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8. CAPÍTULO OITO


Fic: Risco Total


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando Gina abriu a porta da sala de reunião dos SEALs às cinco horas da manhã seguinte, ficou surpresa ao ver Harry lá, juntamente com os três homens que ela conhecera no dia anterior. Eles estavam cobertos de lama, da cabeça aos pés, e pareciam felizes.


Felizes até que a viram, então o humor mudou.


— Desculpem, eu devia ter batido — disse ela.


— Olá, srta. Weasley — o homem que se apresentara como Neville murmurou e aproximou-se para ajudá-la com o equipamento.


— Obrigada. E, por favor, rapazes, me chamem de Gina, certo?


Todos assentiram. No canto da sala, apoiado sobre a mesa, Harry a observava. Ele segurava uma garrafa de bebida energizante, e estava com a camisa aberta. O torso tinha marcas de lama, mas foi a bandagem envolvendo as costelas que a fez olhar de novo.


— Ele arranhou algumas costelas, e ficou reclamando durante toda a corrida matinal — contou Rony, e desviou a tempo da garrafa que voara para atingi-lo.


Harry ainda não tinha dito uma palavra.


— Então, Gina, o que devemos fazer exatamente? — perguntou Rony.


— Vocês devem seguir sua rotina normal. Mas eu gostaria de começar com as entrevistas. — Gina registrou o horror nos rostos dos quatro homens e suspirou.


— Entrevista, não pelotão de fuzilamento.


— É a mesma coisa — murmurou Neville.


— Estou fora — declarou Simas.


Harry continuava olhando-a, e Gina começou a entrar em pânico.


As entrevistas seriam os momentos mais cruciais. Intercaladas com ações violentas e os homens falando sobre suas experiências, por que faziam aquilo e como se sentiam, transformaria o vídeo num sucesso.


Finalmente, Harry falou:


— O primeiro a dar entrevista será quem fez o pior tempo da corrida de hoje. E, uma vez que não fui eu, vou tomar um banho.


Ele sorriu, passou por ela e abriu a porta. Então parou, e deu um passo atrás para deixar Luna entrar.


Os SEALs encararam Luna, exceto Harry, que meramente a fitou, antes de voltar o olhar para Gina, o que a deixou gratificada. Entretanto, não podia culpar nenhum deles.


Sua amiga usava jeans desbotado e blusa justa. Os cabelos longos estavam soltos, e brincos de prata balançavam nas orelhas, combinando com as pulseiras no pulso. A presença dela poderia estimular os rapazes a se abrirem mais. E isso caía como uma luva para os propósitos, de Gina.


— Sei que você está me alcovitando — disse Luna quando as duas estavam arrumando o equipamento sobre a mesa em que trabalhariam.


— Algum problema? — perguntou Gina.


— Não, contanto que isso nos leve para a África. Mas não sei por que você precisa de mim. Está no controle aqui.


— Bem que eu gostaria.


— Pelo menos está no controle de um deles, porque Harry não podia tirar os olhos de você.


— Não é interesse, é desconfiança.


— Quem é aquele? — Luna quis saber quando um outro homem bonito e forte entrou pela porta e foi alvo da atenção de todos sem dizer uma única palavra.


— Deve ser o evasivo Oficial Comandante — sussurrou Gina.


— O homem tem uma aura que eu gostaria de entender.


— Não ouse usar suas cartas de tarô — avisou Gina, enquanto tentava espiar a reunião dos homens. — E o seu trabalho é mantê-los ocupados, enquanto faço as entrevistas.


Ouvir aqueles homens falando não faria o filme, mas lhe daria um insight de como se aproximar para filmá-los. Precisava lhes dar uma razão para que não fugissem dela, o que fariam facilmente se quisessem. Entre as entrevistas e os relatórios psicológicos dos homens que Tonks prometera lhe arranjar, Gina estaria preparada para qualquer coisa.


Sentado à mesa diante de Gina, o subtenente Rony Brandt se movimentava na cadeira, visivelmente desconfortável. Era um homem bonito, ruivo de olhos azuis.


— Há quanto tempo está na Marinha? — perguntou ela.


— Você não vai me mostrar na versão final, certo? — disse ele quando Gina se levantou ao lado da câmera para ligá-la.


— Sim, mas até mesmo sua voz será mudada.


— Mas não nesta fita.


— Correto. Preciso fazer isso na sala de edição — explicou ela, mas ele estava meneando a cabeça, se levantando e afastando-se. — Aonde você vai?


— Não sei. Isso significa que haverá uma cópia real rodando por aí...


— Não vou deixá-la por aí. E não vou lhe pedir que revele segredos do governo — brincou ela.


— Isso seria mais fácil.


Gina desligou a câmera.


— Que tal se começarmos apenas gravando a sua voz?


— Sem imagens?


— Isso. Apenas um gravador.


— E sem nomes?


Gina perguntou-se se todos eles eram tão paranóicos, e calculou que naquela profissão, a cautela era a maneira mais segura de sobreviver.


— De que vai adiantar uma voz para seu vídeo? — perguntou Rony, ainda desconfiado, mas tinha voltado para a mesa.


— Posso usar a voz durante uma das seqüências de ação — sugeriu ela. — Por exemplo, se eu tivesse filmado a corrida da manhã, poderia narrar a parte onde Harry ganhou de você em tempo.


Rony se sentou.


— Aquilo foi pura sorte.


Gina reprimiu um sorriso e esperou que tivesse fita o bastante, porque imaginou que calar Rony não seria fácil.


Harry tinha tomado banho e ido ao médico, onde fora liberado para treinar no dia seguinte. Quando voltou à sala de reuniões, descobriu Rony saindo da entrevista com Gina e entrando na sala onde estavam os outros.


Por enquanto, eles a tinham colocado no escritório de Rev, porque ele era o menos desorganizado do grupo e havia menos coisas para arrumar. Mas Harry ficara fora por uma hora.


— O que está acontecendo aqui? — perguntou ele.


— Ela é competente — respondeu Rony.


— Eu avisei que ela tentaria nos pegar desprevenidos.


— Parece que ela já pegou você e Harry. — Rev bateu no braço de Rony.


— Ela não me pegou — replicou Harry, então, voltou-se para Rony: — E ela apelou para o seu ego.


Rony murmurou alguns resmungos, mas Harry o ignorou.


— Não quero que isso interfira com o treinamento. Façam o que precisam fazer, digam o que quiserem. Nós teremos de aprovar o vídeo antes da edição.


— Verdade? Quando isso foi decidido? — perguntou Rev.


— Simplesmente foi decidido — replicou Harry.


— É bom mesmo que seja assim, porque você é o próximo — declarou Simas.


— Posso saber por quê?


— Porque você fez o segundo pior tempo na corrida — Rony o relembrou. — E isso porque tive pena de suas costelas machucadas.


— Sim, certo. — Suas costelas doíam, e tinha a impressão de que sua cabeça também doeria, assim que passasse por aquela porta, onde Gina esperava. Gina, naquele jeans justo e blusa preta de decote "V", que mostravam as curvas suaves.


Gina, que ele levara para cama, e agora era estritamente proibida.


Perguntou-se quando perdera o controle das próprias emoções, e soube que estava encrencado.


A sala de Neville ficou menor, mais íntima e muito mais quente quando Harry entrou, e Gina não sabia bem como cumprimentar Harry.


Decidiu ser profissional, uma vez que ele meramente fechou a porta e ficou parado ali, olhando para o gravador e a câmera, com a luz vermelha acesa sobre um tripé no canto.


— Por favor, sente-se. — Ela indicou o outro lado da mesa, e quando ele se sentou, Gina continuou. — Não deve demorar...


— Ouça, sei o que você vai tentar fazer — interrompeu Harry e inclinou-se sobre a mesa, de modo que eles ficaram muito perto. — Vai sorrir, me deixar à vontade, talvez até me contar uma história sua para me fazer relaxar e falar.


Gina recostou-se, cruzou os braços e deu-lhe um pequeno sorriso.


— E isso não vai funcionar com você, certo?


— Não, não vai.


— Porque já foi interrogado por pessoas muito maiores e melhores do que eu.


— Exatamente.


— Ninguém pode quebrar suas barreiras.


— Ninguém nunca conseguiu até hoje.


— Eu adoraria saber como fazer isso — disse ela. — Sempre acabo revelando coisas muito facilmente.


— Eu notei.


— Se eu sinto alguma coisa, não consigo esconder. Adoraria conseguir.


— Pare de demonstrar as emoções.


— Você demonstra emoções quando está surfando.


— Não há nada que preciso conter quando estou surfando.


— Porque você ama o esporte.


Ele suspirou, olhou ao redor da sala.


— Sim.


— Mas ama seu trabalho também, certo?


— Isso é diferente.


— Porque você não é entusiasmado com o seu trabalho?


— Errado. Eu não... Espere um minuto. — Ele se levantou. — Sei o que você está fazendo.


— Eu estava pedindo a sua ajuda — murmurou ela, inocentemente demais para ser acreditada. — Você já conhece meu temperamento, sabe como fico quando trabalho. Mas, se o que diz é verdade, e emoções não podem ser contidas quando você se sente apaixonado por alguma coisa. Então, você não deve ter sentimentos muito fortes em relação ao seu trabalho como um SEAL.


Harry estreitou os olhos.


— Você estudou um pouco de psicologia, certo?


— Achei que não faria mal.


— Faz mal, acredite em mim. — Ele andou um pouco, e voltou a se sentar. Quando falou de novo foi diretamente no microfone do pequeno gravador em cima da mesa. — Alistei-me na Marinha para servir o meu país. Acabamos aqui?


Gina ignorou a pergunta.


— Diga-me, como você lida com o perigo no seu trabalho?


— Gina, viver é perigoso. Ela riu.


— A maioria das pessoas discordaria disso.


— A maioria das pessoas não perde tempo para olhar as coisas da maneira que eu olho — disse ele.


— Bem, aí está sua chance de dizer a elas, portanto, isso não deveria ser um problema.


— Tenho um problema. Não quero que crianças assistam ao seu vídeo e pensem se esse trabalho é descarga de adrenalina.


—Não é um vídeo de recrutamento. E você parece ter problemas com a parte da adrenalina. Harry suspirou.


— Vídeos como este sempre abrangem recrutamento, mesmo que esse não seja o propósito. Se eu estivesse nesse emprego somente pela adrenalina, já teria largado há muito tempo atrás.


— Por que não acredito nisso? — questionou ela. — Você é viciado em adrenalina. Só pode ser.


Harry deu um pequeno sorriso. Por alguns segundos, considerou. Então, se levantou, andou até a câmera e desligou-a. Quando começou a falar, a voz era baixa, e rouca, lembrando-a daquela noite, na qual sussurrara em seu ouvido, fazendo-a tremer inteira.


— Surfe, meu trabalho, sexo... são todos feitos do mesmo elemento. Todos trazem a mesma reação física básica. Seu peito se comprime, a pele se torna sensível, tudo fica mais brilhante...


— Mais focado — murmurou ela, porque entendia.


— Aguçados. As coisas se movem com maior rapidez, e você não tem tempo nem de respirar. E não precisa. Seu corpo se move em completo instinto animal.


Em algum momento, durante a explicação de Harry, a respiração de Gina tinha se tornado irregular. Em algum momento, ela se levantara, porque ele também estava em pé, a seu lado. Perigosamente perto.


— Qual foi a coisa mais perigosa que você já fez? — perguntou ela, tentando permanecer no controle.


Ele esfregou o queixo.


— Muitas coisas.


— Escolha uma.


Harry puxou a camiseta caqui de dentro da calça e expôs o peito. A bandagem não estava mais ali, e ela viu os ferimentos na lateral do corpo másculo.


— Por que você não escolhe? — sugeriu ele, e Gina deixou os olhos vagarem pelas várias cicatrizes no peito e no abdome. Cicatrizes que notara naquela noite, e que achara que fossem distintivos de honra de dias de surfe radical.


Ela estendeu o dedo e traçou uma cicatriz que ia da cintura até o alto do peito.


— Esta.


— Piratas me pegaram no navio deles na costa da Indonésia.


— Como você se livrou?


— Explodindo o navio, pulando no mar com o refém que eu estava salvando. Nadamos até que outro navio nos apanhou. Ainda bem, porque os tubarões estavam começando a rondar.


Gina arregalou os olhos, e ele sorriu, abaixou a camiseta, mas não se afastou. Pelo contrário, parecia estar até mais perto.


— Você não teve medo? — perguntou ela.


— Toda vez que saio em uma missão, existe a chance de eu não voltar. É uma escolha que faço sempre.


— Escolhe o perigo.


— Seu trabalho é tão perigoso quanto o meu — disse ele. — Ou pode ser, se você não tiver medo de fazê-lo corretamente.


Ela não se incomodou em analisar por que as palavras a feriam, pois sabia.


— Ainda acho que seu trabalho é bem mais perigoso do que o meu.


— Nós todos corremos riscos. E todos os riscos contam. Viver, realmente viver, e fazer alguma coisa que você ama, o faz correr riscos. E sempre uma aposta, e é assim que deve ser.


— Prefiro ficar atrás da câmera e filmar outras pessoas correndo riscos.


— Porque você tem medo.


— Porque este é o meu trabalho — replicou Gina, e perguntou-se como o jogo de súbito virará para ela.


— Qual foi a coisa mais perigosa que você já fez? — indagou Harry.


Ficar assim tão perto de você. Apesar de não ter dito aquilo em voz alta, Harry sorriu como se tivesse lido sua mente.


— O perigo a assusta? — continuou ele. Gina apenas assentiu, a boca seca e o coração disparado. — Faz parte.


— Do quê?


— Disso. — Ele gesticulou entre os corpos de ambos e se aproximou mais. — O perigo é o que torna tudo tão bom, Gina. O que nos excita. — Dedos longos brincaram com o lóbulo dela, enquanto Gina tentava não tremer.


Sem sucesso.


— É isso que faz você me querer tanto — sussurrou ele, deslizando o dedo pela lateral do pescoço dela, brincando com a gola da blusa, antes de alcançar-lhe um dos seios e roçar-lhe o mamilo. Gina ouviu o próprio gemido e soube que estava perdida.


Harry lambeu-lhe o lábio inferior devagar enquanto apertava-lhe o mamilo entre o polegar e o indicador, um movimento que a fez gemer.


Com a mão livre, ele a puxou para mais perto. E não tentou esconder a excitação quando sussurrou:


— O perigo faz esquecer todo o resto. E você pode me avaliar — disse ele. Então, enfiou a mão por dentro da blusa dela, desabotoou o primeiro botão e sorriu. Quando removeu a mão, estava segurando uma pequena câmera escondida, ligada ao microfone que Gina vinha usando durante toda a manhã. — Mas terá de fazer isso do jeito antiquado... escrevendo.


Gina abriu os olhos quando Harry se afastou.


— A propósito, também estudei um pouco de psicologia. — Ele levou a câmera e saiu da sala sem olhar para trás.


Harry saiu pela porta dos fundos porque não queria encarar seus companheiros agora. Não depois que quase deitara sobre a mesa de Rev. Aquele certamente não era o tipo de cooperação que Remo esperava.


Não deveria ter tocado em Gina. E especialmente não na base.


Remo queria que a sobrinha tivesse sucesso, enquanto sua tropa queria exatamente o oposto.


E ele? O que queria?


Estava correndo perigo. Gina podia muito bem contar ao tio sobre o filme confiscado no Havaí, mas algo lhe dizia que ela não trabalhava assim. Era muito teimosa para não tentar por si mesma.


No dia seguinte, lidaria com tudo aquilo.


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