FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo



______________________________
Visualizando o capítulo:

14. Um novo membro


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

O sol estava no alto do céu quando os nove sacerdotes foram com arma em punho para o alto do monte, que separava os dois territórios. Arya e Grier estavam nas extremidades e tinham o arco em suas mãos, no centro Heracles empunhava nas mãos sua espada e o machado que pertencera a Groar, Eragon, Harry e Hermione estavam entre Heracles e Arya, e Percy, Annabeth e Thalia, entre ele e Grier.
A frente dos nove, o chão não podia ser visto, pois erguia-se um mar de cavaleiros, na frente os soldados com grandes escudos metálicos, atrás os jovens e fortes espadachins e lanceiros, atrás destes a cavalaria experiente e ao redor e no alto, centenas de arqueiros com flechas que poderiam ser inflamadas.
-Esperem o meu sinal. –Arya os lembra fazendo referência a tática que haviam montado.
Tudo teria que acontecer de modo preciso, pois estavam longe do castelo e do contingente militar que ficara lá para proteger a fortificação. A missão era fazer um ataque tão brutal e devastador, que forçasse o inimigo a rendição, pois o rei amigo e uma cavalaria experiente estavam apostos no vale atrás do inimigo e única rota de fuga.
Com uma palavra de Arya, Harry faz surgir em sua mão uma bandeira branca e levanta voo, partindo na direção do exército inimigo em velocidade moderada para não assustar ninguém.
-Venho em nome do Rei Albren fazer uma proposta ao senhor, Rei Gerkoff. –Harry diz em tom respeitoso, a bandeira branca hasteada.
-Fale, mas a menos que seja muito interessante, não haverá acordo. –Declara de modo duro, a postura inflexível.
-Eu e meus companheiros somos sacerdotes dos deuses, dotados de poderes mágicos e grande habilidade de batalha. Por isso pedimos que retirem a declaração de guerra e que o senhor se reúna com o Rei Albren para conversando encontrarmos uma solução para o problema. Caso contrário, seremos obrigados a dizimar o seu exército. –Harry diz o mais respeitosamente que consegue, porém Gerkoff apenas ri.
-Se alguém tem que se render, é o patife do Albren, caso contrário, não sobrará pedra sobre pedra daquele castelo que ele adora ostentar. –Ameaça com ímpeto, fazendo seus homens urrarem em apoio.
-Se a qualquer momento desejar se render, pararemos o ataque ao soar de sua trombeta. –Harry avisa e logo depois aparata para juntos dos outros, causando certo temor nos que haviam presenciado a magia.
-Preparem-se homens! Eles podem ter poderes mágicos, mas sequer chegam a dez cabeças! –Com isto Gerkoff dá sinal para que os tambores rufem, a melodia ordenando o ataque e a formação.
Assim que Harry volta, faz a bandeira desaparecer, porém a mão permanece livre, a espada embainhada. Percy olha o céu e, concentrando-se, começa a reunir o vapor de água com mais intensidade, fazendo o céu nublar rapidamente.
Ao soar dos tambores, os cavaleiros com grandes escudos postaram-se de joelhos com a proteção erguida o suficiente para proteger a fileira dos arqueiros, sem tirar-lhes a visão e o poder de ataque. Um rufar mais alto e grave fez com que as flechas saíssem dos enormes arcos com grande velocidade.
Um assobio de Arya e, simultaneamente, Hermione ergue um escudo mágico os protegendo, Percy faz o temporal desabar enquanto Thalia eletrifica as nuvens, fazendo com que, ao mesmo tempo em que as flechas caiam inofensivas a frente deles, um raio descesse sobre a fileira dos escudos, fritando os cavaleiros totalmente cobertos por metal molhado.
Outro rufar soa, mais agressivo e rápido, ao que os cavaleiros portando espadas, maças e lanças avançassem a pé. Arya e Grier atiraram três flechas cada, número que a magia de Arya e Hermione multiplicara por dez, enquanto Jura surgia imponente no céu, lançando sua grande e potente chama na infantaria. Dos que não sucumbiram ao fogo ou as flechas, pouco mais da metade continuou o avanço, a outra parte dispersou amedrontada, enquanto os cavaleiros montados disparavam na direção dos nove.
Thalia emitira um grito bestial que fez os cavalos empinarem arredios, novos urros fizeram os animais tombarem os cavaleiros e galoparem para a floresta atrás dos nove. Jura varria os inimigos com sua calda espinhosa, usando a boca para desviar as lanças e eventuais flechas. Harry e Eragon faziam grandes pedaços de rocha se erguerem do chão e irem à direção dos inimigos. Percy transformava a chuva, agora torrencial, em pedras de gelo direcionadas ao inimigo. Heracles apenas atacava os poucos sortudos que conseguiam chegar perto dos nove.
Um grito vindo do lado inimigo inicia um novo rufar de tambores e o exército que ainda não avançara começa a recuar, dividindo o contingente em dois para que uma metade pudesse contornar pela floresta e surgir atrás dos nove.
-Harry, Heracles, eles estão dando a volta! –Annabeth observa a tática inimiga e imediatamente Harry toca em Heracles e aparata. –Eragon, dê cobertura com Grier, nós cuidamos do resto.
Jura rapidamente lança fogo conjurando uma barreira incandescente que atrasou os cavaleiros, enquanto Eragon e Grier montavam, ambos com arco e flechas. Annabeth toma a posição de Heracles ao lado de Thalia, Arya se torna invisível e Hermione continua com os ataques mágicos.
A frente da cavalaria de Albren, Harry faz ataques mágicos aos cavaleiros que avançavam pela floresta, os arqueiros de Albren também derrubavam o inimigo, enquanto Heracles atirava árvores para varrer os que resistiam ou o machado e a espada para fatiá-los.
No céu Jura continuava com suas manobras ofensivas usando mais a calda que o fogo, enquanto Eragon, com o arco de Arya, e Grier atingiam com as flechas aqueles que pareciam os líderes dos grupamentos.
-Mande as trombetas soarem anunciando a rendição. –Arya diz ao pé do ouvido de Gerkoff, que sentia-se fortemente seguro e uma lâmina curta e gélida em sua garganta. A sua volta, os responsáveis pela proteção do rei nada faziam, pois a elfa permanecia invisível.
-Soem as trombetas! Trhogbahr está derrotada! –Gerkoff brada e as trombetas soam, fazendo com que imediatamente a luta cesse, os cavaleiros largando suas armas e se ajoelhando diante dos sacerdotes divinos.
-Agora, anuncie que devem começar a recolher os feridos e levá-los ao castelo de Albren, onde estará em reunião com o rei. –Arya ordena, ainda invisível e segurando o rei, Jura já pousava a frente deles, Grier já tendo saído. –Depois suba no dragão e parta.
*****************************************************************
Holly havia conseguido um bom número de frutas e até achara raízes comestíveis, o que a fizera voltar bem humorada para o acampamento, onde prepararia o jantar. Era uma tarefa chata, mas preferia ficar com a incumbência para garantir suas refeições vegetarianas, deixando a carne para que os outros fizessem nas fogueiras.
Deixou tudo sobre a bancada da cozinha da barraca e ia chamar Morgana para ver se conseguia alguma ajuda para descascar e cortar tudo, porém se surpreendeu ao abrir a porta de lona do quarto delas e ver Morgana e Artemis sentados grudados e com os olhos fixos no computador.
Contendo o impulso de entrar e chutar aquele computador longe, foi para a cozinha, o andar duro denunciando a raiva, enquanto os olhos refletiam o misto de frustração e decepção.
Antes só sabia ofender Artemis, falar mal dos homens, agora está aí, grudada nele o tempo todo! E ele não se faz de rogado… andam até comprando as brigas um do outro! –Pensa irritada, pegando uma das facas para descascar os legumes, tentando se acalmar com o cheiro da comida fresca.
Flashback –Ponto de vista de Holly
Sauron havia voltado com seu grupo da missão da entrega do dinossauro e, muito orgulhoso e satisfeito, contara do “grande feito” de emboscar e assassinar um grupo rival, com o qual sequer haviam cruzado antes.
Minha primeira reação fora pular no pescoço de lata e puxar de dentro da armadura o que quer que fosse e assar junto com a sopa. Mas me contive no lugar, os punhos tão fechados que podia sentir minhas unhas perfurando a carne.
-Como pode fazer isso? A deusa nos disse claramente que quem morre aqui, volta morto para seu mundo! –Bradei, talvez ingenuamente, acreditando que ele pudesse se arrepender, prometer que não voltaria mais a fazer aquilo.
-E daí? –Diz em meio a uma risada rouca, irônica.
-Significa que está pintando um alvo em nossas testas! –Artemis diz firme, se levantando e indo para meu lado, ficando de frente para Sauron. Virei-me surpresa e vi que ele tinha aquele semblante sério e frio de homem de negócios. –Quando você embosca um grupo e o esmaga, isso fatalmente pode se espalhar por aí, mesmo que não hajam testemunhas. Um cheiro que fica, um pedaço do uniforme de Mark, ou quem sabe o Deus lesado não resolva infestar os sonhos dos outros participantes do torneio para quem sabe assim eles nos caçarem? O que acha que poderíamos fazer contra dois ou três grupos juntos? Só o grupo do Groar tem quatro magos poderosos, ou você esqueceu que dois deles derrubaram facilmente o monstro que quase destruiu você, Mark e Moriarty? –Chocada, vi que Sauron baixou os olhos, enxergando o possível problema que seu ato insensato provocara.
-Meu irmão era um traidor nojento, déspota tirânico, mas ainda assim um sábio. –Morgana diz se pondo ao lado de Artemis. –Ele provavelmente não está aqui, sabe porque? Merlin não teria porque dar sua alma para vencer este torneio, porque não há nada que ele deseje, que não possa conquistar! Meu irmão possui tudo o que quer, porque não repete erros, sejam seus ou de outros. Com isso espero que olhem pra trás, para suas vidas em seus mundos, e vejam que estão sendo estúpidos e cometendo os mesmos erros. –Com isto, Morgana sai em direção à barraca, acompanhada por Artemis, que discretamente sorria.
Eu não fiquei para ver Sauron, Moriarty e Mark se remoerem, rosnarem ou praguejarem, fui meditar procurando um pouco de sabedoria para sair daquela horrível situação em que me encontrava dentro daquele maldito grupo.
Fim do Flashback
*****************************************************************
A sala real de reuniões consistia em um amplo corredor ponteado pelo trono do rei e duas cadeiras simples ao lado para seus conselheiros, nas paredes de um canto a outro havia dezenas de cadeiras confortáveis postas umas dos lados das outras.
Albren entra seguido por seus conselheiros, um pouco atrás vinham Arya, Annabeth, Percy, Thalia e Gerkoff. O rei e seus conselheiros caminham para suas cadeiras e deixam os outros no centro do corredor.
-Albren, entendo que é um costume seu ter reuniões desta forma, no entanto acredito que seria uma demonstração de boa vontade uma aproximação mais igualitária. –Arya diz tomando a frente e com um gesto fazendo as cadeiras das laterais voarem para o centro e se juntarem formando uma grande mesa redonda, rodeada por cadeiras.
-Em nosso mundo, o mais famoso rei, era conhecido pelo seu código de honra que incluía tratar todos como iguais, portanto, usava uma mesa redonda para se reunir com convidados e seus mais ilustres cavaleiros. –Annabeth diz em referência explícita ao Rei Arthur de Camelot.
-Entendo. E acho justo, assim posso demonstrar minhas boas intenções. –Albren concorda, saindo de seu pomposo trono para se sentar em uma das cadeiras junto aos outros. Gerkoff procura sentar em frente a ele.
-Então, quais as propostas para a paz entre nossos reinos? –Gerkoff pergunta e Annabeth estende um mapa sobre a mesa, onde podia-se ver toda a área dos dois reinos e os arredores.
-Eu vou explanar sobre a situação do ponto de vista de ambos e então fazer a proposta justa a este respeito e peço para que não me interrompam. –Annabeth diz em tom prático, como se fosse resolver algo do acampamento.
-Você? O que uma menina pode saber sobre política? –Gerkoff diz quase rindo, ato ecoado pelos conselheiros de Albren.
-Ela sabe tanto de política quanto de batalha e garanto que poderia chutar o traseiro de qualquer homem desta sala, então é melhor ter respeito. –Percy diz em tom de aviso, os olhos duros em todos os três homens.
-Continuando, vou a problemática e depois abro espaço para as perguntas. –Annabeth retoma como se não houvesse sido interrompida.
*****************************************************************
A tarde estava quente quando Artemis, Holly e Morgana chegam ao local da nova missão, localizado em uma região árida, quase desértica. A frente deles erguia-se um enorme templo de pedra imponente, ao redor apenas areia e, misteriosamente, nenhuma sombra.
-Parece o Templo de Jerusalém. –Artemis diz ao observar a construção de longe.
-Que tipo de Deus é este? –Morgana pergunta intrigada.
-Não é um Deus, Jerusalém é nome da cidade origem do filho de Deus. Os judeus tinham apenas um Deus, onipotente, onipresente, infalível e sinônimo de tudo que é bom. –Artemis falava com a mesma tonalidade que usaria para explicar o que é um besouro. –Mas as escrituras da porta e de cima do portal não são hebraicas ou qualquer coisa que eu conheça. Consegue usar o talento de fada para línguas? –Artemis pergunta a Holly, que se adianta olhado às escrituras.
-Não. Minha magia não funciona com essa língua. –Holly diz desapontada, o que menos precisavam era de entrave.
-Tudo bem, façamos do jeito mais difícil. –Artemis diz pegando seu computador. –Podem montar a barraca enquanto escaneio as escrituras? O computador e eu demoraremos algumas horas para decifrar a língua com tão poucos caracteres disponíveis.
-Decifrar? Você pode fazer isso? –Morgana pergunta surpresa, ao que Artemis responde com um sorriso superior.
-Vamos montar a barraca. –Holly chama Morgana, deixando que Artemis brincasse com seu aparelho divino.
*****************************************************************
-Ei, onde você estava? –Percy diz ao encontrar Annabeth no corredor, saindo da biblioteca do castelo.
-Você bebeu? –Annabeth pergunta incrédula, porém a voz embolada de Percy denunciava aquele deslize.
-O rei me convidou pra um cálice de vinho em comemoração a paz entre os reinos! –Responde com um sorriso vitorioso.
-E você como um grande estúpido resolveu se embebedar com o rei?! –Annabeth estava completamente descrente, não era uma situação que um dia poderia prever.
-Eu não estou bêbado! Mas como sou um bom sujeito, não só te perdoo por gritar comigo, como até te dou um beijinho… -Percy diz primeiro indignado, mas logo voltando a sorrir e se aproximando dela, tentando abraçá-la, mas a filha de Atena o afasta com força.
-Vai agora tomar um banho frio. Vem! –Ordena inflexível, vendo, surpreendentemente, ele sorrir malicioso.
-Só se vier comigo! –Diz “charmoso”, se deixando puxar por ela.
-Aposte suas dracmas nisso. –Retruca indecifrável.
*****************************************************************
-Vai acordá-lo. –Hermione diz ao entrar no quarto deles, onde vê Harry deitado ao lado de Alan, acariciando-lhe os cachos loiros.
-Ele tem um sono de pedra. –Harry sussurra sorrindo para a namorada e gesticulando para que ela se juntasse a ele.
-Parece um anjinho de presépio gigante. –Brinca abraçado Harry por trás, a mão segurando a mãozinha de Alan. Harry ri e ela o beija, querendo evitar que o menino acordasse com o barulho.
-Consegue nos imaginar com um desses algum dia? Em tamanho menor, claro. –Pergunta acariciando o rosto da morena suavemente.
-Sinceramente, ainda não. Estamos só começando e, tem sido ótimo, mas não sei se é o suficiente para devaneios, planos, ou mesmo aquelas três palavrinhas. –Responde retribuindo o carinho, esperando que ele não se magoasse com suas palavras.
-Eu sei, mas é tão fácil imaginar uma vida junto a você, parece tão tranquila, completa. –Havia muita calma na voz de Harry, demonstrando que estava bem com toda a instabilidade do que viviam.
-Mas uma vida satisfatória não pode ser tão tranquila assim, precisa ter um pouquinho de agito. –Harry sorri malicioso ao ouvir aquilo, ao que Hermione cobre sua boca com um dedo.
Um olhar para o lado e Harry mira Alan dormindo sereno, entendendo o que Hermione indicara. Com um suspiro de ambos, ela sai de cima de Harry e vai se deitar do outro lado do bebê, segurando a mão de Harry sobre a barriga de Alan.
“Durma” –Hermione diz apenas movendo os lábios.
“Só posso prometer tentar”. –Harry responde do mesmo modo, os olhos verdes mostrando que terminariam a “conversa anterior” mais tarde.
*****************************************************************
O despertar primeiro ocorre tranquilo, porém o corpo dolorido e a sensação quente e febril fazem Legolas se sentar alerta, procurando por sua arma na cintura e olhando para os lados, dando-se conta de estar no estábulo/enfermaria com outros tantos feridos. Lembrou-se da jovem gentil e do homem que se transformava em animais, o que lhe provocou certo alívio.
-Está em segurança, não tem o que temer. –A voz doce e musical fora tão familiar que seus olhos umedeceram e, ao erguê-los, sua visão chegou a embaçar, porém as lágrimas rolaram demonstrando a sensação de volta ao lar e a postura logo recuperada lhe fortaleceu a posição de elfo guerreiro. –Me chamo Arya.
-Me chamo Legolas. É um grande prazer encontrar uma igual neste mundo tão hostil. –Diz se erguendo e fazendo uma mesura tipicamente élfica, a qual fora igualmente retribuída por Arya.
-Para nós até que não tem sido tão hostil, então anime-se, pois encontrou quem poderá chamar de amigos. Agora, me diga, ainda sente dor? –Pergunta gentil.
-Um pouco, mas nada que eu não possa curar com o tempo. –Responde ostentando um grande sorriso.
-Não precisa esperar, se está em condições de andar um pouco, venha comigo e lhe levarei a Hermione. Ela pediu como poder ao Deus que nos trouxe, a capacidade de curar. –Aquela informação o pegou de surpresa, a qual não se preocupou em disfarçar.
-Eu posso andar. –Responde e Arya indica que a siga. –Mas surpreende-me que alguém tenha pedido como poder algo que não possa ser usado para atacar ou se defender. Creio que seja necessário um espírito verdadeiramente iluminado para pensar tanto nos outros em detrimento de si mesma.
-Hermione é uma jovem humana extremamente valorosa, mas não a subestime, pois sua bondade não deve ser confundida com ingenuidade. É uma jovem sábia e com grande capacidade de compreensão e aprendizado, uma bruxa de grande potencial por si só. Ainda tem muito que evoluir, mas poucas vezes em meu século de vida tive a oportunidade de conhecer alguém tão admirável e de tanto potencial.
-Do jeito que fala, parece que discorre sobre uma rainha. –Observa com um sorriso satisfeito.
-Se o mundo dela fosse como o meu, certamente ela o seria. No entanto o mundo do qual ela e Harry vieram é muito diferente, e, segundo o que eles nos falaram, é como se fosse o futuro quinhentos anos a frente do meu.
-Parece-me fascinante! Fico ansioso para ouvir mais sobre ele.
*****************************************************************
Arya fora chamar Hermione e Harry no quarto, voltando com Alan nos braços e os jovens ao seu lado. Legolas esperava com Thalia e o Rei Albren em uma sala confortável, tendo os homens levantado com a aproximação do grupo.
-Onde estão os outros? –Harry pergunta estranhando que apenas Thalia estivesse ali.
-Percy e Annabeth se recolheram, já Eragon, Grier e Heracles estão ajudando os homens na forja, algo sobre ensiná-los a fazer armas melhores. –Thalia responde sem muito interesse.
-Legolas, este pequeno é Alan. Sua mãe foi do grupo de Thalia e, por ter má índole expulsa e por coincidência morta por nós ao defender um povoado, e ao ser decapitada deu origem a Pegasus, um cavalo alado, e Alan, um gigante. Os quais acolhemos e decidimos cuidar. –Arya explica deixando que o elfo visse o pequeno adormecido.
-É um belo bebê, que certamente está em melhores mãos do que se estivesse com a mãe. –Diz tocando a testa do pequeno de modo simbólico, lhe concedendo uma benção élfica de boa sorte.
-Quanto a isso não a dúvidas, visto que Harry e Eragon são certamente os pais mais orgulhosos e atenciosos que uma criança poderia ter. –Hermione diz se adiantando até o elfo. –Agora, permita-me terminar meu trabalho. –Pede gentilmente oferecendo a mão a Legolas, que um pouco hesitante cobre com a sua.
Do mesmo modo que ocorrera quando curara Arya, sua magia foi rapidamente sugada e a cura perceptível a olhos nus, os efeitos imediatos assombrando os presentes, principalmente a Albren.
-Magnífico! –Legolas diz olhando para suas mãos e depois tocando as costelas e a caixa torácica, que antes possuíam múltiplas fraturas e agora encontravam-se como novas. –Quando o sol nasceu pensei que seria meu último alvorecer e agora sinto-me tão bem quanto no dia em que cheguei a este mundo. –A declaração ocorre enquanto Legolas se ajoelha diante de Hermione, tomando sua  mão e depois beijando com reverência. –Devo-te minha vida.
-Não. Eu podia curar e o fiz, do mesmo modo que Grier poderia trazê-lo a mim e o fez, não houve qualquer sacrifício de nossa parte. –Hermione diz puxando-o de leve para que ele levantasse.
-O convidei para se juntar ao meu grupo, precisamos de um mago e temos dois desfalques. Creio que entendam. –Thalia diz de forma sensata, não querendo causar qualquer tipo de confusão entre grupos.
-Fizeram o certo. –Harry diz tranquilamente. –É de fato o mais justo.
-No mais, ainda caminharemos juntos um bom tempo. –Arya concorda indo se sentar, ato seguido pelos outros.
-É assustador que haja grupos de princípios tão distintos! –Legolas exclama ponderativo. –Um nos embosca, outro me cura e outro me acolhe, além de formarem uma aliança sincera, sem qualquer disputa de brios ou tentativa de vantagem.
-Qual a cor do uniforme e símbolo do grupo que o atacou? –Albren pergunta seriamente.
-Uniforme negro, o símbolo parecia um cristal de gelo. O líder era Sauron, um inimigo de meu mundo, os demais não conheço. –Responde sem conseguir esconder o rancor, tão incompatível na voz suave.
-Foi o mesmo grupo que já havia lutado com Heracles, Jadis e Medusa. Esse Sauron é um cavaleiro que possui um dragão, certo? –Thalia pergunta em tom prático.
-Exato, mas ele não é simplesmente um cavaleiro, em verdade ele sequer tem corpo, deve ser um espectro maligno sustentado por uma magia indigna forjada por traição, morte e espíritos de assassinos e corruptos como os reis espectrais. –A resposta surpreendeu a todos, por isso Legolas se dispôs a falar de seu mundo e a maior ameaça que enfrentavam: Sauron.
*****************************************************************
N/A: Olá! Aproveitando meu repouso forçado para escrever, enquanto espero o livro de biologia chegar para começar um trabalho. Aliás, alguém aí conhece algum bom fisioterapeuta ou ortopedista que indique algo para alguém que há quase dois meses está com o pé torcido e sente dor ao andar por um tempinho, mesmo usando bota imobilizadora?
N/A²: Capítulo pra ver como o “grupo 13” humilha e ainda nem estavam com Legolas! Alguém ta sentindo cheiro de ciúme no ar? Quem me dá palpites para o que tem dentro do templo em que parte do grupo 2 está?
Punkeeslaw Potter: As provas estão aumentando em nível de dificuldade para todos os grupos, ou você acha que se não fosse os dois grupos estarem juntos, teria sido essa moleza toda vencer uma guerra? Artemis é um cavalheiro apesar do jeitão anti-herói, e sem dúvidas ele foi ajudar a Morgana para aprender mais sobre magia e ver como nasce um feitiço. A prova de por a bandeira é muito difícil mesmo, mas o grupo verde tinha magos e o Pan voava. O importante para a pontuação não é quem realiza e sim o quão rápido e eficiente a prova é realizada. Arya põe muita moral não só pela idade, mas pela própria aura de poder e a seriedade que ela transmite.
Hahahaha você adivinhou que era o Pan! Mas não acredito que você realmente pensou que um plano de Sauron e Moriarty daria errado! Hermione é praticamente uma santa, quase sendo promovida a Deusa pelo pessoal daquele mundo, né? Mas o Moriarty já não é mais velhote, ele ta com uns trinta lembra? E sim, o Moriarty é foda, não o subestimem! Opa! Calma aí, não vamos antecipar as coisas, ninguém garante que Groar dará de cara com o grupo 13. Curtiu os personagens novos e, realmente foi triste que eles já tivessem que ir, mas sem dúvida o modo “cruel” como se deu se deve ao grupo responsável pelo massacre e não por mim, que inclusive sempre gostei muito do Aragorn, Robin e Pan!
Então pra você o lance do Legolas é deixar a cabeça do Harry ou do Eragon coçando é? Bom sem dúvidas um elfo é uma presença masculina forte, ainda mais sendo como o Legolas rsrsrs. Mas como a Thalia deu a entender que já conheciam o grupo, Legolas apenas se dedicou a falar mais de quem ele realmente conhece que é o Sauron.
Se eu fosse como você e lesse primeiro o útimo capítulo e depois o livro do início, não leria vários livros bons! Aliás, mesmo que HP 7 seja um lixo, a teoria se aplica ou você teve coragem de ler aquilo depois de ler o epílogo?
Morais.: Obrigada pelos elogios, espero que continue gostando. Mas uma dúvida, acha que eu estou subestimando Sauron na fic ou que ele foi subestimado nos livros? Se é comigo, o que acha que eu deveria fazer em relação a isso?
Swdezerbelles: O que o Artemis fez dessa vez?! Não, é o Siegfried da mitologia nórdica. Qual o problema com o Robin? Huahuahua acho que eles estão concorrendo a personagens mais odiados das minhas fics! Nem sabia dessa sua paixonite pelo Pan! Mas deixa lá vai, o grupo 2 ta querendo vencer e estão usando as táticas que melhor se encaixam. Gostou da reação do trio desavisado? O Legolas está mais que bem, o sofrimento dele valeu a pena. Quanto a isso do endereço, não sei não, acho que não rola hauhauhauhauhaua. Ainda não sei se o grupo 2 vai ter esse final triste todo ou mesmo um embate com o grupo 1, vamos ver.
luiza potter: O grupo 2 é pra tocar o terror mesmo, inclusive nos outros grupos.  Eu não sabia que iria encontrar tantas fãs do Pan por aqui, se soubesse teria usado outro personagem, só tinha achado que ficaria divertido.
riraito: O grupo 2 é o único que anda por aí cultivando inimigos, acho que o padrão normal é indiferença. A não ser os grupos 1 e 3 que formaram um grande agregado. Então por isso tudo acho que não rolaria de serem inimigos, até porque os elfos se respeitam muito.
may33: Que bom que gostou tanto, vou tentar fazer umas coisas legais de vez em quando. Hahaha pois é, muito ciúme da Holly e bem visível nesse capítulo! No final das contas eles encontrariam um jeito, como poderá ser visto depois. O anel nem significa mais tanto assim, o nome dela já ta correndo por aí e isso já bastará. E sim, nessa fic até os mais bonzinhos podem morrer, pode ser que vilões vençam, nada está garantido! O Legolas está nessa fic para balançar não só os corações das leitoras Muahahaha. Eu também penso em cenas mais cinematográficas as vezes, principalmente em batalhas. Você tem que aparecer no MSN pra conversar comigo e a Pam! Sentimos falta de você nas nossas conversas!
pâm potter.: Já está em que capítulo nessa fic ou deu prioridade para SC?
AVISO: Nada de manifestações, greves ou protestos! Até porque eu nem tenho tanto tempo pra ficar escrevendo, se fosse meu trabalho tava tranquilo, mas como não é, paciência!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2021
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.