo que já estava molhado e quente.


Ao ser envolvido pela mão de Hermione, Draco pensou que o ato seria arruinado, pois achou que não conseguiria se segurar, tal o grau de sua excitação, mas nada se equiparou ao sentir a profundidade efervescente daquela mulher. Foi obrigado a usar de todo seu controle, para não gritar e jorrar dentro dela, pois não tinha nada mais satisfatório e excitante para um homem do que sentir a mulher amada, chegar a um orgasmo, pelo simples fato de penetrá-la e foi isso que aconteceu a Mione, bastou Draco chegar ao seu âmago, para que seu corpo tivesse espasmos de prazer. E quando Draco olhou-a naquele momento sublime, ele pronunciou enlevado:


- Nossa!


- O quê? – perguntou Hermione com a voz macia e falhada.


- Você... você é gostosa demais!


Ela sorriu.


E ele enlaçou-a pela cintura e sem sair de dentro dela, virou o corpo para que ela pudesse ficar em cima dele e pediu:


- Cavalgue Hermione! Conduza-me para longe!


Hermione começou a movimentar-se. Primeiro devagar, quase relutante, debruçada sobre ele com suas mãos ao lado de sua cabeça, mas aos poucos se deixou dominar pelo desejo, ergueu o corpo e movia-se agora rapidamente, sentia-se livre, como se estivesse cavalgando um de seus cavalos sobre o prado, com o vento em seus cabelos, mas isso era muito mais prazeroso, muito mais...


Draco olhava-a deliciado, essa era uma de suas mais freqüentes fantasias com Hermione, senti-la sobre ele, conduzindo-o ao prazer, livre e louca de paixão. Levou as mãos dela até seus seios, agarrando-a pelo quadril e pediu com voz embargada de luxúria:


- Acaricie-se para mim. – e quando Hermione começou a massagear com o polegar seu mamilo intumescido, ele não agüentou:


- Oh, Deus... Mione... você precisa vir agora... eu não consigo mais... me segurar...


E Hermione em toda sua vida, nem quando domara cavalos chucros, nunca, mas nunca havia se sentindo tão poderosa como naquele momento. E pediu, não, ela ordenou:


- Olhe para mim, Draco, olhe para mim...


E os olhos dos dois se encontraram, viram o momento exato e grandioso quando alcançaram em uníssono o patamar mais alto da satisfação humana, o êxtase completo, onde existia todos os sentimentos bons que uniam um casal; amor, tesão, companheirismo, respeito, união, conhecimento; e sabiam que dali em diante, nada mais nem ninguém os separariam.


 


Hermione caiu sobre o corpo de Draco totalmente extenuada, com a respiração ofegante, o corpo com gotículas de suor.


Ele parecia ter perdido a noção de onde estava. Seu corpo parecia formigar, nunca em toda sua vida havia alcançado um êxtase assim, tão completo. Sentiu suas mãos soltando os quadris de Hermione devagar e percebeu que havia colocado ali um pouco mais de força do que deveria, tentou perguntar se a machucara, mas sua voz não saiu, pigarreou e perguntou com voz rouca:


- Te machuquei?


- Não, acho que não. Quando eu conseguir me mexer eu te respondo. – e ela sorriu levemente, pois era impossível sequer dar uma sonora risada.


E sem que percebessem, adormeceram. Hermione escorregou para o lado de Draco e o abraçou. Durante o restante da noite, dormiram e acordaram nos braços um do outro e provaram mais algumas vezes o prazer de estarem juntos. E quando finalmente adormeceram para valer, o sol já havia despertado, mas eles não sabiam precisar a quanto tempo.


 


Draco ouviu bem longe o murmurar de vozes e pensou que deveria ser a Sra. Bishop conversando com uma das arrumadeiras. Aconchegou-se mais em Hermione e decidiu dormir mais um pouco, afinal as noites daquela semana haviam sido péssimas...


Aconchegar-se em Hermione?! Hermione! Estou no quarto dela!


Mas as ações de Draco não foram tão rápidas quanto seus pensamentos, pois metade de seu cérebro, principalmente o de locomoção, ainda estava adormecido e antes que pudesse pensar em se mexer a porta do quarto se abriu e ele viu, não um, mas três rostos transtornados, olhando-o surpresos.


E por algum motivo bizarro da natureza, a única coisa que cobria sua nudez total era uma perna de Mione que estava sob seu quadril, os lençóis estavam em completo desalinho e embolados aos pés da cama. Deixando-os assim, totalmente expostos.


Depois de todos aqueles anos em que tivera casos e feito sexo em lugares às vezes não tão privados, Draco se sentia pela primeira vez realmente exposto. Talvez, pensou, fosse sua sina ser pego com Mione nesses momentos, pois essa era terceira vez que eram surpreendidos. E dessa vez, não era somente uma mãe, que supostamente eram mais tolerantes por natureza, mas um pai com olhar fulminante e uma babá que cuidara de Mione como se fosse sua própria progenitora.


Bem, teria que lidar com os três de uma vez e teria que ser rápido, pois Hermione sem saber o que ocorria, já começava a acordar e a se insinuar languidamente. E sem saber ao certo o que fazer ou dizer, falou:


- Bom dia, tio, tia, Sra. Mavis.


Hermione como acordada por um tiro, quis se mexer, mas Draco segurou sua perna onde estava e murmurou:


- Por favor, não se mexa...


O primeiro a ter uma reação, foi Gordon Granger:


- Vocês duas – dirigindo-se a esposa e a empregada – não fiquem assim de boca aberta, saiam e arrumem o que fazer. – virou as mulheres para a porta e as empurrou para fora do quarto, depois falou ainda de costas – e você Sr. Malfoy, o espero vestido em meu escritório, sozinho!


E saiu fechando a porta atrás de si, com um meio sorriso no rosto.  


Sem conseguir se conter Hermione caiu numa gargalhada. Enquanto Draco dizia:


- Não tem graça, pare de rir! – mas ele também já tinha um sorriso no rosto e continuou – achei que você tivesse trancado a porta...


- Mas eu tranquei – falou ela entre uma risada e outra.


- Não, acho que não! – falou Draco zombeteiro se desvencilhando de Mione e recolhendo suas roupas espalhadas pelo quarto – de agora em diante teremos que ter mais cuidado, não estou a fim que ninguém mais nos veja nus.


 


Draco conversou com o Sr. Granger em seu escritório e para sua surpresa, o homem estava de ótimo humor, até gracejou com o fato de tê-lo visto como viera ao mundo. O que não deixou Draco muito a vontade, mas o que ele poderia fazer? Seu futuro sogro realmente o vira pelado!


Claro que a data do casamento foi fixada para dali a três semanas, decidiram que seria um desperdício ter uma festa de noivado e mesmo sem o consentimento das mulheres decidiram que não a fariam. Tio Gordon foi encarregado de dar a notícia, tirando assim dos ombros de Draco o fardo de ser recriminado. Eles conheciam melhor que ninguém as mulheres daquelas famílias. E elas adoravam organizar festas!



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Olááá... quero agradecer o acompanhamento da fic pelas minhas leitoras queridas:


Mary Neri, cathe, Guinever Potter, Caroline Malfoy.... obrigada de coração meninas!!!


bjinhoo

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