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2. O Quartel-General da Ordem


Fic: A Profecia by Carolina Evans from FF.net


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O quarto era da cor vermelha e haviam vestes vermelhas e douradas jogadas em cima dos móveis escuros e clássicos. Eram vestes de Quadribol masculinas. Todas eram do mesmo tamanho.


 Os móveis escuros e clássicos estavam abarrotados de roupas, livros, estojos de poções e toda a sorte de coisas que dependiam do lado masculina da torre da Grifinória. Na cama de dossel com cortinas brancas jazia um jovem dormindo. Ele era alto, com o cabelo despenteado e bastante rebelde. Seus olhos castanho-claro estavam fechados, em um sono tranquilo. No criado ao seu lado estava um óculos de armação de prata. Era simples, mas mesmo assim combinava com o estilo de James Potter, que estava enrolando nos edredons brancos de seu quarto, na sua casa.


 O seu malão de Hogwarts jazia no chão, aberto e bagunçado. Parece que James Potter passou a noite fazendo uma limpeza no seu malão, que ele não mexia dessa forma desde que o ganhou, com onze anos. Após seus onze anos, sua vida mudara totalmente. Ele foi estudar em Hogwarts, como era de costume na vida de um jovem bruxo ou bruxa. Sua família era puro-sangue, tendo uma referência absolutamente importante no meio bruxo.


 São aquelas famílias bruxas antigas em que ninguém consegue decorar a árvore genealógica de tão extensa. Portanto, com o passar dos séculos, a família Potter se tornou uma importante família que proporcionava um meio material bastante confortável, ou seja, eram devidamente ricos. O mais conveniente, não?


 Puro-sangue, ricos, importantes. É óbvio que todo bruxo das trevas que se preze pensaria duas vezes antes de arranjar algum problemas com essa família. Não eram de brincadeira. Na primeira possibilidade de acabar com o mal que poderia entrar na família, os Potter mostravam que não iria se adentrar neles.


 Ou seja, é óbvio que, nesses tempos estranhos e difíceis, mexer com a família Potter era um atestado de óbito garantido. Um bruxo das trevas que planejava adentrar nessa família teria que ter muito cuidado e senso de estratégia. Os Potter eram inteligentes, rápidos e intuitivos.


 Era uma família espetacular. Ainda mais aliada a Alvo Dumbledore, o que assustava mais ainda seus opositores. Nesses tempos negros, eram uma das únicas famílias que não haviam sucumbido ao poder de Voldemort. Geralmente, quando a família era puro-sangue, elas se colocavam debaixo das asas de Voldemort, pois não haveria uma ameaça maior.


 Na verdade, o que Voldemort estava fazendo era arrebanhar os puro-sangue para discernir quais famílias mereciam viver no mundo bruxo e toda aquela história de que os trouxas sempre foram inferiores. Tem gente que acredita nisso.


 Tem gente que não acredita, mas mesmo assim se contrabandeia para o lado de Voldemort por ser mais seguro, com maiores possibilidades de manter sua rotina normal, sua vida normal. É compreensível que tantas famílias puro-sangue estejam fazendo isso. Quem não tem medo de ver seus familiares sendo ameaçados ou sofrendo ataques incrivelmente perigosos em uma situação tão exposta?


 Então, voltando para a família Potter, não é qualquer pessoa que pode desafiá-los ou fazê-los sofrer. Mesmo sendo do lado de Dumbledore, o único bruxo que Voldemort tem receio, os Potter continuariam com seu prestígio. Voldemort não colocaria uma das mais importantes famílias bruxas, cheios de relíquias da Grifinória, para conversar com os espíritos. Ele precisaria ser mais inteligente ao mexer com os Potter.


 E é isso que o angustiava nesse momento.


 Sirius Black, aquele jovem que não se dava com a família, fugiu. Toda a perspectiva de retirar informações dele havia se extinguido. A família Black era uma típica família da Sonserina, sendo puro-sangue e pró-Voldemort. A arrogância era a marca do brasão da família, juntamente com a ostentosa fortuna deles, que não disfarçavam. Suas jóias, mansões, roupas e até artefatos mágicos de última geração era um aliado desejoso para Voldemort. Ele ansiava ser incluído nesse meio, como um líder, só que um líder que todos possuem temor.


 Infelizmente, para ele, Sirius Black ouvira bastante das coisas que os Comensais da Morte falavam, em reuniões, no Largo Grimmauld. Apesar de não ser convocado igual à seu irmão Régulo Black, Sirius conseguiu, por algum meio, escutar os planos e as estratégias que os Comensais da Morte planejavam.


 Onde eles poderiam atacar, quais famílias que o Lord das Trevas queria, como que eles poderiam se infiltrar no Ministério da Magia e em Hogwarts. Todas as formas de seguir os planos de Voldemort, que de vez em quando aparecia no Largo Grimmauld para supervisionar seu rebanho. Não preciso dizer que Sirius, sendo o melhor amigo de James Potter, único herdeiro dos Potter, ficou se sentindo extremamente ameaçado naquele meio.


 Todos sabiam que seu melhor amigo era um Potter, o único herdeiro dos Potter. Sirius sabia que se continuasse a morar no Largo Grimmauld com a família um tanto quanto odiada, os Comensais da Morte o colocariam em um interrogatório para saber sobre os Potter. E esse era o problema.


 Sirius fora incluído nas reuniões dos Potter, mesmo sendo um Black. Ele, em segredo, virara um espião de Dumbledore para saber o que estava acontecendo no meio dos Comensais. Então, a partir do momento que descobriram da sua ligação com os Potter, Sirius fugiu mais que depressa, procurando abrigo na casa de James Potter, que o acolheu. Sirius contou para Dumbledore o que os Comensais, quais deles, que estavam planejando adentrar muitos lugares como espiões, o que já fez Dumbledore ir atrás de cada um, colocando-os em longos interrogatórios diante dos Potter e de algumas famílias que se aliavam contra Voldemort.


 Mas mesmo assim, Sirius Black se denunciou no exato momento que resolveu fugir de casa. Se ele fugiu, pensava Belatriz Lestrange, sua prima, é porque ele era um informante. O que ela estava certa, o que desesperou vários Comensais, pois eles planos de meses de estratégia foram por água abaixo. Voldemort não demorou muito para ficar sabendo disso, o que o irritou profundamente, mandando Nagini procurar Sirius em todos os lugares possíveis. A cobra não o achou.


 Então, isso aconteceu no verão. Sirius e James estavam se preparando para voltar para Hogwarts, onde Voldemort, depois que Sirius contou os planos de infiltração para Dumbledore, não conseguira adentrar de nenhum jeito. Seria o sétimo ano de James e Sirius, mas os dois não estavam muito ansiosos quanto à escola.


 O que os preocupava era a repercussão que tomou o caso de Sirius. Não foi informado no Profeta Diário, nem nada, mas se você reparasse nas pessoas conversando, elas ficavam cochichando sobre a coragem do jovem Sirius Black ao desafiar toda a manada de Comensais e o próprio Voldemort.


 Ou seja, o único lugar seguro para ele e James seria em Hogwarts, embora os dois estivessem conscientes que aquilo ali seria temporário. Era só uma questão de tempo até os Comensais se infiltrarem lá. Mas não poderiam fazer nada, a não ser esperar na mansão dos Potter.


 James acordou, abrindo os olhos e se sentando na cama. Ele pegou seus óculos e os colocou antes de se levantar e vestir uma roupa decente. James era um jovem bastante interessante, sendo o alvo principal das garotas de Hogwarts, mas ele também era inteligentíssimo, descontraído e leal a qualquer amigo. Ele era uma peça rara.


 Sendo o apanhador e capitão do time de Quadribol da Grifinória, ele já estava consagrado na escola. Assim como Sirius, que era o principal artilheiro da Grifinória e parceiro inseparável de James. Nesse exato momento ele estava dormindo no quarto ao lado, de hóspedes. James estava bastante preocupado quanto ao futuro de Sirius. Não com relação ao ouro ou bases emocionais, mas sim o quanto que os Comensais sabiam dele e o queriam. Morto ou não, Sirius era muito valioso. Estava se sentindo culpado quanto à situação do amigo. Fora ele, James, que incentivara a fuga de Sirius. Sua culpa estava corroendo-o.


 E também havia Remo Lupin, seu amigo lobisomem, que também estava na mira dos Comensais da Morte, só que em outro aspecto: queriam que Remo, nosso Aluado, virasse um Comensal por ser um dos poucos que domina sua transformação com uma selvageria quase nula. Isso era poder para os Comensais, o que o tornara desejoso. Ele teve que sair da casa dos pais, que saíram do país, para fugir dos pedidos dos Comensais. Eles não recebem tantos ‘nãos’. Ou aceita, vira um Comensal igual à eles, ou morre.


 Então, Aluado também estava sob forte proteção de Dumbledore, mas já em Hogwarts. Ele seria trazido para mansão dos Potter nessa noite, sendo James que o convidou. É muito melhor estar com os leais amigos do que sozinho naquele castelo enorme e cheio de mistérios. Verdade que eles precisariam de um lugar para Aluado se transformar junto com os amigos, mas esse era o menor de seus problemas. Sirius escutou várias reuniões, várias discussões, várias conversas dos Comensais. Em uma impagável discussão que Sirius conseguiu escutar porque o Comensal que lançou o ‘Abaffiato’ para ninguém ouvir, foi morto. Uma sorte inimaginável, escutando o conteúdo da discussão dos Comensais. O que é interessante é que Voldemort nunca participava delas, nunca ia no Largo Grimmauld. Então, eram boatos e alguns fatos que os Comensais trocavam uns com os outros.


 A conversa daquela noite foi, segundo Almofadinhas, determinante para decidir se ia ou não fugir. Escutando silenciosamente no segundo patamar, atrás de uma armadura de prata com o brasão com Black. Ele mal respirava.


 - Dolohov, eu consegui um informante incrível para colocarmos os Potter nas nossas mãos – Anunciou a voz de Lúcio Malfoy, um Comensal jovem que tinha acabado de se formar.


 Sirius ouviu a risada descrente de Dolohov.


 - Não sei, Lúcio – Respondeu desconfiado – Eu ouvi um boato desse. Seria bom demais para ser verdade.


 Lúcio Malfoy respondeu rapidamente, afobado e excitado para conversar sobre aquilo. Parecia que tinha acabado de saber que ganhara um troféu.


 - Mas eu vi com meus próprios olhos, Dolohov – Rebateu Malfoy – Naquele dia que eu e minha esposa fomos convocados para uma reunião com ele, o Pettigrew estava lá, sentado à sua direita!


 Houve uma pequena pausa. Parecia que Dolohov estava tentando processar o fato.


 - Então quer dizer que um dos amigos leais do herdeiro dos Potter se contrabandeou para o nosso lado – Comentou Dolohov, bastante satisfeito – O que ele informou?


 Nisso, Pettigrew fora excluído dos planos dos Marotos. Não se sabe o porquê que ele decidiu virar um Comensal, mas foi o bastante para Sirius pegar suas coisas e fugir do Largo Grimmauld, chegando na mansão dos Potter e convocando uma reunião urgente com a Ordem da Fênix. James, Sirius e Remo ficaram enojados com a falta de lealdade e companheirismo que tinha tomado conta do Rabicho. O desprezo que todos sentiam era palpável.


 Ou seja, Pettigrew não aparecerá tão cedo após descobrirem que Sirius escutava as conversas das reuniões secretas.


 James saiu do quarto, ainda com sono, e desceu as escadas para a sala de jantar. Seus pais estavam tomando o café-da-manhã junto com Sirius. Ele se sentou em uma cadeira do lado de sua mãe, que tinha os mesmos cabelos rebeldes dele e também usava óculos. Era uma mulher delicada. Seus olhos eram cor de mel, assim como seu cabelo.


 Seu pai já era um homem forte, cheio de iniciativa e segurança. Sendo o melhor auror da Inglaterra, ele não era desafiado quando saía de casa para trabalhar. Voldemort não tinha tomado o Ministério, as coisas não tinham chegado nesse ponto. Ainda. O sr. Potter tinha cabelo escuro e olhos castanho-claro. Era um homem alto e musculoso, assim como o filho, James.


 - E aí? – Cumprimentou Sirius, descontraído.


 James pegou alguns omeletes enquanto seu pai lia o Profeta Diário e sua mãe comia em silêncio. Ela fez um gesto carinhoso para James e voltou para seus muffins.


 - Tô bem – Respondeu casualmente.


 Sirius estava com uma expressão curiosa, como se fosse uma excitação para dividir a conversa com o amigo e saber o que ele iria achar daquela história.


 - Você não sabe o que aconteceu – Comensou Sirius – Voldemort apareceu em uma aldeia no sul da Inglaterra e falava com alguns Comensais sobre seus planos secretos. Então, havia duas garotas escutando e foi aí que Voldemort teve um puro azar: elas são bruxas de Hogwarts.


 James ficou boquiaberto. Era uma coisa super aleatória, não acontece esse tipo de coisa quando se planeja. Concluindo, fora totalmente espontâneo. Seu coração batia rapidamente, tamanha era sua euforia.


 - E aí? – Perguntou curiosamente – Quem são elas?


 Sirius deu de ombros.


 - Não sabemos ainda pois elas estão com Hogwarts em Dumbledore, contando exatamente o que elas ouviram – Respondeu pensativamente – Elas foram corajosas em contarem, não?


 James assentiu, admitindo que não era qualquer pessoa que arriscaria a vida de seus familiares e a própria, para que as pessoas escutassem o que elas tinham pra falar.


 N/A: Cadê meus reviews, pessoal da FeB? Uma autora feliz é uma autora que recebe reviews *risos*

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