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5. O Ministério


Fic: Por Trás da Guerra -ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Avisos: Nada disso me pertence! Se assim fosse, estaria mais rica que a rainha da Inglaterra e, certamente, bem longe do Brasil e desse calor infernal!


Apenas pego os melhores personagens criados no mundo inteiro para me divertir e divertir a quem quiser ler!


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- Então, meus queridos, temos cinco dias!


- Mas, diretor... Ainda temos um invasor no castelo...


- Acalme-se, Hermione!  Hogwarts  está em segurança... Contatei Minerva, Hagrid, Filch e Flitwick, eles estão fazendo buscas no castelo todo... Se não encontraram nada até agora, é sinal de que o invasor não está mais aqui. Falando nisso, creio que logo eles estarão aqui. Severo, você poderia levar Hermione de volta aos seus aposentos? Não acho que Minerva tenha pensado em fazer buscas ali...


- Certamente, Alvo! A pupila da Grifinória seria a última pessoa em quem pensaria...


- Digo o mesmo, professor!


- Por favor, agora não! Depois vocês discutem! Agora, seria interessante irem descansar! Amanhã, antes do café, estejam aqui! Hermione, querida, você memorizou a senha?


- Sim, professor.


- Então, podem ir!


- Boa noite, diretor.


-Boa noite, Hermione.


Severo, então, conduziu a castanha à lareira. Antes de começarem a curta viagem por flu, puderam ouvir as batidas à porta do Diretor. Estava claro que ainda era cedo para saberem do mais novo... Casal.


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Quando chegaram a seu quarto, Hermione percebeu que sua roupa de cama havia sido trocada. “Obra do Diretor”, pensou.


Severo logo começou a inspecionar todo o aposento. Não trocaram palavra ou olhar, até que tivesse acabado.


- Seu quarto está seguro. Lancei alguns feitiços de proteção e amanhã cuidarei di “fidélius”.


- Obrigada.


Hermione, então, sentiu o quanto estava exausta. Era muito... Assustador. A aparente normalidade não enganava por muito tempo: ela ainda estava casada com Severo Snape! E, ela sabia... O pior ainda estava por vir...


Severo não deixou de perceber a mudança de postura da grifinória. Surpreendeu-se! Por dentro, sempre admirou a jovem mulher por sua força... Cérebro do Trio de Ouro, aplicada, racional... Mas ela estava com medo. Não a culpava... Ele também não sabia os planos daquele maluco.


- Então, amanhã o que vai acontecer?


- Vamos decidir quando e onde será a cerimônia com um grã-bruxo.


- E o Ministério? Essa situação é... Inusitada. Somos aluna e professor...


- Não mais. Muito provavelmente suas aulas de poções serão ministradas por Alvo.


- Ainda assim...


- O Ministério será informado. Nada podem fazer contra. Apenas podem monitorar. Agora, eu vou para minhas masmorras... Amanhã terminamos de acertar e te por a par de tudo.


- Tudo bem...


- Boa noite.


- Boa noite... Obrigada.


Severo parou, mas não se virou para responder. Depois de um momento, abriu a porta de se foi.


Esgotada física e mentalmente, Hermione lutava para dormir... Contudo, não conseguia. Eram informações demais. Agradeceu por ter um estoque de poções do sono sem sonhos em sua bolsa. Depois de uma dose, dormiu. Seria um longo dia.


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Severo aparatou em suas masmorras assim que chegou ao corredor vazio. Seus pensamentos estavam confusos... O que o Lord queria casando-o com Hermione Granger? Ou melhor, Granger-Snape, a partir de hoje... Sim, ela era próxima de Potter. Casada, faria parte da Ordem da Fênix e como esposa, teria que obedecê-lo... Mas nem tudo isso seriam bons motivos!


Sentou-se numa das confortáveis poltronas próximas à lareira e tomou um longo gole de wisky de fogo.  A garota parecia assustada, apesar de não pensar em fraquejar um só instante. Ele também estava, mas o que podia fazer? Não tinha outro jeito; iam terminar a cerimônia ainda naquela semana.


Depois, ele a treinaria. Independente do que estivesse na mente daquele maníaco, a garota precisaria saber tudo sobre oclumência, duelos e, por que não, legitimência. Ele viu que ela tinha uma boa base em oclumência, mas naõ seria párea para o Lord. Também a viu no clube de duelos... A garota vencia qualquer estudante com facilidade, mas comensais e o próprio Lord era mais provável que não.


Severo pressionou a base do nariz com as pontas dos dedos... Era um sinal de cansaço e Merlin, como estava cansado! Foi obrigado a concordar que, se o problema fosse estar casado com uma estudante, pelo menos estava casado com uma madura e inteligente. E, não pôde frear tal pensamente, muito bonita.


Com um gesto impaciente, tomou o restante de sua bebida em um só gole e foi para seu quarto. Tinha três horas até o encontro com sua noiva e Dumbledore, precisava tentar descansar.


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- Bom dia, meus queridos! Conseguiram dormir?


Isso era uma pergunta importuna... Obvio que não! Hermione apresentava olheiras, ainda que discretas sob os olhos. Estava abatida, o que não passou por Severo, que também tinha olheiras e abatimento claros em seu rosto. 


- Muito mal, professor.


- Não como eu gostaria, Alvo. Mas não estamos aqui para cordialidades. Qual foi o relatório de Minerva e os outros?


- Vamos nos sentar, o café acabou de ser servido e todos precisamos comer. Chá?


- Acho que ela pode se servir, Alvo. E eu também.


- Tudo bem. Então, sirvam-se enquanto eu conto. Minerva disse que há rastros de magia sim, em toda a extensão do castelo. Elas param na floresta.


Hermione se servia de torradas e chá. Estava sem fome, mas sabia que precisava de um mínimo de energia... Na floresta?! Então foi por ali que ele entrou, mas como?


- Mas, diretor... A floresta não é protegida, como todo o resto do castelo?


- Sim, mas há certas coisas que você ainda não sabe. É por ali que Severo entra e sai de Hogwarts quando tem que ir às reuniões. Então ontem, ela ficou desprotegida por dois períodos.


- E obviamente o segundo bruxo chegou aqui junto com Severo quando ele voltou.


- Por que diz isso?


- Obvio! Se tem que ser o mesmo bruxo a realizar o feitiço, ele tinha que estar na clareira com você! E aproveitou que você tinha que voltar para Hogwarts para realizar o feitiço em mim.


- Ela esta certa, Severo.


- Não! Eu teria visto, Alvo! Estava sozinho na clareira quando acordei... A menos que...


- Peter! Aquele rato nojento!


- Não! O castelo é protegido contra animagos...


- Mas não contra você!


- Como assim, Hermione?


- Simples! Peter tem um tamanho muito reduzido em sua forma animaga... Ele entrou com você, literalmente.


- Está dizendo que eu carreguei aquele estúpido e não percebi?


- Tinha algo em suas mãos?


- Merlin! Minha capa! Por isso aquele mestiço metido à puro sangue pediu que eu a retirasse! Eu achei que fosse para facilitar a realização do feitiço, apenas!


- Bom, de certo modo, foi. E outra, Peter conhece muito bem o castelo todo... Ele foi de um dos monitores chefes, sabia bem aonde ir.


- Mas e quanto a entrar em seus aposentos?


- Queridos?


Os olhos de Dumbledore brilhavam como nunca! Eles já estavam se entendendo... Era fácil ver porque Tom os casou, afinal! Essas duas mentes trabalhando juntas eram imbatíveis. O problema era que Tom esperava que trabalhassem para ele...


- Sim, diretor?


- Acho que já sabemos o suficiente. Entrar é fácil, senhorita. A senha de seus aposentos é a mesma de Malfoy.


- Então, o filhote de comensal deve ter contato ao pai, que estava na clareira qual era a senha!


- Não o ofenda!


- O quê? Como assim? Está defendendo aquele


- Alto lá! Ele não tem culpa!


- Não... Eu tenho!


- Não é fácil não ter escolhas, sua insolente! E você vai saber agora como é ter que fazer certas coisas!


Hermione parou, engolindo a seco. Percebeu que o homem não falava mais de Malfoy...


- Queridos, por favor...


- Desculpe. Eu não quis ofendê-lo. Eu sei como é não ter escolha... Desculpe.


- Me desculpe também. Não queria gritar com você.


- Ok, agora já estamos desculpados e sabemos como o castelo foi invadido... Infelizmente, não podemos fazer mais nada quanto a isso no momento. Agora, terminando o pequeno almoço, vamos sair.


- Mas, e minhas aulas?


- Depois vamos repô-las, Hermione. Não se preocupe.


- Posso saber aonde vamos?


- Temos que ir a muitos lugares hoje... Por enquanto, vá se trocar. O uniforme chama muita atenção.


- Sim, diretor. Onde os encontro?


- Vamos buscá-la daqui a dez minutos.


- Tudo bem. Com licença.


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- Qual é o problema?


Estavam no campo de Quadribol e Hermione estava diante de uma vassoura. Por que diabos não aparatavam para onde quer que fossem? Ou rede de Flu? Ou qualquer outro meio?


- É que eu...


- Fale logo, não temos a manhã inteira!


- Eu tenho medo de altura!


- Bom, terá que superá-lo. Não podemos aparatar agora.


- Você não entendeu... Eu tenho muito medo de altura...


-...


- E não sei voar!


- Como não?! Você fez aulas de vôo no primeiro ano!


- A Hermione não fez aulas, Severo.  Alegou que tinha vertigem, foi dispensada. Tinha me esquecido desse pormenor quando sugeri as vassouras.


- Não acredito nisso!


- Mas é verdade. Eu realmente tenho...


Hermione foi cortada no meio da frase por Severo. Ele simplesmente a sentou em sua própria vassoura, acomodando-se logo atrás dela.


- Se não sabe voar, vai comigo agora. Assim que possível a ensinarei como se pilota uma vassoura.


Dumbledore olhou a cena com divertimento. Mas o constrangimento estampado na face de sua aluna e o olhar mortal do pupilo o calaram. Em silencio, levantaram vôo rumo ao Ministério da Magia.


Quando estavam na altura necessária e pararam de subir, Hermione sentiu que a cor verde deixava sua pele, mas ainda assim, não tinha a mínima coragem de abrir os olhos... Tampouco vontade de fazê-lo. Permaneceu desse modo por algum tempo. Pensava seriamente em como superaria esse medo idiota de altura.


- Abra os olhos, Hermione. Não tenha medo, está tudo bem.


Snape falou em seu ouvido, causando-lhe um arrepio gostoso. Levada por uma coragem momentânea, abriu os olhos. Era lindo! E não tão desagradável como lembrava-se do terceiro ano, quando ela e Harry voaram no hipogrifo.


- Está tudo bem?


- Sim.


- Muito medo?


- Acho que é só eu não olhar pra baixo...


- Sim, se isso a faz sentir-se mais segura... Mas está perdendo uma vista maravilhosa.


Severo estava surpreendentemente relaxado. O perfume vindo da jovem era ainda mais gostoso do que se lembrava e o fato de ela estar tão perto lhe provocava sensações estranhas, mas gostosas. Estava esforçando-se para que ela sentisse prazer em voar, não medo. Mas assustou-se quando se pegou rindo ao falar com ela.


Encorajada pela voz milagrosamente divertida do homem, Hermione olhou para baixo... Estavam sobre o Tamisa. Hermione não sentiu a viagem passar e já haviam chegado a Londres.


- Sim, realmente a vista é linda!


- Ia perder se estivesse com os olhos fechados... Não há motivo para ter esse medo de altura, vê?


- É verdade...


- Agora, vou perder altitude, vamos pousar. Não tenha medo, está tudo sob controle.


Não resistindo dessa vez, a moça fechou os olhos, sob as gostosas risadas do homem, enquanto pensava que o som era maravilhoso. Ele se perguntava o que diabos estava acontecendo... Era muito fácil rir na presença dela, precisava se controlar.


Depois que pousaram, não demorou para que o Dumbledore chegasse. Estavam em um beco, próximo ao Ministério da Magia.


- Como foi a viagem, Hermione?


- Bem, diretor. Não foi tão ruim.


- Oh, é difícil não gostar de voar com Severo. Ele era um ótimo jogador de quadribol, sabia?


- Não, não sabia.


A conversa leve logo acabou. Era hora de decidir coisas importantes.


- Então, viemos à Londres para acertar as coisas com o Ministério?


- Exatamente.


- O que eu preciso dizer?


- A verdade. Deixe o resto comigo, querida.


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Hermione nunca gostou muito de ir ao Ministério. Desde o seu quinto ano, as lembranças que tinha de lá só faziam com que fosse menos agradável.


Estavam em uma sala, esperando o ministro atendê-los... Hermione estava ficando nervosa.


Há dois anos, Cornélio Fudge havia desaparecido. Uns apostavam que, covarde que era, tinha fugido. Outros, que havia sido pego por Lord Voldemort... A verdade é que de um modo ou outro, o Ministério estava bem melhor sem aquele incompetente.


Quim Shacklebolt, membro da Ordem e uma ótima pessoa, havia assumido o Ministério, como ministro interino... Nunca mais saiu.


- Fique tranqüila, Quim não morde...


Era impressão dela ou Snape estava brincando?


- Eu sei que ele não morde... Eu só estou um pouco ansiosa.


Nesse momento, foram chamados e Severo não teve tempo para responder...  Ficou grato por isso, na verdade. O que estava acontecendo com ele, afinal?


- Bom dia, Severo, Dumbledore... Senhorita.


- Bom dia, Quim. Temos muito a conversar, na verdade.


- Bom, sentem-se e podem começar.


- Ele agiu, Quim. Tom aprontou mais uma.


- Não me surpreende. O que aconteceu, afinal?


- Ele realizou o primeiro ritual do casamento bruxo...


- Espere...?


- Sim, Quim. Severo e Hermione foram casados, ontem à noite.


- Por Merlin, Dumbledore! Como?


- Severo foi convocado e lá Pettigrew, muito provavelmente,  realizou  o feitiço nele. Depois, quando ele retornou ao castelo, o feitiço foi realizado em Hermione.


-Bem, a senhorita Granger é  melhor amiga de Harry, ele pode querer informações diretas dele.


- Para isso teriam varias outras formas. Ele levou uma nascida trouxa para o circulo dele.


- Bom, o que temos que fazer agora é agilizar a papelada. Podem deixar comigo que o processo correrá sem transtornos. Farei com que não seja publicado, por enquanto.


- Agradecemos, Quim!


- Quando vão se reunir com a Ordem?


- Hoje, Quim. Hoje à noite.


- Então, até mais tarde. Foi um prazer conhecê-la, Hermione.


- O mesmo, Sr. Shacklebolt.


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- E agora, para onde vamos?


- Agora eu e Severo vamos conversar com algumas pessoas. Você vai encontrar uma pessoa que vai gostar muito.


- Quem?


- MIONEEEEEEE!!!


- Tonks!


Tonks e Hermione eram melhores amigas. Foi Hermione quem incentivou a amiga a abrir o jogo Lupin e lutar pelo o que sentia. Seus esforços foram recompensados e os dois estavam noivos... O único problema é que a ordem dos acontecimentos foi um tanto quanto... Confusa. Tonks estava grávida de quatro meses, mas muito feliz. Lupin não sabia mais parar de sorrir, o que o tornou alvo de piadas de todos os amigos, que ficaram muito contentes.


- Nossa, vem aqui comigo agora!


- Mas...


- Nada de “mas”! Eu estou morrendo de fome, você vai almoçar comigo enquanto conversamos. Seu noivo e Dumbledore vão resolver umas coisas com Lupin, e quando acabarem vão nos encontrar.


Hermione não pode evitar ficar ruborizada... Ninguém tinha se dirigido a Snape como seu “noivo”... Severo também ficou um tanto quanto desconfortável, mas nada comentaram.


Logo Hermione e Tonks se foram para um restaurante próximo ao Ministério... Pelo visto, seria um almoço animado.


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Sem N/A hoje... Assim eu desanimo mesmo, gente!

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Comentários: 1

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Enviado por Vagner dos Santos em 13/09/2011

Eu acho que o Severo armou tudo pra casar com a gata de Hermione...
Ele deve ser um tipo de "professor que assedia as menininhas no seu subconsiente"!
Professor pedófilo! rsrsrs
Brincadeira! Tá muito legal a história!
Bjs!

Nota: 5

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