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9. acidentes e atrazos


Fic: Tentador como o pecado -Quero comentarios


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n/a:agradeço a todas que comentaram e as que não comentaram também


vou continuar a postar se vocês continuarem a comentar, acho que a fic vai ter 12 capitulos, obrigada pelos comentarios ai vai o capitulo:


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CAPÍTULO VIII


Hermione não dormiu na cama de Draco. Porém, vagou pelo quarto de seu anfitrião mais que o necessário. Claro, como não tivesse de ir ao estúdio, também estava livre para bancar a turista em Nova York.


Portanto, com o intuito de aproveitar as duas últimas semanas na cidade, foi ao Museu do Índio Americano, ao Guggenheim, à Sociedade Histórica de Nova York, ao Museu de Arte Americana e ao Cooper-Hewitt. Hermione não podia retornar a Collierville sem antes visitar todos esse lugares.


Mas a aventura mais emocionante fora percorrer a residência de Draco.


Ficou impressionada com o aconchego dos cômodos cujas janelas mostravam o Central Park. Além dos dormitórios e da vista, maravilhou-se com as fotos nas paredes.


Todas elas traduziam a alma de Draco.


A princípio, esperou encontrar retratos das mais belas modelos do mundo. Havia fotografias de mulheres, porém não daquelas que pertenciam ao mundo fashion, mas sim de pessoas comuns, crianças, jovens e velhos.


Algumas tinham sido feitas na cidade de Nova York. Para surpresa de Hermione, a maioria fora tirada em Collierville. Reconheceu lugares nos quais crescera e onde Draco registrara cidadãos cumprindo a rotina diária.


Na parede da cozinha achou fotos da boa sra. Hellier, que falecera anos atrás. Nelas, ela parecia bem mais jovem. Era uma linda imagem. A cada manhã, durante o café, Hermione lembrava-se da teimosia da sra. Hellier e seus discursos a favor da liberação da mulher.


As do quarto de hóspedes mostravam as crianças de que Hermione cuidara quando adolescente. Os dois irmãos brincavam no parque e expressavam um misto de alegria e terror, emoções que ela experimentara nas ocasiões em que deslizara naquele escorregador.


Em todas notou a mesma intensidade que marcava o trabalho de Draco. Mas também viu muito mais.


Notou envolvimento, carinho, ternura e amor. Aquela conexão emocional entre o artista e o objeto não existia em seu desempenho atual.


Contudo, tal sensibilidade devia estar adormecida na alma do famoso fotógrafo, Hermione tinha certeza disso. Quanto mais avaliava tudo, mais compreendia por que Draco mudara, e menos desejava pensar nele.




A garota que vendera a Draco a licença para pescar tinha cabelos longos e castanhos.


"Ótimo!"


Mas as mechas não brilhavam sob o sol. Não com a mesma intensidade dos de Hermione. A cabeleira da moça não o atraíam ao ponto de desejar tocá-los. Tampouco exalavam o aroma das flores. Muito menos moviam-se com suavidade, como as sedosas madeixas de Hermione Granger.


Os pensamentos fluíam com tamanha simplicidade que deixavam marcas profundas, antes mesmo que Draco pudesse resistir a eles.


Não queria recordar Hermione Granger. Atravessara metade do continente para se livrar dela.


Mas a lembrança se fortalecia a cada passo. Os lábios se curvando num sorriso meigo, o movimento dos quadris quando ela caminhava pelo estúdio, o leve balanço dos seios quando tentava pegar algo nas prateleiras...


Hermione tornara-se um referencial poderoso em relação a outras mulheres. Draco as comparava, ressaltando detalhes minuciosos. Nenhuma jovem tinha a boca tão carnuda. Os quadris pareciam estreitos ou rechonchudos demais. Os seios não causavam o menor furor.


Mas os de Hermione permaneciam tatuados em seus sentidos. No primeiro dia, Draco concluíra que ainda encontrava-se contaminado por Hermione Granger.


Porém, obrigava-se a pensar nas outras que conhecia. Modelos, por exemplo. Apenas faziam parte da profissão, logo, não existia envolvimento. Nem sequer conseguia se lembrar das curvas de Marcy.


Só recordava as de Hermione. Tentou esquecer, mas caminhar pelas colinas não ajudou. Cada vez que via uma mulher de cabelos castanhos, a imagem de Hermione surgia a sua frente.


Voltou ao quarto de hotel e ligou a televisão. Desenhos animados não o distraíram. Os filmes de ação o deixavam entediado. Resolveu, então, tomar um banho frio.


O dia seguinte, prometeu a si mesmo, seria mais calmo. Ficaria ocupado com caminhadas e paisagens naturais, e não teria espaço para Hermione Granger.


No entanto, não notou nenhuma diferença ao acordar. A bem da verdade, o sintoma se agravou.


Draco pegou o carro alugado e subiu as montanhas. O panorama era tão maravilhoso quanto imaginara. Não levou muito tempo para deixar a civilização. Embrenhou-se pela trilha que vira no mapa. Depois de estacionar o veículo numa clareira, pôs a mochila nas costas e iniciou a escalada.


Comprara um livro que oferecia dicas para executar a empreitada. Draco sentia-se saudável e determinado. Quão sinuoso poderia ser aquele terreno?


Muito sinuoso... Esquecera-se da altitude. Não estava acostumado a mudanças bruscas.


Ficou ofegante após poucas horas de exercício. Nem se dera ao trabalho de adaptar-se às novas botas de alpinismo. Não o fizera porque a idéia da viagem surgira num rompante. Tratava-se de um ímpeto para viver uma aventura. Também esquecera-se de que, em Montana, caía neve no verão.


"Neve?!"


Não acreditou na possibilidade até ver os pequenos flocos surgindo. A temperatura caiu. O vento aumentou de velocidade. A visibilidade piorava a cada instante.


Draco desistiu e começou a voltar.


Não estava preparado para o frio. Levara apenas um casaco impermeável e sem forro.


Retornou ao hotel encharcado e trêmulo. Assistiu a tolices na tevê. E pensamentos repletos de Hermione Granger continuavam a assombrá-lo.


Primeiro, imaginou se Hermione não adoraria aquelas montanhas. Depois, quanto ela não gostaria das flores silvestres. Teria acampado alguma vez? Ficaria encantada caso visse a neve em pleno verão? Sentiria muito frio?


Que loucura! Quando voltasse a Nova York, Draco não revelaria nada disso a Hermione.


De repente, durante o banho, deu-se conta de que não tornaria a vê-la. A constatação não lhe ofereceu o conforto que esperava.


Deitou-se no leito e recordou o sorriso doce, os olhos azuis e os lábios rosados. Gemeu de desejo.


Num impulso, fez o que jamais deveria ter feito: abriu a mochila e pegou as fotos de Hermione, aquelas que tirara no primeiro dia. Viu-a nua e sedutora.


Não conseguia entender por que as trouxera.


Na verdade, entendia, sim. Queria tê-las consigo para testar a própria capacidade de resistência. Com esforço, imaginara poder olhar aqueles retratos e não sentir nada, apenas indiferença.


A julgar pelas reações crescentes, Draco falhara em seu intento.


Talvez por isso tivesse se mostrado tão ansioso para retornar às montanhas logo o neve derreteu.


— Tem certeza de que vai fazer a escalada agora? — perguntou o recepcionista do hotel. — O solo está escorregadio. A neve derretida deve ter virado lama.


Mas Draco precisava desesperadamente de distração.


— Vou sobreviver.


Três dias depois, ainda mantendo a atenção fixa em Hermione, Draco escorregou e caiu.


Quebrou uma perna. Mas sobreviveu.




Em menos de vinte e quatro horas Hermione estaria no avião. Ela sentou-se na cama de Draco e tentou visualizar-se em Iowa. Imaginou-se nos braços saudosos de Rony.


Já aprontara as malas. Regara as plantas de Draco. Tudo fora limpo e arrumado. Até fizera alguns biscoitos como forma de agradecimento. Talvez nunca mais tivesse notícias dele.


No fundo, esperava receber um telefonema de Draco para que assim pudesse agradecer pela hospitalidade e chance de trabalhar como assistente do maior fotógrafo de Nova York durante o verão.


Ou escutar aquela voz mais uma vez.


A idéia a alegrou. E a surpreendeu. Aliás, não devia estar nos aposentos dele. Levantou-se e esticou a colcha.


Então, voltou a sentar-se no mesmo lugar.


— Obrigada — disse, fitando o cômodo que a abrigara nos momentos em que precisara refletir.


Sabia que cometera um erro. Afinal, possuía o próprio quarto. Na realidade, tinha o apartamento inteiro para se sentar e pensar na vida.


Mas nenhum local era tão confortável quanto aquele. Estranhou o fato de não haver nenhuma foto pelas paredes, apenas dois porta-retratos nos quais Luciana aparecia com o marido e os filhos, e outro com os pais de Draco.


O homem possuía os cabelos negros de Draco e o mesmo olhar intenso. A mulher expressava um sorriso semelhante ao do filho. A fotografia fora tirada no parque de Collierville. Hermione sorriu ao sentir o calor familiar e a súbita saudade.


Tais emoções, no mínimo, se justificavam pela proximidade de retorno ao lar.


Ou talvez porque se sentisse mais próxima a Draco.


Espantou o pensamento. No dia seguinte não estaria em Nova York. O destino que planejara desde os dezoito anos a esperava para ser realizado.


Tentou imaginar-se saindo da aeronave e encontrando Rony. Correria para ele com a certeza de que pertencia àqueles braços fortes, tal qual a irmã Alice descobrira seu lugar no mundo.


Acomodou-se na cama de Draco e abraçou um dos travesseiros. Apertou-o contra si e respirou fundo, como se estivesse abraçando Rony.


Mas não era seu noivo. Ainda permaneceria em Nova York até o raiar do dia. Iria se lembrar daquele momento para sempre. Do quarto, da cama, do travesseiro.


Sentiu o aroma da cidade, o perfume suave do algodão. A indefinível essência de Draco.


A campainha do telefone a assustou.


Por um instante, Hermione pareceu confusa, mas logo percebeu que dormira na cama de Draco.


Consultou o relógio. Eram mais de onze horas. Atendeu:


— Alô?


— Eu a acordei?


— Draco! — Hermione não pôde esconder o prazer de ouvir aquela voz.


"Ele ligou para se despedir!"


— Como vai? Divertiu-se? O que tem feito?


— Quebrei a perna.


— O quê? Quando? Como? Você está bem?


— Estou vivo. Preciso que me faça um favor.


— Claro! — Pulou do leito e afofou o travesseiro, como se ele pudesse vê-la.


— Vou lhe dar um número. Você vai ligar para lá e pede que mandem um carro para mim no aeroporto. Chegarei amanhã às duas da tarde. Poderia pegar um táxi, mas seria mais difícil.


— Vou ligar agora mesmo. Mas...


— Obrigado. — E Draco desligou, antes que ela pudesse continuar.


Atônita, Hermione fitou o aparelho em sua mão. Ele nem sequer se despedira!


Bem, não haveria nada disso, resolveu. Pelo menos por enquanto. O ferimento de Draco era mais importante.


De repente, se deu conta da tristeza que a acompanhara desde o momento em que começara a fazer as malas. Telefonou para casa.


— Não poderei voltar amanhã — avisou, sem preâmbulos.


Rony não ficou feliz. Tampouco sua mãe. Era preciso escolher as flores, o menu, e havia duzentos convites a serem enviados.


— Depois. — Hermione, ao desligar, sentia-se leve e desprendida.




O pobre Draco quebrara a perna!


— O que está fazendo aqui? — Draco encarou Hermione, pálido de cansaço.


O vôo fora péssimo. O tornozelo engessado ainda doía após sete dias de repouso no hospital. Draco poderia ter voltado a Nova York tão logo se viu liberado pelos médicos, mas não quis. Permaneceu em Bozeman, Montana, até o dia de pegar o avião, quando Hermione já estivesse bem longe.


E agora, ela se encontrava diante do portão de desembarque!


Por um momento, Hermione pareceu assustada, mas então correu ao encontro dele, sorrindo.


— Oh, Draco!


Rígido, ele tentou se conter. Caso Hermione o abraçasse, não saberia como reagir. Seu poder de autocontrole tinha limites. Draco conseguira esgotar o dele. Sentia-se exausto, frágil. Não queria agir como um adulto. E muito menos desejava Hermione por perto.


— Pensei que seu vôo fosse hoje de manhã. — Ele tentou se esquivar.


Em vão, claro. Hermione não o tocou, mas caminhou a seu lado, como se pretendesse evitar que as pessoas colidissem com ele.


— Decidi ficar, Draco. O motorista está esperando na área de desembarque.


Ao sentir o corpo curvilíneo roçando o dele, Draco fechou os olhos, angustiado.


— Você está bem? — ela indagou, preocupada.


— Estou, droga! Por que não foi para Iowa? — Talvez soasse petulante, mas não se importou.


— Eu deveria voltar, mas disse a todos que mudei de idéia.


— O quê?!


— Não podia abandoná-lo, Draco.


Ele esperava vê-la constrangida com aquela declaração, mas Hermione nem se abalou.


— Não quis deixá-lo sozinho.


— Eu estou bem!


— Precisa de ajuda.


— Não preciso!


— Precisa, sim! Por isso vou ficar.


Draco parou de caminhar.


Hermione continuou.


— Ei! Como é? Você não vai ficar, Hermione Granger!


Detendo-se, ela sorriu. Era a última coisa que Draco precisava: o sorriso de Hermione Granger.


— Evidente que vou. E não ouse tentar me impedir.


Em suas fantasias adolescentes, Draco via-se como o bravo soldado, lutando em nome da honra para depois cair nos braços dadivosos de uma linda garota.


Draco Malfoy: o herói ferido.


A realidade não fazia jus ao sonho.


Se havia alguma honra em escorregar e rolar uma montanha, Draco, ao menos, deveria sentir-se grato por ter uma moça devotada e caridosa a seu lado.


Mas o único problema fora que a mulher a lhe garantir consolo e cuidado era Hermione Granger.


Por mais que se mostrasse determinada e solícita ao lhe trazer comida, acomodá-lo na cama, afagar-lhe os cabelos ou auxiliá-lo a se alimentar, Hermione parecia envolvê-lo numa teia de sedução infindável.


Draco estava ficando louco. Queria fazer amor com ela.


Não era justo!


Levara doze anos para sentir-se imune ao charme feminino. Não se adequava ao celibato, mas jamais comprometera-se com nenhuma mulher em particular. Flertava, apenas, sem maiores complicações.


Mandy o ensinara muito bem. Depois dela, nunca mais se aproximara de ninguém.


E não pretendia deixar Hermione chegar tão perto.


Mesmo assim, ainda queria fazer amor com ela.


Desesperado, tentou utilizar as armas que conhecia para resistir. De nada adiantou. Draco a desejava demais. Não conseguiria impor respeito tendo-a consigo afofando travesseiros.


Naquele instante, ao pegar a bandeja, Hermione esboçou seu sorriso fabuloso.


Draco baixou as pálpebras, procurando resistir.


— Como vai Rony, Hermione?


— Bem.


Séria, Hermione ajeitou o cobertor e, durante o processo, tocou o braço e a perna de Draco, sem notar.


Mas ele notou. A cada ínfimo roçar, cada célula reagia, vibrava pela necessidade de possuí-la.


Hermione se inclinou para arrumar a almofada sob o tornozelo engessado. Draco sentiu o impulso de acariciar as mechas claríssimas. Queria abraçá-la e deslizar as mãos sobre a pele macia.


Na verdade, desejava afagar aqueles seios tentadores. Precisava beijá-los, sugá-los.


Gemeu.


— Oh, Deus! Eu o machuquei? — Hermione afastou-se, apavorada.


Tomado pela volúpia, Draco não conseguiu responder.


Diante do silêncio, ela tornou-se ainda mais atemorizada.


— Desculpe-me, Draco! — Hermione puxou a coberta, deixando-a na beira do leito. — Talvez não esteja confortável. Você devia vestir o pijama. Vou ajudá-lo.


Desabotoou o primeiro botão da camisa.


— Não!


— Mas, Draco...


Ele afastou as mãos delicadas, sentindo-se um idiota.


— Não, pelo amor de Deus. Não sabe falar meu idioma?


— Mas não pode dormir de roupa — Hermione alegou, como se falasse com uma criança.


— Não planejo isso.


— Então, diga-me onde está seu pijama. Eu o pegarei para você.


— Não tenho pijamas.


— Como?


— Não uso nada. Durmo nu.


O rosto de Hermione tornou-se vermelho.


— Entendo... — Fitou o peito musculoso sob a camisa. — Bem, levarei a bandeja até a cozinha e o deixarei sossegado. Se precisar de algo, é só chamar.


Após vê-la sair, Draco soltou um suspiro frustrado. Até que ponto conseguiria ser nobre?


O maior consolo era que, diante das circunstâncias, esquecera-se da dor aguda na perna.

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