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0. Fuja!


Fic: A Marca


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– Bridget, Bridget, Bridget – disse Sean. Bridget bufou, era contra as regras ignorar as pessoas. Malditas regras de Meredith, ela queria que Sean explodisse. Já não bastava ela ouvir coisas quando chovia, murmúrios no vento, ou falar com cobras, ou ainda não poder deixar a franja crescer por causa de uma marca que aparecera dois anos antes? Agora ela tinha que lidar com Sean e seu ego enorme, depois que ele descobrira a tal marca estranha. – O que eu vou ganhar em troca de meu silêncio?


- Seu rosto continuará desse jeito. – falou Bridget.


- Quanto dinheiro você tem?


- Por Deus, Sean! Já não basta o dinheiro que você ganha da piranha da sua mãe? Quer ainda o dinheiro que eu ganho trabalhando?


- Quero, sim. E não chama nossa mãe de piranha, pirralha.


- Sou dois meses mais nova que você e sou pirralha? – perguntou Bridget se irritando.


- Cala a boca. Me dá o dinheiro, ou todo mundo vai ficar sabendo na escola que além de bastarda você é uma esquisitona com uma tatuagem na testa.


Foi a gota d’água. Bridget escutava de tudo. Tudo mesmo. Até impedia Eliza de fazer travessuras com Sean. Ela era uma boa garota. Não revidava a maioria das provocações. Mas falar de sua finada mãe, ela não permitia.


- O que foi que você disse?


- Ah. Bastarda. B-a-s-t-a-r-d-a. É o que você é, Bridg.


Bridget jogou a gororoba que estava fazendo na pia, e se virou para Sean.


- Olha aqui playboy. Você pense muito antes de sequer cogitar falar sobre minha mãe. Ao contrário da sua, minha mãe era íntegra. Palavra que garanto sua mãe nem sabe o que significa. Minha mãe nunca foi uma vadia, nunca se ofereceu para homem nenhum e nunca, jamais roubou de sua própria família. Pensa que eu não sei o que sua mãe-piranha fez? Sua mãe é uma vadia descarada. – a cada palavra ela ia encurralando Sean na janela e com a última ele já estava grudado nela. Bridget continuava cada vez mais irritada, desejando que ele caísse da janela. Sean piscou os olhos surpreso pela explosão da garota.


- Olha aqui, bastarda. Sua mãe foi uma vadia, sim. Eu sei que nem filha de seu pai você é. Sua mãe não prestou. Foi por isso que morreu, porque além de não prestar não agüentava mais você e seu pai. Aliás, meu pai. Já que ele te odeia agora.


E ela não agüentou mais. Bridget queria que ele morresse. E ela desejou tão fervorosamente aquilo, e o vidro nas costas de Sean simplesmente desapareceu, e o garoto despencou da janela e rolou no jardim, caindo na piscina, inconsciente. Bridget antes de qualquer coisa sentiu uma satisfação enorme por ter calado aquela boca grande e mal cheirosa de Sean. Depois ela sentiu desespero. Ela havia de algum modo, o feito despencar da janela. Bridget se virou e encarou os olhos assustados de Meredith que já articulava uma palavra nos lábios cheios de botox:


- Assassina!


Bridget quase derrubou Meredith ao sair correndo para seu quarto. Lá dentro ela trancou a porta e se decidiu. Ela tinha que ir embora.


- Mãe! Aquela esquisita me empurrou da janela. Pai! Bridget quis me matar – ela podia ouvir Sean choramingando.


- Bridget! – berrou o pai. Ela estava cada vez mais histérica. Como o pai podia confiar naquele idiota? Ela não tinha feito nada, a não ser desejar que ele caísse da janela. Mas ela não era uma bruxa. Ela acreditava que não. A marca em sua testa latejava, e isso a fez agir mais rápido, ela já podia ouvir os passos do pai nas escadas. – Bridget!


A garota abriu o armário, pegou uma mochila de lona militar impermeável, pequena, enfiou todo o dinheiro que tinha ali, colocou uma calça, um tênis e dois moletons, fora seus óculos escuros, e fechou a bolsa. Olhou a si mesma no espelho. Shorts, all-star, e camiseta regata, ela podia correr com aquilo por um bom tempo sem levantar suspeitas.


Bridget abriu a janela e olhou para baixo. Agradeceu a Deus por seu pai não ter cortado a árvore que crescia perto de sua janela.


- Bridget! Abra a porta!


Bridget não pensou duas vezes antes de pular a janela, e correr, correr com a maior força que podia para longe de tudo. Ela não contou o tempo, mas aquilo pareceu para ela horas. Quando ela finalmente parou, ela se viu no metrô. Àquela hora da noite havia poucas pessoas, até os mendigos estavam dormindo. Bridget suspirou e se sentou. Ela não sentia frio, ainda, e agradecia mentalmente qualquer que fora a força que a impelira a pegar algumas mudas de roupa. Ela suspirou sem saber o que fazer em seguida. Ir para onde? Ela não voltaria para casa. Até desligara o celular para que não a encontrassem. Ela podia ir para o interior da Inglaterra, para casa de parentes de sua mãe, mas que garantia ela tinha de que eles não a mandariam de volta para a casa de seu pai? Nenhuma, foi o que ela concluiu tristemente. Fazendo as contas mentalmente, com o dinheiro que ela guardava há anos ela podia se manter durante um mês, se ficasse em um hotel barato. Talvez até mais tempo se ela pegasse o primeiro metro para longe de Londres que visse. Talvez ela pegasse o Eurotúnel para a França. Mas aí ela precisaria do passaporte e da assinatura dos pais.


- Pai – ela lembrou a si mesma em voz alta – Você só tem pai.


Bridget sentiu uma queimação na testa, no lugar daquela estranha marca. Ela bufou. Ultimamente a queimação estava se tornando constante. Meio a contra-gosto, mas sabendo que aquilo acabaria com a queimação ela tocou com a ponta dos dedos a estranha marca, que ela acreditava que poderia ser considerada como uma cicatriz. A visão – como sempre – foi perturbadora.


Primeiro tudo ficou negro, e ela se concentrou tentando entender o que a cicatriz queria mostrar. Ela riu sem humor, já tratava a marca como uma parte independente dela, como se pensasse.


 Então, uma imagem apareceu. Ela não estava totalmente focalizada, então tudo o que Bridget podia dizer sobre a imagem era que ela definitivamente estava em um lugar antigo. E que estava numa espécie de enfermaria. Um arrepio percorreu sua espinha. A visão ainda estava desfocada, mas ela não se sentia tonta, e andou por entre as diversas camas – ou macas se ela estivesse certa quanto ao lugar ser uma enfermaria.


Ela sentou em uma das camas, e esperou a visão se focalizar. Nunca havia demorado tanto para focalizar antes. Ela de repente ficou com medo. E já desejava tirar a mão da cicatriz e correr para qualquer lugar, até um bar – coisa que ela nunca havia desejara.


A visão finalmente se focalizara e ela perdeu todo o ar que estava preparando para soltar num grito quando se deparou com ele. Novamente o garoto que invadia seus sonhos, sempre do mesmo jeito. Sempre parecendo dormir profundamente, e sempre parecendo tão cansado. Ela como sempre se assustava com o efeito que ele exercia sobre ela. Ela o achava tão lindo. Com aqueles cabelos loiros, e traços fortes, ele era extremamente atraente para ela. Mesmo assim ela ainda se lembrava do que havia feito. E acreditava firmemente de que ele estava assim por causa dela.


Bridget se aproximou dele, e tocou seu rosto. Sua mão não sentiu a textura da pele do garoto, o que lhe lembrava de que aquilo não era real, era uma visão apenas. Mesmo assim ela olhou o pulso do menino procurando alguma identificação. Mas foi interrompida, alguém tirou sua concentração.


Bridget abriu os olhos e deu de cara com orbes azuis-acinzentadas, que lhe encaravam de modo doce. Ela recuou, colocando a mão sobre a testa, e arrumando a franja.


- Não precisa esconder isso de mim, Srta. Redfort. De onde eu vim marcas como essas, ou melhor, cicatrizes como essas, não te faz uma aberração.


- E o senhor veio de onde? Do hospício? – perguntou, ácida. Olhando as vestes do senhor, com uma longa barba branca, acreditava que ele podia ser confundido com um Papai Noel, se ao invés da túnica estivesse usando uma roupa vermelha, e fosse gordo. Foi aí que ela percebeu que foi rude com um senhor de idade. – Desculpe.


- Não se preocupe Bridget, se me permite chamá-la assim.


- Sem problemas. – ela disse meio desconfiada por ele saber seu nome.


- Deve estar confusa por eu saber...


- Meu nome? E sobrenome? Não. – ela disse, dando de ombros, ela não se importava como ele sabia o nome dela. – Por saber de minha marca, ou cicatriz, ou sinal de nascença que aparece apenas quando a pessoa tem 15 anos? Bom, quando isso, eu estou completamente confusa.


- Temo que o mundo não seja o mesmo para você a partir dessa noite.


- Ele não é o mesmo há muito tempo, Bridget. O mundo que você conhece, não é ao qual você pertence.


Bridget sentia que devia estar pensando que aquele velho era louco, mas tudo o que ela sentia era alívio. E a única coisa que ela pensava era: Ahá, sabia que eu era estranha demais para ser uma simples humana.


- Mas, antes vamos começar pelo que eu devia ter feito desde o primeiro momento.


Bridget piscou meio desconfortável.


- Sou Alvo Dumbledore. Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.


 

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