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2. Capítulo Dois - Os Weasley


Fic: A Marca


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Dias atuais – Em Algum Lugar no Subúrbio de Londres


Bridget se segurou para não rir da cara de Dumbledore. Hogwarts, magia e bruxaria? Realmente ele saiu do hospício.


- Bruxaria? E o senhor é o que? Um bruxo, portanto?


- Há mais de 100 anos, Srta. Redfort. Temo que não seja motivo de brincar, estou cansado, e muito em breve deixarei este mundo – Dumbledore sorriu cansado. Bridget piscou os olhos, confusa, e sentiu novamente, sua marca latejar. Ela a tocou, e ficou paralisada. Dessa vez ela não podia andar pela visão. Era como uma fotografia. E a palavra verdade era berrada em sua mente. A visão era simples. Dumbledore olhava preocupado o leito do garoto que Bridget visitava mentalmente tantas vezes. Bridget soube que se não acreditasse nele, nunca poderia esclarecer toda aquela história.


- Desculpe, Sr...


- Me chame apenas de Dumbledore – interrompeu.


- Bom, então tudo bem, o senhor é um bruxo, diretor de uma escola, há mais de 100 anos percebo, e agora está falando com uma garota em um metrô às 3 horas da madrugada. E sabe, pelo que vejo, tudo sobre essa garota, inclusive sobre a marca dela.


Dumbledore assentiu.


- O que o senhor quer?


- Conversar. Não temos muito tempo, o mais difícil foi conseguir a autorização de seus pais... Digo, de seu pai e sua madrasta. Mas eles tinham que obedecer ao desejo de sua mãe...


- Ok, só um minuto. O que mamãe tem a ver com isso?


- Temos muito que conversar. Mas você está cansada. E não é exatamente seguro para os trouxas que tenhamos essa conversa em um metrô.


- Trouxas?


- Os simples humanos. Que não são como nós.


- E deixe-me adivinhar... Eu também sou uma bruxa?


Dumbledore sorriu compreendendo como tudo aquilo era muita informação para uma adolescente quase adulta. Ele não se perdoava por ter deixado de recrutá-la quando tinha apenas 11 anos, mesmo que seus poderes não tenham aparecido nessa época. Pelo menos ela não teria que conviver tanto tempo com os trouxas. Ela podia ter um refúgio como Harry. Dumbledore suspirou. Harry era um ótimo assunto para começar. Talvez ela se identificasse com ele... Dumbledore parou de pensar, já quase nas escadas rolantes quando percebeu que Bridget continuava sentada.


- O que aconteceu, criança?


- Parece que depois de tudo, Sean acabou tendo razão.


Dumbledore sorriu, diante da brincadeira.


- Eu realmente sou uma bruxa.


xxx


Bridget estava estupefata com a velocidade em que chegaram a um bar, ainda por cima aberto. Quer dizer, eram 3 da manhã e tudo o que ela precisou fazer era segurar o braço de Dumbledore e BUM estavam na entrada do Caldeirão Furado. Que bar decente estaria aberto? Dumbledore apenas dissera que eles não estavam em um bar que trouxas freqüentavam. Dumbledore pedira um refrigerante para ela, e panquecas.


- Apesar de tudo, Caldeirão Furado ainda tem as melhores panquecas do Beco Diagonal. – ele riu. Depois ficou sério. – Coma, vamos conversar e depois você vai conhecer outro amigo meu.


Bridget começou a comer e ouvia atentamente tudo o que Dumbledore falava. Ela ficava cada vez mais fascinada por tudo e estava dando graças a deus que não teria mais que ficar com os “trouxas”. E ela realmente não teve problemas em chamar Meredith e Sean de trouxas.


- Bom, a escola vem mandando cartas para sua casa há dois anos, todas sem resposta. Há alguns dias, alguns funcionários vinham vigiando sua casa para ver se a magia tinha pulado sua geração, e descobriram sua marca. Descobriram também que você entra em transe quando a toca em determinadas vezes. E por fim descobriram quem vinha destruindo as cartas.


- Deixe-me adivinhar... Sean? – perguntou Bridget.


- Não. Eliza.


- Ok, por essa eu não esperava.


- Sua irmãzinha é muito nova, mas sabia de alguma forma que se você recebesse aquela carta não hesitaria em ir embora. Afinal você já tem 17 anos, sua mãe escreveu que você estaria legalmente emancipada aos 16.


- Novamente, senhor, como minha mãe veio parar nessa conversa?


- Sua mãe era uma bruxa. Rara, digamos. Não havia bruxos em sua família, nunca houve. Mas sua mãe tinha uma relação tão profunda com as coisas que os poderes surgiram espontaneamente. Quando ela morreu, foi de se esperar que os poderes passassem para você. Então quando você tinha 11 anos esperamos que você percebesse essa magia. Mas não havia evidência dela, até dois anos atrás.


- Então... Se eu sou emancipada para que você precisava da assinatura de meu pai?


- Porque sua mãe não especificou para que escola ela desejava que você fosse. Talvez Hogwarts não fosse tão seguro quanto Beauxbatons, mas ainda assim, sempre achei que talvez você gostasse de estudar na mesma escola que sua mãe.


- Beauxbatons é na França?


- Sim.


- Definitivamente, Hogwarts. – disse Bridget. Sua mãe nunca gostara da França, na verdade ninguém da família gostava.


Dumbledore lhe explicou que devido à idade ela entraria no último ano de Hogwarts. Mas que depois de se formar ela ainda continuaria na escola por mais alguns anos até dominar todas as magias. Neste ano ela teria aulas particulares, somadas as aulas normais. Bridget questionou, ela não entendia como acompanharia bruxos quase formados, sendo que ela não sabia fazer nem um simples truque com moeda.


- Bridget, você tem muito talento natural. O modo como fez aquele vidro desaparecer, e reaparecer, o modo de você entender certos animais, as visões que tem de vez em quando, e todas as coisas que você escuta quando chove ou venta, mostra que você não precisa começar a freqüentar a escola desde o primeiro ano. Além do mais, você tem certa predestinação a se dar bem em certas áreas, como herbologia, esportes como quadribol, e defesa. – disse ele – e qualquer coisa que você precisar, tenho certeza de que terá amigos que a ajudarão.


- O senhor tem tanta fé em mim. Eu definitivamente reconheço que faço coisas estranhas, e tenho um contato com a natureza nada normal, mas... – ela se interrompeu. Dumbledore era a primeira pessoa em anos que acreditava de verdade nela. Ela não iria decepcioná-lo. – Eu posso tentar. – ela disse por fim.


Dumbledore continuou lhe contando sobre a escola sobre as quatro casas, e dizendo que o Chapéu Seletor selecionaria que a que casa ela pertenceria. Também disse que ela tinha um mês para se preparar até começarem as aulas. Uma semana antes de começarem as aulas ela iria se encontrar com uma família de bruxos. Apesar de que dois deles não fosse realmente bruxos.


- Hermione Granger é extremamente inteligente, te ajudará em qualquer coisa. Ela é filha de trouxas. Sua vida é complicada, mas isso não é um empecilho. Ela é a melhor aluna de Grifinória. E também há... – Dumbledore hesitou.


- Continue, por favor... Eu não estou dormindo. Só estou ignorando minha marca. – Bridget disse naturalmente. Sua marca começara a latejar imediatamente que o assunto da tal família de bruxos fora tocado. Ela colocou suas mãos em seu colo, e ficou prestando atenção a Dumbledore.


- Não devia ignorar certos sinais.


- Tenho certeza de que não estou ignorando nada. Minhas visões sempre se repetem. Cada vez mais reais. Como se eu participasse delas. As pessoas que dormem, geralmente me vêem, o reagem a mim. Mas as acordadas agem como se eu não existisse.


- Então, talvez suas visões, ou pelo menos algumas delas não são apenas visões. Talvez você viaje mentalmente... – disse Dumbledore, deslumbrado. Depois voltou a si – Desculpe por me distrai.


- Sem problemas.


- Há outro garoto, talvez o que você mais vai se identificar. Ele tem uma cicatriz também. Uma cicatriz que dá a ele certas habilidades que ele preferia dispensar, como falar com cobras, ter certas visões em que você pode ser sentido por outras pessoas, e que se revelam reais e não apenas visões. O nome dele é Harry Potter. Ele é foi um dos ganhadores do Torneio Tribruxo.


- A cicatriz dele... Ela dói quando tenta lhe dizer algo?


- Isso você terá de perguntar a ele.


- Ah.


- Harry é extremamente talentoso. Sua mãe era amiga da mãe dele. Ele também foi criado com trouxas. – dissera Dumbledore.


- Você tem um grande apreço, por Harry, não tem?


- Harry é corajoso. Ele lida com mais coisas do que adolescentes normais são capazes de suportar.


- Mas afinal de contas, professor – sorriu Bridget – como diabos você vai ser normal com uma cicatriz que tem vontade própria. A diversão que o perigo traz, também traz responsabilidades.


- Parece que você entendeu o espírito da coisa Srta. Redfort.


- Alvo. – disse uma terceira voz, que vinha de trás da cadeira de Bridget.


- Bridget esse é Lupin. Lupin, essa é Bridget Redfort. Filha de Lívia Redfort.


- Prazer em conhecê-la pequena. – disse Lupin.


- É hora de nos separarmos agora, Bridget. Você estará segura com Lupin, e ele lhe ensinará tudo o que você precisa saber para chegar à escola.


Dumbledore se virou para ir embora. Bridget foi tomada de um pânico.


- Espere, Dumbledore. Vou ver você de novo?


- Procure não ignorar sua intuição. – disse ele sorrindo, se referindo à marca.


xxx


Três semanas se passaram. As três mais árduas semanas que Bridget jamais teve em sua vida. Tantos feitiços para memorizar. Nenhuma informação nova sobre aquele mundo novo. Três longas semanas em um quarto no Caldeirão Furado, treinando apenas palavras, sem nenhuma ação.


- Então, Lupin?


- Redfort?


- Quando vou ter minha própria varinha?


- Se dermos sorte, ainda essa semana. Espero que sua mãe tenha deixado tudo organizado. Ou que pelo menos Dumbledore tenha antes de partir – disse Lupin, com as feições sombrias. – Coloque suas melhores roupas. Vamos viajar hoje.


- Finalmente vou sair daqui?


- Sim. Vais conhecer os Weasley.


- Aquela família de quem Dumbledore falou?


- Exatamente. Mas concentre-se em aprender a usar uma Chave de Portal antes de ficar excitada pela possibilidade de ver outros seres vivos em três semanas.


- Sim, senhor. – ela bateu continência. Tinha superado o constrangimento inicial que sentia quando conhecia as pessoas em algum momento entre ver Lupin cuspir todo o sorvete quando ela lhe mostrou sua marca, e ver Lupin se transformar em um lobisomem. Eles não tinham segredos. Exceto claro a parte de ela ter visões com o mesmo garoto há anos.


Bridget esperou Lupin sair do quarto e colocou um all-star, saia jeans, uma camiseta listrada preta com roxo, e uma jaqueta de couro. Prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo, tendo cuidado de cobrir a testa com a franja – ela não queria assustar ninguém. Afinal de contas, até ela se assustava com aquela marca em sua testa.


- Brit? – perguntou Lupin.


- Estou pronta. – ela abriu a porta – onde a gente pega essa tal chave de portal?


Lupin segurava uma bota na mão e sorriu para Bridget.


- Essa é a chave de portal Redfort.


- Uma bota?


- Sim.


- Tem certeza? Eu esperava algo mais brilhante, e que eu coubesse dentro. Por que tenho certeza de que essa bota não é do meu número, Lupin.


- Não é para você caber dentro. É para você segurar ela.


Bridget estendeu a mão.


- Espere. Temos que nos preparar. Pegue suas coisas.


Bridget colocou a mochila nas costas, e Lupin pegou uma pequena mala, que continha suas coisas pessoais, e o material de Bridget. As únicas coisas que faltavam era o uniforme, a varinha, e o eventual animal de estimação.


- Pronta?


- Não. Mas fazer o que... – ela deu de ombros. – Ainda não acredito que vou conhecer bruxos.


- Eu também sou um bruxo Bridget.


- É mais essa coisa de lobo é bem mais chamativa no seu caso, do que sua habilidade com uma varinha.


- Vou levar isso como um elogio.


- Acredite em mim, isso é um elogio. – Bridget riu.


- Ok – Lupin ficou sério – Em hipótese alguma largue essa bota enquanto estivermos “viajando”, não abra os olhos, e não faça um escândalo se eu não aterrizar no mesmo lugar que você. Por que isso pode acontecer se você solta a bota no meio do caminho.


- Ah. Ok. – ela disse. Então segurou com as duas mãos na bota. Lupin murmurou algumas palavras, tocou a bota com a varinha e de repente tudo tremeu ao redor deles.


- Feche os olhos, Bridget.


Obedecendo, Bridget fechou os olhos e sentiu tudo a sua volta se desmaterializar, e de repente a única coisa que ela tocava era a bota. Ela arriscou abrir um dos olhos e tudo que viu foi uma profusão de cores, e vento. Ela viu que Lupin permanecia de olhos fechados, e com uma mão apenas tocando a bota. Bridget então se achou ridícula por estar agarrada com as duas mãos na bota e soltou uma. Uma vez que fez isso, não percebeu o erro que cometia. Era o final da viagem, exatamente quando fica mais turbulento, e uma vez que ela não estava firme, acabou se soltando. Ela se sentiu voando, e ficou desesperada. Até que ela sentiu algo sob ela. A essa altura seus olhos estavam seguramente fechados.


Ela abriu os olhos e não via nada. Em parte por que estava deitada, mas mesmo depois que se levantou ainda não via nada. Ou melhor, ela via sim: verde, verde e mais verde. Ela ficou um pouco assustada. Por que a deixaram naquele lugar que não tinha nada? Bridget pegou a mochila e estudou qual das direções podia tomar, foi aí que constatou que havia sim algo ali.


Ela piscou várias vezes porque acreditava que estava alucinando. Era surreal demais para ser verdade. Mas uma voz em sua cabeça disse que ela estava num mundo onde tudo era possível, portanto não era para se espantar. Tudo a sua volta era uma profusão de grama e pequenas flores violetas, mas de repente, a uns 500 metros de onde ela estava a grama parava e dava lugar a uma praia linda, e escorada a algumas pedras estava uma casa.


A Toca dos Weasley, ela pensou. Obviamente estava certa. Essa nova Toca era bem melhor que a antiga, que fora queimada pelos Comensais da Morte. O Ministério fez uma escolha generosa, aquela casa era magnífica, com várias paredes de vidro intercaladas por paredes de madeira.


Comensais da Morte, ela repetiu a expressão que Dumbledore avisou que ela ouviria muito. Ainda não acreditava completamente que ela era uma bruxa, e que conheceria bruxos de verdade. Era muito para digerir.


Ela balançou a cabeça, clareando a mente, e se agarrou à mochila, pensou em berrar por Lupin, mas não precisou. Ele já chamava por ela.


- Bridget!


Ela se virou. Ele tinha aterrizado alguns metros atrás dela e corria em sua direção.


- Quem foi que se desesperou, hein? – ela perguntou, tentando passar a imagem de que estava calma.


- Não se preocupe, pequena. Dumbledore nunca te mandaria para cá se não tivesse plena consciência de que é aqui que você precisa estar.


Bridget assentiu e deixou Lupin andar a sua frente. Quando chegou mais perto pode ver que haviam algumas pessoas na frente de casa, sentados na areia, rindo como se não estivessem esperando visitas. Um casal se adiantou a frente, e Lupin sorriu encorajadoramente para Bridget se aproximar. Lupin cumprimentou o casal e entrou as pressas na casa.


- Prazer em conhecê-la querida. – disse a senhora de aproximadamente 40 anos com cabelos ruivos. Ela parecia simpática e abraçou Bridget – Sou a Molly Weasley.


Bridget se assustou com o toque carinhoso da mulher. Nem Dumbledore, muito menos Lupin tinham tocado nela desse jeito. Ela nem tinha esse toque em sua família, então ela demorou a retribuir o abraço. Algum tempo depois é que ela realmente absorveu a idéia de estar abraçando uma bruxa.


- Deixe-a respirar, Molly. Ela não está muito acostumada com nosso mundo ainda. – disse o homem a seu lado – Prazer, sou Arthur Weasley.


Este estendeu a mão para que Bridget a apertasse e ela se sentiu melhor desse jeito. Ela se sentiu envergonhada, intrusa em uma família que parecia tão feliz. Pelo pouco que ela pode observar antes de definitivamente se tornar indelicado encarar foi que o garoto com a cicatriz – obviamente Harry – e a garota ruiva eram um casal. Os outros dois garotos também se gostavam, dava para ver pela sua postura, mas não admitiam isso nem sobre jura de morte.


Bridget respirou fundo antes de falar pela primeira vez.


- Prazer em conhecê-los Sr. E Sra. Weasley – ela sorriu – Sou Bridget. Bridget Redfort.


- Novamente é um prazer conhecê-la Bridget – disse Sr. Weasley - Não sei como te deixaram viajar de chave de portal com todos esses Comensais da Morte soltos por aí e depois do que aconteceu há dois anos.


Molly Weasley arregalou um pouco os olhos diante do sobrenome e deliberadamente encarou a testa de Bridget. Percebendo isso a garota afastou ligeiramente a franja, mas rapidamente colocou no lugar quando os outros se aproximaram.


- É linda. Muito especial – sussurrou Molly, falando da marca de Bridget.


- Prazer. – disse o garoto ruivo literalmente babando em Bridget. – Sou Rony Weasley.


A garota com cabelo castanho claro revirou os olhos e deu uma cotovelada em Rony.


- Sou Hermione Granger. Desculpe a falta de educação de Rony.


Bridget sorriu. A garota ruiva se aproximou de mãos dadas com Harry.


- Sou Gina Weasley, irmã desse imbecil.


- Hey – reclamou Rony


- Eu sou Harry. – disse o que sobrava e a contragosto disse o sobrenome: - Potter. Harry Potter.


- Sou Bridget. – ela sorriu novamente, e abaixou o olhar - Redfort. Bridget Redfort.


- Todos têm falado muito de você ultimamente, Bridget. – disse Hermione.


- Hmmm. Não posso dizer que estou acostumada com todo esse alvoroço.


- Você passou pelo Beco Diagonal? É a principal notícia por lá. – disse Gina.


- Na verdade desde que fugi de casa há quase um mês os únicos lugares que conheci foram o Caldeirão Furado, e aqui. Lupin disse que eu já sou emancipada e por isso posso usar magia fora de Hogwarts, e pelo fato de eu nunca ter estado lá faz com que eu seja um alvo muito fácil. – ela deu de ombros – Mesmo que eu não saiba exatamente por que alguém iria querer me atingir.


- Quantos anos você tem? – perguntou Rony.


- Dezessete.


Eles se olharam.


- E nunca foi para Hogwarts?


- Nunca. Eu não percebi nada de estranho comigo. Bom, nada tão estranho pelo menos. Há três semanas eu fiz meu meio-irmão cair da janela que tinha um vidro daqueles que você não tem como abrir.


Olharam para Harry.


- Eu também tive que fugir. Na verdade ser resgatado para poder estudar.


- Meu pai e minha madrasta esconderam as cartas da escola de mim. – ela esclareceu.


- Crianças! Entrem! – disseram dois garotos gêmeos da porta da casa imitando o tom de voz da Sra. Weasley – Eu sou Jorge e eu Fred.


Bridget acenou.


Eles se estavam se virando para entrar quando de repente Bridget se lembrou de Harry. E associou o rosto ao nome. Harry Potter. Mas antes de fazer qualquer comentário foi interpelada por Gina.


- Vamos, Bridget. Você ganhou uma coruja. Na verdade nós ganhamos uma coruja. Parece que meus pais viram a oportunidade de fazer uma pechincha e compraram duas pelo preço de uma.


- Uma coruja? Para que, diabos, vou precisar de uma coruja?


- Parece que Hermione vai ter muito que explicar. – riu Rony – Eu meio que tenho pena de você. Vai ter que agüentar ela falar e falar durante muito tempo.


Bridget riu novamente.


- Eu realmente não me importo.


- Não se preocupe, Bridget – disse Hermione – Eu e Gina não vamos deixar você ser a nova cobaia dos garotos.


Bridget parou antes de entrar na casa.


- Ahn, talvez pareça um pouco estranho, mas eu realmente preciso fazer uma pergunta. E não vou me sentir bem até fazê-la.


Todas as cabeças viraram-se em sua direção. Ela estava pronta para perguntar sobre o garoto de suas visões, mas sua boca – como se tivesse vida própria – começou a falar outra coisa completamente diferente.


- Por que Dumbledore fala tanto de você Harry? O pouco tempo que fiquei com ele, sempre que podia ele mencionava você... – ela se interrompeu vendo o sorriso amarelo de Harry. Rony respondeu por ele.


- Harry, para variar, era o preferido de Harry até... – ele se interrompeu novamente, assustado por Harry ter entrado bruscamente na casa – Hmmm, vamos comer, sim?


Bridget assentiu, sem entender muito bem. Sua cabeça ainda tentava desvendar o quebra-cabeça da coruja.


Rony se aproximou de Hermione e deixou Gina e Bridget conversando. Ele ficou pensativo.


- Fala logo Weasley. – disse ela.


- Mione, eu acho ninguém avisou para ela. Eu acho que ela não sabe de nada. Se soubesse ela não teria...


Hermione bateu com a mão na nuca de Rony.


- Cale a boca. Prometemos não falar mais nisso. Não é desse jeito que ele queria que as coisas fossem. Vamos tentar fazer as coisas do jeito certo. Esqueça isso. – disse Hermione séria.


Bridget podia estar conversando com Gina, no entanto ela ouviu cada palavra que Rony disse a Hermione e não pode deixar de se perguntar: O que eles estão escondendo de mim?


xxx

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