Imagem no espelho
Capítulo 11--> Ou talvez não tão perfeito
Narrado por Gina
-Gi! Você está bem? – Perguntou Harry e eu quis que a terra abrisse um buraco para eu me enterrar. Porque ele tinha que me ver naquele momento? Mas, antes que eu pudesse falar alguma coisa me vi novamente abraçada ao vaso sanitário vomitando de forma violenta sentindo o Harry segurar os meus cabelos.
-Eu estou melhor – Falei, mas admito que só consegui escovar os dentes porque o Harry estava me segurando, já que meu corpo não parecia ter força para se sustentar.
-Hoje você vai ficar deitadinha aqui – Falou o Harry me carregando até cama me deitando no meio e me enrolando novamente – Eu vou ligar para seu trabalho e dizer que você está doente.
-Foi só um enjoou Harry – Falei me sentindo bem melhor agora deitada – Eu já melhorei.
-E a noite acordada por causa da dor de cabeça e a tortura? – Questionou Harry e eu me encolhi vendo ele se sentar ao meu lado – Hoje você irá ficar quietinha deitada nessa cama enquanto eu cuido de você. Está bem?
-Aham – Respondi sorrindo de forma incerta. Desde que eu saí da casa dos meus pais que eu não tinha alguém que cuidasse assim de mim. A Zoye sempre tentava, mas eu nunca gostei de depender de alguém. Se bem que hoje eu estava me sentindo tão fraca que era bom saber que o Harry estaria cuidando de mim.
Observei ele sair do quarto e imaginei que ele deveria estar ligando para o meu escritório, mas não tive como pensar melhor na situação porque a minha cabeça voltou a doer. E eu odiava isso. Nunca fui de sentir muitas dores de cabeça. Mas, em menos de duas semanas elas insistiam em aparecer quase todo dia. E o pior é que não passavam com anestésico. Ainda bem que as poções bruxas eram mais fortes.
-Preparei seu café da manha. Você tem que colocar algo no estomago – Disse Harry colocando a bandeja com frutas, sucos e pães em cima das minhas pernas e pouco mais de meia hora depois a comida já não estava mais no meu estomago. Mas, graças a Deus pelo menos consegui adormecer por um tempo e quando acordei lá estava ele sentado na sua mesa provavelmente digitando sua nova história.
-Você fica lindo assim – Sussurrei tentando me levantar feliz por saber que minhas pernas sustentavam o meu peso.
-E o que a senhorita faz em pé? – Perguntou o Harry se levantando me abraçando com carinho me fazendo aconchegar em seu peito apreciando o calor e a segurança que ele me passava. Era incrível como eu amava ficar em seus braços – Está melhor?
-Bem melhor para falar a verdade – Falei sorrindo apertando meus braços com mais força – Vou tomar um banho.
-Quer que eu tome banho com você? – Perguntou Harry e eu sorri maliciosa – Só tomar banho senhorita.
-Só tomar banho – Falei e ele me guiou para o banheiro me ajudando a tirar a minha roupa enquanto eu fazia o mesmo com ele. Eu sabia que mal tinha forças para fazer qualquer outra coisa além de tomar banho, mas mesmo assim era impossível não me sentir excitada nos braços de Harry. Eu não tinha culpa dele ser tão irresistível.
-Eu ando preocupado com você – Sussurrou Harry passando o shampoo no meu cabelo massageando com carinho me fazendo fechar os olhos apreciando a caricia.
-Amor, não é nada de mais – Falei sentindo ele abrir a água tirando o shampoo do meu cabelo. E por um segundo tudo pareceu longe. O barulho da água parecia um breve murmurar. Em um momento eu estava tomando um delicioso banho nos braços do Harry e no outro estava de volta aos braços de Morfeu.
Narrado por Hermione
O dia amanheceu me trazendo uma noção diferente da minha própria realidade. Eu tinha mesmo que mudar essa minha necessidade pelo Rony. Estava na hora de dar uma melhorada na minha auto-estima, por isso decidi procurar ajuda. Ir a uma psicóloga para ouvir conselhos de uma pessoa que estaria completamente fora da história.
Admito que estava terrivelmente nervosa perante a idéia de contar toda a minha história para uma desconhecida. Mas, essa minha obsessão estava me atrapalhando tanto na minha vida pessoal quanto na profissional. E eu não colocaria em risco a minha campanha para Ministra da Magia.
E falar sobre isso nunca me foi tão difícil. Era como se eu despisse minha alma. Como se eu não tivesse defesas. Mas, de qualquer forma a cada palavra que saia da minha boca mais eu ficava impressionada com o quanto desci por um relacionamento destrutivo. E não precisou de muito para eu perceber o quanto eu tinha para mudar. Eu precisava relembrar quem era Hermione Granger antes de qualquer coisa. Eu não poderia continuar a viver em função de uma pessoa que nunca me deu nada em troca. Esse era o momento ideal para me focar na minha profissão. Ou melhor, na evolução dela.
-Srta. Granger, não esperava vê-la aqui ainda hoje – Falou a minha secretária com um sorriso simpático no rosto que eu retribui.
-Eu também não esperava voltar, mas pode se retirar. Não irei precisar mais dos seus serviços por hoje – Falei sorrindo entrando na minha sala tentando me concentrar no meu trabalho acumulado. Contudo, não parecia tão fácil quanto eu queria. Era difícil me concentrar em qualquer outra coisa que não seja o idiota que se intitulava por Rony Weasley.
-Era de se esperar que a futura Ministra da Magia tivesse uma secretária – Comentou aquele ser que eu sentia vontade de matar parado na minha porta.
-Era de se esperar que o expediente acabesse as seis – Repliquei irônica.
-Fazendo hora extra? – Perguntou Rony e eu levantei uma sobrancelha – Ta! Eu sei que isso é mais do que obvio, mas pode sair para tomar um café comigo?
-Não – Respondi mesmo que a minha mente gritasse que sim.
-Qual é Hermione! Você sabe que quer ir – Disse o Rony com um sorriso charmoso em seu rosto.
-Não Rony! A única coisa que eu quero é que você me deixe trabalhar – Falei tentando sorrir rezando para ele me deixar a sós.
-Hermione, o que houve? – Perguntou Rony sentando na minha frente segurando a minha mão – O que nos separava já não existe mais.
-Não por escolha sua – Cortei tirando minha mão de baixo da sua – Eu cansei de te amar Rony. Você é apenas um passado que agora eu quero esquecer. Agora pode ir.
-Hermione, porque você está fazendo isso? – Perguntou Rony parecendo inconformado por eu não pular em seus braços agradecida pela Luna ter colocado um ponto final no relacionamento deles.
-Porque eu decidi me amar mais do que amar você – Falei o encarando com firmeza – Agora você pode se retirar e me deixar trabalhar.
Narrado por Draco
-Desculpa! Não faz essa cara porque eu sei que estou atrasada – Falou Raven sentando na minha frente depois de beijar meu rosto – E essa cara? Eu sei que estou atrasada, mas não é para tanto querido.
-Não é isso. Eu recebi uma carta hoje – Falei e ela me olhou de forma interrogativa – Uma carta do meu pai.
-Ele não está preso? – Perguntou Raven me lançando um olhar de desculpas por ser tão insensível e eu apenas confirmei com a cabeça – E o que a carta dizia?
-Ele disse que está morrendo e pede que eu vá lá em Azkaban me despedir – Respondi e seus olhos se arregalaram brilhando de preocupação – E eu não sei o que fazer.
-Sim! Você sabe exatamente o que fazer, mas não quer admitir – Falou Raven segurando minhas mãos com as suas dando um aperto de forma carinhosa.
-Você acha errado que eu querer ir até lá mesmo depois de tudo que ele já me fez? – Perguntei me sentindo quase como um menino perdido e ela soltou uma das minhas mãos a usando para acariciar o meu rosto com carinho.
-Acredite Draco, se eu tivesse a chance de me despedir do meu pai eu não deixaria de ir – Falou Raven e eu beijei a palma da sua mão a fazendo sorrir – Só me promete ter cuidado.
-Eu prometo – Falei e ela sorriu se inclinando em minha direção e eu a beijei de forma calma. Era incrível como essa menina me deixava em paz com os meus sentimentos. Isso na mesma proporção em que ela fazia o meu sangue pulsar. Eu a desejava. E muito. Mas, também a respeitava e deixava que ela guiasse o ritmo do nosso relacionamento – Desculpa por te oportuna com os meus problemas.
-Draco, nós somos um casal. Eu quero dividir tudo com você – Falou Raven e eu sorri malicioso a fazendo me bater – Eu quero dizer que quero fazer parte tanto das coisas boas da sua vida quanto das coisas ruins.
-Eu estava pensando em coisas muito boas – Sussurrei em tom malicioso e ela corou de forma que considerei gracioso antes de tomar seus lábios com os meus novamente.
-Você é um pervertido – Acusou-me Raven sorrindo e eu a beijei novamente. Eu me encontrava completamente viciado no sabor dos seus lábios – Quando você vai para Azkaban?
-Daqui a pouco – Respondi e seus olhos arregalaram novamente, mas dessa vez de medo – Eu queria te ver antes.
-Eu estou com um pressentimento ruim – Disse Raven mordendo o lábio parecendo realmente preocupada.
-Ainda bem que você é uma ex-corvinal e racional demais para acreditar nessas besteiras – Falei me levantando a abraçando com força – Sem contar que eu estou com o meu broche da sorte.
-Espero que ele seja forte o suficiente – Murmurou Raven antes de eu me afastar aparantando em um beco qualquer.
E eu havia me esquecido de como Azkaban era horrenda. Claro que não passei pelos prisioneiros como da única e ultima vez que visitei meu pai. Dessa vez eu fui guiado para enfermaria do presídio que estava praticamente vazio com dois guardas e o meu pai deitado em um dos leitos.
-Draco! Eu pensei que você não viria mais – Falou meu pai e ele estava tão envelhecido. Parecia tão fragilizado. Mal podia lembrar aquele homem altivo e perigoso. Se bem que seus olhos não haviam mudado com o tempo. Na verdade, eles continuavam frios e calculistas como sempre.
-Vim apenas me despedir – Falei sentando na sua frente e ele fez um gesto com a mão e uma das enfermeiras serviu chá e sua expressão com certeza não é de agrado – Chá?
-Últimos pedidos – Disse meu pai com um pequeno sorriso – A minha marca favorita.
-Muitos benefícios para um comensal da morte – Resmunguei preparando-me para ter uma indigestão com aquele chá.
-Não se esqueça que você também foi um comensal, rapaz – Falou Lucius em tom baixo.
-E não se esqueça que eu nunca segui o seu Lord – Repliquei sorrindo levando a xícara aos meus lábios solvendo um gole grande apreciando o sabor que foi tão constante na minha infância. Eu havia parado de tomar esse chá após a guerra. Ele me lembrava dolorosamente a minha mãe. E com isso a sua morte.
-Isso também me lembra a sua mãe – Comentou Lucius me encarando – Ela era uma boa mulher.
-Que por sua causa morreu – Falei bebendo mais um pouco tentando não parecer muito amargo.
-Ou por sua, nós nunca vamos saber – Disse meu pai em tom venenoso e eu senti minha visão embaçar de forma assustadora – Mas, a única coisa que sei é que você será minha passagem de ida para fora desse inferno.
Narrado por Raven
Eu passei o dia tentando me distrair. Li alguns livros, mas para mim tudo estava cansativo hoje. Claro que tudo culpa do Draco. Mesmo ele zombando, eu continuava com um pressentimento ruim sobre aquela visita. Lucius Malfoy não era bem a pessoa mais gentil e amigável no mundo. Na verdade estava mais para o contrario.
Decidi parar de tentar ler alguma coisa e ir tomar um longo banho. Já estava me enxugando quando escutei a companhia. Sorri abertamente colocando uma roupa qualquer e corri para a porta querendo ver o Draco, mas quem estava do outro lado era a Luna.
-Luna? Nossa há quanto tempo – Falei sorrindo a abraçando convidando para entrar.
-Espero não estar atrapalhando – Disse minha ex-colega e eu apenas sorri.
-Claro que não está – Falei indo na cozinha preparando chá a servindo com um pequeno sorriso.
-Raven, eu estou aqui para pedir sua ajuda – Falou Luna e eu a olhei de forma interrogativa – Eu estou pretendendo reabrir o Pasquim. Para ser uma revista seria, mas com tudo sabe? E eu estava precisando de uma editora e lembrei-me de você.
-Você está me convidando para ser Editora do Pasquim? – Perguntei sorrindo abertamente e ela confirmou com a cabeça – Onde eu assino?
-Serio? Você aceita mesmo ser a minha editora? – Perguntou Luna sorrindo me abraçando com força – Ai! Você tirou um peso das minhas costas! Eu ainda preciso falar com alguns repórteres.
-Eu conheço uns muito bons, posso falar também – Falei e ela sorriu. Conversamos mais um pouco sobre a cara nova do Pasquim. Eu realmente me senti empolgada com a idéia de montar um jornal com a Luna. E quando ela se foi levou consigo meu entusiasmo.
Eu sei que o Draco não leva tudo a serio. Mas, ele nunca me deixaria sem noticia. Ele poderia brincar e fingir não acreditar no meu pressentimento, contudo ele não me deixaria remoendo esse medo. E quando olhei para o relógio e percebi fazer cinco horas que ele havia ido a Azkaban decidi fazer alguma coisa. E mesmo que eu tivesse que matar trucidar e destruir o meu orgulho, eu infelizmente sabia a quem recorrer.
Troquei de roupa sem saber se eu amaldiçoava o Draco ou o Lucius e aparatei entrando naquela maldita cabine telefônica. Peguei meu crachá sem nenhuma animação e segui para a sala da Granger agradecendo aos céus por ela ainda está trabalhando. Respirei fundo uma, duas, três vezes antes de bater na porta escutando ela pedir para quem quer que seja entrar e eu o fiz.
-Eu sei que sou a última pessoa do mundo que você esperava ver aqui, mas eu acho que pode ter acontecido alguma coisa com o Draco – Falei sentando na cadeira que estava na frente dela.
-O que aconteceu? – Perguntou Hermione e seus olhos brilharam de preocupação. Eu podia não gostar dela, mas era inegável o carinho que ela sentia pelo Draco.
-Hoje ele recebeu uma carta de Azkaban dizendo que o pai dele estava morrendo e perguntando se ele gostaria de se despedir – Comecei a explicar tentando manter a calma – Ele foi. Eu pedi que ele me contatasse quando chegasse e até agora nada. O apartamento dele está vazio.
-Isso faz quanto tempo? – Perguntou Hermione rabiscando algo em um papel.
-Cinco horas – Respondi e ela levantou antes de enviar o recado e um patrono.
-Vamos? – Perguntou Hermione e eu pulei da cadeira a seguindo.
Narrado por Harry
Eu nunca me senti tão inútil. Quando a Gina desmaiou em meus braços, por um segundo de puro desespero, eu pensei que ela estava morta. E o desespero que aquele mero pensamento me fez sentir levou-me de volta para aquela época que todos que eu amava morriam ou se machucavam. E foi naquele momento que eu percebi que por mais que tivesse lutado contra, eu já amava a Gina.
E agora a esperando acordar para fazer alguns exames, eu nunca me senti tão fraco e medroso. Por não ser parente legal da Gina só me restava esperar. E eu odiava essa impotência.
-Harry – Chamou Gina abrindo os olhos e eu sorri apertando sua mão presa na minha – Onde eu estou? O que aconteceu?
-Você desmaiou enquanto tomávamos banho e eu te trouxe para o hospital – Expliquei apertando o botão que chamava a enfermeira. Ou pelo menos, eu acho que é para isso. Eu não estava nada familiarizado com um hospital trouxa.
-Não era necessário tudo isso – Reclamou Gina e eu sorri beijando a sua testa no mesmo momento que o médico entrou no quanto com um pequeno sorriso no rosto.
-Ola Virginia! É muito bom vê-la acordada! Eu sou o Dr. Siver – Falou o médico ainda sorrindo – Como você está se sentindo?
-Cansada – Respondeu Gina se ajeitando melhor na cama do hospital.
-E antes do desmaio? O que a senhorita vem sentindo? – Perguntou o médico.
-Enjoou, muita náusea. Tontura. Às vezes é como se a minha visão ficasse dupla. Mudança de humor e muita dor de cabeça – Respondeu Gina pensativa.
-Ela não está se alimentando bem, vomita tudo que coloca no estomago – Complementei preocupado.
-Eu vou pedir um exame de sangue completo para descartar infecções e quero também uma tomografia para sabermos se o motivo da dor de cabeça e das tonturas são físicos – Falou o Dr. Siver e não demorou muito para um enfermeira tirar uma amostra de sangue e outra levar a Gina para a tal tomografia. E eu nunca quis que a Hermione estivesse perto com suas explicações intermináveis quanto agora.
-Como você está? – Perguntei assim que a Gina voltou para o quarto.
-Bem – Respondeu a Gina batendo na cama e eu sorri me deitando de lado a abraçando com carinho sempre preocupado com a agulha presa na sua veia que era do soro – Eu estou co medo, Harry.
-Não vai ser nada – Falei beijando sua têmpora tentando me convencer daquilo.
-E se for? – Perguntou Gina e ela parecia tão frágil, tão quebrável naquele momento.
-Se for? Se for a gente vai enfrentar isso de frente – Falei beijando seus lábios de leve – Eu vou cuidar de você.
-Ola senhores – Cumprimentou o Dr. Siver entrando no quarto e eu saí da cama me sentindo completamente constrangido e preocupado.
-O senhor não parece muito feliz – Comentou a Gina e eu tive que me refrear para não invadir a mente do doutor.
-Não Gina, infelizmente, as notícias não são boas – Falou o Dr. Siver e a Gina apertou a minha mão com força.
-O que eu tenho? – Perguntou a Gina fechando os olhos por poucos segundos – Só...só diz o que eu tenho.
-Infelizmente, a senhorita está com câncer – Falou o médico e mesmo com meus conhecimentos precários de doenças trouxas e eu sabia o que isso poderia significar. E foi naquele instante que meu mundo parou.
* * *
N/a: CAPÍTULO NÃO BETADO!!
Gente, desculpa a demora. Estava sem conseguir falar com a Manininha e quando falei, ela me disse que seu Word não estava prestando. Então assim que ela conseguir abrir ela me mandar e eu reposto sem erros.
E eu sinto que daqui a pouco sou processada por propaganda enganosa
Oo
Quanto ao capítulo...bom, nem todas as noticias são boas, mas espero mesmo que vocês gostem.
^^
Quero muito agradecer a:
Ana Eulina
Gi Magno
Caah Potter
Brigada mesmo meus amores
^^
Próximo poste: 27/05
Rezem pela sobrevivência do Word da Marininha
^^
=***
Até o próximo e espero a opinião de vocês sobre esse.
12/05/2010