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13. Capítulo 13


Fic: Second Life. SS-HG. NC 18.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Second Life por Lariope
Capítulo 13


 


N/A: Todo o texto em itálico, e qualquer outra coisa que você reconhecer, pertence a JKR. Eu escrevo por diversão, não dinheiro. Muitos agradecimentos são devido neste capítulo. Eu tenho bastante sorte em obter contribuição de KingPig, Irishredlass, OpalJade e minha beta incansável, maravilhosa, Shellsnapeluver. Graças a todas estas senhoras brilhantes.





As semanas passaram sendo permeadas por um tipo de bruma pela qual uma radiante luz pareceu brilhar ocasionalmente. Hermione estava tão exausta quanto em seu terceiro ano quando ela tinha usado o Vira-Tempo, talvez mais ainda. Quando ela não estava em aula, ela estava com Harry, tentando preveni-lo de seguir Malfoy; e quando ela não estava com Harry, ela estava na biblioteca, pesquisando informações sobre as Horcruxes.



Harry tinha lhe dado a tarefa depois de uma das lições dele com Dumbledore. Pareceu que o velho bruxo queria que Harry pegasse uma lembrança do Professor Slughorn... uma lembrança sobre as Horcruxes. Quaisquer que elas fossem, Professor Slughorn não quis admitir que ele sabia de qualquer coisa sobre elas, induzindo Hermione a acreditar que elas eram de fato muito inseridas na magia Negra. Por esta razão, ela ficou na Sessão Restrita, uma hora após a outra, debruçada sobre o livro Mágica Mais Diabólica, que foi excepcionalmente inútil. Tudo que ela achou estava muito longe de garantir que as Horcruxes eram, “o pior das invenções mágicas” que não aliviou a mente dela.  Parecia a ela que Dumbledore, como algum perverso Flautista Sarapintado, tinha levado o Harry ao mesmo tipo de caminho que ele tinha levado ela tomar em Setembro, uma rota repleta de presságios obscuros e lápides ao lado da estrada nas quais não pararia para que eles vissem; em vez disso preencheu a cabeça com idéias elevadas e palavras fortificantes. Ele estava infundido em Harry determinação e força, mas para quê? Ele certamente não tinha contado para ele contra o que eles estariam lutando no fim. Então ela pesquisou.



Harry, da parte dele, estava mais interessado em Snape e Malfoy e tinha convencido a mente de Rony para o mesmo modo de pensar dele. Os dois estavam sempre olhando atentamente o Mapa do Maroto, procurando pelo pequeno ponto negro do Malfoy. Freqüentemente o perdiam. Hermione preocupava-se silenciosamente sobre a ausência do rapaz, mas ela recusava-se a rastrear os movimentos dele com a mesma obsessão que Harry e Rony faziam, resolvendo firmemente em sua mente deixar isso para Snape.



As gotas de fulgor da vida dela, os momentos nos quais ela se sentia muito desperta, eram aqueles que ela gastava seu tempo com Snape, concluiu que era raro vê-lo e quando o fazia quase nunca estava sozinha.  Alguma coisa tinha mudado entre eles depois da noite na qual ela foi até ele para adverti-lo sobre a determinação de Harry em parar o plano de Malfoy, e achou que ela tinha proibido ele de se preocupar com ela, ela sabia que não mais poderia dar ordens aos sentimentos dele que ela própria possuía. Quando ela passava por ele nos corredores, seu coração saltava dolorosamente em seu peito, e ela inclinava a cabeça para evitar os olhos dele. Ele a atacava malvadamente em Defesa Contra as Artes das Trevas e ainda assim, pareceu para ela que muito do sarcasmo era a evidência da mudança dos sentimentos dele.



Hermione tinha ficado com medo de assistir a primeira aula de Defesa do novo período. Snape tinha desequilibrado-a muito no escritório dele, primeiro com a raiva ao questioná-la e depois com o olhar com o qual a tinha fitado que despiu sua vulnerabilidade, e o modo pelo qual ele falou o nome dela. Ela não tinha a menor idéia do que esperar dele. Ela disfarçou bravamente, entrando na sala de aula antes dos outros e tomando o seu costumeiro lugar. Ela não se inquietou, nem fingiu interesse no livro dela, mas sentou calmamente e quietamente em seu lugar, esperando a aula começar.



O tópico do dia na aula foi Feitiços de Encobrimento, no qual, é claro, ela sobressaiu-se. Enquanto os outros estudantes esforçavam-se para se desilunionarem, ela se tornou invisível e moveu-se lentamente em volta dos Grifinórios, sussurrando conselhos.



Ela tinha acabado de se aproximar lentamente de Neville quando a voz de Snape ecoou claramente através da sala. “Senhorita Granger!”



A cabeça dela estalou, pensou que ninguém na sala pudesse vê-la. Ela deu um passo culpado para longe de Neville.



Snape cruzou a sala em uma postura predadora, e Neville curvou-se de medo e começou a recuar. “ Quem estava falando com você, agora?”



Neville gaguejou que ele não tinha conversando com ninguém, mas Snape já tinha passado por ele, andando em passos largos em direção ao lugar onde Hermione estava parada agora. Ela começou a se mover inclinando-se rapidamente embaixo do espaço entre os bancos, seguindo em direção as mesas dos Sonserinos, mas ele girou quando ela fez, parecendo segui-la para todo lugar que ela se movia.



“Que bom é a invisibilidade, Senhorita Granger, se você faz óbvio onde você está?”



Hermione sorriu para si mesma. Ele estava usando o senso dele sobre ela para rastrear seus movimentos, fazendo dela um exemplo para usar algo do qual somente eles dois poderiam possivelmente estar alertas. Ele a humilharia, sim, justo como ele tinha de fazer. Porém, ele faria isto admitindo esta coisa entre eles.


 


“Finite Incantatem!” ele falou, apontando sua varinha ao que deve ter se parecido um espaço vazio.. Quando ela de repente apareceu diante deles. Os Sonserinos estalaram a língua maldosamente.



“Feitiços de Desilusão são inúteis se você despreocupadamente premeditar a sua posição,” ele falou arrastando as palavras. “Você deve ficar em silêncio; você deve ser furtivo. Acima de tudo, você deve ser discreto. O que faz isto uma escolha bastante pobre para  Grifinórios, não importa  o quanto eles tem estudado o feitiço,”


 


Hermione sabia que ele estava provocando ela, talvez na esperança de que ela caísse no laço e merecesse uma detenção. Ele desilusionou vários estudantes – ela própria, Malfoy, e Neville entre eles – e incumbiu a tarefa de acharem um ao outro. Ninguém apresentou o mínimo de aptidão para rastrear, inclusive Hermione. Ao invés havia muito vagueando, tropeços em cima de coisas e batendo de repente em pessoas invisíveis, e Hermione evocou algo que Dumbledore tinha uma vez dito para Harry, no primeiro ano deles: E estranho como você pode ficar míope quando está invisível.  Ainda, o professor de Defesa Desilusionado não teve problemas para encontrá-la, nem ela a ele, outra vez e outra vez. Algumas vezes ele simplesmente tocava na manga dela com a mão quando ela passava por ele. Várias vezes ele espetava ela com a varinha, e uma vez, uma só. O tempo de uma batida de coração, ele pegou um punhado de cabelos. O sangue dela enrubesceu as suas orelhas então, e ela teve de lutar contra o desejo de agarrar o braço dele e empurrá-lo em direção a ela. Mas, então ele a liberou com um pequeno empurrão, e ela voltou a procurar por sinais de uma pessoa Desiludida: um pergaminho rolando com a brisa aparentemente causado pelo nada, o ruído da cadeira onde não havia ninguém.


 


Snape varreu a sala com um Finite Incantatem final, que revelou um número de tímido estudantes empoleirados em toda parte da sala. Neville estava parado no alto da mesa da Grifinória, olhando para ambos mortificados e receosos, e Hermione, que estava espreitando no canto, rapidamente cruzou a sala para perto de Rony e Harry.



“Acredito que seja difícil enganar, Senhorita Granger, quando você não pode ver suas companhias,” Snape falou com lentidão. “Longbottom, volte para sua mesa. Eu tremo em pensar o que você poderia ter se tornado do lado de fora dessas paredes.”


 


Hermione estendeu a mão para Neville, que desceu da mesa sem graça, para futuro divertimento dos Sonserinos.



“Contenha-se, Draco,” Snape falou inesperadamente. “Não foi você quem caiu da cadeira? Engraçado, eu não tinha percebido que a mobília tinha se tornado invisível também.”



Hermione suprimiu o sorriso, mas o restante dos Grifinórios não. Harry olhou positivamente alegre.



“Problemas,” Snape falou. “De fato, problemas. Seus NIEM’s aproximam-se, e mais importante ainda, há uma guerra. Mesmo que muito de vocês tratem sua própria sobrevivência cuidadosamente.” Ele cruzou a sala, as roupas elevando-se auto-importante, e Hermione então não esforçou-se para sorrir. As coisas que mais tinha assustado ela com relação a ele, agora pareceram óbvias e fáceis. Ele deu um giro curto, e ela o perdeu de vista por um momento, imaginando-o praticando ao assobio do tecido. Inesperadamente, ela estava ciente de que ele estava perto demais dela, muito perto de seu ser em público e ela moveu-se com um estalo para ver quando ele agarrou ela por trás e encostou a varinha no pescoço dela.



“O que você fará agora, Senhorita Granger?”



O braço esquerdo dele a segurava firmemente, prendendo os seus ao lado. Ela ainda tinha um pouco de distância para movimentar a varinha dela, porém. Descuidado, ela pensou, entretanto ele tinha que ter planejado daquele jeito.



“Deixe-a ir,” Harry falou, todo divertimento deixou o rosto dele. Ele deu um passo em direção a Snape.



“Calma, Potter.”



Hermione viu a determinação quando olhou para o rosto de Harry. Não importa o que Snape tinha insinuado, Harry levou isto a sério. Ele olhou como ela imaginou que ele faria se um Comensal da Morte tivesse diante dele. Ela sentiu duas coisas quase que na mesma medida. Primeiro era um amor por Harry. Ele lutaria, manteria-se de pé por qualquer coisa, se ele a visse ferida.  Tudo o que eles estavam a ponto de fazer, ela estaria segura com ele. O segundo era a fúria que ele não pudesse saber o que Snape estava providenciando para ele. Aqui, em total segurança, ela teve a oportunidade de pensar sobre como deveria responder caso um deles fosse capturado. Snape estava treinando ele tão seguramente como havia treinado ela no inverno. Por que ele estava tão cego para uma roupa bem feita e um olhar de escárnio?



Hermione virou o braço direito levemente, ajustando de minuto a minuto a varinha no braço agarrado dela quando Harry levantou a dele.


 


“Deixe-a ir,” ele repetiu.



“Dê outro passo, e eu irei azará-la.”



“Você não se atreveria.”



“Não?! Snape empurrou a varinha dele mais dolorosamente para o pescoço dela.



Expe--”

“Não Harry! Expelliarmus iria me desarmar também.”



Accio Sn--”



“Não-verbal Harry! Ele me matará antes de você lançar o feitiço!”



“Silêncio, Senhorita Granger.”



Ela virou a varinha para cima, pensando, Estupefaça! E sabia que golpearia o alvo quando Snape parou ao lado dela. Ela se sentiu aliviada pelo aperto de Snape e considerou se ela deveria ou não pegar a varinha. Isso era somente um exercício, é claro, e ele ficaria furioso se ela o desarmasse diante de toda turma, mas a questão não era tratar a situação como se fosse real? Ela escapou do golpe da varinha dele antes que ele lançasse o feitiço.



Snape piscou duas vezes quando avaliou a situação. Quietamente, tão terrivelmente quieto, ele falou, “Minha varinha, se você permitir,” com a palma da mão para cima implacavelmente. Ela colocou a varinha dele na palma da mão conforme ele pediu, sentindo repentinamente um pouco de alívio. Ela esperou pela redução dos pontos da casa e detenção que logo viria.



“Eu poderia ter matado você três vezes durante o tempo que você levou dando instruções para o seu...amigo.”



Ela engoliu. Ele estava certo, é claro, mas era bom ter praticado. Ela somente teve esperanças de que Harry tivesse aprendido alguma coisa. Ela lançou um olhar para ele; ele estava bem, mas tremendo de raiva.



“Harry,” ela começou, mas ele já estava avançando em direção a Snape, com a varinha levantada. “ Pare, Harry!”



“Como você se atreve?” ele trovejou. “Isso é Defesa Contra a Arte das Trevas, se você não notou! Você não tem o direito—“



“Harry!”


“Não, por todos os meios, continue Potter. Eu não tenho direito… de quê?”



“De tocar nela!” Harry gritou, e Hermione ficou perplexa com as palavras dele, imaginando como elas devem ter soado para Snape.



Snape, porém, pareceu imperecível. “Oh, eu asseguro a você que eu tenho todo o direito,” ele murmurou. “Cinqüenta pontos da Grifinória pelo seu acesso de raiva, Potter. E eu espero que você possa pensar em uma melhor defesa quando seus inimigos de verdade estiverem lutando contra você.”



Felizmente, a aula terminou, e Hermione arrastou Harry para fora das masmorras.



“Repugnante, bastardo sujo!” Harry exalou quando eles tinham subido um grande número dos degraus de mármore.



“Você está bem, Hermione?” Rony perguntou.



“Estou bem,” ela respondeu com rispidez. “Ele não me machucou. Ele estava ensinando.”



“Você chama isso de ensinar? Ele estava aterrorizando você! Eu vou até Dumbledore. Ele não pode ficar sem—“



“Então, não é um problema como eu me sinto sobre isso? Você me ouviu falar que fiquei aterrorizada? Eu estou grata pelo que ele fez hoje, e você deveria estar também.”



“Grato?” Rony falou. “Você é maluca? Por que nós deveríamos estar gratos?”



“Oh, eu não sei. Talvez porque ele nos deu a oportunidade de imaginar o que poderíamos fazer se um de nós fosse capturado? Porque ele mostrou-me como pensar claramente e usar a distração para o meu benefício, até quando eu estiver com medo? Pelo que em terra eu deveria sentir gratidão?” ela deu várias passadas adiante, e os meninos tiveram que correr para manter-se com ela.



“Sim, mas se ele tivesse falado então nós poderíamos ter—“ Rony começou.



“Você imagina que Lucius Malfoy ou Bellatrix Lestrange dariam tempo para advertir você? Sr. Weasley, preste atenção, por que eu vou fazer um amigo seu prisioneiro. O que você fará?



“Você fala como ele,” Harry falou com desgosto.



Os dois só poderia cair fora.. Ela estava já tinha passado do ponto onde ser comparada com Snape era considerado como um insulto.



“Bom! Eu estou contente que você pense assim, desde que ele seja a única pessoa a nossa volta que está realmente preocupado com relação a nossa sobrevivência. Temperança!” ela gritou para Mulher Gorda, que tremeu com o tom dela.



“ Olhe, Hermione,” Harry começou.



“ Não, olhe você. Você pode odiá-lo o quanto quiser Harry. Pode chamá-lo de todos os nomes, e você pode acreditar que ele é um traidor, e tudo quanto for preciso fazer para se privar de pensar sobre o seu verdadeiro inimigo. Mas eu irei escutá-lo, e eu irei aprender com ele. “E nós veremos quem comerá essas palavras.”


 
***

As coisas ficaram um tanto quanto frias entre ela, Harry e Rony nas respectivas semanas. Eles ainda faziam as refeições juntos, ainda sentavam juntos nas aulas, e Hermione continuou sua rodada de horas buscando informações sobre as Horcruxes, mas uma linha foi desenhada, e ninguém mencionou sobre isto outra vez, todos eles sabiam que ela estava parada do lado oposto da linha.



A alvorada da manhã do aniversário de Rony era escura e fria, e Hermione rolou na cama e somente decidiu consciente por dormir mais. Era um sábado, e ela ficara até ás três da manhã buscando na Seção Restrita sobre algo que mencionasse as Horcruxes. Harry não tinha tido sorte e esperteza para Professor Slughorn dar a ele a lembrança, e ela estava mais que aborrecida, como ele tinha sido inábil em pegar uma simples lembrança que significava para ela mais noites até a madrugada. Com certeza, eles sobreviveriam no café da manhã sem ela. Ela só daria o presente a Rony no almoço.


 


Ela aconchegou-se mais profundo na cama e deixou a mente dela viajar para um adorável sonho no qual ela estava. Nele ela estava duelando com Snape e no exato momento em que ela levantou a varinha para azará-lo, ele arrastou-a para os braços dele e....



O anel começou a arder. Merda. Ela puxou o anel do dedo e observou atentamente com os olhos turvados.



Ala Hospitalar.



Hermione estava fora da cama em um instante, apanhando o jeans do dia anterior e entrando nele, empurrando os pés para dentro do sapato. Oh, não. Oh, por favor, Deus, não. Ela jogou a roupa por cima de si enquanto descia correndo as escadas, chorando ao passar pela Sala Comunal e mergulhando por entre o buraco do retrato, somente para se achar batendo com estalo em um familiar colete negro.



Snape segurou-a com firmeza com ambas as mãos e a fixou nos pés dela. “Senhorita Granger,” ele falou. “ Você parece estar com medo.”



“O quê? Eu pensei—“ Ela parou. “O que significa para você, Ala Hospitalar?” ela sibilou furiosamente.



“Weasley,” ele respondeu de forma curta. “Veneno. Eu percebo que devo ter dado a você uma idéia errada, então eu vim—“



“O que aconteceu? Ele está bem?”


 


“Eu não sei os detalhes, mas ele agora está estável. Aparentemente Potter aprendeu alguma coisa que eu tentei ensiná-lo e forçou um bezoar pela garganta abaixo do Weasley. Madame Pomfrey está tomando conta dele. Eu pensei que você quisesse saber.



“ Sim, é claro. Obrigada.”



Ela correu em direção à Ala Hospitalar, e Snape caminhou ao lado dela. “Senhor, você acha que ele ficará bem—“



Ele a fitou esquisitamente. “É certo que sim. Desculpe-me por assustar você.”



“Não precisa se desculpar. Eu estou muito grata.”



Ele não falou nada, mas virou repentinamente no corredor mais próximo. Bem, aquilo tinha sido inadequado. Ela não tinha entendido… Mas isto não poderia ser resolvido. Ela não poderia perder seu tempo correndo atrás de Snape com Rony envenenado. A mente dela voou. Onde ele teria encontrado veneno? A mente dela extraviou-se involuntariamente para Draco… se Snape estivesse certo, e Draco estivesse envolvido no incidente com Cátia Bell… Ela afastou a idéia da mente. Dupla Blindagem. Mas, e se Rony estivesse em perigo, certamente ele não esperaria ela para –-



Hermione irrompeu pela Ala Hospitalar, onde ela encontrou os Weasley e Harry agrupado em volta da cama de Rony.



“O que aconteceu? Eu vim assim que soube!” Atrasadamente, ela notou que não poderia contar a ninguém onde tinha escutado a notícia, mas felizmente, ninguém perguntou a ela.



Ela sentou ao lado de Harry e ouviu atentamente o que ele relatou com certeza umas cem vezes, a história dele começava nos Caldeirões de Chocolate (Eu avisei a você! ela não ajudaria falando isso) e levou Rony até o escritório de Slughorn. Ela já tinha feito um malicioso comentário sobre a inabilidade do Príncipe Mestiço de ajudar com a preparação de antídotos, mas ela foi pega ao notar que sem o detestável livro de Poções, Harry não saberia nunca como salvar a vida de Rony.  Ela decidiu fazer uma oração agradecendo ao Príncipe, quem quer que ele fosse.



“Mas ele ficará bem?” Hermione perguntou quando Harry terminou a história.



“Professor Slughorn e Madame Pomfrey acham que sim,” Harry respondeu. “Ele terá que ficar aqui uma semana ou mais... para continuar tomando a essência de arruda...”



Hermione começou a chorar. O coração dela ainda estava a mil por hora, e tudo isso era muito simples. Como ela tornou-se tão distante dos amigos? Olhando para trás, ela poderia ver como estes eventos estavam empilhados um após o outro – Romilda e aqueles eriçados chocolates, o colar amaldiçoado, o aniversário do Rony, o livro do Príncipe Mestiço – tudo fazia um sentindo horrível que ela mantinha dormindo – a mente culpada e confusa. Como ela não pôde ter visto o que estava por vir? O que teria acontecido se ela tivesse acordado na hora e tivesse ido para o café da manhã? Por que ela tinha ficado alerta para eles tão tardiamente? Ela os abandonou para espionar o idiota do Malfoy! E o pior de tudo, uma coisa que ela poderia apenas admitir para ela mesma, ela ficou muito mais assustada ao pensar que era Snape na Ala Hospitalar. Ela estava insensível? O próprio amigo dela estava deitado inconsciente, e ela ainda se sentiu rabugenta sobre o leve acidente com Snape no corredor. O que estava de errado com ela?


 


Harry desajeitadamente colocou seu braço em volta dela, claramente acreditando que ela estava dominada de preocupação por causa de Rony. Ela soluçou forte, odiando sua mente traidora e seu coração bobo. Ela sempre tinha sido uma pessoa sensível. Ela não tinha sofrido o vôo da imaginação; ela não escapou meio-erguida como Rony e Harry fizeram; ela acreditou na lógica do motivo e no estudo. Ela priorizou.  E agora, inesperadamente, pareceu que as prioridades dela tinham se tornado embaraçadas e confusas por causa de um zombeteiro, um homem cínico duas vezes mais velho que ela, que passava a metade do tempo irritando-a e a outra metade tentando-a, outra vez e outra vez, de inumeráveis formas, apesar da mocidade dela, da casa, da disposição – apesar de tudo, ele preocupava-se com ela.



Gina deu a volta na cama e envolveu seus braços em Hermione do outro lado.  Como era possível odiar-se com tanto fervor e sentir-se tão perversamente alegre ao mesmo tempo? Pela permitiu decair-se nos braços dos amigos dela e chorar tudo que estava confiando dentro de si. Todo mundo ali, todos a amavam, era citado no relógio Weasley, perigo mortal. O envenenamento de Rony era com certeza apenas o começo dos horrores que eles encarariam. Em breve, ela sabia que, ela Rony e Harry deixariam Hogwarts e o até o conforto da Ala Hospitalar. Talvez da próxima vez um deles estaria  ferido, e ela teria que tender as feridas deles. Isso era o suficiente para deixar qualquer pessoa maluca com medo e meio indeciso. Até agora, ela estava embalada pelo abraço de Harry e Gina e mais confortada com o pensamento de que um homem estava ensinando a ela a como sobreviver. Se eles sobrevivessem, poderiam agradecer a Snape por isso. Mas pelo que ele sobreviveria?  Quem se atreveria a entrar nos campos dele, preocupado em estar ao lado dele? Quando ele retornasse para os Comensais da Morte, quem saberia ou até mesmo cuidaria dele caso ele tivesse um problema?



“Ele ficará bem, Hermione,” Harry sussurrou.


 


Ela fungou pela última vez e levantou o corpo mais uma vez. “Eu espero que sim,” disse, entretanto não era em Ron que ela estava pensando.


 


 


 


N/Ligia: Depois de mto tempo, aq eu estou, com a Thaiz sumida e com a ajuda da mistura do Google tradutor, Babylon e até o Aurélio terminei o capítulo, não esquecendo da ajuda da Dinha Prince que traduziu a maior parte do cap.


Desculpem a demora, mas a vida real tira a maior parte do nosso tempo (eu já li isso em algum lugar) e apreciem a leitura...

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