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2. Capítulo 2


Fic: Fatally Slytherins AVISO ON!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Título: Fatally Slytherins.


Shipper: Diversos.


Summary: Nove crianças nasceram predestinadas a provocar a queda do Lorde das Trevas por uma profecia feita por Trelawney. Será que elas conseguirão passar por isso ou são muito novas? OOC, UA, mas contém OCs.


Disclaimer: O universo de Harry Potter não me pertence, nem a história original, que foram frutos das cabeças insanas de, respectivamente, J.K. Rowling e Paul Cezaronni. Não ganho #PN com isso, só espero receber reviews! ^^


***********


Um garoto loiro se remexia inquieto em sua cama, seu corpo banhado em suor.  O pesadelo no qual estava mergulhado lhe trazia péssimas lembranças e, mais que isso, sensações. Sentia as mãos pelo seu corpo, via seus rostos e ouvia suas risadas. A memória da dor que veio em seguida foi tão forte que o fez acordar, ensopado de suor, com o lençol enrolado no corpo.


“NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!” gritou ele chorando, abraçando os joelhos e olhando para o nada.


Em segundos, o quarto foi invadido por três adolescentes, duas meninas e um menino. Dois morenos e uma loira. Acendendo a luz, o moreno sentou-se na cama, puxando o outro para o seu peito, em um abraço forte.


“Calma, estamos aqui, foi só um sonho, calma...” ele dizia para acalmar o loiro.


“Quando será que isso vai parar, Paul? O Leonard já tá assim faz mais de um ano!” perguntou a loira, visivelmente cansada. Ela era extremamente parecida com o outro.


“Melody! Você sabe pelo que seu irmão passou, que insensibilidade!” respondeu, seu nome era Paul Cezaronni, moreno, olhos verdes.


Insensibilidade?! Eu sou irmã dele!” exasperou-se.


“Então aja como tal! Coloque-se no lugar dele! Consegue fazer isso? Ah, desculpe, me esqueci! Você e a Tays só pensam em compras, grifes famosas e homens bonitos e com uma bunda durinha! Que tal se a gente te deixar na mão de um filho da puta como aqueles, por três dias, como seu irmão ficou?” gritou ele.


“Você não sabe de nada, Paul! Eu cuido dele desde aquele maldito dia! Acordo um bagaço todo dia, depois de cuidar dele à noite inteira! Não venha me passando sermão à toa!”


“Não é sermão Melody! Estou dizendo o que você precisa ouvir! Se você se importasse mesmo, não estaria reclamando, perguntando quando isso tudo vai parar! Novidade pra você, o mundo não é cor-de-rosa com você pensa, não é feito só de Pradas, D&G ou Jimmy Choo!”


“Você está sendo injusto comigo!” ela limpou uma lágrima que descia de seus olhos e saiu correndo.


“Isso, volte para seu sono de beleza! Não pode se atrasar para a super-inauguração da nova loja Christian Louboutin!” gritou ele. “Tá me olhando com essa cara por quê?”


“Você é um idiota!” Tays revirou os olhos e saiu teatralmente.


Paul bufou e olhou para Leonard, deitado em seu peito, lhe abraçando com força. O garoto soluçava, enquanto lágrimas banhavam seu rosto. Ficou com ele até que o dia amanheceu. Mais ou menos às seis da manhã, o loiro adormeceu. Pousando gentilmente o amigo sobre o travesseiro, desceu para tomar o café-da-manhã com sua mãe, que à essa hora já estava acordada há muito. Mary Cezaronni era mulher bonita, com longos cabelos castanho-chocolate e olhos mel, não muito alta, com um porte aristocrático, que passara aos seus filhos.


“Bom dia mammy!” disse ele, beijando-a na bochecha. Como previsto, a mesa já estava posta, ela estava terminando de fazer waffles e panquecas, colocando-as na mesa e logo em seguida lançando um feitiço para manter a comida quente.


“Então, filhote, me acompanha?” ela sorriu.


“Claro!”


Começaram a comer em silêncio, e a mulher não pode deixar de reparar os círculos negros em volta dos olhos do filho. À princípio não comentou nada, mas estava preocupada, afinal, era mãe!


“Paul...”


Io!


“Como foi hoje?”


“Complicado, essa foi a pior crise dele.”


“Entendo. Ouça figlio mio, eu acho muito bonita sua amizade com o pequeno Lihns, acho lindo o jeito com que você o trata, como um... irmão mais velho, mas...” ela tentou dizer.


“Por favor, mammy, não quero falar sobre isso...” Paul suspirou.


“Tudo bem.” Mary deu um sorriso caloroso ao filho, pousando a mão sobre a bochecha dele.


Terminaram o café em silêncio, ficou um pouco na sala, lendo um livro de DCAT, e, logo depois, Melody e Tays desceram, passando por Paul como se ele não existisse. Ele também as ignorou completamente, terminou de fazer a bandeja com o café de Leonard, para quando este acordasse, e voltou para o quarto do menor. Sentou-se ao lado do loiro, tirando uma mecha de seu cabelo dos olhos. (N/A: Sem slash aqui, povo! U.u). O outro abriu os olhos, dando um sorrisinho que não era mais que um repuxar de lábios.


“Bom dia...” disse ele.


“Bom dia! Com fome?” perguntou Paul, sorrindo.


“Sim, que horas são?”


“Dez e alguma coisa...” Mas o loiro não respondeu nada, estava olhando um ponto fixo em sua face. O moreno suspirou. Sabia que o outro notaria os círculos negros sob os seus olhos.


“Desculpe...” baixou os olhos.


“Hey... Desculpar pelo quê?” perguntou, levantando o rosto de Leonard.


“Por tudo. Mesmo que não pareça, eu ouvi tudo que você a Melody gritaram um para o outro. Desculpe por não te deixar dormir direito e...” foi interrompido.


“Eu to pedindo alguma coisa em troca? To reclamando?” esperou uma reação do loiro, que balançou a cabeça. “Então o que te faz achar que precisa de desculpas?”


“Desculpe.” Pôs a mão na boca de novo, ao ver que estava se desculpando de novo. “Ok, prometo parar com isso.”


“Vai comer aqui, ou quer descer?” perguntou.


“Vou descer Teho.” Paul riu com o uso do apelido dado pelo loiro.  O moreno sorriu de novo, e com um aceno de varinha a bandeja de comida desapareceu.


Os dois desceram e se sentaram à mesa, as garotas os ignorando como se fossem leprosos (N/A: Foi mal a comparação... -.-‘). Paul pegou uma maçã-verde da fruteira e pôs-se a comê-la, distraído, enquanto observava Leonard. Sua mãe tentou iniciar uma conversa com Lihns, mas desistiu diante das respostas monossilábicas do garoto (N/A: Não se enganem, o tanto que ele falou ali em cima é por causa do Paul... De novo, sem slash aqui! n.n). Depois de um tempo, em que a casa ficou extremamente silenciosa, todos se assustaram com a entrada repentina de uma coruja-das-torres carregando um bolo de cartas e uma coruja negra, trazendo uma carta num tom de verde, com um brasão.


“Hmm... Uma carta de seu pai.” Comentou Mary com Paul, enquanto este lutava contra o bolo de cartas. Ela leu a carta atentamente, franzindo o cenho a cada linha. No fim, suspirou e guardou a carta em seu avental.


“O que aconteceu, mammy?” perguntou o moreno.


“Seu pai. Ele caiu da vassoura durante o último treino antes de voltar para casa e fraturou três costelas, trincou outras duas, além de ter quebrado uma perna e um braço. O curandeiro que o atendeu disse que não faria bem à recuperação se ele viesse por flu, ou simplesmente aparatasse. Levando totalmente ao pé da letra o conselho do médico, ele está vindo de navio, com previsão de chegar daqui há umas duas ou três semanas.” Ela disse isso num fôlego só, assustando os adolescentes, e revirou os olhos, murmurando coisas sobre seu marido ser uma criança, sobre não se cuidar direito e essas coisas. “Ele que me espere!”


“Mammy, ele vai chegar todo estropiado em casa vai espancá-lo?” o moreno perguntou horrorizado.


“Okay, então... Er, quando responder a carta, mande melhoras ao pappy.” Ele sorriu amarelo.


Ele finalmente conseguira abrir o bolo de cartas, revelando as cartas de Hogwarts. Pegou a sua, entregou a de Leonard, as outras duas foram até a mão de Melody, que foram jogadas pelo moreno. A cada palavra lida, ele ficava ainda mais confuso, até que um distintivo verde e prata caiu em sua mão, havia sido nomeado capitão do time.


“Que joça é essa?” exclamaram Paul, Melody e Tays, juntos.


“O que houve?” perguntou Mary, interessada.


“Aqui está dizendo que Hogwarts foi destruída, e enquanto não for reconstruída...” respondeu a loira. “Ela vai se mudar para os Estados Unidos?!” ela fez uma careta.


“AAAAAAAAAH!” gritou Tays, voltando às atenções para si. “Los Angeles? É um sonho que se realiza!” Os olhos da garota brilharam.


“Nós vamos pra Hollywood! Será que eu verei algum ator gostoso filmando sem camisa?! Eu odeio o cara de cobra (N/A: Vulgo Voldy.), mas pelo menos para isso ele prestou!” Melody tagarelava animada. Todos (exceto Leonard) começaram a conversar sobre a novidade, parecia que tinham se desculpado mutuamente. Não dava para distinguir qual era a voz de quem, o que fez uma veia pulsar na cabeça da matriarca Cezaronni. Ela bufou e com um floreio de varinha, uma sirene alta começou a tocar, interrompendo a falação dos três.


“Dá pra se acalmarem? Não sei qual o motivo de tanta balbúrdia!” exclamou ela. Ao ver que eles iam abrir a boca para, novamente, começarem a falar juntos. “Não quero saber! Comportem-se, vou desenhar um pouco, vocês me deixam estressada!” ela assumiu uma expressão carrancuda, expressão esta, que não combinava nem um pouco com seu rosto de anjo.


Paul e Tays olharam a mãe subir a escada com uma cara de espanto.


“Okay, o que vamos fazer agora?” perguntou Melody.


“...” ninguém respondeu.


“Ótimo!” ela revirou os olhos. Leonard subiu, murmurando algo sobre ter que fazer os deveres de férias. Paul se dirigiu até a biblioteca, e as duas ficaram sozinhas. Olharam uma para a outra com cara de tédio. Tays suspirou e tirou um tabuleiro de xadrez de um armário da sala e elas começaram a jogar. As duas eram extremamente ruins nesse jogo, e perdiam uma para a outra de forma patética, até que sobrou somente o rei de cada uma. Riram de novo, e deixaram do jeito que estava, dariam um jeito depois. Nesse momento a campainha tocou e a morena foi atendê-la, revelando um loiro, um ruivo e um moreno. Melody saltitou feliz até a porta, pulando no colo do loiro.


“Drakie!” gritou. Draco Malfoy riu, abraçando a loira em seu colo, e beijando-a. Ela desceu e cumprimentou os outros dois com beijos na bochecha, o que fez Draco grunhir de ciúmes. Tays também os cumprimentou.


Na biblioteca...


Paul entrou na biblioteca imensa da casa, encontrando Mary sentada em uma escrivaninha de ébano maciço, concentrada em seus desenhos. Pegou um livro qualquer de uma estante, sentou em uma das muitas poltronas e pôs-se a lê-lo. Um tempo depois, a mulher levantou os olhos de seus projetos, bufando.


“Fale logo de uma vez, pare de enrolação.” Mary sempre fora uma mulher doce e gentil, mas perdia a paciência com hesitações.


“To com um pressentimento ruim, um aperto no coração. Essa história de Hogwarts ir para LA é muito estranha.” Suspirou ele, colocando o livro de lado.


“Não se preocupe, conversei com a Natasha ontem, ela não me revelou muita coisa, só que Hogwarts havia sido destruída. O diretor e os conselheiros estavam decidindo o futuro da escola semana passada. Além do quê, o ministério está controlando as informações sobre esse assunto que sai no Prophet.” Disse ela.


“De qualquer forma, ainda sinto que algo de ruim vai acontecer.”


Mal ele disse isso e ouviram gritos e explosões no andar de baixo. Eles desceram até a sala e viram que tudo estava revirado, sofás, poltronas, mesa. Os outros estavam desacordados, no chão, quando se aproximou dos gêmeos, alguém aparatou atrás de si, encostando a varinha em sua cabeça. Automaticamente, Paul levantou as mãos, em sinal de rendimento. Mas devido ao quadribol, que lhe deu ótima velocidade e reflexos, deu uma rasteira no bruxo que lhe ameaçava.


Levantou-se a tempo de se proteger de feitiços lançados por outros dois. Puxou a varinha do cós da calça, estuporando um comensal que apontava a varinha para Tays. Usou um Feitiço Congelante nos dois comensais contra quem lutava, um se defendeu, o outro congelou no ato, sendo lançado longe ao mesmo tempo por um feitiço. O moreno ainda duelou por um tempo com o seu comensal, antes de, habilmente, tirar a sua varinha, acertando-o com um Incarcerous e um Levicorpus. Deixando-o desacordado e flutuando, dirigiu-se furtivamente até os amigos, tomando cuidado para não chamar mais comensais para si. Acordou os com um simples aceno de varinha.


“Oi! Tá na hora da soneca não, agora, dá pra levantarem as bundas do chão e nos ajudar aqui? Tem muitos comensais, sabe?” ele brincou. Como ele fazia isso em uma situação dessas?


Todos reviraram os olhos diante do comentário infeliz e correram para ajudar a Sra. Cezaronni, que acabava de cair sob a ação de um Cruciatus. No começo os bruxos se surpreenderam com a violência do contra-ataque, mas revidaram com igual força. A casa estava destruída, restavam poucas paredes em pé. Mas, no fim, todos foram derrotados, apenas um ou dois escaparam. Mary e os garotos se apoiaram na parede, descansando os corpos feridos e cansados, alguns, como os gêmeos Deneuve, Ron e Mary, desmaiaram de cansaço, restando apenas Paul, Tays, Draco e Harry em pé. Harry usou suas últimas forças para mandar um patrono para o pai, no QG dos aurores, desmaiando também logo em seguida.


Um tempo depois, a propriedade se encheu de aurores, levando os comensais presos para Azkaban e os feridos para o St. Mungus.


Era mais um ataque dos seguidores do Lorde das Trevas, mais ataque infrutífero.


*********************


N/A: Bom, apesar de o Paul ter avisado aqui no FF. net que eu ia continuar a fic só há uns três dias, eu tava preparando o cap há alguns dias. Tomara que esteja do gosto de vocês, e do Paul, óbvio. Espero agradar os leitores.


Well, começando um momento tagarelice, mas eu prometo que não vou me alongar demais, ok?(apesar de achar que ninguém lê os N/As de fim de cap e muito menos os de começo).


Bem, todo mundo pode pensar assim: “Aah, nem vou ler, é mais um tema batido, tem várias fics assim e blábláblá...”. Eu sei disso, estou ciente de que há “muitas” fics assim (digo muitas entre aspas, pois só li umas três, a série “A Nova Era”, a série “A irmã gêmea do mal” e a série “Os Novos Marotos”, as duas primeiras da Bru. B.M. e a última da Kitai Black) (momento merchandising: dêem uma passada nela, são realmente ótimas.). Whatever, confesso que de certa forma, o autor original (Paul Cullen, créditos a ele pela idéia inicial da fic) inspirou-se nessas fics que mencionei acima.


Mas ele me contou exatamente o que pretendia escrever, então posso garantir que se alguma coisa estiver parecida com as referidas, é por culpa estritamente minha, por isso desde já, peço perdão às autoras das respectivas, por minhas possíveis ações futuras.


Parando com a enrolação (já enrolei demais, quando prometi que ia ser breve... --‘), quero agradecer desde já a todos que lerão, se é que alguém vai ler.


Baisers,


Melody M. Malfoy.

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Comentários: 1

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Enviado por rosana franco em 31/03/2011

mUITO BEM ALGUMAS RESPOSTAS JA TIVE AGORA SÓ FALTA SABER QUEM TEM LUCIFER NO CORPO NOSSA VIDINHA AGITADA DESSAS CRIANÇAS NÃO?

Nota: 5

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