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20. Uma Missão.


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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   Yasmin de repente parou. Seu rosto ficou pálido e ela parou de arquejar. Demorou até que alguém notasse o seu atraso, porém, ao perceberem, voltaram imediatamente.


 - Eu senti... – era só o “eu senti” que yasmin dizia continuamente ela dizia.


 - Yasmin, QUE ESTÁ SENTINDO? DIGA LOGO! – berrou Camila.


            Yasmin encarou a amiga, chorando.


 - Meu bebê... Ele chutou! – disse em meio aos soluços de emoção. Camila simplesmente a olhou com um de seus olhares fatais, um olhar de “Alba” e disse:                                                                                                                       -62-


 - Olha, você tá grávida não faz nem 2 semanas! Seu bebê não tem nem cérebro quanto mais pernas!


         Tiago e Mariana desataram a rir.


 - Mas eu senti.


 - Ahhhhh!!! Você vai sentir são os bofetes que eu vou te dar!


 - O quê?!  Não pode falar assim comigo. Estou sensível e grávida!


            Nesse momento, Camila deu as costas para a amiga e colocou as mãos no rosto, ao mesmo tempo em que batia os pés freneticamente repetindo para si mesma, impacientemente “Acalme-se, se acalme. Sempre foi uma pessoa tão calma... Por favor”.


            Mariana observava rindo, enquanto Tiago ainda gemia frescamente pelo corte.


 - Ah, Tiago nem eu que tô grávida tô gemendo tanto.


 - Já sei! – gritou Camila assustando a todos – Já sei como fazer pra Yasmin deixar de encher o saco com a “gravidez” (ergueu os dedos imitando aspas) dela.


 - Fala logo. – irritou-se Tiago. Yasmin já aguardava com a sobrancelha erguida.


 - É só dar um poção do esquecimento a ela.


 - Ah-ah-ah, que engraçado. So funny! – debochou Yasmin.


 - Hihihi!! É engraçado sim, Min. – concordou Tiago. A garota abriu a boca para retrucar, mas Mariana foi mais rápida e alertou a todos para a demora e perda de tempo.


 - É verdade. – concordaram em coro.


            Uma vez todos concordando, voltaram a andar pelo extenso corredor. Seguiram por um longo caminho que parecia não terminar nunca. Pareciam ter passado horas lá dentro, o suor já escorria.


 - Estou cansada. – disse Yasmin


 - Veja pelo lado bom. Seu bebê vai nascer com porte atlético. – disse Tiago


 - AHH! – gritou Camila – Vem cá, garoto, você é retardado? Faz algumas horas que ela não fala neste maldito bebê e você vem lembrar isso?!


 - Não chame meu bebê de maldito!! – irritou-se Yasmin.


 - Pronto. Começou...


            Entretanto uma coisa chamou a atenção de todos. Uma gigantesca porta de ferro imperava diante deles. Era trancada por nada menos que uma dantesca barra de ferro e anormais correntes.


 - Pronto. Agora é nosso fim. – decretou Tiago.


 - Seu otimismo é tocante. – disse Yasmin


            As três garotas lançaram feitiços e mais feitiços na porta, mas nenhum surtia efeito. Uma por uma, começando pela grávida, foram desistindo e se sentando. Tiago deitara no chão frio, de terra pura, e encarou o teto de pedra.


 - E agora? – perguntou Mariana


 - Não sei. – respondeu Camila


 - Min... – chamou Tiago


 - O que foi?


 - O teto tá tremendo?


            Yasmin olhou para o alto. De fato, o teto tremia ligeiramente fazendo com que grãos de areia caíssem sobre eles.


 - Merda! O teto tá descendo! – gritou Mariana.


            O desespero foi imediato: Yasmin começou a gritar, Camila fazia o mesmo e se agitava a ponto de bater com os braços em Tiago, que acabou deixando seus óculos caírem. Imediatamente ele baixou para procurá-lo antes que alguém o pisasse e assim perdesse a chance de ver a morte de perto.


 - Oh, que triste fim meu pobre filho está tendo e... “PAF”


 - Já disse pra você parar de falar no teu maldito filho!!


 - E eu já disse que MEU FILHO NÃO É MALDITO!!


            Yasmin tirou a mão do rosto onde levara um tapa e pulou encima de Camila, a derrubando. Tiago continuava na busca pelos óculos e Mariana se pôs de joelhos:


 - EU NÃO QUERO MORRER!!...SENHOR, DEUS, SOCORRO!!... AHH!! EU NÃO QUERO MORRER....


 - Ah, meu filho, você vai ver sua mãe em combate! – Yasmin                                                                              


 - Cale a boca, sua estúpida! – Camila


 - AHHH, meu filho! Você acertou o olho do meu filho!


 - SEU FILHO NÃO TEM OLHO!!                                           


            Ambas continuavam no chão. Tiago na procura incessante por seus óculos até que sua mão encostou em algo enterrado na areia, grande e meio pontudo; certamente não eram seus óculos mas ele puxou mesmo assim. Em suas mãos encontrava-se uma gigantesca chave de ferro. Tiago ficou boquiaberto. Ao fundo, Mariana gritava mais alto que todos:




                                                                                                                                                                              -63-


 - O TETO TÁ CHEGANDO! SENHOR, JESUS CRISTO, MIL CAÍRAM AO TEU LADO E DEZ MIL À TUA DIREITA, MAS TU NÃO SERÁS ATINGIDO... EU NÃO QUERO SER ATINGIDA POR ESTE TETO DURO! ELE ME ESMAGARÁ E EU FICAREI COMO UM PASSARINHO ATROPELADO... AHHHH!!!


            De fato o teto estava cada vez mais próximo. Camila de pé certamente bateria sua cabeça nele. Tiago, em estado de choque, não percebia que a chave em suas mãos era a da gigantesca porta. Sua hipnose foi quebrada quando Camila acertou erradamente um tapa em sua cara, tirando-o do transe. Ele imediatamente percebeu o óbvio e, de quatro, passou por Camila e Yasmin rolando, Mariana gritando “JUDAS É O TRAIDOR, NÃO EU!!” e chegou à porta, enfiou e girou a chave. O teto cessou.


            A trave de ferro se levantou magicamente e o portão se abriu, como se convidasse a todos para entrar. Mariana parou de gritar e olhou para a porta, as duas que rolavam na areia de tão felizes se abraçaram e esqueceram o acontecido. E Tiago pôde finalmente recuperar seus óculos com a fraquíssima penumbra surgida da porta. A sala seguinte se iluminou de um tom azulado assim que todos pisaram nela. No meio, encontrava-se uma torre onde no topo havia uma esfera cristalina e azulada... A Profecia Perdida.


 - ACCIO! – gritou Yasmin                                              


            Tudo o que se seguiu foi em segundos. A Profecia soltou milhares de raios azuis formando uma barreira que cresceu e jogou os quartos contra o portão de ferro que voltara a se fechar. A varinha de cada um foi sugada até o lado oposto da sala. Os quatro leões de pedra, que circundavam a sala, abriram suas bocas e delas jorravam água como numa cachoeira. Tiago tentou se mover, porém a barreira impedia. Os quatro voltaram a se desesperar mais uma vez. Mariana fazendo sua pregação divina (ninguém nunca a vira tão religiosa), Tiago estava apenas gemendo de medo, Yasmin mais uma vez gritando pelo seu filho e Camila fazendo caras e bocas enquanto pensava em algo que os pudesse salvar. A água já alcançava abaixo dos joelhos e nada parecia acontecer para tirá-los daquela situação. A água já estava no peito quando Yasmin leu em voz alta algo que estava escrito na parede e não tinham visto até ali.


                       


             Gostaria de congratulá-lo por sua exímia coragem. Suponho que foi com grande determinação que conseguiram até aqui chegar. Por isso só o que tenho a informar é que após lerem esta mensagem tanto a barreira quanto a água cessarão. E terão caminho livre até a Profecia. Mas se lembre aonde se vão 4 retornam 3. Receio dizer que precisarão de mais coragem ainda nesse momento.


   


         Magicamente após citar essas palavras, a barreira desapareceu no ar e toda água que quase os afogava foi baixando, até que apenas sobrou o chão molhado e 4 feições abobalhadas.


 - Então é isso? – perguntou Tiago esperançoso.


 - Não sei, só sei que não estou gostando nada disso, ainda mais na parte em que diz “Aonde se vão 4 retornam 3”. E vocês? O que acham disso? – perguntou Camila


 - É, eu também não gosto disso. – concordou Mariana. Yasmin nada falou, pois estava olhando a Profecia como que hipnotizada enquanto pensava no que aquela frase queria dizer.


 - ACCIO VARINHAS – pronunciou Camila. No mesmo instante, 3 varinhas retornaram. Pegou a sua própria varinha e apontou para a Profecia: ACCIO PROFECIA. O objeto voou para sua mão.


 - Então o que faremos agora? – perguntou Min


 - Bom, vamos voltar – disse Tiago.


            E os 4 foram andando. Ao chegarem à parede de pedra, Tiago se lembrou do sangue e cortou seu dedo na pedra e as 3 garotas o chuparam para passarem. Camila que estava com a profecia foi a 1ª a passar, Tiago o 2º, seguido por Mariana. Já iam andando em direção á biblioteca quando notaram a ausência de Yasmin.


 - Cadê Yasmin? – perguntou Ti desesperado.


 - Não sei. – respondeu Mariana – Acho que ela não passou o que será que aconteceu?


 - Aonde se vão 4 apenas retornam 3. – sussurrou Camila, mais pra si do que para os demais – É isso. Nós somos 3 agora. Mas ela ficou presa lá dentro.


 - E o que faremos agora?


 - Não sei. – respondeu Mariana - Mas não vou sair daqui enquanto não achar um meio de tirá-la de lá.


 - Eu também não. – concordou Tiago.


 - Bom, como eu também não arredo o pé daqui, vamos voltar. Afinal, é melhor ficarmos presos os 4 lá dentro do que sairmos daqui sabendo que ela está lá. Que tipo de amigos seríamos se fizéssemos isso?!


 - Não seríamos. – corrigiu sabiamente Mary.


            No mesmo instante, Yasmin passou pela pedra e com o pavor em seu rosto saiu correndo e topou com outros 3 que estavam vindo em sua direção. Superado o susto e depois de 37 explicações do que ocorrera, os 4 saíram e voltaram finalmente para a biblioteca, onde Dumbledore estava parado a espera.                                                                        -64-


 - Devo dizer-lhes que estou realmente surpreso. – comentou ele ao passo que fazia sinal para o grupo o seguir para fora da biblioteca. – A Profecia era para vocês, certamente. Mas seria ótimo que vocês visitassem Madame Pomfrey.


 - Mas estamos bem. – afirmou Yasmin.


 - Bem... Eu cortei o dedo... – reclamou Tiago.


 - Ah, começou a sessão frescura! – zombou Camila.


 - Você, srta. Lemos, deve ir. Afinal você carrega outra vida em seu corpo. E ele poderia aproveitar e dar uma olhada no ínfimo corte no dedo. – Alvo parou de súbito, girou nos calcanhares e encarou Tiago por cima dos oclinhos meia-lua – Evite que saibam que não corre sangue mágico em suas veias. Nem eu mesmo imagino o que poderá acontecer, meu rapaz.


            A voz de Dumbledore soou tão suave e calma e ao mesmo tempo séria que fez Tiago se arrepiar da cabeça aos pés. Terminado, o diretor se virou e retomou a caminhada a passos pequenos. – E a propósito – voltou-se novamente para os 4 amigos. Levantou a varinha e fez ficarem secos na mesma hora.


 - Como o senhor soube que eu sou... Trouxa? – instigou Tiago.


 - Ah, meu caro rapaz, você ficaria pasmo se soubesse de tudo o que sou capaz.


 - Alvo! – surgiu Papoula, e sua voz diminuía à medida que repassava a notícia indesejável - Ele não tem melhora... Está cada vez pior! Sinto que vamos perdê-lo...


- Acalme-se, Papoula. A esperança volta a bater em nossa porta.

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