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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

12. Amigos e namorados


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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AVISO: Como algumas partes terão grandes spoilers dos livros originais dos personagens, decidi marcá-las de vermelho, assim basta quem não quiser os spoilers não ler as partes marcadas. Isso não prejudicará o entendimento do restante do texto!


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Heracles e Grier haviam ido patrulhar com os unicórnios machos, as garotas estavam cuidando de Alan no andar de cima e Harry e Eragon na cozinha preparando o jantar. Percy, que havia ido começar um treinamento básico com Pegasus, voltara e fora para a cozinha, atraído pelo cheiro dos temperos.


-Uau, esse cheiro está muito bom! –Diz ao chegar à cozinha, o tom fazendo os rapazes rirem. –Querem ajuda? –Se oferece com planos de acelerar ao máximo o jantar para poder comer logo.


-Claro! O que sabe fazer? –Harry, que tinha o posto de chefe da cozinha, pergunta.


-Descascar, cortar e lavar a louça. –Diz assumindo não ser nenhum mestre-cuca.


-Ótimo! Pode descascar os legumes, nós estamos fazendo o molho da massa e o da carne. –Eragon instrui e Percy vai lavar a mão para começar o trabalho.


-Você estava com as garotas? –Harry pergunta concentrado no que fazia.


-Não, estava lá fora com Pegasus. Acho que elas estão fofocando lá em cima. –Percy responde com bom humor.


-Todas têm bastante em comum. –Eragon diz já tendo aprendido a achar todas as semelhanças algo bem normal.


-Não sei como vocês não acham isso estranho. –Percy diz desconfortável.


-Hermione tem suas teorias, mas não compartilha muito. De todo jeito, é bom ter alguém que nos entenda. –Harry diz e então para para olhar Percy. –Veja bem, Eragon e eu temos vidas muito parecidas e, pelo que foi contado por alto, acho que você também.


-Fala da coisa de termos que matar um grande vilão? –Percy pergunta confuso, vendo Eragon e Harry trocarem um olhar cúmplice.


-Não. Eu vou contar mais ou menos minha história e você vai entender. –Harry diz e faz uma pausa para pegar uma panela antes de começar. –Eu ainda não havia nascido quando uma profecia foi feita, apontando para o bebê que meus pais teriam. Ela fez meus pais se esconderem e o fiel do segredo, o único que poderia dizer onde estavam, traiu a amizade de anos de meu pai e nos entregou para Voldemort. Eu tinha um ano, meus pais não estavam esperando por nada como aquilo, foi muito rápido, ele invadiu a casa, matou meu pai enquanto minha mãe tentava fugir, depois minha mãe se sacrificou por mim e então quando ele tentou me matar, a proteção do sacrifício de minha mãe rebateu o feitiço que o fez desaparecer e me deu essa cicatriz. –Diz apontando para o raio na testa, deixando que Percy visse. –A marca do único que já sobrevivera à maldição da morte, que me sagrou herói do mundo bruxo. Fui levado para a irmã de minha mãe, trouxa, casada e com um filho pouco maior que eu. Eles sempre me odiaram e me trataram como lixo.


“Aos onze anos chegaram cartas para mim, mas meu tio me impedia de lê-las, a ponto de me levar para um lugar deserto. Então o guarda-caça da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e antigo amigo de meus pais, me levou a carta e, após eu ler o convite para me juntar à escola, me levou até onde eu poderia comprar os materiais e então entrar no Mundo Bruxo, saber exatamente o lugar de onde vim, de onde meus pais eram, de toda a verdade sobre serem heróis e grandes bruxos e não vagabundos como minha tia dizia por pura inveja.


Já no trem conheci Rony e Hermione, que se tornariam meus melhores amigos e companheiros de aventuras e lutas. No primeiro ano descobrimos que Voldemort não havia morrido, era um espectro, um espírito sem corpo, mas vivo. Enfrentamos ele e vencemos, mas era apenas nosso primeiro embate, Voldemort ainda estava muito enfraquecido.  No terceiro ano o culpado oficial por entregar meus pais fugiu da prisão, passamos a maior parte do ano receando que ele viesse atrás de mim e, ele veio, porém provou ser inocente e apontou o verdadeiro culpado, que estava disfarçado todos esses anos na forma de rato e pertencia a Rony. Houve uma grande confusão e no final ambos fugiram, mas eu sabia que meu padrinho era inocente e poderia vir a ser um pai pra mim, era minha esperança de uma vez na vida ter uma família.


No quarto ano Voldemort ainda espectro recebeu a ajuda de Rabicho, o traidor maldito, e outro comensal que havia fugido da prisão. Eles armaram uma armadilha pra mim, me fizeram participar de um torneio mortal e, quando eu o venci, fui transportado para uma armadilha, um ritual negro para recuperar o corpo de Voldemort. Acabei conseguindo fugir antes que ele, já reconstituído, me matasse.


Avisei a todos sobre o que havia acontecido, mas poucos acreditaram em mim, então o governo me perseguiu, me difamou, me humilhou e àqueles que me apoiavam também. No fim do ano Voldemort me atraiu para uma armadilha, Hermione tentou me alertar, mas fui impulsivo e meu padrinho foi assassinado. Então a profecia me foi revelada:


Aquele com o poder de vencer o Lord Negro se aproxima... Nascido daqueles que por três vezes o desafiaram, nascido ao fim do sétimo mês... E o Lorde Negro vai marcá-lo como seu igual, mas ele terá um poder desconhecido pelo Lord Negro... E um deve morrer pelas mãos do outro porquanto nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver... Aquele com o poder de vencer o Lord Negro se aproxima... Nascido daqueles que por três vezes o desafiaram, nascido ao fim do sétimo mês...


Isso já faz uns meses, Voldemort não sabe de toda a profecia, as outras pessoas também não, mas todos sabem que há uma profecia nos conectando e me chamam de O Escolhido. Se eu não matar Voldemort, o país perderá a guerra e logo depois o mundo, a humanidade entrará em colapso, tudo que conhecemos poderá não mais existir.” –Harry termina em tom fatídico, reconhecendo o peso em suas costas, mas sem renegá-lo.


-Eu tive um pouco mais de sorte que Harry. –Eragon emenda logo depois. –Minha mãe apareceu grávida na casa do meu tio, teve o bebê e disse que seu nome seria Eragon, então foi embora sem dizer para onde ou o nome de meu pai.


“Fui criado pelos meus tios como se fosse filho deles, tratado como a um irmão pelo filho deles, até que um dia me contaram a verdade, porém as coisas não mudaram. Sempre fui tratado com amor e respeito. Então, quando eu tinha dezesseis anos, encontrei uma pedra surgida por magia a minha frente, mais tarde descobri que era um ovo, pois dela nasceu um dragão. Apenas cuidei do bebê e a cada dia me afeiçoava mais a ele, podíamos sentir a mente um do outro e mais tarde nos comunicar, a ponto de descobrir que era uma fêmea a quem nomeei Saphira.


Houve então uma emboscada e mataram meu tio, por sorte meu primo havia partido no dia anterior para outra cidade e não foi ferido. Eu jurei vingança, parti com Saphira e um velho chamado Brom, que disse que me guiaria. Foi Brom que me ensinou sobre espadas, magia, muito do que é ser um cavaleiro, a importância da ligação entre o cavaleiro e seu dragão… me ensinou a ler.


Passamos por diversas cidades e vivemos grandes aventuras, encontramos um jovem filho de Morzan, o mais poderoso vassalo de Galbatorix e o último cavaleiro a ser morto, por Brom, que era um cavaleiro que havia perdido seu dragão. O nome do jovem era Murtagh, que possuía grande habilidade com espadas e era contra o império.


Juntos, resgatamos Arya, uma elfa com quem eu sonhava e que estava presa por um espectro em um lugar de grande segurança. No final, Brom acabou falecendo e não deixou de ser, de certa forma, por culpa de uma irresponsabilidade minha.


Segui com Murtagh e Arya até onde poderia encontrar os Varden, a resistência, onde tivemos um grande embate com o espectro, um dos mais poderosos servos de Galbatorix, e vencemos. Fui oficialmente sagrado herói por todos, que tinham reforçadas suas esperanças de derrotar Galbatorix, já que eu era o único cavaleiro de dragão além dele. No entanto, pouco depois de nossa grande vitória, houve uma armadilha e levaram Murtagh. Acreditávamos que ele estava morto, assim como o líder dos Varden.


Fui então aconselhado a ir para Ellésmera, onde teria minha formação de cavaleiro completa para que pudesse lutar adequadamente com Galbatorix. Lá descobri que Arya era na verdade filha da rainha dos elfos e que havia um terceiro cavaleiro, Oromis e seu dragão Glaedr, porém ambos estavam gravemente feridos e não podiam lutar. Foi Oromis meu professor, pude aprender não só sobre os cavaleiros como também sobre os elfos. Mas o iniciar da guerra impediu que eu terminasse minha formação e exigiu minha presença em batalha, assim fui lutar contra um exército de Galbatorix. Lá tivemos uma batalha difícil, principalmente pelo aparecimento de outro cavaleiro, um aliado de Galbatorix… Murtagh. Lutamos e ao final perdi, tive minha espada, que na verdade pertencera a Morzan e fora tomada por Brom, roubada por Murtagh. Se não fosse pela desistência dele e pela ajuda extra de Roran, meu primo, e seus aliados que continham muito do meu povo, não teríamos sobrevivido.


Foi também aí que soube que era irmão de Murtagh, ele disse que eu era filho de Morzan como ele e isto me perseguiu por muito tempo. Continuei entrando e saindo de batalhas, sempre perseguido pelos fantasmas do passado e a profecia de Ângela sobre meu futuro. Até que voltei a Ellésmera para terminar minha formação, conseguir uma nova espada e acabei descobrindo que Murtagh e eu tínhamos a mesma mãe, mas não o mesmo pai. Brom era meu pai verdadeiro e por isso fora morar no distante povoado em que eu cresci.


Houve então mais uma grande batalha, descobri que Murtagh estava obrigado a lutar por Galbatorix ter descoberto seu verdadeiro nome e o de seu dragão. Nessa batalha, conseguimos uma importante vitoria e uma terrível derrota… Oromis e, por consequência, Glaedr pereceram.” –Eragon terminou em tom melancólico, a dor ainda muito presente em seu peito. Perdera muito e ainda tinha muito a perder.


-Acho que no fim das contas eu tive um pouco mais de sorte. –Percy diz tocado pelos relatos dos outros dois. –Fui criado pela minha mãe, sem saber quem era meu pai. Ela casou com um cara odioso, nojento, não sabia como ela o suportava. Também não sabia como poderia me amar e cuidar de mim com tanto carinho, sendo eu tão problemático, porque além do déficit de atenção e da dislexia, ainda sempre acabava expulso das escolas.


“Então aos doze anos eu fui atacado por uma fúria, depois uma série de coisas aconteceram e minha mãe levou a mim e meu melhor amigo Grover, para o acampamento meio-sangue, onde eu soube que era um semideus e Grover um sátiro. Logo antes de passar pelo portal, um minotauro apareceu e fez minha mãe desaparecer, eu o derrotei e fiquei inconsciente. Depois disso achei que a havia perdido e que passaria a viver como um indigente ali, então meu pai resolveu me assumir uns dias depois e minha vida deu uma reviravolta. Virei o único filho dos três grandes, a profecia que fizera Zeus proibir os três grandes de ter filhos fora direcionada a mim… tudo estava em minhas costas e pra piorar Zeus achava que eu havia roubado seu raio-mestre, eu tinha que provar minha inocência e ainda resgatar minha mãe do Hades. Annabeth, Grover e eu fomos nessa aventura e obtivemos sucesso em tudo, mas sofremos um grande revés com a traição de Luke e sua revolta contra o Olimpo.


A coisa boa foi que minha mãe chutou aquele ogro, começou a estudar e arrumou um emprego melhor. Eu tinha amigos no acampamento, mas vivíamos entrando e saindo de aventuras, a cada ano iam ficando ainda mais perigosas.


Ganhei um irmão ciclope, Tyson, “ressuscitamos” Thalia, encontramos Bianca e Nico… Perdemos Bianca, Beckendorf, tantos outros… E os deuses não podem fazer muito porque tem suas próprias batalhas, os Titãs estão se erguendo, velhos inimigos ressurgindo e Cronos ficando mais forte a cada dia.” –Percy diz sentindo-se atado, sem ver chance de vencer.


-Estamos todos no mesmo barco. -Eragon diz com um sorriso que simbolizava a identificação de um com os outros.


-Um barco furado. –Harry diz com o mesmo sorriso e estendendo a  mão fechada para os outros.


-E a cada vez que nos movimentamos, mais água entra. –Percy completa juntando sua mão as deles.


-Ao menos temos nossas amigas para atenuar nosso tortuoso caminho! –Harry diz com um sorriso maroto.


-Opa, você e Arya… ? –Percy pergunta surpreso, pois não havia suspeitado de nada, mas Eragon nega com um aceno, aproveitando para ir ao fogão levar a carne ao fogo.


-Eragon é apaixonado por ela, mas tomou um fora há quase um ano. Mas Hermione e eu estamos dando uma força a ele. Arya já mudou muito com Eragon, e ele mesmo já está mais seguro no assunto garotas, mas ainda estamos esperando uma boa situação para ele dar o bote! –Harry diz confiante e otimista.


-Podem contar comigo e Annabeth, vamos querer ajudar. –Percy apoia e recebe um sorriso agradecido de Eragon.


-Obrigado pelo apoio, mas não acredito tanto assim que dará certo. Arya é uma elfa e muito mais velha que eu, também já teve seu grande amor. –Eragon diz conformado.


-Besteira! Faolin se foi na época em que você achou o ovo de Saphira, já faz quase dois anos ou mais. –Harry diz dando uma “sacudida” em Eragon.


-Além disso, pensa no que acabamos de falar! Nós tivemos vidas duras, fomos lançados ainda muito jovens no olho do furacão, jogaram o mundo nas nossas costas sem perguntar nada e quiseram que resolvêssemos o problema! Entramos e saímos de centenas de batalhas, enfrentamos inimigos humanos, monstros, espíritos, lutamos com espadas e magia, demos nosso sangue e perdemos pessoas que amávamos! Não podemos fugir de garotas! Que tipo de homens seriamos se saíssemos correndo e nos escondendo debaixo da mesa quando nos apaixonamos? –Percy discursa com firmeza. –Tudo bem que elas são lindas, inteligentes e, mesmo que ninguém saiba, podem chutar nossos traseiros quando quiserem, mas ainda sim somos caras de fibra e podemos lutar por nossa felicidade com a mesma garra que lutamos pelo resto do mundo.


-Isso aí! Concordo com tudo, principalmente com o final. Hermione sabe mais feitiços, tem muito mais técnica e tática, conhece bem os adversários com pouco tempo de batalha, certamente posso perder feio pra ela. –Harry diz rindo.


-Arya então, deve estar cansada de me surrar. –Eragon diz rindo. –Talvez por isso sejamos tão caídos por elas, enquanto temos que ser fortes para o resto do mundo, podemos ser só caras frágeis e inseguros com elas. –Admite analisando toda aquela conversa.


-Ninguém pode ser forte o tempo todo. Até o filho o deus dos mares precisa de um porto seguro! –Percy concorda levando sua vasilha cheia de legumes para a pia.


-Então terminemos esse jantar para nossas amadas, torcendo para que nosso amigo aqui também consiga chegar em águas seguras em breve. –Harry dá a ordem pegando a panela maior onde cozinharia os legumes para a salada.


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Arya, segurando Alan, Hermione, Annabeth e Thalia entraram no banheiro, onde a banheira já havia sido magicamente ampliada e depois preparada com água quente e sais de banho.


-Eu poderia morar num lugar desses! –Thalia diz se perguntando por que as barracas de camping não poderiam ser todas daquela forma.


-Realmente pensamos no conforto, afinal era tempo demais em tarefas complicadas e muito exaustivas. –Hermione justifica enquanto se despia, assim como as outras faziam.


-E ele parece gostar. –Annabeth diz quase rindo ao reparar em como Alan parecia agitado sentado sobre a pia, Arya se despia logo ao lado.


-Alan gosta de água, principalmente se estiver quente. Aliás, ele faz um bocado de bagunça. –Hermione explica e no final adquire um tom de desculpas.


-Isso é bom, porque acredite, nada é pior que um gigante que não é chegado em banho. –Thalia diz com uma careta, era a primeira a entrar na banheira. –Elfas não tem celulite ou qualquer coisa do tipo? –Pergunta surpresa ao reparar em Arya, que entrava na banheira com Alan.


-Além de não ter esses probleminhas que todas as mulheres têm, ainda possuem uma pele incrível e um cabelo que é sem comentários. –Hermione responde por Arya, o tom era de admiração.


-Não que vocês devam se preocupar com isto. –Arya diz com um sorriso discreto. –Qualquer uma que receba os olhares apaixonados que Harry e Percy dirigem a vocês, deveria se sentir a mulher mais linda do mundo.


-Não que você não os receba de Eragon. –Thalia diz de modo ousado. Hermione, que mesmo se considerando amiga de Arya nunca havia ousado falar daquela forma, fica surpresa, os olhos arregalados, as faces rubras. Arya ficara imediatamente séria, os olhos repreensores.


-Thalia tem razão. Eragon parece estar verdadeiramente apaixonado, vocês são do mesmo mundo, então só fica a interrogação do porque não. –Annabeth minimiza o confronto, porém não se eximindo de ser ousada e desafiadora.


-É uma pergunta muito pessoal para pessoas que acabaram de se conhecer. Mas entendo que talvez seja bom criar essa proximidade. –Arya diz pensativa, havia ponderado as vantagens e desvantagens de permitir uma aproximação das jovens. –Eragon é um menino e na idade de vocês tudo é muito fugaz, a urgência e a efemeridade convivem e se misturam vez por outra. Além disto, é muito provável que morramos em nossa empreitada, não hesitaria hoje em dar minha vida à causa e não quero chegar um momento em que isso possa mudar.


-Justamente por podermos morrer a qualquer momento, é importante que se viva tudo o que se pode viver. Não deixar passar coisas importantes. –Annabeth diz corajosa, ao que Arya sorri indulgente.


-Eu meu tempo de vida, já vivi praticamente tudo o que se pode viver, inclusive amar e ser amada, e perder isto sem poder fazer nada. –Diz lembrando-se de quando vira o sangue de Faolin manchar a grama enquanto o agouro de morte circundava uivando o espectro e seu odor fétido exalando dos Urgals.


-E você merece uma segunda chance. Passaremos anos aqui, tenho certeza de que pode viver muitas coisas boas! Além disto, todas nós daríamos a vida pelo que acreditamos, até porque é dar uma chance a mais a eles de sobreviver. –Hermione diz e olha para Annabeth que assentia, nenhuma das duas hesitaria em se sacrificar por Harry ou Percy, mesmo que indiretamente.


-Não sou de ficar me intrometendo na vida das pessoas, mas nesse caso eu acho que é um bom conselho que podemos dar. –Annabeth diz como se por ela o assunto estivesse encerrado.


-Apesar da minha condição, penso que é uma grande chance para ambos e para o grupo. Por incrível que pareça, desde que eles começaram a namorar, Percy anda mais controlável, como um bichinho domado. –Thalia comenta com um gracejo, o que faz Annabeth pensar o quanto a convivência com as companheiras já estaria mudando a cabeça da amiga.


-Na verdade, Percy está amadurecendo rápido ao tomar ciência de todas as suas responsabilidades e poderes. Porém, não vou negar, nosso relacionamento o fez ficar um pouco mais receptivo aos meus conselhos. –Annabeth admite com um sorrisinho satisfeito.


-E não é um pouco estranho? Digo, vocês, assim como Harry e eu, foram amigos durante tanto tempo e então se tornaram namorados… Entende? –Hermione pergunta aproveitando o momento “conselhos”. Arya sorri discretamente diante da mudança de assunto e reclina Alan para trás, tendo a ajuda de Thalia para segurá-lo e então começa a lavá-lo.


-Nos primeiro dias há uma transição, então é normal não saber bem o que deveria fazer, quando dar as mãos ou mesmo como falar, digo, você sempre se pergunta se não deveria ser mais carinhosa ou algo assim. –Responde lembrando-se dos primeiros dias.


-Mas se eles têm apelidos, guardam a sete chaves! –Thalia diz em um tom que mesclava deboche e provocação.


-Harry e eu ainda não entramos nessa fase. Estamos tentando achar novamente os nossos limites. –Admite pensativa, porém demonstrando não ter qualquer arrependimento. –E vocês, já estão na fase estável? –Pergunta curiosa, buscando algum parâmetro.


-Na verdade, eu achei que sim, mas Percy parece estar querendo entrar na fase de ampliar limites. –Diz com uma careta.


-Aquele idiota tem tentado avançar o sinal? –Thalia diz quase em choque, as mãos se fechando em punho. –Sabe que se ele tentar forçar a barra, posso virar ele do avesso, certo? –Diz a amiga, que ri.


-Eu posso controlar as coisas, apesar de acabar ficando meio chato. –Diz lembrando-se das expressões frustradas de Percy.


-Talvez haja um jeito de frear essas tentativas. –Hermione diz com o rosto corado. –Não há aqui nenhum tipo de contraceptivo muito eficaz e uma gravidez seria completamente indesejável e perigosa.


-Ah, não. Digo, não é como se ele estivesse tentando algo assim. –Annabeth diz ficando muito vermelha, algo que não era muito comum a ela. –Ele falou de uns amassos, eu só receio que isso acabe sendo um estimulo para chegarmos nesse ponto.


-Isso depende do nível de afinidade de ambos. –Arya diz tranquila, o tom experiente. Hermione e Annabeth a olham com curiosidade. –Mais cedo ou mais tarde o corpo pede por mais contato, mas isso varia de pessoa para pessoa e também da afinidade com o parceiro. Se a afinidade for muito forte, ambos irão querer rapidamente querer cruzar todos os limites, é como se quando juntos fossem como uma explosão que lança suas chamas incontroláveis em todas as direções.


-Já sentiu algo assim? –Annabeth pergunta curiosa.         


-Não, mas já vi acontecer com companheiros humanos de viagem. Os elfos possuem muito controle sobre si e muita cautela com seus sentimentos, mas os humanos volta e meia tendem a ceder aos seus instintos.


-Então é algo controlável quando se é uma pessoa racional… -Hermione começa sua conclusão, mas é interrompida por Arya.


-Eu não disse isso. –Arya tinha um tom pensativo, como se buscasse uma forma de explicar. –Você pode controlar até certo ponto, mas nunca é de fato domável. Quando há amor, o desejo é uma força muito potente, toma seus sentidos, te embriaga e nubla sua mente, principalmente quando ele está perto.


-Mas isso é algo que vem com o tempo, não é? –Annabeth pergunta examinando os próprios sentimentos e tendo certeza de que não havia tanta “turbulência” assim em seu interior.


-Não só o tempo, depende do quão confortável é a sua relação com seu parceiro, a confiança que deposita nele, além é claro dos medos que possui. Geralmente o primeiro amor é complicado pelos inúmeros receios que carregamos em nosso âmago.


-E como lidar com isso? –Annabeth pergunta, sentindo-se realmente confortável com a conversa, visto que dificilmente teria a chance de ter alguma deste tipo em seu mundo. Não era próxima da madrasta e muito menos de sua mãe, que neste caso, em nada poderia ajudar de qualquer forma.


-Caminhando com cautela, dando um passo de cada vez. Assim você não somente conhece a si e seus receios, como o parceiro, que em alguns casos pode não ser bem o que você pensava ou esperava. Seu coração e seu corpo entrarão em sintonia quando for a hora certa, não se preocupe.


-Então, eu devo ceder às investidas dele? –Pergunta receosa.


-Você tem vontade de ceder? –Arya pergunta com um sorriso de canto que, apesar de discreto, deixa Annabeth sem jeito.


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-Porque está tão quieto? –Hermione pergunta deixando a escova de cabelo sobre a mesa e indo se deitar ao lado de Harry, que já estava na cama.


-Acho que só estou um pouco sem jeito… você viu o jeito como Grier nos olhou quando você foi me buscar pra dormirmos? –Diz ganhando tons rubros, porém se virando ao ouvi-la rir. –O que isso tem de engraçado?


-Você se preocupando com a opinião do Grier ou de quem quer que seja. Não é como se ele tivesse algo a ver com o que fazemos ou deixamos de fazer. –Diz tranquila, a  mão esquerda indo até o rosto dele e lhe acariciando suavemente.


-Não quero que pensem mal de você, é uma dama a quem respeito muito. –Se justifica sério.


-Meu cavaleiro de armadura dourada! –Exclama de modo afetado, ao que Harry se ergue a olhando duramente.


-Estou falando sério.


-A única coisa que importa, é que saibam que estamos comprometidos e respeitem isso. No resto, que pensem o que quiserem! –Harry move a cabeça inconformado, então Hermione envolve o pescoço dele com os braços, puxando-o para si. –Se continuar emburradinho eu vou dormir, é o que quer?


-Não. Mas ainda queria que levasse as coisas um pouco mais a sério. –Responde se abaixando e a abraçando.


-Você disse mesmo isso pra mim? –Hermione pergunta rindo, fazendo Harry entender o “absurdo” daquela situação. –Ok, vamos ver o que uma garota séria faria… -Harry não a deixa terminar a frase, beijando-a interessado em aproveitar o bom humor da namorada.


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-Com calor? –Annabeth pergunta quase irônica ao entrar no quarto e ver Percy jogado na cama sem camisa.


-Esse colete de couro aperta muito. Aliás, quero ver quem vai ser macho o suficiente pra me fazer usar couro depois que sair desse mundo! –Diz parecendo muito incomodado.


-Não vou dizer que não tem certa razão. –Concorda com um riso leve, indo guardar a escova de dente em sua mochila.


-Eu queria conversar com você. –Diz mais sério, sentando-se recostado a cabeceira.


-Se é sobre aquilo… -Annabeth começa, mas ele a impede.


-Deixa eu falar primeiro ok? –Pede e ela assente, indo se sentar a frente dele. –Conversei com Harry e acho que entendo o que está acontecendo com você. –Percy faz uma pausa se posicionando mais a frente dela e pegando suas mãos, segurando-as com gentileza. –Está com medo que eu queira me aproveitar para propor sexo? –Diz com o máximo de jeito que conseguia.


-Sendo você um garoto, essa é uma possibilidade que eu considero bastante. –Admite o olhando analiticamente, querendo ver as reações dele.


-E se eu jurar que isso não é verdade? Porque eu também não me acho pronto para um passo tão grande, a única coisa que quero é andar um pouquinho à frente, mas só. –Se justifica sinceramente.


-E isso seria nos meus termos, não é? Porque senão você sabe que eu te dou uma surra, não é cabeça de alga? –O sorriso não tirava a seriedade do olhar ou da ameaça.


-Sempre nos seus termos! –Diz empolgado, apertando a  mão dela na sua.


-Então, tem alguma sugestão de como começar isso? –Mal ela acabara de perguntar e Percy já a puxava para seu colo, beijando-a e colocando a mão dela em seu peito, esperando que ela tomasse qualquer iniciativa.


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-Consegui fazê-lo dormir! –Eragon diz ao sair da barraca e ir se sentar com Arya, que aproveitava o ar puro e a vista de cima das montanhas.


-As brincadeiras de Heracles o deixaram muito agitado, pareceu gostar de pegar e atirar coisas. –Diz pensativa.


-Toda criança gosta, o único problema é que geralmente elas não são capazes de atirar cadeiras vazias. –Diz divertido, lembrando-se do pulo que Grier dera quando a cadeira passara ao lado de sua cabeça. O ruivo fora parar no teto, pendurado por mãos e pés que lembravam ventosas.


Arya não riu, apenas ficou observando o rosto de Eragon, o modo como parecia ainda mais jovem quando ria e o contrastante som grave da voz, era inegável o quanto estava crescendo e amadurecendo, talvez dentro de poucos meses estaria diante de um homem. Eragon parou de rir ao notar que era observado atentamente, ficando sem jeito como se houvesse cometido uma gafe.


-Desculpe, não era minha intenção lhe deixar desconcertado. –Arya diz voltando a olhar para frente.


-Não tem porque se desculpar, está tudo bem. –Diz tentando sorrir, mas ficando intimidado ao ver que ela havia voltado a sua posição distante.


-Como anda o treinamento de Jura? –Pergunta após um minuto de silêncio.


-Bem. Me dou melhor com dragões do que com elfas. –Desabafa fazendo Arya olhar para ele surpresa. –Eu já me declarei e já ouvi sua negativa, então fiquei pensando em como fazer para mudar sua opinião sobre mim e… A única coisa que eu queria saber, é como me tornar alguém que mereça seu amor. –Diz a fitando nos olhos, a voz surpreendentemente ganhando firmeza.


-É uma pergunta para a qual não tenho uma resposta. E, sinceramente, sequer sei se eu sou merecedora do seu amor. –Responde com uma voz tão suave que era quase uma brisa em seus ouvidos, porém causando-lhe grande tornado no peito.


-É claro que você mere… -Eragon é interrompido pelo toque de Arya em seu rosto, o gesto o pegando desprevenido. Era tão raro tocá-lo sem que isso implicasse em um golpe de treino, que parecia a primeira vez que sentia a pele macia e quente.


-Essa não é uma discussão que devemos ter um com o outro ou com terceiros. –Explica e retira sua mão, voltando a olhar o horizonte.


-Desculpe, eu não queria a expor falando com meus amigos…


-Não me expôs. Tem o direito de falar sobre seus sentimentos a quem quiser. Apenas não entendeu o que eu disse. –Esclarece como se explicasse algo a um menino. –Agora chame Jura, vou atirar algumas flechas em vocês. –Diz se erguendo e pegando graciosamente seu arco mágico.


Eragon apenas se lança no abismo gélido, logo sendo pego pelo dragão negro, cujos pensamentos o confortavam com promessas de sucesso em batalha para compensar as dores do coração.


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N/A: Oi! Estou aqui aproveitando minha sessão de repouso forçado –torci o pé e ganhei um problema no tendão – para escrever um pouquinho, apesar de ter uns trabalhos para terminar tb =/ vida dura.


N/A²: Como eu havia prometido, esse bônus – que devia ter sido pequeno –teria apenas romance e minhas tentativas frustradas de comédia. Vocês puderam se distrair um pouquinho, mas já aviso que próximo capítulo é batalha com sangue pra todo lado. E, para não dizer que não perguntei nada então vocês não tinham o que comentar, quero que me sugiram apelidos carinhosos para os pombinhos dessa fic, mesmo os que não estão juntos ainda.


Punkeeslaw Potter: Huahuahua qual a importância de ser a primeira? Ter o comentário respondido primeiro? Eles vão querer sim acabar com o Grier, muita sacanagem ele deixar o Groar vivo. Quanto a ele ser usado pelo Sauron, óbvio que não vai prestar, nada que venha do lata-velha poderia ser bom. Groar pode ser um grande babaca, mas também é engraçado. Pior que a Morgana nem tem um Harry para protegê-la né? Sem dúvidas a união dos grupos 1 e 3 os coloca em pé de igualdade com o grupo 2! E, só p/ te ajudar a torcer, se Massa ganhar corrida tem capítulo + bônus!


Gostou do Sauron espectro né? Melhor que as bonecas do mau de Crouch, hã? Imagine aí o que ele não pode fazer possuindo uma outra pessoa qualquer? Sim, o Sauron leu toda a mente confusa do Groar, não precisou forçá-lo a dizer nada, até porque do jeito que o Groar é burro, não ia ter como ele ter entendido o suficiente para dizer algo que preste.


Eles atrapalharam os pombinhos, mas também ajudaram, já que os conselhos da Arya deixaram Annabeth mais confiante. E o legal é que todo mundo ali é meio tímido, os autores dos livros originais vivem colocando os heróis corados então dá pra usar bem isso rsrsrs. Nunca que a Arya ia devolver arma nenhuma, imagine aí se ela é boba! Já o Alan e o Pegasus eram família, então era uma questão de honra propor a guarda ao Percy. Quanto ao jeito que vai funcionar o lance das missões, você vai poder ver no capítulo que vem. Vamos ver até onde vão os conhecimentos de Hermione né, quem sabe… Grier trouxe as coisas de Groar, estão no baú que era do Groar e ta agora no quarto do Grier, já que o antigo quarto do Groar está com Percy e Annabeth.


Tainá Yumi Watanabe: Apelação em termos, porque o grupo 2 também está bem forte! Olha, é difícil matar o Groar, veja que meio grupo 2 quase não consegue. Os livros são bem melhores que aquele filme porcaria, você pode encontrá-los em biblioteca ou mesmo na internet, quanto a comprar eu comprei pelo submarino, ganhei uns de presente de niver.


luiza potter: Porque toda essa revolta com Percy e Annabeth? Groar surgindo do gliter foi ótimo Huahuahua ! Gostou dos momentos conversa entre amigos e casaizinhos desse bônus?


Gawen J. McGray: Na verdade eu já tinha essa ideia do Groar voltar, por isso a “morte” não foi explícita, ele terá um papel importante no grupo 2. Quanto ao Percy, qual o problema com ele?


Swdezerbelles: Hahaha nessa fic é mais “fácil” se viciar, afinal você tem que torcer pela Ferrari que é o time que os brasileiros naturalmente torcem por causa do Felipe e tal. Que bom que gostou do encontro dos dois grupos, tentei ser natural e ao mesmo tempo abordar as questões delicadas e, de fato, vou trabalhar não só em cima das semelhanças, mas principalmente em cima das diferenças entre os semelhantes, até para reforçar a identidade de cada um.


Grier não tem estima por crianças até porque não é da cultura do lugar de onde ele veio, como se vê claramente no capítulo 1. Quanto a coisa da branca de neve, eu confesso que nem lembrava, mas foi justamente isso! Pois é, a descrição da Thalia ficou legal, apesar de eu achar que faz mais sentido para quem leu PJ do que para quem não leu.


Quem você odeia mais: Groar ou Sauron? Se pudesse escolher a morte de 1 deles, como seria?


Legolas… hum… sabe que você me deu uma boa ideia? (lembra do meu emoticon vermelhinho pegando fogo) Te farei uma surpresa no próximo capítulo!


Anderson potter: Acho que peguei todo mundo de surpresa com essa “marotice” do Grier rsrsrs. Sem duvidas que essa união de grupos só vem para fortalecer esse grupo 13 rsrrs diante do grupo 2 reforçado. Quanto a fazer mais um grupo, eu não sei, se fizer será apenas como figuração, nenhum que eu vá dar enfoque como ao grupo 1, 2 e 3.


may33: Ter surpresas é algo bom, não é? Mostra que consigo ter cartinhas na manga. Só apanhar Rsrsrs? Grier é muito inteligente sim, mas estava movido pela emoção, afinal era um amigo que estava em risco. Que bom que gostou do pessoal de PJ na fic, espero que depois do bônus goste ainda mais! Eu adoro seus “ps.” E sim, eles não cumpriram a missão então vão ter que andar atrás de outro dinossauro daqueles, ao menos eles já sabem como carregar rsrs.


Sirius Padfoot Black: Você excluiu aquele comentário com as criticas? Você tem razão em dizer que por causa de Hecate conhecem magia, mas eu não disse em hora nenhuma que não conheciam e sim que não existe sociedade bruxa no mundo deles, Calisto inclusive não é exatamente uma humana normal com poderes mágicos. Porque ficaria estranho? É como se de uma hora pra outra resolvessem tirar o filho adotivo deles, foi mais de 7 dias cuidando da criança e acreditando que ficariam com ela, então do nada vir alguém que pode reclamá-la é algo que sem dúvida afeta. Percy e Annabeth chegaram separados, começaram a namorar durante a estada ali no torneio. Eu cheguei a ficar em dúvida entre Thalia e Nico, mas escolhi Thalia porque ela tem mais experiência de batalha, tem personalidade firme e ainda mais entrosamento com Annabeth e Percy.

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