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10. Bloody Sunday


Fic: A Casa dos Demônios


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A Mandy: Música do capítulo é Sunday, Bloody Sunday – U2. Caso alguém a conheça por Paramore, eles fizeram um cover.



 



POV Sirius


 


I can't believe the news today
I can't close my eyes and make it go away


 


Olhava fixamente a porta com a mão na direção da campanhia sem saber ao certo o que fazer. Fechei os olhos e respirei fundo, tocando-a. Passei a mão pela camiseta, tentando disfarçar qualquer amassado que nela houvesse e esperei até ouvir leves passos dentro do que algumas ainda insistiam chamar de lar.


 


Hermione abriu a porta e quando notou minha presença arregalou os olhos e escancarou a boca. Coloquei meu pé entre o vão da porta no momento em que ela estava fechando-a e a senti fazer força, como se quisesse me expulsar. Forcei meu corpo e entrei mesmo com os seus protestos.


 


Olhei-a de verdade pela primeira vez naquela manhã e me deparei com uma Hermione apenas de pijamas e com o cabelo preso em um improvisado rabo de cavalo. Voltei a olhá-la e percebi que seu rosto estava meio escarlate devido à situação em que se encontrava. 


Dei um levo riso, tentando amenizar seu nervosismo e sentei.


 


- Hermione, vim aqui porque preciso que você vá comigo até o Draco. – Seus olhos eram desconfiados, como se duvidasse que fosse realmente essa minha intenção de estar em sua casa.


 


- Hum... e porque você quer que eu vá? – Ela sentou de frente a mim e colocou uma almofada entre suas pernas, nunca tentativa quase inútil de tampá-las.


 


- A Gina está lá e parece que houve um novo ataque. Acho que seria bom você tentar acalmá-la, Draco me disse que ela não está nada bem. – Ao dizer isso, seus olhos ficaram atentos, não por desconfiança, mas por interesse.


 


- Mesmo? – Balancei a cabeça confirmando. – Ai meu santo Merlin! Eu... hum, eu vou colocar alguma roupa, ok?  Volto logo. – Ela quase saiu correndo em direção ao que deveria ser o quarto e em poucos minutos estava de volta.


 


Hermione estava usando uma calça jeans claro, tênis e uma blusa preta de mangas compridas e foi andando em passos firmes e decidos até a porta, ela a trancou depois que sai do seu doce lar e continuou andando sem olhar para trás até chegar à rua e o movimento desta acabar. Por instinto, olhei rapidamente em volta para conferir que não havia ninguém e aparatei, levando-a comigo.


 


Draco andava de um lado para o outro na sala quando chegamos e fez um pequeno gesto em direção a uma porta para Hermione que logo entendeu o recado e nos pedindo licença, foi atrás de sua amiga para tenter acalmá-la.


 


- Sente-se – Draco apontou para os sofás e ofereceu algumas bebidas que logo as recusei, agradecendo pelo oferecimento. – Bem, vou tentar falar tudo de uma vez, está bem? – Vi-o prosseguir quando concordei – Weasley acabou dormindo aqui porque estava bêbada e pediu minha ajuda, então a trouxe pra cá, mas quando ela foi tomar banho hoje de manhã, o que deveria ser água saindo do chuveiro, era sangue. E bem, ela está em pleno estado de choque com tudo isso e definitivamente não tira a razão dela.


 


- Certo... conseguiu identificar algo a mais? Como de onde é o problema, quem é o dono do sangue, se é sangue humano...


 


- Sim. E o pior é que o sangue não foi apenas no meu apartamento, foi em todos os demais, então descobri que o problema estava na caixa d’água, porque dentro dela havia um corpo, dono do sangue. Ou seja, temos mais um caso.


 


- Santo Merlin! – Respirei fundo tentando decidir qual o primeiro passo a se tomar. – E você sabe quantos mais têm a noção de que há um corpo lá e que está saindo sangue ao invés de água no hotel?


 


- Acho que a maioria, na verdade. Bem, a maioria sabe sobre o sangue, não sobre o corpo. Eu tratei de tomar algumas providencias enquanto isso. – Nunca vira Draco tão sério e compenetrado sobre um assunto como estava agora, nem parecia ter sido aquele jovem irresponsável.


 


- Ótimo, tratou de apagar isso da memória deles, certo?


 


How long, how long must we sing this song?


How long, how long? 'Cos tonight


We can be as one, tonight


 


- Aham. Avisei algumas pessoas no ministério que você tinha me dito que eu poderia chamar caso precisasse de ajuda com esse nosso monstrengo. Pedi-os para tirar o corpo de lá e limpar todo e qualquer resquício dele. Tirar toda a água, lavar o local, desinfetar e tudo mais para só então enxer novamente. Ah, e também pedi para investigarem para que soubessem quais foram as pessoas que ficaram sabendo do problema e tratar de apagar isso de suas memórias. – Ele suspirou e provavelmente estaria se martirizando por ter aceitado meu pedido.


 


- Mas... afinal de contas, como estava o corpo? – Eu estava adiando de fazer essa pergunta, como se assim, fosse me manter o mais longe possível de tudo isso, mesmo sabendo que era impossível não me envolver.


 


- Novamente um homem, mal deve ter seus 25 anos, o que é bem ruim, já que tenho essa idade e não gostaria de morrer assim. Enfim, ele até parece um albino de tanto que é branco, ter ficado lá na água deve ter ajudado um pouco, com certeza. E seu estado não estava melhor que os outros. Havia um corte um pouco acima de seu peito e parecia que a pele havia sido rasgada até a metade da barriga, foi bem nojento, porque tinha uns órgãos soltos, sabe?


 


~*~*~


 


POV Mione


 


Entrei no quarto sem bater e me deparei com uma Ginevra que há muito tempo não via. Ela estava sentada no chão, com as pernas encolhida e um olhar vago. Seu rosto e seus olhos estavam vermelhos devido ao choro compulsivo de minutos atrás e encontrava-se alheia a tudo, como se apenas seu corpo estivesse ali.


 


Aproximei-me lentamente, tendo o cuidado de não fazer nenhum movimento brusco que pudesse deixá-la ainda mais assustada do que já estava. Sentei-me a sua frente e sussurrei seu nome, em vão. Segurei sua mão e a apertei, chamando novamente seu nome, só que um pouco mais alto e só então ela olhou em minha direção.


 


Ela parecia estar acordando de um transe ao notar minha presença e notei seus olhos enxerem novamente de lágrimas antes de se jogar sobre mim, com um pedido mudo de quem precisa de conforto e compreensão.


 


Abracei-a com força e sussurrei algumas palavras para tentar acalma-a. Sua situação era lastimável e partiria o coração de qualquer um que conhecesse a verdadeira Ginevra como eu. Uma ruiva alegre, espontânea, que está sempre de auto-astral e não deixa se abalar com coisas insignificantes. Aquela que se põe em último, pois primeiro vem os amigos e uma pessoa que faz de tudo para que não saibam o que realmente sente, já que não quer que se preocupem consigo.


 


- Mi! Foi... horrível. – Seu rosto estava manchado por lágrimas e sua expressão tornava-se quase sombria com as lembranças que provavelmente não saiam de sua mente.


 


- Eu imagino, Gi. – Apertei sua mão e a acariciei, tentando transmitir uma calma que nem eu obtinha. – Mas já passou, e não vamos deixar que algo ruim aconteça com você.


 


Sentei-me ao seu lado e ela colocou a cabeça em meu ombro, com os pensamentos distantes. Levei minhas mãos a seus cabelos e os afaguei, sentindo-a ficar menos tensa a cada minuto que se passava. Seus olhos encontravam-se fechados e ela quase dormia.


 


- Ginny, vem pra cama. – levantei e a puxei comigo, forçando-a se levantar também. – Você ta cansada e é melhor repor as energias.


 


Levei-a até a cama e tratei de afastar os lençóis para que ela pudesse se deitar e tentar dormir. Dei um beijo em sua testa e caminhei em direção à porta, me perguntando até quando o que quer que fosse que estivesse causando todos esses problemas ficaria impune.


 


But I won't heed the battle call


It puts my back up, puts my back up against the wall


 


Na sala, me deparei com um Draco sério e um Sirius pensativo, ambos sentados e calados, exaustos demais com o rumo que os problemas estavam tomando. Fiquei parada, sem saber exatamente o que fazer nem o que falar, até que Sirius notou minha presença e sorriu para mim.


 


- Bem, é melhor nós irmos, Hermione. – Vi-o se levantar e apertar a mão de Draco, despedindo-se – Até mais, Draco. Qualquer coisa me chame o mais rápido possível. Ah, e eu mandarei que providenciem um novo lugar para você morar, já que aparentemente algo já descobriu que é aqui e não o deixará em paz.


 


Dizendo isso, ele veio até mim pegando na minha mão e me puxando para fora dali, mal me dando tempo para me despedir de Draco. Aparatamos na mesma rua e por sorte, ela ainda estava vazia e fomos para minha casa, por assim dizer.


 


- Você aceita alguma coisa? Essa ida até o Malfoy sugou minhas forças. – Me encontrava na cozinha e revirava as coisas na geladeira, atrás de algo que me agradasse, mas acabei voltando para a sala de mãos vazias, pois estava sem fome, e ele não havia pedido nada.


Sirius ainda andava de um lado para o outro sem sessar quando decidi deitar no sofá e descansar um pouco até que seus passos pararam e viraram em minha direção, fazendo-o sentar-se na beirada do sofá e ficar encarando meus olhos.


 


- De hoje, você não me escapa.


 


Dei um pulo no momento em que o escutei dizer isso e seus olhos estavam escuros e me avaliavam. Eu não sabia o que dizer e todas as palavras sumiram de minha mente. Minha expressão com certeza era a de uma pessoa retardada, na melhor das hipóteses, de alguém que realmente está perdido, já que eu estava parecendo um peixe fora d’água, abrindo e fechando a boca repetidamente, sem saber o que fazer.


 


Ele sorriu ao notar meu embaraço e pigarreou, também desconcentrado ao notar o que havia dito e como poderia ser interpretado.


 


- Na verdade Hermione, houve apenas um motivo pelo o qual realmente a levei no meu sobrinho. – Olhei-o de forma interrogativa, o incentivando a continuar. – É que seu eu não tomasse essa atitude... o primeiro passo, você nunca o tomaria. Então eu estou aqui, porque irei te levar para morar comigo, e não estou dando a mínima para os ataques que você terá e muito menos para o discurso que com certeza está se formando na sua mente neste exato momento.


 


Como assim não importa? E minha opnião não conta, é isso? Olá, vivemos num país onde há a democracia! E portanto, tenho o direito sim de dar minha opnião e de contestar, oras!


 


- Mas e se eu não quiser ir? Se eu quiser ficar aqui, no anonimato? Talvez esse bicho nunca saiba da minha existência se eu permanecer com os trouxas! – Quem ele pensa que é para mandar na minha vida e me levar consigo para onde quer?


 


- Os homens atacados não foram apenas os bruxos, Hermione! – Ele tentava controlar sua raiva, mas ela era quase palpável em meio de todos os acontecimentos recentes.


 


- Mas eu não sou homem, só eles têm sido as vítimas! Eu não corro nenhum risco, diferente de você! – Nesse momento, eu já me encontrava sentada e com as pernas cruzadas, onde se encontrava uma almofada que era esmaga em minhas mãos.


 


- Que porra Hermione! Não é possível que você não tenha notado que não é comigo que eu estou preocuopado! Você não vê Hermione? Será que realmente não vê que estou com medo por você? Com medo da sua segurança? Com medo de que aconteça algo com você? Com medo de que você morra, e assim eu vá te perder? – Sirius já estava em pé, andando novamente para todos os lados e se controlava para não gritar e chamar atenção.


 


And the battle's just begun


There's many lost, but tell me who has won?


The trenches dug within our hearts


 


- Também não é assim. Não precisa fazer uma tempestade em copo d’água. Eu estou aqui e vou permanecer aqui. Acredite, se fosse para acontecer algo comigo, já teria acontecido. Ou será que você se esqueceu de que sou a melhor amiga do Menino-Que-Sobreviveu e lutei ao lado dele contra todos aqueles Comensais e a merda toda? – Ele estava com raiva? Há! Ele estava querendo me deixar com raiva. Como seu eu não soubesse cuidar de mim sozinha.


 


- Você não entende não é mesmo? Você não sabe como eu ficarei se eu perder mais uma pessoa que eu amo. Eu não posso viver sabendo que você se foi, não quando eu podia ter feito algo para te proteger. – Sua cabeça estava inclinada contra a porta assim como seus braços estavam estendidos até sua direção.


 


- Sirius... Olha pra mim Sirius.


 


Merlin! Como as coisas tinham ido parar nesse ponto? Era como se todos os cabos do trilho estivessem fora do lugar, causando todos esses acidentes. Toda essa perturbação. As coisas estavam indo tão bem e então essas mortes sem nenhuma solução aparente.


 


Levantei-me e caminhei em direção à Sirius o abraçando pela cintura e encostando minha cabeça no meio de suas costas. – Você pode me desculpar não é? Eu não sabia o que estava dizendo e não tinha noção do quanto minha segurança é importante para você.


 


Sirius suspirou e segurou forte minhas mãos, massageando-as com seus polegares. – Mas é. Tudo relacionado a você me importa. Isso me assusta porque veio a tona rápido demais. Nem com Harry eu tenho tanta preocupação, nem por ele sinto tanto medo. É só que você... não sei como dizer, nem o que dizer. – Ele virou em minha direção e fechando os olhos, beijou minhas mãos. – Se você não quer ir comigo, tudo bem, apenas... tenha cuidado.


 


- Você pode me desculpar? Eu não vou mais contestar com você. É só que eu também estou tão assusta e...


 


- Shhh. – Ele colocou um de seus dedos sobre meus lábios e sorriu. - Como se eu conseguisse negar alguma coisa para você, Pequena.


Sorri ao ouvi-lo me chamando de Pequena e então nos abraçamos, selando a paz entre nós.


 


- Porcaria! Não acredito que paguei ontem essa merda de aluguel pra nada. – Revirei os olhos e me soltei de Sirius. - Ok, eu me rendo, certo?! Venceu essa batalha, Pontas. Agora deixe-me ir arrumar minhas coisas antes que eu mude de ideia e te ponha porta à fora por pontapés!


 


- Não seja por isso. Está liberta, madame. Assim como ordenou. – Ele piscou um de seus olhos para mim e se jogou no sofá. – Tudo para satisfazer minha ama e deixá-la livre de minha presença para que assim, arrume suas coisas logo para podermos partir daqui o mais rápido possível.


 


Comecei a rir ao ouvir tais palavras e logo tratei de procurar caixa para guardar minhas coisas. Mas antes, eu tinha que confirmar minhas suspeitas. – Sirius, como descobriu onde eu morava?


 


Ele gargalhou e limitou-se apenas em dizer – O que você acha minha querida?


 


Balancei a cabeça, sem saber o porquê de esperar algo diferente. – Ruiva, ruiva. Você ainda me paga.


 


And today the millions cry


We eat and drink while tomorrow they die






N/A Mandy:
Achei tão fofo Sirius e Hermione *-*

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