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21. Um Encontro Inesperado.


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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   Dumbledore entrou na enfermaria e lá estavam, ambos com o rosto coberto pelas mãos, Rony e Hermione. Estavam tão desesperados em seus próprios choros que nem notaram a entrada do diretor.                                                  


 - Pomfrey, abra a ala secreta.


 - Mas Alvo...


 - Isto é uma ordem, Papoula. – completou Alvo sereno.


            Rony e Hermione ergueram seus rostos e puderam ser vistos, pela primeira vez desde a nova chegada, os olhos de ambos úmidos e embaçados.


- Não! - Protestou Hermione – O senhor não pode expô-lo... E... E se ele piorar?!


 - Srta. Granger, receio que eu saiba o que é melhor para Harry do que você. Não digo isso para inferiorizá-la nem ser indelicado, mas por experiência própria.


            Madame Pomfrey passou por Rony e Hermione e parou defronte a uma parede comum da ala hospitalar. Bateu algumas vezes com a varinha e a parede se abriu, deixando amostra uma passagem pela qual Tiago, Camila, Yasmin Mariana e Dumbledore puderam passar; seguidamente ela se fechou atrás deles. Todos, exceto Dumbledore, ficaram espantados.


            O lugar era bem arejado mesmo estando oculto sob uma parede. No centro, um calabouço de pedra cujas correntes prendiam um garoto magricela, descabelado e de óculos. Era difícil, mas era possível reconhecer aquele corpo imundo e esfolado como o do famoso Harry Potter. O garoto partia de um lado para outro, o máximo que as correntes permitiam; chutando e se desvencilhando de algo inexistente. Isso tudo em meio a gemidos de dor e palavras desconexas.


 - AHHH!! Rony... Hermione... Voldemort,... AQUI!!...Não me deixe... CRUCIO!!! – e apontava para o nada.


 - Mas o que é... – a frase perdeu força na boca de Camila.


            Harry começava a unhar-se enquanto gritava “Saiam dementadores... Saiam!!”.


            Dumbledore era incapaz de olhar Harry, uma tristeza e pesar comprimiam seu coração. Todos pareciam compartilhar do mesmo sentimento; ninguém era capaz de emitir qualquer ruído. Agora, havia apenas um Harry infantil e choroso a um canto da cela. Lágrimas discretas deslizavam pela barba prateada de Alvo Dumbledore.


 - Hum... Professor... – irrompeu Camila.


 - Sim? – respondeu ele.


 - Ele... – sentia pesar em suas palavras – enlouqueceu?                                                                                                              


 - Sim e não. – respondeu e completou logo ao perceber os rostos duvidosos – Harry não enlouqueceu, ele apenas enxerga uma realidade diferente da nossa. Imaginem que uma pessoa, um bruxo obviamente, colocasse pensamentos, memórias em sua mente; e esses constituíssem uma realidade totalmente diferente da que vivenciam. E o mais agravante é que essas duas realidades se choquem a todo instante. O caso de Harry é mais complexo, pois ainda existe a ligação natural com Voldemort, confundindo-o mais ainda. – Dumbledore parou um instante para que os demais refletissem. Ao perceber as diversas expressões de solidariedade para com a situação do bruxo, retomou a conversa – Agora contarei como se sucederam os fatos..


            “Harry em seu último e mais recente duelo com Voldemort – esperou em vão uma reação de surpresa ou asco do grupo - descobriu que este se aliou agora com Cérebrus Trivoy, o melhor bruxo em Legilimência no mundo. Caso vocês não saibam, Legilimência é...”.                                                                                                                               -65-


 - Sabemos o que é Legilimência... E Oclumência também. Desculpe. – apressou em dizer Camila percebendo a falta de educação – Mas precisamos saber logo o resto da história. Perdão pela indelicadeza.


 - Bem... Esse bruxo, Cérebrus Trivoy além de invadir a mente de Harry e ler cada centímetro de seus pensamentos, depositou nele memórias que o confundem sobre o que é realidade, o que é imaginação e, no seu íntimo, o que está na mente de Voldemort. Essa confusão mental deixa-o nesse estado que podem ver.


            A voz de Dumbledore transparecia perceptivelmente emoção, tornando-se falha às vezes enquanto discursava emocionado. Pousou seus olhos muito azuis e cintilantes em Harry, com uma leve nota de pesar. Era uma cena quase melancólica. Depois de alguns instantes, ele se recuperou e, virando-se para os 4, proferiu serenamente as seguintes palavras.


 - Receio não haver outro meio de destruir este feitiço senão o embate frente a frente com Cérebrus. É nesse momento que vocês entram. – O grupo encarava Dumbledore como se absorvesse toda e qualquer palavra que ele dizia – Vocês podem salvar Harry desse destino. A vida depende da coragem de vocês. Serão corajosos o suficiente? – E fitou-os, esperando a resposta.


 - Somos. – responderam os quatro em uníssono.


 - Então, sugiro que escutem a Profecia que está em suas mãos. vocês são tudo que eu poderia esperar. – tornou a falar aliviado Dumbledore. Seus olhos se encontraram com os dos 4 e estes souberam que a partir daquele momento muito precisaria ser feito pra cumprirem sua tarefa. Mas que, como magia, o olhar do bruxo os acalmou. – Mas escutem. Cautela nunca é demais! Agora... Madame Pomfrey, poderia vir aqui dar uma olhada nesta menina, a srta. Lemos?


            Alvo saiu andando da câmara enquanto convocava a enfermeira e, ela contrariada, chamou Yasmin para examinar. Tiago, Camila e Mariana foram ao encontro de Hermione e Rony.


 - Nós... – começou Camila.


 - Nós o quê?? – agrediu Hermione – Veio nos dizer também que já sabia que tudo isto iria acontecer?!


 - Não... Pelo contrário. – tentou continuar – Peço para que não percam as esperanças... Harry ainda tem uma chance e...


 - Chance?!! – agora era Rony que interrompia, com o dedo em riste apontado para Camila e indo a sua direção – Você viu o estado dele?! Não seja sarcástica! Ele não tem chance! Nós não temos chance!!                                           


 - Isso não ajuda em nada! – interpôs Tiago – Você não deve perder as esperanças tão cedo! Harry já passou por situações muito piores e as superou. Por que não faria o mesmo agora??


 - Nada comparado a Cérebrus Trivoy. – minimizou Rony.


 - Mas já venceu Lord Voldemort! – Rony estremeceu – Cérebrus pode ser um poderoso mestre de Legilimência, mas Voldemort era pior que ele... E Harry o venceu com um ano de vida! É capaz de vencê-lo agora!!


            Rony olhou para o desconhecido grupo a sua frente, buscando esperanças em suas palavras. Até Hermione, que voltara a chorar, voltou seu rosto para eles.


 - Ele tem razão. E quanto a Profecia... Bem... – voltou a falar Camila.


 - Nós iremos ouvi-la e ajudar no que for necessário. – completou confiante Mariana.


 - Obrigada. – finalizou Hermione voltando a ocultar a face nas mãos.


 - Senhores! Qual de vocês é mais próximo de Yasmin Lemos? – surgiu a voz de Madame Pomfrey. Camila respondeu rapidamente - Queira me acompanhar, por favor.


            As duas conversavam na saleta da enfermaria a portas fechadas. Tiago e Mariana apenas observavam pela janela. Observaram também Camila sair horrorizada de lá, com o olhar aéreo. Os amigos a cercaram na tentativa de saber o que aconteceu. Receberam como resposta apenas uma negativa de que não poderia dizer nada... Por enquanto.


 


-//-  


 


            Todos após se despediram de Rony e Hermione, que agora já os tratavam de melhor forma. Foram para sua torre descansar finalmente. Porém Camila não o fez. Ficou grande parte da noite pensando no que Papoula lhe dissera. Pegou no sono tempos depois, mas ao ser acordada por Yasmin, a ficha caiu! Tudo era realidade!

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